Tetris, história e novo uso
5, Julho, 2009 at 5:01 am | In Artigos e textos | 1 CommentQuem não usou o jogo Tetris nos idos da década de 1980 ?
Agora quem sabe a sua história e o inusitado uso que modernamente tem sido dado a este game, a terapia ?
Veja abaixo artigo do YahooNotícias que me foi enviado pelo amigo José Armando, o qual agradeço agora pela sua colaboração ao ZEducando.
Quem quiser fazer download pode ir em: http://www.baixaki.com.br/site/dwnld3745.htm
Mais informações podem ser obtidas em São Wiki: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tetris
TETRIS, O JOGO QUE PODE CURAR (María Jesús Ribas / EFE)
Quando o analista de informática russo Alexey Pajitnov desenvolveu o popular Tetris, que completa 25 anos e teve vendidas dezenas de milhões de cópias originais, não se imaginava o sucesso mundial que esse simples passatempo viria a ter.
Muito menos se acreditava que esse videogame, que por sua simplicidade é adorado por milhões de pessoas de todas as idades, condições sociais, países e sexos, não só seria uma agradável ferramenta contra o tédio, mas também um valioso recurso terapêutico, possível instrumento de psiquiatras e psicólogos.
Segundo um estudo de pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, esse simples videogame, no qual o jogador deve colocar figuras de cores em fileiras em uma tela de computador, poderia ajudar a aliviar o impacto na mente de situações traumáticas, como acidentes de trânsito, atentados terroristas ou catástrofes naturais.
Os especialistas comprovaram que jogar Tetris imediatamente após passar por um incidente traumático poderia reduzir as lembranças prejudiciais ou os chamados flashbacks que atingem os pacientes vítimas do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).
A descoberta poderia levar a progressos no desenvolvimento de novos tratamentos para prevenir ou evitar que na cabeça das pessoas sejam geradas lembranças nocivas, como explica a pesquisadora Emily Holmes, responsável pelo estudo, para quem “é um primeiro passo que ajuda a estudar uma nova abordagem para o TEPT”.
Os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático vão, desde a irritação e a ira, até problemas de insônia, dificuldades para se concentrar e respostas exageradas a determinadas situações. Os afetados também podem sofrer com a lembrança persistente e repetitiva do acontecimento que gerou o trauma.
“Jogando” contra o trauma
A equipe de pesquisadores liderada pela doutora Holmes trabalhou com 40 pessoas saudáveis, que tiveram que assistir a vídeos com imagens de lesões traumáticas extraídas de diversas fontes, incluindo anúncios públicos que alertam sobre os perigos de dirigir alcoolizado.
Após meia hora, a metade dos participantes jogou Tetris durante dez minutos, enquanto a outra metade se afastou do grupo. Uma semana mais tarde, os 20 voluntários que tinham optado pelo game apresentavam uma quantidade muito menor de lembranças do filme que haviam visto.
Os pesquisadores britânicos acreditam que o reconhecimento das formas e as cores dos blocos que formam o Tetris competem com as visões dos diferentes traumas que se mantêm armazenados na parte sensorial do cérebro.
O fenômeno poderia interferir no mecanismo sensorial das lembranças que se formam no lapso imediatamente posterior ao trauma vivido e reduzir o número de flashbacks geralmente experimentado durante as semanas seguintes.
Agora, os pesquisadores preveem aproveitar esses achados para desenvolver um método que permita reduzir os sintomas do TEPT ainda antes de se manifestarem.
Para Catherine Deeprose, pesquisadora da Universidade de Oxford, “existe um período de até seis horas no qual podemos influir sobre certos tipos de memória. Com essa pesquisa, foi demonstrado que os voluntários saudáveis que jogam Tetris durante esse lapso podem reduzir de forma significativa suas lembranças nocivas, sem perder os sentidos do que viveram”.
Apesar de supostamente ter a capacidade de interferir na lembrança das experiências visuais, o Tetris não interfere nas lembranças do contexto que cercavam o evento e o significado do que ocorreu.
História do jogo que virou febre
O Tetris surgiu como resultado dos experimentos de um grupo de pesquisadores e programadores da União Soviética, que se reuniam para experimentar diversas aplicações e compartilhar afinidades, usando grandes equipamentos informáticos (mainframes) e computadores pessoais formados por peças usadas de países socialistas.
Foi no dia 6 de junho de 1984 que, após duas semanas de trabalho, Pajitnov completou a primeira versão do Tetris, embora sua real difusão tenha começado em 1985, quando foi adaptado para poder ser usado em computadores pessoais, passando depois aos videogames.
A ideia de criar o videogame surgiu como resultado da afeição por outro jogo, chamado Pentamino. O game tinha em seu criador um dos integrantes do grupo de jovens analistas informáticos que mantinha laços com o Centro de Computação da Academia Russa de Ciências.
O Pentamino é um passatempo muito simples e consiste em um retângulo que contém diversas figuras geométricas que devem encaixar perfeitamente e que tem certa relação com o dominó.
O nome do Tetris é uma combinação entre as palavras Tetramino (um variante do Pentamino) e tênis.
Os jovens começaram a distribuir cópias do Tetris entre seus amigos e, depois, o jogo começou a ser comercializado até se transformar em um dos mais populares de todo o planeta.
Na atualidade, é jogado em mais de 50 países e foi traduzido para dezenas de línguas. Foram vendidas também cerca de 65 milhões de versões para celulares e, segundo o “Guinness”, o livro dos recordes, é o segundo game mais popular da história.
2 de julho
2, Julho, 2009 at 5:02 am | In Artigos e textos, Zuniversitas | 4 CommentsEsta é uma das datas mais importantes para o povo da Bahia. Foi nela, em 1823, que os baianos heroicamente expulsaram de vez os portugueses desta bela terra. ![]()
Este trecho da nossa história é riquíssimo e cheio de
personagens e mártires interessantes como o Brigadeiro Madeira de Melo e Joana Angélica, Miguel Calmon e Frei Brayner, Maria Quitéria e o General Pedro Labatut, além dos “Encourados de Pedrão”, com destaque especial para a então vila, hoje cidade, de Cachoeira, ponto focal do conflito. Mais detalhes da história podem ser vistos na wikipedia ou no link 2 DE JULHO .
Para homenagear o povo baiano faço agora este post triplo com matérias de dois baianos natos e de um baiano ‘importado’ de São Paulo. Os dois primeiros são Aninha Franco com o seu “NASCE O SOL A 2 DE JULHO ” publicado no suplemento MUITO do jornal ATARDE do dia 28 último, Milton Santos retratado em entrevista à professora Maria Auxiliadora da Silva no mesmo suplemento e por último Ricardo Chemas, em entrevista também do mesmo suplemento mas de uma semana antes (21/junho), todos três já frequentadores deste espaço em outras oportunidades, algumas recentes, outras mais antigas.
O objetivo deste post é este mesmo: o de misturar três ingredientes intelectuais da melhor qualidade da terra brasilis: a história da Bahia (e do Brasil), com Aninha Franco; a Educação, a Geografia e a Sociologia, com Milton Santos; e a Educação, a Medicina e a Psicanálise, com Ricardo Chemas.
“PELA DIFICULDADE EU VENÇO”
A “Revolução da Palavra” sugerida por Confúcio
25, Junho, 2009 at 9:31 pm | In Artigos e textos | 2 CommentsEste artigo de Aninha Franco, que já visitou este espaço antes, faz uma síntese das principais revoluções da história, chegando até a atual, a tecnológica, a que nos coloca, no dizer dela, maior que nós realmente somos, pela avareza e pela preguiça, e nos sugere perseguir a revolução da palavra pregada por Confúcio: palavra-fato, democracia-povo, honestidade-integridade, transparência-claridade.
TRILHAS DE ANINHA FRANCO (ATARDE, Salvador, 21/06/2009) – aninha.franco@atarde.com.br
As revoluções e a história
O bum das bombas juninas me indagou que revolução nos falta, a nós, primatas, mamíferos, vertebrados, bípedes, capazes de registrar a fala de que todas as espécies se valem, mas que só a humana transforma em memória. E me veio que na Grécia a Memória era a deusa Mnemosine, mas que em países de mentalidade retardada, como o Brasil, ela é mortal e sofre todo tipo de vilipêndio, como o que se vê aqora. E saquei que entre os gregos do século 5 a.c. as invenções eram menos cortejadas que a Memória, talvez porque o homem sapiens fosse mais sapiens que hoje, quando inventa artefatos tecnológicos, mas produz menos filósofos e menos dramaturgos, humanos que pensam humanidades.
E memorei que nesse período os gregos evolucionaram a razão, distanciando o humano do divino, (r)evolução que condenou Sócrates à morte. Pensei,também, que apesar dessa (r)evolução, Hannah Arendt avaliou na segunda metade do século 20 que apenas 6% da espécie humana era racional, quantidade que, se for precisa, clama por uma (r)evolução cerebral. A razão inventou a roda, domesticou o trigo, transformou o fogo em aliado gastronômico, perscrutou o café dentro da semente da fruta, o chocolate no recôndito do cacau, , transformou o cio em amor, guardou conhecimentos, experiências e habilidades para fazer da espécie, frágil, a mais duradoura e predadora de todas que já habitaram o planeta.
A razão só não evitou as guerras, que chegaram a graus inconcebíveis de perversão no século 20, campos de extermínio, bombas atômicas, e a disputa mortal pelo Poder, hábitos pré-históricos. Mas planejou as revoluções por igualdade de condições em 1789, na França, em 1917, na Rússia, em 1776, nos EEUU, em 1798 na Baía, em 1959 em Cuba, a revolução industrial na Inglaterra que extinguiu a escravidão no ocidente, a tecnológica do fim do século 20 que nos tornou maiores do que somos, por avareza e preguiça. Talvez nos falte, agora, apenas a Revolução da Palavra sugerida por Confúcio, que imploda a Ditadura da Demagogia fazendo da palavra dita fato realizado, democracia governo do povo e para o povo, honestidade integridade, transparência claridade.
A saída é a noosfera ?
12, Junho, 2009 at 1:58 pm | In Artigos e textos | 3 CommentsAo ler este artigo de Leonardo Boff a gente fica com o pensamento mais otimista sobre os destinos da humanidade. Tomara que ele esteja certo e que estejamos no limiar de uma nova era, a noosfera !
O NOVO PATAMAR DA MUNDIALIZAÇÃO: A NOOSFERA
A atual crise econômica está colocando a humanidade diante de uma terrível bifurcação: ou segue o G-20 que teima em revitalizar um moribundo – o modelo vigente do capitalismo globalizado – que provocou a atual crise mundial e que, a continuar, poderá levar a uma tragédia ecológica e humanitária ou então tenta um novo paradigma que coloca a Terra, a vida e a Humanidade no centro e a economia a seu serviço e então fará nascer um novo patamar de civilização que garantirá mais equidade e humanidade em todas as relações a começar pelas produtivas.
A sensação que temos, é que estamos seguindo um vôo cego e tudo poderá acontecer.
De um ponto de vista reflexivo, duas interpretações básicas da crise se apresentam: ou se trata de estertores de um moribundo ou de dores de parto de um novo ser.
Alinho-me na segunda alternativa, a do parto. Recuso-me a aceitar que depois de alguns milhões de anos de evolução sobre este planeta, sejamos expulsos dele nas próximas gerações. Se olharmos para trás, para o processo antropogênico, constamos indubitavelmente que temos caminhado na direção de formas mais altas de complexidade e de ordens cada vez mais interdependentes. O cenário não seria de morte mas de crise que nos fará sofrer muito mas que nos purificará para um novo ensaio civilizatório.
Não se pode negar que a globalização, mesmo em sua atual idade de ferro, criou as condições materiais para todo o tipo de relações entre os povos. Surgiu de fato uma consciência planetária. É como se o cérebro começasse a crescer fora da caixa craniana e pelas novas tecnologias penetrasse mais profundamente nos mistérios da natureza.
O ser humano está hominizando toda a realidade planetária. Se a Amazônia permanece em pé ou é derrubada, se as espécies continuam ou são dizimadas, se os solos e o ar são mantidos puros ou poluídos depende de decisões humanas. Terra e Humanidade estão formando uma única entidade global. O sistema nervoso central é constituído pelos cérebros humanos cada vez mais em sinapse e tomados pelo sentimento de pertença e de responsabilidade coletiva. Buscamos centros multidimensionais de observação, de análise, de pensamento e de governança.
Outrora, a partir da geosfera surgiu a litosfera (rochas), depois a hidrosfera (água), em seguida a atmosfera (ar), posteriormente a biosfera (vida) e por fim a antroposfera (ser humano). Agora a história madurou para uma etapa mais avançada do processo evolucionário, a da noosfera. Noosfera como a palavra diz (nous em grego significa mente e inteligência) expressa a convergência de mentes e corações, originando uma unidade mais alta e mais complexa. É o começo de uma nova história, a história da Terra unida com a Humanidade (expressão consciente e inteligente da Terra).
A história avança através de tentativas, acertos e erros. Nos dias atuais estamos assistindo à fase nascente da noosfera, que não consegue ainda ganhar a hegemonia por causa da força de um tipo de globalização excludente e pouco cooperativa, agora vastamente fragilizada por causa da crise sistêmica.
Mas estamos convencidos de que para a esta nova etapa – a da noosfera – conspiram as forças do universo que estão sempre produzindo novas emergências. É em função desta convergência na diversidade que está marchando nossa galáxia e, quem sabe, o próprio universo. No planeta Terra, minúsculo ponto azul-branco, perdido numa galáxia irrisória, num sistema solar marginal (a 27 mil anos luz do centro da galáxia), cristalizou-se para nós a noosfera. Ela é ainda frágil mas carrega o novo sentido da evolução. E não se exclui a possibilidade de outros mundos paralelos.
A atual crise torna necessária uma saída salvadora e esta é noosfera. Então vigorará a comunhão de mentes e corações, dos seres humanos entre si, com a Terra, com o inteiro universo e com o Atrator de todas as coisas.
* Leonardo Boff é autor de A nova era: a civilização planetaria, Record 2008.
O fator “uaauu” para a Educação
9, Junho, 2009 at 8:20 am | In Artigos e textos, Zuniversitas | Leave a CommentNesse artigo, publicado no jornal A TARDE de ontem, Nelson Pretto, que já foi publicado neste espaço algumas vezes, nos faz refletir sobre o tema da Educação, em destaque o papel do professor:
Necessário se faz retomar a minha preferida questão: o fortalecimento do fundamental papel dos professores nas escolas, este sim, seguramente, o verdadeiro “fator uaauu” da educação.
FATOR “UAAUU” PARA A EDUCAÇÃO (Nelson Pretto)
A crise da educação é tema constante em todos os países. Todos reclamam dos baixos índices de aprovação, da violência nas escolas, dos sistemas de avaliação que não dão conta dos desafios contemporâneos, da universidade que não prepara para o mundo profissional tampouco para a vida. Mas essa é uma crise anunciada, uma vez que pesquisas realizadas há muito já a vislumbravam.
Na Inglaterra, a situação é dramática neste final de ano letivo (o verão começa agora em junho). Os dados apontam uma crise sem precedentes no que diz respeito à empregabilidade dos alunos que agora estão se formando. Recente pesquisa realizada pela “Chartered Institute of Personnel and Development” anunciou que 50% dos empregadores entrevistados não estão pensando em contratar recem graduados. Em função da gravidade da situação, o professor David Blachflower, até recentemente membro do comitê monetário do Banco da Inglaterra, alertou o governo para o que considera o maior desafio atual do país, o “desemprego da juventude”.
No âmbito do ensino básico inglês, o que aqui e acolá se vê são projetos e políticas públicas que buscam – sem sucesso, com os números indicam – transformar a educação e criar algum tipo de motivação (não gosto dessa palavra, mas ela costumeiramente é usada nesse contexto) para que a juventude permaneça na escola. Foi proposta recentemente a redução do número de áreas de aprendizagem de 13 – as áreas mais tradicionais, tais como ciências, biologia, história, etc. – para seis áreas de maior abrangência.
O interessante dessa proposta é a introdução, de forma explicita, do uso das tecnologias de comunicação, a exemplo dos blogs, twitter, orkut e todos os demais elementos da chamada mídia contemporânea. A proposta, a ser implementada até 2011, propõe áreas de aprendizagem mais amplas, tais como compreensão do Inglês, comunicação e linguagens, compreensão científica e tecnológica, compreensão do humano, social e ambiental, entre outras. A confusão já está estabelecida, com reclamações de todos os lados, pois, como já estamos lamentavelmente acostumados na educação, tal proposta foi pouco discutida, segundo os sindicatos docentes. A própria mídia, que tem tratado muito da educação, termina polarizando o debate entre, por exemplo, se é importante ensinar Twitter ou Segunda Guerra Mundial e, claro, isso tem um grande efeito sobre os pais e a população. Evidentemente esse não é o ponto central e, como de costume, uma cortina de fumaça cai sobre a importância de discussões mais profundas sobre a educação.
Por outro lado, a proposta inglesa se reporta à necessidade de um “currículo criativo”, o que para mim é uma redundância, uma vez que tanto currículo como escola têm na criatividade e na criação seus elementos mais fundamentais. Chegam a cogitar de inserir um “fator uaauu” (wow factor) no currículo, como elemento de impacto nas escolas, para “prender” a atenção das crianças e jovens. Também essa é uma antiga discussão, pois não estamos aqui a falar de espetáculos, onde os estudantes precisam ser “motivados” e o professor tem que ser um ator – de preferência cômico, como em muitos dos nossos cursinhos de vestibular – para que os alunos possam “apreender” os assuntos.
Educação é muito mais do que isso. Educação é diálogo permanente e aqui, quando falamos em diálogo, tratamos deste em pelo menos dois níveis. Um no âmbito das escolas e outro no âmbito das famílias. Nestas, essa prática, que deveria ser constante, em muitos casos praticamente deixou de existir, seja pela enfraquecimento da família enquanto espaço de diálogo, seja pela própria inexistência desta.
Um intenso e permanente diálogo é conversa que flui, é um verdadeiro jogo de ir e vir, de ouvir e falar, de ceder e conceder. Mas é também o exercício da autoridade – não do autoritarismo – nos momentos necessários.
Um outro diálogo é aquele entre o conhecimento que cada um traz de sua realidade e experiência de vida com a Ciência e a Cultura, estas com “c” maiúsculo mesmo. Mas não como uma imposição destas sobre as demais ciências, saberes, conhecimentos e culturas, aqui todas em minusculo e no plural. A busca por essa convivência permanente entre diferenças, conhecimentos e saberes constitui-se no movimento central para a preparação dos jovens para o mundo. E quando falamos em mundo estamos a nos referir também ao mundo do trabalho, mas não só a este. Falamos de um mundo que ainda nem sabemos como vai se configurar no futuro.
Necessário se faz retomar a minha preferida questão: o fortalecimento do fundamental papel dos professores nas escolas, este sim, seguramente, o verdadeiro “fator uaauu” da educação.
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