Lançamento do EP Samba do Miolo Doido, de Celda Fontes

21/01/2012 às 11:58 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca | 2 Comentários
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É com grande prazer que anuncio o show de lançamento do EP Samba do Miolo Doido, da artista sergipana Celda Fontes, neste sábado, dia 21 de janeiro.

O EP não tem sambas, é só uma alusão à mistura de ritmos e influências. Mas ela cantará também alguns sambas de nomes famosos. Quem não for pro pré-caju, apareça na Toca Cultural Etc e Tal, na Aruana, a partir das 22h. A entrada é franca.  Estarão à venda os EPs e camisetas da talentosa fotógrafa Moema Costa (quem fez a foto da capa do EP), que fará, também, uma exposição de fotos. O espaço é alternativo e bem pequeno, mas estiloso. Fica na rua antiga que dá na Aruana, quando acaba o alambrado do Tecarmo. Indo da Melício Machado pra praia, fica já perto no final da rua, do lado direito. Se puderem, quem morar em Aracaju/SE, avise àquele amigo que adora uma opção cultural alternativa…


Em tempo: EP vem de Extended Play, que pela Wiki brasileira é ” é uma gravação em vinil ou CD que é longa demais para ser considerada um compacto (single), e muito curta para ser classificada como álbum. Normalmente um álbum tem oito ou mais faixas e tem duração variando entre trinta e sessenta minutos; um compacto tem de 01 a 06 faixas e geralmente tem uma duração típica de dois a quinze minutos; um EP tem entre duas e oito faixas (somando os dois lados de um EP de Vinil ou o total de Faixas de Compact Disc EP Single) e duração de 03 a 40 minutos. Alguns artistas preferem chamar um EP de mini-álbum para dar um significado maior ao seu trabalho ao invés de ser classificado apenas como mais um aditivo em sua discografia.”

A Revolução Republicana na Educação

21/01/2012 às 3:26 | Publicado em Baú de livros | 1 Comentário
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As idéias contidas neste livro vêm ao encontro ao que escrevo há quatro anos neste blog. O Senador Cristovam não foge da briga e vai direto ao foco da questão: “a criação de uma carreira nacional de magistério, com salários de R$ 9 mil para os professores“, entre outras sugestões. Clique em mais informações, ao final do texto, e baixe o livro em PDF.


LivroCristovam

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), lançou na noite de terça-feira (22), no Conselho Nacional de Educação, em Brasília, o livro “A Revolução Republicana na Rducação” (Ed. Moderna/ Fundação Santillana). Na obra, o senador defende a federalização do ensino básico, a criação de uma carreira nacional de magistério, com salários de R$ 9 mil para os professores, e o aumento do gasto por aluno, entre outras medidas.
Para o senador, “é preciso fazer uma revolução e criar um novo sistema escolar” que permita, em 20 anos, colocar o Brasil em um novo patamar educacional a um custo total de R$ 464 bilhões. No livro, Buarque diz que implementou algumas das propostas em 2003, quando esteve à frente do Ministério. “O governo só dá importância às universidades, é preciso mudar a educação básica do país”, afirma. Essas propostas tramitam em projeto de lei 320/08 na Comissão de Educação do Senado.
Segundo Buarque, com a federalização da educação básica, se tira dos estados e municípios as despesas com as escolas e transfere a responsabilidade para a União, que detém mais recursos.
“Poucas cidades brasileiras têm renda pública com condições de manter uma boa escola”, diz o senador. Ele cita o Colégio Pedro II, colégios militares, institutos de aplicação e escolas técnicas como exemplos de colégios federais com bom desempenho nos sistemas de avaliação. “É preciso espalhar pelo país o modelo que já existe em 300 escolas federais, melhorando as 200 mil escolas públicas do país. Buarque diz ainda que é possível criar 100 mil empregos para professores por ano, em concurso nacional, pagando um salário médio de R$ 9 mil por mês. Pela proposta, eles teriam dedicação integral e exclusiva por contrato, e sistemas periódicos de avaliação de desempenho dos docentes.
“Este sistema com prazo de 20 anos permite incorporar 3,5 milhões de novos alunos no primeiro ano e cerca de 2,5 milhões de novos alunos em cada um dos anos no período restante”, avalia. Em 20 anos, avalia, o número total estimado de 50,5 milhões de alunos estarão nas escolas federais a um custo de menos de 6,5% do PIB, um valor abaixo dos 7% ou 10% comumente citados em propostas ligadas a mudanças no nosso sistema educacional.
Clique em mais informações e baixe o livro em PDF.

Mais informações clique aqui.

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