Multiplicação – genial

28/04/2012 às 6:40 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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As coisas mais simples são as melhores… saudades dos meus tempos de sala de aula.


Simplicidade…

Vale, vale sim !

26/04/2012 às 3:40 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | 3 Comentários
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“Vovô fudeu vovó mais duas amigas dela” é muito….

Os ‘puristas’ certamete condenariam este professor, mas quem já esteve em sala de aula, e em sala de aula noturna, para gente que trabalha de manhã e à tarde, como eu que tive a experiênica por dezesseis anos consecutivos, sabe que qualquer artifício para manter o povo acordado é válido.


Vale, vale sim !

O Andar do Bêbado

18/04/2012 às 3:51 | Publicado em Baú de livros, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Depois de ler a entrevista do físico Leonard Mlodinow, publicada no O GLOBO, e postada aqui em 03 de novembro do ano passado sob o título “A vida como obra do acaso“, me interessei pelo tema e li “O ANDAR DO BÊBADO”, obra deste autor. Para quem estudou extas, em especial Matemática, Engenharia e/ou Estatística, o livro é uma boa recordação dos conceitos da Teoria das Probabilidades, sob um novo ângulo.

Recomendo a leitura deste livro, baseado na ‘teoria da aleatoriedade’, do Nobel de Economia (2002) Daniel Kehneman (ele era psicólogo e não economista…). O livro mostra vários exemplos de como interpretamos mal o acaso nos mais diversos ramos do conhecimento e atividades humanas. Destaco abaixo apenas dois trechos e em seguida um resumo do livro:

(1)

A capacidade de tomar decisões e fazer avaliações sábias diante da incerteza é uma habilidade rara. Porém, como qualquer habilidade, pode ser aperfeiçoada com a experiência. Nas páginas que se seguem, examinarei o papel do acaso no mundo que nos cerca, as ideias desenvolvidas ao longo dos séculos para nos ajudar a entender esse papel e os fatores que tantas vezes nos levam pelo caminho errado. O filósofo e matemático britânico Bertrand Russell escreveu:

‘Todos começamos com o “realismo ingênuo”, isto é, a doutrina de que as coisas
são aquilo que parecem ser. Achamos que a grama é verde, que as pedras são
duras e que a neve é fria. Mas a física nos assegura que o verdejar da grama, a
dureza das pedras e a frieza da neve não são o verdejar da grama, a dureza das
pedras e a frieza da neve que conhecemos em nossa experiência própria, e sim
algo muito diferente.’

(2)

Muito do que nos acontece – êxito na carreira, nos investimentos e nas decisões pessoais, grandes ou pequenas – resulta tanto de fatores aleatórios quanto de habilidade, preparação e esforço. Portanto, a realidade que percebemos não é um reflexo direto das pessoas ou circunstâncias que a compõem, e sim uma imagem borrada pelos efeitos randomizantes de forças externas imprevisíveis ou variáveis. Isso não quer dizer que a habilidade não importe – ela é um dos fatores ampliadores das chances de êxito -, mas a conexão entre ações e resultados não é tão direta quanto gostaríamos de acreditar. Assim, nem nosso passado é tão fácil de compreender nem é fácil prever nosso futuro, e em ambos os empreendimentos podemos nos beneficiar da capacidade de enxergar além das explicações superficiais.


POR OBRA DO ACASO

“Um físico explica por que as pessoas têm tanta dificuldade em compreender e aceitar o aleatório – apesar de ele controlar uma boa parte de suas vidas”

Escapando à sequência de faixas nos discos e CDs tradicionais, o iPod Shuffle oferece ao usuário a oportunidade de ouvir sua música em ordem aleatória. Em suas primeiras versões, duas canções do mesmo artista às vezes eram tocadas uma depois da outra, e acontecia até de a mesma música ser tocada duas vezes. Repetições desse tipo são de esperar em uma série determinada pelo acaso – da mesma forma como não é impossível que o mesmo número apareça em dois lances de dados consecutivos. Os usuários do iPod, no entanto, reclamaram. Sentiram que suas músicas não eram “embaralhadas” adequadamente. A Apple, então, reprogramou o aparelho para eliminar repetições. No dizer de Steve Jobs, presidente da companhia, a função de embaralhamento passou a ser “menos aleatória, para parecer mais aleatória”. O episódio ilustra bem uma incômoda particularidade do acaso: as pessoas dificilmente sabem reconhecê-lo. A mente humana foi configurada para encontrar ordem onde ela não existe – e frequentemente toma péssimas decisões com base nesses padrões imaginários. O Andar do Bêbado (tradução de Diego Alfaro; Jorge Zahar; 264 páginas; 39 reais), do físico americano Leonard Mlodinow – parceiro de Stephen Hawking no livro Uma Nova História do Tempo -, oferece uma didática e saborosa introdução aos mecanismos do acaso – nos quais você, leitor, está inapelavelmente enredado.

Não será por acaso que um físico se dedique a escrever sobre o acaso: essa tornou-se uma linha de estudos forte na física do século XX. Um dos trabalhos pioneiros de Albert Einstein, de 1905, foi sobre as oscilações aleatórias de partículas sólidas em suspensão num fluido, o chamado movimento browniano, causado pelo movimento caótico das moléculas do líquido. O próprio Einstein, porém, não aceitou as conclusões mais radicais da mecânica quântica sobre a indeterminação dos movimentos de partículas subatômicas – daí sua famosa frase “Deus não joga dados”. A física, porém, aparece apenas marginalmente no livro de Mlodinow – ele mesmo um tanto errático na carreira científica: depois de um período em universidades prestigiosas como a Caltech, em meados dos anos 80 ele tentou a sorte como roteirista em Hollywood (trabalhou na série Jornada nas Estrelas: a Nova Geração, entre outras) e, mais tarde, como programador de videogames. Hoje, está de volta à Caltech.

FALSO POSITIVO
Leonard Mlodinow: um médico disse que ele teria 999 chances em 1 000 de ter aids. O físico examinou os dados e concluiu que, na verdade, havia apenas uma chance em onze de ele estar infectado pelo HIV

A linha mestra do livro é a matemática, especialmente a evolução dos cálculos de probabilidade, um dos instrumentos mais poderosos que o gênio humano já inventou para iluminar o acaso – e um dos ramos da matemática que mais se mostram inacessíveis ao entendimento intuitivo. Mlodinow ilustra a deficiência com um caso que ele mesmo viveu: em 1989, seu médico lhe informou que ele tinha aids – ou, mais exatamente, que ele tinha 999 chances em 1 000 de contrair a doença, pois esse seria o nível de exatidão do exame de sangue. Na verdade, se considerasse o fato de que seu paciente não se incluía em nenhum grupo de risco, o médico teria chegado a resultados muito diferentes: nesses casos, apenas um de cada onze resultados positivos seria de pessoa realmente infectada pelo HIV. Mlodinow, de fato, fora vítima de um falso positivo.

Jogos de azar, com seus resultados perfeitamente aleatórios, são um campo fértil para o estudo do acaso e da probabilidade. Um dos pioneiros nesse campo da matemática foi um italiano do século XVI chamado Gerolamo Cardano, jogador compulsivo que deixou uma obra clássica, O Livro dos Jogos de Azar. Até matemáticos inteligentes – mas com pouca experiência na jogatina – tropeçam nas probabilidades envolvidas em uma aposta. Jean Le Rond D’Alembert, matemático francês do século XVIII, examinou as chances de dar cara quando duas moedas são lançadas. D’Alembert especulou que haveria três possibilidades – zero, uma ou duas caras, cada uma delas com chances iguais de um terço. Estava errado, como explicaria Cardano. Na verdade, é preciso considerar a se-quência de resultados com ambas as moedas. As possibilidades não são três, mas quatro: cara-coroa, coroa-cara, cara-cara e coroa-coroa. Há, portanto, 50% de chance de uma cara, 25% de duas e 25% de nenhuma.

O acaso absoluto é uma forma de perfeição. Programas de computador complexos são planejados para criar sequências numéricas puramente aleatórias. Mesmo um dado não viciado pode apresentar minúsculas irregularidades que favoreçam um ou outro número (ainda que sejam necessárias dezenas de milhares de lances do dado para que se descubra que números são esses). Um dos casos mais curiosos narrados por Mlodinow é o de Joseph Jagger, um engenheiro inglês que, em 1873, analisou as roletas de um cassino de Monte Carlo ao longo de seis dias em busca de irregularidades. Descobriu que uma das roletas estava, de fato, privilegiando nove números – e ficou rico apostando neles. Na verdade, foi um lance de sorte: a análise matemática mostra que a regularidade que Jagger julgou ter visto em seis dias de observação era tênue. Os nove números poderiam ter surgido por obra do acaso.

A ilusão de que temos o conhecimento necessário para controlar as variáveis mais doidas do mundo cotidiano – como os números de uma roleta – provoca equívocos nas mais diversas atividades. Em todos os esportes profissionais, o técnico de um time costuma ser responsabilizado quando amarga várias derrotas sucessivas. É comum que ele seja demitido e substituído por outro. Economistas já fizeram análises rigorosas dos resultados obtidos por equipes que mudaram de técnico e chegaram a uma conclusão que surpreende torcedores e cartolas: a mudança não faz diferença, porque, com perdão do trocadilho, há muitas outras coisas em jogo. Hollywood também nutre uma crença insensata nos poderes divinatórios de seus executivos para produzir estouros de bilheteria. Mlodinow lembra o caso de Sherry Lansing, que presidiu o estúdio Paramount ao tempo em que este lançou sucessos gigantescos como Titanic e Coração Valente - mas acabou demitida em 2004, depois de uns poucos anos de maus resultados. Os filmes que Sherry deixou no forno ao sair, como Guerra dos Mundos, voltaram a dar lucro. A preferência do espectador por este ou aquele filme (ou livro, ou novela, ou candidato político) está sujeita a tantos fatores arbitrários que ninguém sabe de fato prevê-la, argumenta Mlodinow.

O Andar do Bêbado foi publicado nos Estados Unidos em meados de 2008, pouco antes de a crise econômica mostrar suas garras. Não haveria momento mais oportuno. Os fatos confirmaram a mensagem básica de Mlodinow: os ganhos de hoje não permitem prever mais riqueza amanhã. Um comentarista esportivo americano chamado Leonard Koppett anunciou, em 1978, um método infalível para prever, no início de cada ano, se o mercado de ações cairia ou subiria: baseava-se no vencedor do campeonato de futebol americano do ano anterior. Absurdo, sem dúvida – mas, nos dezenove anos seguintes, Koppett acertou a aposta dezoito vezes. A leitura inconsequente desses fatos sugeriria apostar em qualquer coisa – ações, dados, moedas, cavalos -, pois tudo depende apenas da sorte. A moral do livro de Mlodinow é outra. Fracasso ou sucesso estão sujeitos a forças que nenhum sistema ou indivíduo pode controlar plenamente. A consciência do acaso pode ser libertadora.

(por Jerônimo Teixeira – http://veja.abril.com.br/120809/obra-acaso-p-148.shtml)


Com a palavra os Economistas

11/04/2012 às 3:54 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Aos Economistas,  

De Economia entendo cada vez menos, mas de ‘regra de três’ pelo menos um dia entendi, quando ensinava aos meus alunos do curso secundário.

Essa fórmula, lembrando dos meus tempos de Física do segundo grau no Colégio Cearense de Fortaleza, seria algo assim ?

i ~ i (n-1) . (Ie – Mi) e , introduzindo-se uma constante, para obtermos a igualdade (em várias fórmulas de Física e Química se fazia isso, bons tempos aqueles …), teríamos:

i = L. i(n-1) . (Ie – Mi) , onde:

i = inflação

i (n-1) = taxa do período anterior

Ie = Inflação estimada

Mi = Meta de inflação

(e, claro, a constante “L”, introduzida para obtermos a igualdade é em homenagem a Lampião ! mas depois fui reler o texto e ao que parece a constante L = 1, mais simples ainda…)

Isso é tão doido para mim que mereceu até este post… mas foi o Luis Nassif quem provocou com o texto abaixo.


A PLANILHA DO BC É MATEMATICAMENTE INCONSISTENTE

O tema é para a Coluna Econômica de domingo. Mas não resisti e antecipo

A discussão sobre a “taxa de juros de equilíbrio”, pelo mercado, tornou-se uma pantomima.

Os analistas debruçam-se em planilhas misteriosas, com fórmulas não reveladas, que lhes permitem afirmações categóricas: se a taxa real de juros (Selic menos inflação) for menos que tanto, a inflação explode.

Essa taxa real de equilíbrio já foi de 8%. Agora – sabendo de antemão que o Banco Central caminha decidido em direção a juros mais baixos – aceita-se 5,5%, um chutômetro inacreditável com ares científicos.

No meios das fórmulas, conclusões taxativas sobre o PIB potencial – uma fórmula que supostamente permitiria calcular o crescimento máximo do PIB suportado pela economia (acima dele, rezam os sacerdotes da planilha, seria inexorável a volta da inflação).

As planilhas do BC

Semanas atrás demonstrei aqui os efeitos irrelevantes da taxa Selic sobre o custo do dinheiro, tanto para pessoas físicas e pequenas e médias empresas, quanto para empresas de primeira linha.

Ora, a maneira da taxa de juros influenciar a atividade econômica é através do canal de crédito. Se não há relação significativa entre Selic e crédito, de que maneira o BC definiu correlações entre a taxa Selic e o nível de atividade?

Há três semanas venho tentando obter essas informações do BC e desvendar esse mistério. Em vão. E trata-se de uma planilha que justificou todos os descalabros da política monetária dos últimos 12 anos, que fez explodir a dívida pública, apreciou o câmbio, transferiu rios de dinheiro do Tesouro para rentistas.

Coincidentemente, na semana passada o BC solicitou aos analistas econômicos do mercado explicações sobre os modelos utilizados por eles em suas projeções.

Ontem relatei a extraordinária história dos três intelectuais brasileiros – Antonio Doria, Newton da Costa e Marcelo Tsuji – que, nos anos 90, demonstraram que até poderia haver momentos na economia com os peços gerais em equilíbrio. Mas que era impossível – matematicamente falando – estimar qual seria esse momento.

Foi uma conclusão arrasa-quarteirão que praticamente demoliu as principais formulações teóricas da política econômica das últimas décadas: como a tal taxa de juros de equilíbrio ou o PIB potencial (o limite para o crescimento do PIB sem povocar inflação). Pode existir taxa de juros de equilíbrio e PIB potencial: mas eles não são calculáveis.

As fórmulas do BC

No mesmo livro “O Universo Neoliberal em Desencanto”, de Doria e José Carlos de Assis, que narra a saga dos brasileiros, procede-se a um estudo matemático da tal fórmula do Banco Central que supostamente permitiria calcular a taxa de juros neutra, o objetivo final do regime de metas inflacionárias.

No site do BC há apenas uma nota técnica, em inglês, datada do início do século 21, assinada por Joel Bogdanski, tendo por título “Implementating Inflation Targeting in Brazil”.

Assis e Doria consideraram o documento “impenetrável”. Após muita leitura, chegaram ao busilis da questão, a fórmula mágica capaz de explicar a “taxa de juros neutra”. É a equação IX da página 24 do trabalho.

Descobriram, então, que a fórmula mágica à qual a economia brasileira está subordinada há mais de uma década, não passa de uma regra de três simples sem nenhuma fundamentação científica mais séria.

Diz ela: a taxa de juros é diretamente proporcional à taxa do período anterior e também à diferença entre a inflação estimada do período e a meta de inflação.

Doria e Assis nada têm contra as regras de três. Usa-se regra de três na química e na física.

No caso de preços – ensinam eles – o comportamento deles é fractal – é como o mapa de preço de uma ação na Bolsa, que sobe ou desce de forma “quebradinha”. É matematicamente impossível traçar uma aproximação linear – isto é, uma linha que mostre a tendência dos preços – por qualquer técnica conhecida, menos ainda pela regra de três.

O conteúdo da equação, em suma, é o seguinte:

A taxa de juros que o BC fixa é diretamente proporcional à expectativa de inflação.

Quem define a expectativa de inflação é o mercado.

Portanto a taxa de juros que o BC fixa é aquela que o mercado quer.

Conclusão dos autores – um dos quais, Doria, é matemático de reputação internacional: “Debaixo de toda a tecnicalidade matemática, depois da linguagem obscura e das ilações supostamente técnicas, o que temos é algo muito próximo de pura trivialidade”.

O produto potencial

Não fica aí o questionamento à matemática do BC.

“O chamado produto potencial, que aparece como limitador do crescimento com estabilidade (…) jamais poderia integrar o aparato matemático do modelo porque, a rigor, não pode ser medido. É simplesmente inferido (…) Ou seja, estamos diante de uma construção matemática totalmente arbitrária, entrecruzando variáveis com relações frágeis ou inexistentes”.

(por Luiz Nassif)

O ensino de Matemática hoje

06/03/2012 às 3:33 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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O exemplo deste post é para provocar o pensamento de alunos e professores de Matemática. Já disse antes que se hoje estivesse em sala de aula teria que reformular todos os conceitos de como ministrar uma aula e de como incitar os alunos ao estudo e prática.

Digo isso porque o sentimento é de como se tudo já estivesse aqui na grande rede.

O exemplo básico (e simples) é o site Wolfram-Alfa. Nele você passa uma equação (ou uma função), não interessa de que grau, e a resolução vem dentro de poucos segundos. No caso de uma função, inclusive com o gráfico. Este site surgiu há aluns anos e pretendia ser um concorrente do Google. Pelo visto não conseguiu, mas se concentrou nas áreas de Ciências e Matemática, o que já é muito.

E fica a pergunta: tem sentido hoje mandar um aluno resolver uma questão desse tipo em ‘casa’ ? Hoje não há mais sentido nisso, porque não há mais ‘casa’ no sentido tradicional do ‘dever de casa’. Mas tem muito colega professor que ainda não despertou para isso, que seria o mínimo exigido..

Então vamos a dois exemplos práticos:

1) Seja a equação do terceiro grau, que me foi passada por email por um sobrinho que vai fazer o IME:  x**3+a*x**2+b*x+c (já usando a notação do site, observe que multiplicação é * e exponencial é ** , só isso). Clicando em “http://www.wolframalpha.com/input/?i=x**3%2Ba*x**2%2Bb*x%2Bc” você tem a solução das raízes, uma real e duas imaginárias.

2) Agora tente passar a equação abaixo no site… calma, é brincadeira, mas clique em “http://www.wolframalpha.com/input/?i=batman+equation” e veja que surpresa interessante.

OBS: agradeço a colaboração do José Luis com esse último exemplo.



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