Daniel e Liz, talento puro: de pai para filha, de filha para pai

12/05/2012 às 3:08 | Publicado em Fotografias e desenhos | Deixe um comentário
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Esse é para complementar o post de ontem que fiz chamando para o evento de lançamento da Revista da Liz que ocorre hoje às 15 h, no HG Office do Shopping Varanda Mal, em Fortaleza/CE.

Vejam que trabalho criativo, abaixo apenas seis amostras:


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Feliz união

24/03/2012 às 3:57 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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Charles Chaplin, nesse belo filme, e Zeca Baleiro, nessa bela canção, só podia dar em coisa boa…

 


Excelente !!

Krajcbert: do mundo para a Bahia, da Bahia para o mundo

21/03/2012 às 3:44 | Publicado em Artigos e textos | 2 Comentários
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Esse artista adotou a Bahia como sua terra. Completando 91 anos, ele nos mostra como se pode viver em harmonia com a natureza e os homens. Parabéns !

Krajcbert


KRAJCBERT APROXIMA-SE DOS 91 ANOS COM VIGOR PARA CONTINUAR DEFENDENDO A NATUREZA

Daqui a um mês, o escultor, qravador, pintor e fotógrafo Frans Krajcberg, nascido na Polônia, mas baiano por opção, um dos mais importantes nomes da arle engajada no mundo, faz 91 anos. Ele tem tudo para fazer jus ao aforismo de Nietzsche, O filósofo e a velhice, que prega “não ser bom deixar a noite julgar o dia: pois com frequência o cansaço torna-se juiz da força, do êxito e da boa vontade”.

Se depender de Krajcberg, a noite de sua vida, marcada por tlécadas de luta pela causa arn-
biental, julgará que ele ainda tem força e toda a boa vontade do mundo para gritar através de suas obras a dor e a revolta da natureza. “Esse ano eu vou me dedicar inteiramente ao meu trabalho. Quero tocar minhas obras”, avisa o artista, que trouxe do Japão, no mês passado, o Troféu de Melhor Escultor do Mundo, o expediente máximo do Prêmio Enku, promovido peIa província de Gifu.

Guggenheim

“Eu já não tenho pressa de resolver as coisas. Tudo no seu tempo”, disse, navegando na
placidez de que os dias de um artista anciãó tem direito, recusando-se a definir propostas
como as recentes visitas que recebeu, na França, da curadoria do Museu Guggenheim, de Nova York.

“Eles já me encontraram duas vezes em Paris e, nesse ano, e stão por vir aqui”, adianta Kra-jcberg, que revela o interesse do museu de arte moderna em adquirir 40 obras suas. “Mas eu
não quero vendê-Ias. Quero doá-Ias para que eles instalem uma sala ecológica que estimule
a discussão sobre a saúde do planeta”, diz o artista, que nomeia o Espaço Krajcberg no Mu-
seu de Montparnasse, em Paris, e tem obras na Fundação Yves Rocher, na Bretanha e no Mu-
seu Afro Brasil, em São Paulo.

Procurada por A TARDE, a assessoria de imprensa do Museu Guggenheim disse que a cura-
doria não estaria disponível para comentar sobre o assunto. No entanto, a marchande das obras de Krajcberg, Márcia Barroso, confirma o episódio: “Ainda não há nada certo, mas espero que Krajcberg e o Guggenheim resolvam isso em breve”.

Outros passos estão costurando a preservação e divulgação da arte de Krajcberg, como os da
escritora e cineasta Renata Rocha, autora do documentá rio O Grito Krajcberg, com narração de Maria Bethânia. Esse grande homem chega aos 91 anos com a vida toda entregue a uma causa, que deveria ser de todos nós”, observa.

Rocha, que também está escrevendo uma biografia autorizada do artista, lembra ainda
da doação que ele fez de todos os seus bens e obras para a Bahia. O governo do Estado anunciou no ano passado que será construído um museu especialmente para abrigar tal acervo.

FONTE: jornal A TARDE, Salvador, março/2012

Aprovado de sábado: 25 de fevereiro de 2012

29/02/2012 às 11:13 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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O programa de TV Aprovado, um dos melhores da televisão brasileira, exemplo da Bahia para o mundo, neste último sábado foi especial. Abordou a cultura, a arte e a preservação ecológica presentes na cidade de Maragogipe e no Rio Paraguaçu. Abaixo quatro amostras:


(1) CANTAROLAMA:

Lindo !

(2) TERPSÍOCORE – FILARMÔNICA POPULAR:


(3) DONA CADÚ, ceramista e sambista

D Cadú tem 90 anos. É ceramista e sambista. Uma jóia de Maragogipe/BA. dCADU1

Projeto “Rede do Samba de Roda” começa em Maragogipe e espalhará por todo o Recôncavo

PROJETO “REDE DO SAMBA DE RODA”

O projeto “Rede do Samba de Roda” surgiu num processo de expansão das ações já implementadas pelo Pontão de Cultura do Samba de Roda, instalado na “Casa do Samba” na cidade de Santo Amaro, Bahia.

A “Rede” compreende a criação e estruturação de Pontinhos de Samba de Roda em cidades que se mobilizaram, e que mantém grupos de samba de roda ativos e associados à Associação de Sambadores e Sambadeiras do Estado da Bahia (ASSEBA).

O apoio institucional e da administração da “Casa do Samba” em parceria com os Pontinhos. Também serão realizadas reuniões mensais entre todos os Pontos da Rede, para acompanhamento das atividades, realização de ações e parcerias.

Cada Pontinho deverá realizar um encontro anual de samba de roda envolvendo os outros Pontinhos e, principalmente, os grupos do município sede e do entorno. Também deverão realizar apresentações públicas gratuitas para os moradores da cidade e visitantes.

Estão planejados para os Pontinhos, além da aquisição de equipamentos e instrumentos musicais, oficinas diversas de samba de roda, de musica, de capoeira, de dança, dentre outros.

Deverão ser criados 14 Pontinhos de Cultura nas cidades de: Antônio Cardoso, Cachoeira, Conceição do Jacuipe, Feira de Santana, Irará, Maragogipe, Salvador, São Felix, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passe, Saubara, Simões Filho, Teodoro Sampaio e Terra Nova.

OBS.: A CASA DO SAMBA DE MARAGOJIPE será gerida pela COMSAMBA e a Coordenação da rede do samba de roda.

A CASA DO SAMBA DE MARAGOJIPE CHAMA–SE DONA CADÚ EM HOMENAGEM A SAMBADEIRA E CERAMISTA SÍMBOLO DA CULTURA POPULAR ASSIM, COMO TODOS OS MESTRES DE SAMBA DE RODA DE MARAGOJIPE.

Ricardina Pereira da Silva – D. CADÚ   dCADU2

Paulo César Fernandes dos Santos

Coordenadores do Projeto da Rede Municipal

MAIS SOBRE D CADÚ: APRESENTAÇÃO D. CADÚ (http://www.youblisher.com/p/10136-Apresentacao-D-Cadu/)

 

Link para um vídeo dela no programa: http://redeglobo.globo.com/ba/redebahia/aprovado/videos/t/edicoes/v/conheca-dona-cadu-grande-personagem-de-maragojipe/1831387/


(4) DONA ROQUELINA, pescadora e poetisa  dRoquelina

Dona Roquelina era simplesmente uma pescadora do local. Começou a escrever e não sabia bem o que era. Ai uma professora leu e disse: o que você faz é poesia. Nascia mais uma poetisa. Ela também escreve contos.

Link para um vídeo dela no programa: http://redeglobo.globo.com/ba/redebahia/aprovado/videos/t/edicoes/v/conheca-a-poeta-e-pescadora-dona-roquelina/1831282/

Munido de botões para dialogar com o mundo

10/02/2012 às 3:25 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Vejam o que é arte ! Um exemplo de perseverança e talento. Fonte: revista de bordo da TAM – BRASIL ALMANAQUE DE CULTURA POPULAR (novembro/2011). Minha homenagem aos artesãos !


“O artesanato é um treino para o meu diálogo com a humanidade.”

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Hélio muniu-se de botões para dialogar com o mundo

Não há como passar pela banca de Hélio Leites na Feira do Largo da Ordem, em Curítiba,
sem ouvir palavras de efeito. “Fazer o que você não gosta é o pior desemprego do mundo.” Entre tantas histórias, conselhos e ensinamentos, talvez essa seja a mais biográfica. O curítíbano trabalhava em um banco “carimbando cheque de pessoas
que não conhecia” quando resolveu fundar o Museu do Botão, em 1984: “Eu não penso, eu não imagino. Mas faço. O negócio é fazer”. Helio2

Foi então que muniu-se de botões, caixinhas de fósforo, palitos de sorvetes e outras miudezas para “tentar consertar o jeito do mundo se enxergar e se aceitar”. O museu itinerante nada mais é que uma mala com rolhas, latas e papelões transformados em sutis e delicadas obras de arte interativas. Personagens históricos pendurados na aba do boné, por exemplo, narram episódios como o descobrimento do Brasil, sob o nome de Parangohélios, referência ao artista Hélio Oiticica e seus mais conhecidos trabalhos, os parangolés.

É uma das experiências mais criativas que tenho visto por aí, bem mais instigante e original do que muitas vemissages de artes plásticas“, observou Paulo Leminski no artigo O Signíficador de Insignificâncias, sobre o conterrâneo. Poucos anos antes de morrer, o poeta se impressionava com o trabalho “modemíssimo, fundindo gesto e performance com o emprego de material reles (perdão, meus botões’)”.

Hélio Leites reuniu outros artistas e intelectuais na Assintão, Associação Internacional de Colecionadores de Botão. Há ainda o Fiu-Fiuuu Sport C1ub, “um time de assobiadores”, e a Ex-Cola Unidos do Botão, a “menor escola de samba do mundo”. Com samba e enredo, desde 1991 ela desfila minicarros alegóricos no carnaval curitibano.

Uma das últimas invenções de Leites remonta a torre de Julieta e traz uma miniatura
de Romeu pendurado em um fio de cabelo. “Não é uma história de amor, é urna história
sobre a intolerância. A felicidade por um fio”, analisa. Este ano a obra foi convidada para
participar da Quadrienal de Praga, o maior evento da cenografia mundial. Como previa
Leminski, “ontem o botão, hoje o assobio, amanhã o mundo”. O artista, todos os
domingos na feira de antiguidades de Curitiba, não perde o foco: “O artesanato é um treino para o meu diálogo com a humanidade”.

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