Mais um ano
12/11/2011 às 3:11 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | 13 ComentáriosTags: Educação, filosofia, poesia, Tecnologia, ZEducando
Em mais este aniversário do ZEducando, dois videos comemorativos de Miguel Nicolelis: tecnologia, educação, poesia e filosofia em última instância. Agradeço a todos que colaboraram no caminho do blog, via e-mail e comentários.
PROVOCAÇÕES – MIGUEL NICOLELIS
JÔ SOARES ENTREVISTA MIGUEL NICOLELIS
Lulinha, Doutor novamente
20/09/2011 às 10:48 | Publicado em Zuniversitas | 2 ComentáriosTags: Educação, Política, ZEducando
Nesse momento o ex-Presidente Lula está recebendo, da UFBA, o título de Doutor Honoris-Causa (mais um, vide “Lula: um doutor em política”). E é de se perguntar por que ele só agora decidiu receber o título, já que poderia já ter recebido desde 2002. Ética. Ele declarou que não receberia nenhum título semelhante durante os seus mandatos de Presidente da República. Lulinha foi muito criticado por questões morais e éticas durante o seu mandato, por mim inclusive, e também neste ZEducando, mas esses exemplos ele nos dá até hoje.
Lula é Doutor Honoris Causa da UFBA
Agora é oficial e definitivo: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe nesta terça-feira (20 de setembro) o título de Doutor Honoris Causa da UFBA. A solenidade acontece no Salão Nobre do Palácio da Reitoria, às 11h, sob a presidência da reitora Dora Leal Rosa. O Conselho Universitário da UFBA, atendendo a proposta da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, decidiu pela outorga do título em 30 de outubro de 2002, três dias após a conquista do seu primeiro mandato como presidente.
Segurança física
11/09/2011 às 3:19 | Publicado em Fotografias e desenhos, Zuniversitas | 2 ComentáriosTags: ZEducando
Seguem algumas dicas úteis sobre segurança física:
Uma antítese daquilo que li e penso !
21/06/2011 às 3:25 | Publicado em Baú de livros, Zuniversitas | 5 ComentáriosTags: história, ZEducando
Você já imaginou ler um livro, e de História, e se História fosse aquilo de que você mais gostasse, porque você está convicto de que não há mais nada que o passado já que o presente neste exato momento já passou e o futuro é uma quimera… E você se depareasse com um livro que dissesse, com relação à História do seu país, exatamente o contrário do que você estudou e pensa ?
Eu achei um: “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”. E permitam que eu não cite o autor. ![]()
Já ouviram falar em Santos Dumont ? Um impostor ! Jango, Brizola, Carlos Prestes e Olga Benário ? Safados todos. Florestan Fernandes ? Escreveu um tratado superficial sobre nossos índios ! Machadinho (o de Assis) ? Um preconceituoso. José de Alencar ? Era contra a abolição. Jorge Amado ? Gostava de HItler e Stalin. Graciliano Ramos ? Achava que o futebol não combinava com o brasileiro. Gilberto Freire ? Gostava da KuKluxKlan. Euclides da Cunha ? Causou o próprio assissinato pois brigava muito com a mulher. O samba era ligado ao fascismo. A feijoada é de origem européia. Aleijadinho ? Outro picareta! O Acre ? A sua ‘conquista’ não foi bem assim tão tranquila. O livro “A Guerra do Paraguai – Genocídio Americano” ? Picaretagem !
Ah , tem mais: os índios ? São os maiores matadores de índios (não foram as doenças trazidas pelos brancos, nem suas armas de fogo). O autor, claro, ‘esquece’ de mencionar que na cultura indígena estava presente as batalhas e o canibalismo em várias tribos, desde muitos anos antes de os brancos aqui chegarem. Resultado lógico: claro que foram os índios, contando inclusive os milhares de anos do período pré-colombiano, que mais mataram os próprios índios, afinal só existiam eles. Os negros ? Eram os que mais escravizaram … os negros. Claro novamente: era costume-CULTURA deles, na África-mãe, a escravidão. Novamente, com a perspectiva histórica, foram eles quem mais escravizaram !
Mas eu não vou rebater o livro todo, caso contrário teria que fazer outro livro. E teve um pessoal antes de mim, bem antes, e muito mais bem preparado, que já escreveu a História desse país, e que eu li.
PS: Foi um desafio e um medo muito grande chegar ao fim da leitura deste livro. Prego aqui e ao vivo a importância do livro. Mas confesso aos meus parcos mas fiéis leitores que se eu encontrasse nesta ‘obra’ o nome de Darcy Ribeiro e/ou Paulo Freire rasgaria o livro e o jogaria na lixeira.
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