TODA POESIA

19/05/2013 às 3:34 | Publicado em Baú de livros, Canto da poesia | Deixe um comentário
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Hoje é um dia especial. Salve Rosaninha. E como ela é neta de poeta, segue esta homenagem via Paulo Leminski, um livro que eu recomendo fortemente. DSC01209

Abaixo algumas pérolas pinçadas do livro:


toda-poesia-leminski


“Minha mãe dizia
- Ferve, água!
- Frita, ovo!
- Pinga, pia!
e tudo obedecia”


“a vida é as vacas

que você põe no rio

para atrair as piranhas

enquanto a boiada passa”


“quero a vitória

do time de várzea

valente

covarde

a derrota

do campeão

5 x 0

em seu próprio chão

circo

dentro

do pão”


“En la lucha de clases
Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
Poemas”


“Business man
Make as many business
As you can
You will never know
Who i am
Your mother
Says no
Your father
Says never
You’ ll never know
How the strawberry fields
It will be forever”


“Acaso é esse encontro
Entre o tempo e o espaço
Mais do que um sonho que eu conto
Ou mais um poema que eu faço?”


“O tempo fica
Cada vez
Mais lento
E eu
Lendo
Lendo
Lendo
Vou acabar
Virando lenda”

Lindo. Lindo. Lindo.

28/04/2013 às 18:30 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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MENINOS !

Para terminar bem o domingo, segue uma bela música !


“Navegar é preciso; viver não é preciso”

29/03/2013 às 3:24 | Publicado em Midiateca | 1 Comentário
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Pessoa, Chico e Caetano, quer mais ?


Que trio !

O amigo

19/02/2013 às 9:55 | Publicado em Canto da poesia | 4 Comentários
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Como hoje é um dia especial na vida deste amigo poeta, republico agora este post com a poesia “O Amigo”. Parabéns amigo, saúde e paz !


Compartilho agora com meus leitores uma poesia que me foi enviada pelo amigo Francisco Asclépio que, dentre muitas coisas boas nesta vida já feitas, decidiu ser poeta. E, pelo que conheço de sua genialidade, dos bons !

A poesia, originalmente publicada no domingo passado, sai novamente hoje alterada pelo autor: dois tercetos e um dueto no meio ! Ficou ainda melhor ? Ficou, confiram abaixo.


Asclepio

O Amigo

És distinto, nobre em espírito,
De escassa, rara imaterialidade;
Sôltas, generosas essências…

Parecias até que habitavas,
Nas minhas parcas reminiscências.

Contrastes! tuas cárneas ausências…
A ver-te, vertendo,
Tua graça e verve.

(Ascléppio Ag.)

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