Ateísmo

30/10/2010 às 5:35 | Publicado em Artigos e textos, Espaço ecumênico | 13 Comentários

Nesses tempos ‘misteriosos’ de união religião-política, com aval explícito do Vaticano no caso da eleição brasileira deste ano, vale a pena refletir junto a Frei Betto nas linhas deste belo artigo, que em seu final se iguala quase a uma poesia de fé em prosa. Linda, mesmo para quem seja ateu ou agnóstico.

Porém, o motivo de postar neste “Espaço Ecumênico” é também provocar um pouco a polêmica, mesmo com o risco de ser incompreendido e até xingado como já fui neste espaço. E me atrevo então nas linhas seguintes a tecer algumas considerações críticas a algumas partes do texto de Frei Betto, com o máximo respeito que tenho por ele e por sua obra, da qual me orgulho de ter lido alguns livros, tendo postado vários textos dele neste ZEducando. Cito apenas três e convido os leitores que ainda não tiveram oportunidade de ler a se aventurar em:

1 – Em nome de quê ? (https://joserosafilho.wordpress.com/2010/09/11/em-nome-de-qu/)

2 – A Globalização da Sociedade, de José Marti, por Frei Betto (https://joserosafilho.wordpress.com/2010/07/24/a-globalizacao-da-sociedade-de-jose-marti-por-frei-betto/)

3 – Gado doméstico (https://joserosafilho.wordpress.com/2010/05/24/gado-domstico/)

Bem, mas voltando ao artigo abaixo, quando ele diz “e manifestar essa forma negativa de fé”, o negativo ai, no meu entendimento, já é um preconceito. Contra os ateus e agnósticos, é claro. Pode ser até algo dito-escrito sem intenção, mas que é preconceito é, porque ele diz ‘forma negativa’. Provocando: porque não seria o ateísmo a forma positiva de se encarar a ‘religiosidade’ ? E a fé da forma atual, a religiosa, o negativo ? Isso me soa ao velho maniqueísmo, origem de toda a religião ocidental-cristã, e igualmente origem de todas as guerras religiosas do dia-a-dia de todos os séculos.

Quando ele diz: “Sou contrário à confessionalidade do Estado, seja ele católico, como o do Vaticano; judeu, como Israel; islâmico, como a Arábia Saudita ou ateu, como a ex-União Soviética. O Estado deve ser laico, fundado em princípios constitucionais e não religiosos.” ele expressa o que sentimos. Porém não cita o Brasil nesta lista, que na prática diária fica bem pertinho do Vaticano nesse particular.

Achei excelente a citação do Marcelo Gleiser, um agnóstico declarado. E ainda saber que os dois estão publicando o livro “Conversa sobre Ciência e Fé” que fiquei curioso para ler. Mas ainda aqui me atrevo a dizer que ser agnóstico é, no máximo, uma espécie de estágio para se tornar ateu. Digo isso, apesar de respeitar muito o cientista Marcelo Gleiser, que também já passou aqui em post (como em “O Ceticismo do Cientista”: https://joserosafilho.wordpress.com/2008/01/03/ceticismo-do-cientista/). E posso, nesse mister, falar de experiência própria.

Em outra parte, quando Frei Betto faz a distinção entre o que chama “ateísmo militante” e “laicismo militante” fica claro que os agnósticos e ateus conscientes se enquadram no segundo grupo. E o que este último grupo advoga eu já advogo há muito tempo: fim do ensino religioso nas escolas, a retirada dos crucifixos nos lugares públicos, o nome de Deus na Constituição, etc, etc. Apenas um adendo, como professor que fui por 16 anos em escola pública posso sugerir isso: ao invés de fim do ensino religioso nas escolas advogo o estudo de todas as religiões e correntes filosóficas, inclusive o ateísmo. É para isso que serve a escola, para se pensar e discutir, e se permitir uma opção, ou não.

No final, no tom sempre poético de suas palavras, belas palavras que tocam a todos, sempre, Frei Betto diz: “O princípio básico da fé cristã afirma que o Deus de Jesus é reconhecido no próximo. Quem ama o próximo ama a Deus – ainda que não creia. E a recíproca não é verdadeira.” e ainda cconclui: “Prefiro um ateu que ama o próximo a um devoto que o oprime”.

E neste ponto final é o que eu mais me bato com os inúmeros amigos religiosos, não só cristãos: os índios, os ateus assumidos, outros tantos e tantos com tantas e tantas classificações que a sociedade impõe, se fizeram o bem ao outro, se tiverem uma vida digna, não basta ? Isso, no final, não é o que importa ?


Ateísmo Militante (Frei Betto) FreiBetto2

No decorrer da campanha presidencial afirmei, em artigo sobre Dilma Rousseff, que ela nada tem de “marxista ateia” e que “nossos torturadores, sim, praticavam o ateísmo militante ao profanar com violência os templos vivos de Deus: as vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte”.

O texto provocou reações indignadas de leitores, a começar por Sr. Gerardo Xavier Santiago e Daniel Sottomaior, dirigentes da ATEA (Associação Nacional de Ateus e Agnósticos).

Desfruto da amizade de ateus e agnósticos e pessoas que professam as mais diversas crenças. Meus amigos ateus leram o texto e nenhum deles se sentiu desrespeitado ou comparado a torturadores.

O que entendo por “ateísmo militante”? É o que se arvora no direito de apregoar que Jesus é um embuste ou Maomé um farsante. Qualquer um tem o direito de descrer em Deus e manifestar essa forma negativa de fé. Não o de desrespeitar a crença de cristãos, muçulmanos, judeus, indígenas ou ateus.

A tolerância e a liberdade religiosas exigem que se respeitem a crença e a descrença de cada pessoa. Defendo, pois, o direito ao ateísmo e ao agnosticismo. Minha dificuldade reside em acatar qualquer espécie de fundamentalismo, seja religioso ou ateu.

Sou contrário à confessionalidade do Estado, seja ele católico, como o do Vaticano; judeu, como Israel; islâmico, como a Arábia Saudita ou ateu, como a ex-União Soviética. O Estado deve ser laico, fundado em princípios constitucionais e não religiosos.

Não há prova científica da existência ou inexistência de Deus, lembrou o físico teórico Marcelo Gleiser no encontro em que preparamos o livro “Conversa sobre Ciência e Fé” (título provisório) que a editora Agir publicará nos próximos meses. Gleiser é agnóstico.

Assim como não tenho direito de considerar alguém ignorante por ser ateu, ninguém pode “chutar a santa” (lembram do caso na TV?) ou agredir a crença religiosa de outrem. Por isso, defendo o direito ao ateísmo e me recuso a aceitar o ateísmo militante.

Advogar o fim do ensino religioso nas escolas, a retirada dos crucifixos nos lugares públicos, o nome de Deus na Constituição e coisas do gênero, nada têm de ateísmo militante. Isso é laicismo militante, que merece minha compreensão e respeito.

O Deus no qual creio é o de Cristo, conforme explicito no romance “Um homem chamado Jesus” (Rocco). É o Deus que quer ser amado e servido naqueles que foram criados “à sua imagem e semelhança” – homens e mulheres.

Não concebo uma crença abstrata em Deus. Não presto culto a um conceito teológico. Nem me incomodo com os deuses negados por Marx, Saramago e a ATEA. Também nego os deuses do capital, da opressão e da Inquisição. O princípio básico da fé cristã afirma que o Deus de Jesus é reconhecido no próximo. Quem ama o próximo ama a Deus – ainda que não creia. E a recíproca não é verdadeira.

Ateísmo militante é, pois, profanar o templo vivo de Deus: o ser humano. É isso que praticam torturadores, opressores e inquisidores e pedófilos da Igreja Católica. Toda vez que um ser humano é seviciado e violentado em sua dignidade e direitos, o templo de Deus é profanado.

Prefiro um ateu que ama o próximo a um devoto que o oprime. Não creio no deus dos torturadores e dos protocolos oficiais, no deus dos anúncios comerciais e dos fundamentalistas obcecados; no deus dos senhores de escravos e dos cardeais que louvam os donos do capital. Nesse sentido, também sou ateu.

Creio no Deus desaprisionado do Vaticano e de todas a religiões existentes e por existir. Deus que precede todos os batismos, pré-existe aos sacramentos e desborda de todas as doutrinas religiosas. Livre dos teólogos, derrama-se graciosamente no coração de todos, crentes e ateus, bons e maus, dos que se julgam salvos e dos que se creem filhos da perdição, e dos que são indiferentes aos abismos misteriosos do pós-morte.

Creio no Deus que não tem religião, criador do Universo, doador da vida e da fé, presente em plenitude na natureza e nos seres humanos.

Creio no Deus da fé de Jesus, Deus que se aninha no ventre vazio da mendiga e se deita na rede para descansar dos desmandos do mundo. Deus da Arca de Noé, dos cavalos de fogo de Elias, da baleia de Jonas. Deus que extrapola a nossa fé, discorda de nossos juízos e ri de nossas pretensões; enfada-se com nossos sermões moralistas e diverte-se quando o nosso destempero profere blasfêmias.

Creio no Deus de Jesus. Seu nome é Amor; sua imagem, o próximo.

(Frei Betto é autor, em parceria com Leonardo Boff, de “Mística e Espiritualidade” (Vozes), entre outros livros).

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13 Comentários »

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  1. O artigo abaixo já mereceria um post isolado. Porém como se trata de um comentário ao texto postado aqui de Frei Betto, coloco agora como comentário.

    ESPECIALMENTE OS ATEUS (Daniel Sottomaior)

    Especialmente os Ateus
    por Daniel Sottomaior

    Em recente artigo ao Correio Braziliense, Frei Betto defendeu a posição de que seus torturadores “praticavam o ateísmo militante ao profanar com violência os templos vivos de Deus: as vítimas levadas ao pau de arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte… Ateísmo militante é, pois, profanar o templo vivo de Deus: o ser humano.” Não se trata de afirmação impensada, uma vez que repete artigo anterior, e foi confirmada em entrevista nos seguintes termos: “Toda vez que alguém viola o ser humano, violenta, oprime, está realizando o ateísmo militante.”

    O texto gerou muitos protestos de ateus, que ficaram ainda mais indignados com a repetição do insulto, pronunciada com toda indiferença e sem qualquer tentativa de desculpa. Infelizmente, parece ser necessário afirmar e repetir com toda clareza aquilo que deveria ser óbvio: ver-se igualado a torturadores e a atos de tortura é um ultraje à dignidade de qualquer indivíduo, ateu ou não. Nenhum tipo de racionalização justifica essa associação.

    É fundamental lembrar que o ateísmo repousa no campo das ideias: ele nada mais é do que a ausência de crença em deuses. Não haveria nada de errado em criticá-lo, pelo mesmo motivo que não há nada de errado em criticar o liberalismo ou o socialismo.

    No entanto, as afirmações de Betto são de outra ordem, pois se referem a pessoas. Militante é o indivíduo que milita ou atua em alguma causa. Assim, todos os falantes da língua portuguesa, inclusive o frei, entendem que ateísmo militante é a ação de quem promove o ateísmo. Nenhuma idiossincrasia de Betto mudará o significado direto que o resto dos mortais tem dessa expressão. Sua ofensa está em propor que violência para com o outro significa ateísmo militante, implicando entre outras coisas que torturadores são ateus. Isso é inaceitável.

    O raciocínio do religioso não resiste ao mais óbvio exame. Pode-se virá-lo de ponta-cabeça afirmando que todo indivíduo é um templo do humanismo secular, e que portanto os torturadores na verdade praticam religiosidade militante. Mais importante ainda é o fato de que rebatizar à plena força expressões já existentes para lhes dar significado espúrio e negativo é um inegável sintoma de preconceito.

    Atenção: propostas repulsivas à frente. => Seria aceitável renomear um vaso sanitário como “negro militante” e prosseguir com todas as frases que isso acarretaria? Sob que pretextos aceitaríamos que se chamasse o tráfico de drogas de “prática do judaísmo”? A justificativa para esse estupro semântico é indiferente. O que importa é que ele revela uma desinibida sanha para identificar o outro com o mal. Que nome se dá a essa abjeta inclinação?

    Só para quem que vê a bondade identificada com a pele branca, e a maldade associada à negra, faz sentido dizer que brancos maus têm alma negra, ou o oposto: negro de alma branca é bom. Em seu texto, Frei Betto não hesita em fazer a mesmíssima coisa, imaginando que até inquisidores e pedófilos da Igreja Católica praticam ateísmo militante(!), a despeito de seu óbvio catolicismo: são os brancos de alma negra. Quando afirma “quem ama o próximo ama a Deus ainda que não creia”, são os negros de alma branca: ateus bons de coração em verdade são como crentes. Ora, se não é lícito identificar maldade com judaísmo, cristianismo, negritude ou qualquer outra posição, militante ou não, então o mesmo vale para o ateísmo.

    Também não há como engolir a insistente alegação de Betto de que sua acusação pesa apenas sobre a militância, não sobre o ateísmo em si. Um dos motivos é o fato de que a versão expandida de seu texto original, amplamente reproduzida online, afirma com todas as letras: “raros os presos políticos que professavam convictamente o ateísmo. Nossos torturadores, sim, o faziam escancaradamente ao profanarem, com toda violência, os templos vivos de Deus”. Fazendo a análise sintática, tem-se a seguinte oração equivalente: nossos torturadores professavam convictamente o ateísmo de forma escancarada.

    Betto está obviamente preocupado em defender o respeito a ideias, proposta que repete várias vezes, o que lamentamos profundamente. Ideias não têm direitos nem dignidade: seres humanos têm. Ideias e crenças não precisam ser protegidas nem respeitadas. Seres humanos precisam. Essa parece ser a grande diferença moral entre ateus e religiosos: para nós só há imoralidade quando se causa sofrimento àqueles que podem senti-lo. As ideias que se virem. Para Betto e a maior parte dos religiosos, as ideias têm direito de não serem criticadas, mesmo quando falsas. Os humanos que se virem.

    Especialmente os ateus.

    FONTE: http://consciencia.blog.br/2010/11/especialmente-os-ateus-resposta-da-atea-novo-artigo-de-frei-betto.html

  2. Amigos – lembrem-se que a propaganda religiosa afirma sempre que ateus são maus, criminosos, etc. Eles esquecem porém que não são os ateus quem povoam as cadeias e penitenciarias.Muitos dos que la se encontram identificam a si proprios com uma cruz pendente no pescoço. Em meu caso, por exemplo, nasci em Sergipe, tive u’a mãe excessivamente católica e dominada pela idéia de que somente os religiosos são homens de bom carater. Anos depois descobri que enganadamente estava acreditando em toda e qualquer superstição prescrita pela igreja. Hoje entendo que o inferno foi inventado pelos homens afim de amedrontar as crianças e os fracos, e inventaram o céu como uma recompensa ficticia para consolar aqueles que não são capazes de conduzir uma vida produtiva e feliz. Se não houvesse religião nosso mundo não estaria atravessando a continua cascata de incidentes terriveis que é diariamente apresentada pela midia. Recentemente houve na Australia uma grande convenção que contou com a presença de 2000 ateus. Isto prova que aos poucos estamos acordando e vagarosamente removendo o manto negro da superstição que por séculos mantém a maior parte da humanidade nas trevas.

    –Flavioos / Member of Atheist Alliance International.
    Brazilian by birth,
    American by choice,
    Atheist by the grace of the gods.

  3. “It is in the temporal affairs of mankind, not in the delusions of religious faiths, that man’s actual well-being and happiness on this earth is attainable.” –Culbert Olson (1876-1962) – 29th Governor of California.

  4. FUI SERTANEJO

    Fui sertanejo, sim sinhô,
    Lá nu sertão di Sergipe.
    Adispois fui fruminense
    Na Ila da Marambaia;
    Passei entonce a carioca
    Nu véio Ri di Janero
    I nu danado du San Paulo
    Virei logo paulistano;
    Finarmente na Californa
    Mi batizaro Américano.

    Mais agora qui sô Ateu
    Ando munto apérriado
    Sem sabê u qui fazê.
    Us cristão tão mi dizeno
    Qui vô pará nu inferno.
    Nun acredito nu céu,
    I San Pedro nun mi qué lá.
    Lucifé nu ôto lado
    Nun vai mi aceitá.
    Mais tarveis se eu dé a ele
    Uns dinheiro Americano
    Ele manda abri u portão
    I mi leva pru jantá
    Na cova escura du purão.

    Sempre fui munto bonzão
    Pra fazê munta amizade,
    I logo qui lá chegá
    Vô fazê muntos amigo.
    Lucifé é u primero
    Qui vô apertá a mão
    Pra qui possa fazê dele
    U meu mió amigão.
    Assim posso acomodá
    As visita dos cristão
    Qui acredita nas mentira
    I só fala in sarvação.

    I foi pensando nisso
    Qui arrecostado adromeci,
    I comecei a sonhá
    Qui pra começa’ u jantá
    Ouvi u som da trombeta,
    I u garção entrou sorrino,
    Trazeno pra aperitivo
    Um barde cheio di cachaça
    Num suco vermeião
    Di pimenta malagueta.

    Entonce ele mi disse:
    “Oi seu Fravio,
    U sinhô foi brasilero
    I sei que vai gostá
    Dessa bebida di rico
    Importada du Brasiu.
    Pode bebê sem receio
    Us barde qui desejá;
    Nóis tem um açude cheio.

    “Bebeno munto aqui
    U sinhô vai sê filiz
    Sem ficá di sacu-cheio.
    Lucifé num mora aqui
    Mais veio di veraneio
    Só pra cuincê u sinhô;
    I vai sê um bom amigo
    Pra li levá a passeio.”

    Agardeceno u garção
    Tumei logo um porre bom
    I fiquei munto alegre.
    Aí Lucifé chegô,
    Pulano arto i cantano,
    Saindo da boca dele
    Fumaça i lavareda
    Pintada di toda cô.

    Logo qui ele me viu
    Lucifé arto bradô: “Oi !…
    Seja benvino amigo Fravio;
    Nosso rancho é du sinhô.
    Vamo cumê um sarapaté
    Dum trigue qui nois matô”.

    Entonce aí m’acordei
    I cumecei a pensá:
    Quano si fais amizade
    Todo lugá satisfais.
    Mais us tonto qui sempre fala
    Coisa besta sem pensá,
    Dizeno qui Lucifé
    Num vale nem um castigo,
    É tudo uns indiota
    Qui num sabe fazê amigo.

    –Flavioos / California 2010

  5. awesome indeed

  6. José Rosa – Muito bom o seu comentário. O Frei não parece ter estudado a complicada história do cristianismo e os cimes praticados pela iquisição; e seguramente é daqueles que leem a bíblia mas não enxergam as grandes contradições nela impressas.

  7. […] Muitas e muitas mensagens circulando, posts, etc, etc. E como não poderia deixar de ser, seguindo o ‘espírito’ do ZEducando, envio a mensgem abaixo ‘nada natalina’ , ou “genuinamente natalina”, dependendo de como se encare a questão, parte de um post que fiz com o título ATEÍSMO, em outubro deste ano: https://joserosafilho.wordpress.com/2010/10/30/atesmo-militante/ […]

  8. […]  Imperdível este vídeo de Richard Dawkins. No início deste blog, lá pelos idos de outubro de 2007, ao explicar o porquê de um “Espaço Ecumênico” fiz um post inicial com o título “Introdução, essências e reminiscências – provocação inicial“, onde tratei brevemente do livro DEUS – UM DELÍRIO deste cientista. Voltei ao tema algumas outras vezes, em destaque os posts “Deus – uma dúvida” e o último “Ateísmo“. […]

  9. […] Uma vez mais vou insistir numa tese (evolutiva – ?). Tem uma parte do texto em que o autor diz que Marcelo Gleiser se diz agnóstico. Com todo o respeito, tanto ao Frei quanto ao Cientista e aos leitores deste blog, ainda entendo que isso é apenas uma questão de ‘evolução’ que enxergo hoje como algo natural: nasce-se crente (por óbvios motivos familiares), torna-se agnóstico e finda-se ateu. […]

  10. Um pouco de História Macabra:

    http://WWW.jesusneverexisted.com/burning.html

  11. […] e atinge quem não acredita (vide dois posts deste blog: “Ateísmo e falsas simetrias” e “Ateísmo” […]

  12. NATAL – A ESTAÇÃO MAIS PARADOXAL do ANO Flavioos – U S A

    – Quando toneladas e toneladas de lixo — que poderiam ser facilmente evitadas — são irreverentemente jogadas no meio ambiente.
    – Quando áarvores jovens e lindas são roubadas de seus locais originals, usadas como briquedo durante algumas semanas e então jogadas no lixo.
    – Quando os que recolhem lixo residencial e comercial têm seu trabalho drasticamente aumentado pela enorme quantidade de àrvores mortas e outras coisas anormais que eles têm que levar.
    – Quando grande quantidade de energia elétrica é disperdiçada em decorações frívolas.
    – Quando milhões de presentes errados são trocados entre pessoas.
    – Quando muita gente sente a obrigação (não o prazer) de dar um presente a alguém.
    – Quando muitos gastam até o dinheiro que não têm, esquecendo que isto os forçará a entrar o ano novo quebrados e desgostosos por usarem catões de crédito.
    – Quando negociantes aumentam os preços dos produtos sem darem uma justificação ou pedir desculpas.
    – Quando os ladrões encontram melhores oportunidades para assaltar residencias ou roubar mercadorias em estabelecimentos comerciais.
    – Quando papai Noel é alegoricamente usado para promover negócios e plantar mentiras e falsas crenças na mente das crianças.
    – Quando a mídia nos relembra todas as tragédias e desgraças do ano.
    – Quando o povo ignora o precioso valor de viver saudável e destrói a saúde comendo muitas coisas “gostosas” que deveriam entrar numa lata de lixo e não no estômago.
    – Quando a Cristandade ignora os princípios ético-sociais e disrespeitam Islamistas e Ateus, Budistas e Judeus, mandando-lhes mensagens natalinas — fazendo propaganda de sua própria fé e tentando empurrar a mesma na mente dos outros.
    – Quando milhões e milhões de pessoas perdem o senso e esquecem que estão repetidamente patrocinando e festejando todos esses e outros episódios disagradáveis. Quanta falta de bom Senso… 

  13. Caro Flávio,
    Obrigado por essa boa contribuição vai comentário !
    abs,
    José Rosa.


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