31 de março, eu NEGO, sempre !

31/03/2012 às 11:47 | Publicado em Artigos e textos | 1 Comentário
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E todo ano é isso… Em 31 de março ainda se fala na malfadada ‘gloriosa’. Neste ano teve até ‘comemoração’ no Clube Militar no Rio, e com direito a pancadaria e tudo. Minha melhor homenagem sempre será a bandeira de meu Estado, a Paraíba. Assim republico o post de 31/03/2009, acrescentando, ao final, o bom texto de Emir Sader que me foi enviado esta semana por um amigo do Rio.


31 de março, eu NEGO !

Neste 31 de março, a maior ‘homenagem’ que posso fazer neste espaço à “Gloriosa” é postar a bandeira do meu Estado, a Paraíba.

Saibam todos que na verdade a dita ‘revolução’ ocorreu no dia 1º de abril de 1964, mas os milicos na época mudaram a data para 31 de março por motivos óbvios: a grande mentira não poderia sair no dia da própria !

Uns dizem que a dita (dura) teve um papel na história deste país, outros dizem que o pepel foi PH. Uns dizem que tivemos crescimento, o famoso ‘milagre’ do Médici e outros. Outros dizem que nunca se matou e se morreu tanto em seus porões. Alguns dizem que naqueles tempos não havia tanta corrupção, outros dizem que havia até mais, porém com a imprensa na mordaça ninguém ficava sabendo de nada.

Na opinião de alguns a história ainda vai trazer a verdade, na minha ela já está posta.

Nego


O GOLPE, A DITADURA E A DIREITA BRASILEIRA (Emir Sader) 

O golpe e a ditadura foram a desembocadura natural da direita brasileira – partidos e órgãos da mídia, além de entidades empresariais e religiosas. A direita brasileira aderiu, em bloco, ao campo norteamericano durante a guerra fria, adotando a visão de que o conflito central no mundo se dava entre “democracia”(a liberal, naturalmente) e o comunismo (sob a categoria geral de “totalitarismo”, para tentar fazer com que aparecesse como da mesma família do nazismo e do fascismo).

Com esse arsenal, se diabolizava todo o campo popular: as políticas de desenvolvimento econômico, de distribuição de renda (centradas nos aumentos do salário mínimo), de reforma agrária, de limitação do envio dos lucros das grandes empresas transnacionais para o exterior, como políticas “comunizantes”, que atentavam contra “ a liberdade”, juntando liberdades individuais com as liberdades das empresas para fazer circular seus capitais como bem entendessem.

A direita brasileira nunca – até hoje – se refez da derrota sofrida com a vitória de Getúlio em 1930, com a construção do Estado nacional, o projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, o fortalecimento do movimento sindical e da ideologia nacional e popular que acompanhou essas iniciativas. Foi uma direita sempre anti-getulista, anti-estatal, anti-sindical, anti-nacional e anti-popular.

Getúlio era o seu diabo – assim como agora Lula ocupa esse papel -, quem representava a derrota da burguesia paulista, da economia exportadora, das oligarquias que haviam governado o país excluindo o povo durante décadas. A direita foi golpista desde 1930, começando pelo movimento – chamado por Lula de golpista, de contrarrevolução – de 1932, que até hoje norteia a direita paulista, com seu racismo, seu separatismo, seu sentimento profundamente antipopular.

A direita caracterizou-se pelo chamado aos quarteis quando perdiam eleições -e perderam sempre, em 1945, em 1950, em 1955, ganharam e perderam com o Jânio em 1960 – pedindo para “salvar a democracia”, intervindo militarmente com golpes. Seu ídolo era o golpista Carlos Lacerda. Esse era o tom da mídia –Globo, Folha, Estadão, etc., etc.

Era normal então que a direita apoiasse, de forma totalmente unificada, o golpe militar. Vale a pena dar uma olhada no tom dos editoriais e da cobertura desses órgãos no período prévio ao golpe a forma como saudaram a vitória dos militares. Cantavam tudo como um “movimento democrático”, que resgatava a liberdade contra as ameaças do “comunismo” e da “subversão”.

Aplaudiram as intervenções nos sindicatos, nas entidades estudantis, no Parlamento, no Judiciário, foram coniventes com as versões mentirosas da ditadura e seus órgãos repressivos sobre como se davam as mortes dos militantes da resistência democrática.

Por isso a cada primeiro de abril a mídia não tem coragem de recordar suas manchetes, seus editoriais, sua participação na campanha que desembocou no golpe. Porque esse mesmo espírito segue orientando a direita brasileira – e seus órgãos da mídia -, quando veem que a massa do povo apoia o governo (O desespero da UDN chegou a levar que ela propusesse o voto qualitativo, em que o voto de um engenheiro valesse muito mais do que o voto de um operário.). Desenvolvem a tese de que os direitos sociais reconhecidos pelo governo são formas de “comprar” a consciência do povo com “migalhas”.

Prega a ruptura democrática, quando se dá conta que as forças progressistas têm maioria no país. Não elegem presidentes do Brasil desde 1998, isto é, há 14 anos e tem pouca esperança de que possam vir a eleger seus candidatos no futuro. Por isso buscam enfraquecer o Estado, o governo, as forças do campo popular, a ideologia nacional, democrática e popular.

É uma direita herdeira e viúva de Washington Luis (e do seu continuador FHC, ambos cariocas de nascimento adotados pela burguesia paulista) e inimiga feroz do Getúlio e do Lula. (Como recordou Lula em São Paulo não ha nenhum espaço público importante com o nome do maior estadista brasileiro do século passado, o Getúlio, e tantos lugares importantes com o nome do Washington Luis e do 9 de julho).

É uma direita golpista, elitista, racista, que assume a continuidade da velha república, de 1932, do golpe de 1964 e do neoliberalismo de FHC.

Escolhi ser pobre, mas não posso sê-lo porque no Brasil a cidadania não alcança o pobre

31/03/2012 às 3:25 | Publicado em Artigos e textos | 2 Comentários
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Este é um post-depoimento de um grande amigo e colaborador deste blog, o Walber Ferreira. Segue para refelxão de todos neste dia que deveria ser de luto para todos os brasileiros que possuem pelo menos um neurônio de memória. O texto é bem escrito e pela minha visão tem um tom de otimismo diante da evolução que já tivemos no país nos últimos anos. Faço três destaques abaixo:

 

Não tem como fazer um projeto de gestão pública sem ação continuada de vários governos e legislaturas. Para tanto estes projetos têm que ser do Povo, tem que ter a chancela da comunidade, não dos govermantes.

 

Quem lembra qdo Brizola colocou sua neta para estudar na escola pública que fica ao lado do Palácio Laranjeiras? Para mim o que é público é sagrado e como tal tem que ser tratado porque é do povo.

 

Educação tem que ser pública de horario integral, com alimentação de qualidade, médico e dentista na escola sendo acompanhado pelos gestores a qualidade dos serviços de saude. Condução para escola e trabalho tem que ser gratuita.

 

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Amigos,

Só para desabafar, escrevi este texto.

Em que pese os falatórios ideológicos, o Rio ainda tem refeição a um real, com sobremesa e suco. Isso o Sérgio Cabral manteve. Esta realidade bem que podia ser pirateada pela Dilma. Eu digo pirateada porque a corrupção não ia deixar a comida de qualidade chegar na bandeja por um real. Todos podem comer por um real nos restaurantes populares do Rio. TEM RESTAURANTE POPULAR na Central do Brasil, em Nirerói, em Bonssucesso na Av. Brasil, em Nova iguaçu. Quem souber de outros endereços coloque aqui. O Betinho ia agradecer o autor deste projeto. Depois, veio o projeto de albergues por um real, mas o  Sergio Cabral a tempo, obedecendo aos  interesses do setor hoteleiro, caçou o projeto. O primeiro hotel albergue ficava ali na Central do Brasil e tirava a população da Rua, principalmente os velhos e aqueles que só contavam com alguns reais para  o almoço e a comida. A Delegacia do idoso que ficava na Central do Brasil também o Sergio Cabral fechou, no mínimo deve ter aberto as portas de sua mansão de cinco milhões R$ PARA DAR HOSPITALIDADE para os albergados.  Depois veio o financiamento de casas por “um real” que também foi desativado pelo Sérgio Cabral. Enfim, pelo menos deixaram o rango e o café da manhã (35 centavos) que é servido nas estações da SuperVia ao povo que usa aquele sistema de transporte,que foi dada a concessão para particulares, porque agora a moda é falar concessão no lugar de privatização. Quando o poder político quer as coisas funcionam, e funcionam melhor do que qq empresa privada. Vamos voltar aos Brizolões do Darcy Ribeiro, cujo projeto foi para atender a classe média e a  classe pobre, pois a propaganda veiculada mostrava um casal de classe média trabalhando enquanto seus filhos estudavam no Ciep. Este projeto foi sabotado pela classe empresarial de donos de escolas e pela Globo, que dizia que a linha de educação das escolas do Rio ia ser Marxista. O que eu quero dizer com isso é o seguinte:  ” dá para seguir modelos de políticas públicas na educação, moradia, na medicina, na odontologia e no combate a fome e tirando os pobres da rua, dando dignidade aos cidadãos pobres. Mas, para existir eficácia e eficiencia nas gestões públicas tem que ter vontade política.  Porque DINHEIRO TEM e muito! Do mesmo modo o policial hoje já não tem que trabalhar num pardieiro, pq já tem instalações decentes nas Delegacias modernizadas, que não foi de iniciativa de Sergio Carnaval Cabral. É claro que por trás destes projetos tem que vir a valorização dos Recursos Humanos da corporação policial. E, nesta hora, o Sergio Cabral está perdendo uma grande oportunidade da dar continuidade a modernização da Seguranaça Pública no RJ.valorizando seus RH.  Não tem como fazer um projeto de gestão pública sem ação continuada de vários governos e legislaturas. Para tanto estes projetos têm que ser do Povo, tem que ter a chancela da comunidade, não dos govermantes. Senão, ao entrar um governo, de ideologia e partido diferente ao anterior,este desfaz aquilo que o povo aprovou e contava como forma de melhorar sua qualidade de vida. Isso tem que acabar no Brasil. Isso vale para todas as demandas do povo. Na aárea da saúde, o Souza Aguiar já foi o Hospital do Povo do Rio ,mas com tanta mudança de gestão política, não guarda mais aquela fama de mehor hospital na boca do povo. Quero deixar aqui meu elogio ao trabalho da Maternidade da Pça XV, onde minha mulher fez o quarto parto de alto risco de cezariana e fez a ligadura. Tudo na Maternidade da PÇA XV funcionou para minha mulher de modo melhor do que qualquer  Maternidade particular( onde tudo é cobrado). O Brasil tem competencia para fazer as coisas do povo funcionar melhor do QUE as coisas vinculadas a economia de mercado. Uma delas são as Maternidades Públicas, que são melhores do que as maternidades dos planos médicos´- e diga-se de passagen – melhor em TUDO (melhores médicos concursados. melhor alimentação, melhor atendimento para a mulher e para o bebe, melhores instalações e melhor fiscalização dos organismos internacionais. Esta faltando tudo nos Palácios do Governo, menos recursos financeiros. Falta nacionalismo, falta consideração pelo povo (independente de classe social). Falta um LOUCO dar porrada e até tiro no pé de quem sabotar e meter a mão naquilo que é direito sagrado do povo. Eu quero ver os políticos do PT usarem os hospitais públicos porque são melhores do os particulares. Eu quero ver o Lula e a Dilama dizerem: eu vou me tratar no Hospital do Governo, porque neste eu confio. Dentista particular virou regra no Brasil qdo devia ser excessão. Eu quero um dentista do Sus para fazer meu tratamento e de minha familia onde encontro? Em lugar nenhum, porque a odontologia no Brasil é mercenária. São detalhes que tem que mudar, mas na boca do povo tem que sair o elogio. Quem lembra qdo Brizola colocou sua neta para estudar na escola pública que fica ao lado do Palácio Laranjeiras? Para mim o que é público é sagrado e como tal tem que ser tratado porque é do povo. O privado é coisa de especulação/corrupção. Já viram como é caro os imoveis do “programa minha casa minha vida” – isso é uma vergonha. Casa e moradia tem que ser financiado no máximo a cinco reais/mes para todos trabalhadores, operários, engenheiros ou médicos, servidor público ou não. Educação tem que ser pública de horario integral, com alimentação de qualidade, médico e dentista na escola sendo acompanhado pelos gestores a qualidade dos serviços de saude. Condução para escola e trabalho tem que ser gratuita. Alimentação tem que ser nos moldes dos Restaurantes Populares do Rio. Por que a medicina na Inglaterra é publica, até para o estrangeiro? Vamos mudar este Brasil.porque o Brasil pode dar certo para todos pobres e ricos, desde que se respeite o direito sagrado do povo. Vamos pedir para a mão do Criador pesar sobre aqueles que brincam com o povo, que acham que é mole enricar com o dinheiro sagrado do povo e da nação.  QUANDO  há vontade politica, conjugada com honestidade e carater, os projetos de politicas públicas funcionam para todos – ricos e pobres, trabaldaores e estudantes, empresários e operarios, homens e mulheres, religiosos e ateus.   Vamos construir um Brasil, onde o pobreza signifique opção pela sobriedade e virtude do despojamento da riqueza,vamos construir onde ser  rico seja sinônimo da soma do trabalho duro  e honesto do suor do proprio rosto, onde ser rico ou ser pobre sejam sinonimos de abençoados e felizes pela graça de Deus, onde abunde para ambos a saúde, onde flua a confiança de morar bem para ambos, comer bem,viver bem e terem as mesmas oportunidades de estudo e saude  e emprego e empreendorismo para os filhos de ambos.   Pobreza nunca foi sinonimo de miséria, mas tem embutida na sua significação uma conotação de sobriedade e beleza ética e conteúdo espiritual; mas, para que isso seja válido no Brasil , a cidadania tem que valer para todos, até para aqueles que optaram por ser pobre por questão de dignidade humana e modus vivendi onde prevalece o desprendimento das coisas materiais.

Nunca foi tão fácil aprovar a nova previdência do funcionalismo público – o retrocesso, o conto do vigário, a grande derrota do Serviço Público

30/03/2012 às 8:06 | Publicado em Artigos e textos | 2 Comentários
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Esse não pode esperar. Uma conquista histórica foi para o ralo. Posto o texto do blog Cabrestosemno e o comentário do amigo Walber, colaborador e também autor deste blog. Infelizmente acredito mais na segunda hipótese que o Walber coloca abaixo e que eu destado.

Os servidores públicos perderam a aposentadoria integral e ficaram cada mais dependente dos banqueiros e das decisões dos FORUNS privados que regem os mercados de capitais. Isto ocorre porque a política brasileira é regida pelas falacias dos discursos maniqueístas entre esquerda e direita. Durante a tramitação da votação do FUNPRESP, os sindicatos não fizeram uma greve sequer. Por quê ? Agora, o leite está derramado. Virou lei e temos que conviver com as consequências da falta de mobilização dos sindicatos do serviço público em tempo hábil. Ou, olhando por outro giro, será que houve sabotagem de lideranças dos trabalhadores do serviço público, caracterizando a gestão do entreguismo feita pelos próprios lideres sindicalistas?

(Walber Ferreira)


A segurança da Previdência Pública e a falência dos Fundos de Pensão

O comentarista Mario Assis nos envia matéria mostrando que a Agência Senado repercute a participação da Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, na Audiência Pública que debateu o Projeto que privatiza a previdência dos servidores públicos, entregando-a aos fundos de pensão.

Participaram vários senadores, tais como Paulo Paim (PT/RS, proponente da Audiência), Randolfe Rodrigues (PSOL/AP), e José Pimentel (PT/CE), relator do Projeto, além de representantes dos servidores e dos Ministérios da Fazenda e Previdência.

Refutando o argumento oficial de que os servidores seriam os vilões das contas públicas (e que por isso teriam de aceitar a entrega de suas aposentadorias para os fundos de pensão), Fattorelli mostrou que o verdadeiro problema do orçamento é a dívida pública, que consumiu 45% do orçamento federal em 2011. Fattorelli também mostrou em sua exposição a recente nota do Itaú-Unibanco em defesa da aprovação do Projeto, comprovando que são os bancos os verdadeiros interessados nesta proposta.

Em sua exposição, Fattorelli destacou que, em uma conjuntura de Crise Global, o mercado financeiro mundial se encontra repleto de “derivativos” e outros papéis “podres”, muitos dos quais se encontram abrigados nos chamados “bad banks”, ou seja, “armários” nos quais os bancos desovam o seu “lixo”, ávidos por empurrar tais “micos” para aplicadores como os fundos de pensão.

Desta forma, há grandes chances de que recursos destes fundos virem pó, principalmente por que, por recomendação do FMI e do Banco Mundial, tais fundos serão na modalidade “contribuição definida”, ou seja, na qual o governo se livra de pagar as aposentadorias, que dependem do incerto mercado financeiro.

Em resposta, o representante do Ministério da Fazenda disse que existiria uma norma vedando que fundos de pensão comprem os chamados “derivativos”, porém, tal afirmação não se sustenta, conforme o art. 44 da Resolução 3792/2009, do Conselho Monetário Nacional. Além do mais, tais normas podem ser facilmente alteradas sem necessidade de aprovação pelo Legislativo.

Outro problema apontado por Fattorelli é que o governo já tem mostrado que desrespeita os beneficiários de fundos de pensão, ao ter editado, em 29/9/2008, a Resolução nº 26 do Conselho de Gestão da Previdência Complementar. Esta Resolução permite que o “patrocinador” (no caso, o governo) fique com parte do superávit dos fundos de pensão, o que já significou a transferência de bilhões de reais da Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) para o lucro do Banco do Brasil.

Cabe comentarmos que o lucro das estatais é destinado ao pagamento da dívida pública.Em resposta, o representante do Ministério da Fazenda tentou dizer que tal dispositivo não se aplicaria a este novo fundo de pensão dos servidores. Porém, cabe comentarmos que, se o governo, por meio de uma mera norma infra-legal (que sequer tem de passar pelo Congresso Nacional), já provocou grande prejuízo à Previ, imaginem o que ele pode fazer com este novo fundo de pensão dos servidores…

Por fim, Fattorelli pediu coerência a senadores do PT – em especial ao relator da matéria, Senador José Pimentel, presente na audiência – que no ano 2000 votaram contra uma proposta idêntica feita pelo governo FHC (PLP 9/1999), que também entregava a Previdência dos servidores aos fundos de pensão, na modalidade “contribuição definida”.

Na mesma linha, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) leu discurso do então deputado Walter Pinheiro (agora líder do PT no Senado) se manifestando contrariamente ao PLP nº 9/1999.De um modo geral, o questionamento de todos os representantes dos servidores públicos foi a total falta de garantia de aposentadoria, que será definida de acordo com o mercado financeiro.

Por outro lado, os representantes do governo tentaram argumentar que as aplicações dos Fundos de Pensão são seguras, e podem garantir a aposentadoria. Porém, questionados sobre a possibilidade de, então, logicamente, colocar na lei tal garantia, simplesmente não se comprometeram.

Já o relator José Pimentel sequer se manifestou sobre o tema, tendo apenas ouvido as manifestações dos servidores.
Postado por Manoel Messias Barbosa, Analista Tributário da Receita Federal.

A corrupção e os fundos de pensão


FONTE: CABRESTOSEMNOhttp://www.ocabrestosemno.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2761&catid=3&Itemid=9

Ouça a música mais relaxante do mundo

30/03/2012 às 3:11 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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Há uma teoria que diz que nós gostamos tanto de percussão porque o ritmo se aproxima ao das batidas do coração. Ouçam essa música e vejam o artigo abaixo. Apesar de ser um ranking, confesso que não gostei muito, prefiro as percussões mesmo, as mais calmas.



Ouça a música mais relaxante do mundo

Se você só consegue descansar enquanto ouve uma boa música, pode comemorar. Isso porque um grupo de cientistas decidiu ir atrás da canção perfeita para fazer com que alguém possa relaxar da melhor maneira possível. A ideia era encontrar as batidas, frequências e pausas perfeitas para fazer com que a pessoa acalme seu estado de espírito em qualquer situação.

Em parceria com a banda britânica Marconi Union, os pesquisadores trabalharam com diversos tons, ritmos e outros elementos musicais que pudessem tranquilizar o ouvinte. O resultado foi a criação da canção Weightless, cuja frequência contínua de 60 batidas por minuto é capaz de fazer com que tanto o cérebro quanto o coração entrem em sincronia, desacelerando algumas funções nervosas.

A faixa foi testada em mais de 40 mulheres, que realmente apresentaram uma paz de espírito maior após ouvir a melodia. De acordo com o chefe da pesquisa, Dr. David Lewis, o desempenho atingido foi melhor do que em outras músicas que as pessoas usam para relaxar, como Mozart e Enya.

Além disso, os resultados apresentados pela equipe do Dr. Lewis também serviram para comprovar que a música realmente pode ser uma ótima ferramenta de relaxamento, sendo mais eficiente até mesmo do que uma massagem ou uma xícara de chá — lembre-se, é uma pesquisa britânica!

Além disso, o estudo listou as 10 músicas mais tranquilizantes. A Weightless encabeça em primeiro lugar, mas traz alguns nomes famosos em boa colocação, como o grupo Coldplay.

  1. Marconi Union — Weightless
  2. Airstream — Electra
  3. DJ Shah — Mellomaniac (Chill Out Mix)
  4. Enya — Watermark
  5. Coldplay — Strawberry Swing
  6. Barcelona — Please Dont Go
  7. All Saints — Pure Shores
  8. Adele — Someone Like You
  9. Mozart — Canzonetta Sullaria
  10. Cafe Del Mar — We Can Fly
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