De Niburus, caixões e outros ões

17/05/2012 às 3:59 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Alguém ai já ouviu falar em Niburu, os milhares de caixões que estão sendo preparados pelos EUA, além de campos de concentração FEMA ? Coisa de doido, basta procurar no São Google. E o pior é que cientificamente pode acontecer, não este ano, mas qualquer ano, e é bem provável que já tenha ocorrido antes (vide o desaparecimento dos dinossauros).

O melhor texto sobre isso achei mesmo foi no jornal em papel, A TARDE (31/03/2012), de Salvador, da pena de Jânio Ferreira, que já frequentou este espaço antes, uma delícia de texto, compartilho agora.

fim


Antes que o mundo acabe (Janio Ferreira Soares)  Janinho

Leio que o mundo acaba ainda este ano, mais precisamente no dia 21 de dezembro, fim do calendário Maia. Quem diz isso são os adeptos dessa civilização surgida há mais de três mil anos, famosa pelas previsões astronômicas. Segundo a profecia, o fim de tudo se dará quando Niribu, também conhecido como Planeta X, se chocar com a Terra, provavelmente bem na hora em que Roberto Carlos estiver fazendo um dueto com Michel Teló no seu especial de fim de ano (“ai, ai, assim você me… bum!”).

Embora a NASA já tenha desmentido tudo, não precisa ser vidente para ver que o nosso maltratado planeta, mais cedo ou mais tarde, irá se findar. E aí eu fico pensando como será quando esse dia chegar.

Terei tempo de rever alguns filmes de Fellini ou ouvir Gal cantando pela última vez Sua Estupidez, ou será que só teremos direito a um derradeiro telefonema? Neste caso, ligar para quem? Para alguém que você sempre quis dizer “te amo”, mas nunca teve tempo? Para seu chefe, mandando-o àquele lugar? Para um “bença, mãe, será que a senhora pode fazer o melhor bife do mundo em 2 minutos?”. Na dúvida, é melhor seguir Raul (que beleza de filme!) e não ficar com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar.

Eu mesmo já comecei a separar livros, discos, cartas de amor e centenas de fotografias para uma retrospectiva geral e ando mapeando a memória em busca de velhas lembranças que possam me acalmar na hora H.

Já consegui me lembrar do gosto do sorvete de coco de seu Manoel e estou perto do sabor de uma baba de moça (posso ser processado, deputados?) que eu comi na ainda bela Salvador. Também já sei que meu fascínio pela sequência esverdeada das penas do beija-flor é por conta de um carrinho de tons semelhantes, até hoje estacionado na garagem da memória. Ainda falta achar a sensação de quando eu mergulhava no São Francisco, embora já saiba que o som das águas é parecido com o do líquido amniótico que eu ouvia quando encostava o ouvido na barriga de minha mulher para um papo antecipado com meus filhos. Que venha Niribu.

Einstein, o mito

02/04/2012 às 3:02 | Publicado em Artigos e textos | 2 Comentários
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Desfaz-se, com provas, mais um mito sobre o grande cientista.


Albert Einstein era mesmo um aluno medíocre?

Não, Einstein não era um aluno medíocre. Na verdade, seu problema era menos intelectual e muito mais comportamental: Albert não suportava autoritarismo, tinha má atitude e era temperamental.

Com cinco anos, Albert Einstein teve aulas particulares com um tutor. Isso não durou muito tempo, porque Albert jogou uma cadeira em seu professor porque estava de mau humor. No mesmo ano, Einstein também começou a aprender violino.

A história escolar de Albert é conturbada. Desde 1885, quando ele tinha seis anos, fez parte de uma escola católica de Munique, conhecida como Petersschule. A mãe de Albert escreveu uma vez à irmã: “Ontem Albert recebeu suas notas. Novamente, ele foi o número um, e seu boletim foi brilhante”.

Em outubro de 1888, ele mudou para a escola de gramática Luitpold. Como não foi capaz de lidar com a atitude autoritária da escola, e foi tendo mais e mais problemas graves com alguns de seus professores, abandonou a escola de gramática em dezembro de 1894 sem um diploma. Sua professora uma vez disse-lhe que “ele nunca chegaria a lugar nenhum”.

Para poder estudar no Instituto Politécnico Suíço, em Zurique, Albert Einstein teve que fazer um exame vestibular em outubro de 1895. Seu desempenho em física e matemática foi excelente. Em algumas das outras áreas testadas, no entanto, não foi suficiente.

Albert Einstein não passou no exame! Posteriormente, ele seguiu o conselho do diretor da Universidade de Zurique e foi para uma escola em Aarau, na Suíça, em outubro de 1895, para fechar a lacuna em seu conhecimento.

Em setembro de 1896, ele passou com sucesso em escrita e oral. Em outubro de 1896, ele começou a estudar no Instituto
Politécnico da Suíça. Sua ambição era obter o diploma de professor das disciplinas de matemática e física. Em julho de 1900, concluiu com êxito seus estudos.

Em resumo, no decorrer do seu tempo escolar, Albert Einstein passou a ser um aluno muito bom em matemática e ciências. Nas outras disciplinas escolares, ele era um aluno mais “moderado”.

É claro que este fato não tem nada a ver com uma falta de inteligência. Ele simplesmente não queria entender que também deveria aprender coisas que não lhe interessavam – como qualquer outro aluno de ensino médio hoje em dia.

Em seu certificado de qualificação para a universidade, logo abaixo, as disciplinas as quais ele estava menos interessado podem ser facilmente detectadas. Mas a nota média em sua certidão foi 5, ou seja, “bom”! De qualquer forma, o “aluno moderado” passou a ser um dos mais importantes cientistas do século 20. É isso que chamamos de virada, né?[EinsteinWebsite]

Legenda: 6 = excelente, 5 = bom, 4 = suficiente, 3 = ruim, 2 = muito ruim, 1 = insuficiente.

 

Seleção Natural – uma explicação simples

25/03/2012 às 11:59 | Publicado em Espaço ecumênico, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Boa para um domingo de missa…

seleção natural

Pestalotiopsis microspora

18/03/2012 às 3:28 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 3 Comentários
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Uma boa notícia. Mostra não só uma saída, mas como a diversidade biológica da Amazônia pode nos ajudar, se bem pesquisada !


COGUMELO DA FLORESTA AMAZÔNICA SE DELICIA COM PLÁSTICO INDESTRUTÍVEL

Nós usamos o poliuretano em quase tudo: mangueiras, enchimento de móveis, tecidos e muito mais. Ele é fácil de produzir, é durável e bem barato. Só que não existe qualquer processo natural que o consiga decompor. Isto até um fungo, recentemente descoberto na floresta amazônica, dar uma mordida nele.

O Pestalotiopsis microspora mora no Equador, na floresta amazônica, e foi descoberto por um grupo de pesquisadores que estudam na Universidade Yale (EUA), chefiados pelo professor de bioquímica molecular Scott Strobel, como parte da Expedição e Laboratório na Floresta Tropical que ocorre anualmente.

Esta é a primeira espécie de fungo que consegue sobreviver apenas com poliuretano e, o mais importante, ele consome o plástico em condições anaeróbicas – as mesmas encontradas no fundo de lixões. Isto o torna um forte candidato para projetos de biorremediação (uso de micro-organismos para remover poluentes), uma alternativa bem melhor a simplesmente enterrar o plástico e torcer que ele se decomponha sozinho.

Carl Sagan: Um Universo que não foi feito para nós (legendado)

27/02/2012 às 3:34 | Publicado em Espaço ecumênico, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Carl Sagan: uma bela parábola… de uma parábola bíblica  –  a árvore proibida do conhecimento !


Carl Sagan
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