Internet tornou mais complexo papel de pais e educadores

31/10/2013 às 3:59 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
Tags: , , ,

Esse é dedicado aos pais com filhos pequenos. Prestem muita atenção !

Educacao_filhos_pequenos


Internet tornou mais complexo papel de pais e educadores

Ensinar sobre vantagens e armadilhas da rede é, hoje, parte das obrigações de pais e escolas. Porém muitos adultos estão desorientados diante das novas mídias. E educar é, em grande parte, poder dar exemplos na prática.

Todo o mundo já passou por isso: a pessoa se senta diante do computador, lê algo, clica aqui e ali, e já se passaram duas horas, senão três ou quatro. Afinal, há tantas opções interessantes na internet, e muitas delas são instrutivas, sem dúvida.

Entretanto, quando se trata dos filhos, a opinião é unânime: o tempo na internet deve ser limitado, 20 minutos por dia ou mais, dependendo da idade. A forma de lidar com a rede é algo que precisa ser aprendido. E não só pelas crianças, como também pelos adultos, pois educar significa, em grande parte, vivenciar aquilo que se postula.

Responsabilidade própria

“Educação digital deve começar cedo”, diz Kristin Langer, pedagoga especializada em meios de comunicação. “A melhor idade é a partir dos quatro ou cinco anos.” Ela é consultora da iniciativa Schau Hin! do Ministério alemão da Família, Idosos, Mulheres e Jovens. O projeto existe desde 2003, e tem o objetivo de ajudar os profissionais da educação e os pais a se orientarem no mundo das novas mídias.

Langer percebeu que muitas vezes os pais ficam divididos. De um lado, há o medo de que as crianças fiquem sobrecarregadas com tantas informações; mas do outro, está a preocupação de que fiquem desconectadas do mundo digital. A pedagoga reforça a importância do exemplo. “Os pais só podem exigir dos filhos aquilo que parte deles mesmos. Preciso ter, para mim, princípios sobre como lidar com o que me é oferecido. Isso significa estabelecer limites para mim mesma, também.”

Esses princípios ficaram ainda mais importantes desde que os smartphones entraram na vida familiar. Segundo um estudo da Associação de Pesquisa em Pedagogia dos Meios de Comunicação Sudoeste (MPFS, na sigla alemã), 50% dos jovens entre os 12 aos 19 anos de idade possui um desses aparelhos e, portanto, acesso móvel à internet.

Nesse caso, o esclarecimento é fundamental. “É importante deixar claro para as crianças: os meios digitais existem, e isso é bom, porém que o mundo também é feito de outras coisas”, explica Langer. Quanto maiores as crianças, mais senso de responsabilidade própria devem desenvolver. Por isso, é importante começar cedo. “Pais e filhos podem procurar, juntos, possibilidades para definir: isso é bom para mim, isso não é. Assim, a própria criança pode decidir, por si mesma, se é contra ou a favor de algo.”

Educação ficou mais complexa

Para poder acompanhar os filhos no mundo digital, os pais têm que, forçosamente, se confrontar com o tema. Existem máquinas de busca especiais para crianças, uma grande oferta de páginas de orientação pedagógica, esclarecendo pais e filhos sobre as vantagens e armadilhas da internet.

Da mesma forma, há programas de proteção à juventude que bloqueiam determinados sites. No entanto, à medida que crescem, os mais espertos entre os jovens usuários vão aprendendo a contornar essas barreiras. “A coisa se torna até uma forma de esporte”, aponta Langer, retornando, assim, ao tema responsabilidade própria.

Proibir de nada adianta – disso está seguro Thomas Heine, do projeto Internet-Fuehrerschein.de, que pleiteia uma espécie de “carteira de motorista” para a rede. Em algumas questões, o papel dos educadores tornou-se mais complexo, acredita ele. Um exemplo são as bases legais para a utilização da internet. “Esse é um novo fator que foi acrescentado à educação, e que muitos pais desconhecem.”

Em parceria com a federação das escolas superiores abertas da Alemanha DVV, ele fundou uma “oficina da internet”. O curso para adultos e famílias é oferecido desde 2011 em 700 das “universidades populares” do país. Entre os temas tratados estão online banking, segurança, redes sociais, questões jurídicas ou competência infonáutica para pais e responsáveis.

Escolas têm papel importante

Como nem todas as famílias possuem as mesmas condições de informar corretamente seus filhos sobre os perigos da internet, o papel das escolas é fundamental. No Ginásio Heinrich Mann de Colônia, por exemplo, o tema pesquisa na internet faz parte do currículo. “Não consta das diretrizes escolares, mas surgiu a partir da prática de sala de aula”, conta Hans-Peter Koenen, professor de Matemática e Informática.

Durante as aulas, os alunos aprendem a manusear certos programas de computador e a utilizar a rede da escola. Não existe a matéria “educação para a internet”, porém temas como bullying ou privacidade na internet são discutidos nas aulas dedicadas à coesão social das classes.

Autora: Petra Lambeck (cn)
Revisão: Augusto Valente

(FONTE: http://www.dw.de/internet-tornou-mais-complexo-papel-de-pais-e-educadores/a-16399938)

Anúncios

Lugar de aprender é na escola ?

30/10/2013 às 3:01 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
Tags: ,

Mais uma mistura meio doida deste ZEducando para pensar. E vem do site “Papo-de-Homem”, republicado aqui de vez em quando porque é exatamente isso que ele provoca: o pensamento ! Estão certos ? Sei lá… mas desconfio de muita coisa, como diria meu xará João Guimarães Rosa. Desconfio inclusive que a Matrix existe, talvez não exatamente como no(s) filme, mas que ela existe existe !


LUGAR DE APRENDER É NA ESCOLA FOI A MAIOR MENTIRA QUE JÁ TE CONTARAM

Lugar de aprender é na escola. (?)

Mentiram descaradamente quando te disseram isso. Seu pai, mãe, professoras, todo mundo. E não foi por mal. Eles realmente acreditavam nisso.

Depois dessa, várias outras mentiras vieram ao longo da sua vida, forjando um programa que roda até hoje dentro da sua cabeça.

Na escola é onde tudo começa. Lá, aprendemos um saco cheio de mentiras. Que precisamos ser obedientes. Que resistir é inútil (podemos espernear à vontade, mas, no outro dia, teremos que voltar). Que aprender é sentar e ouvir, e nada tem a ver com criar ou com liberdade.

Que alguém (o professor) é quem sabe, e sabe muito mais que a gente. Que a teoria ensina muito mais que a prática. Que certos conteúdos são importantes, como matemática, física e português, enquanto outros, como música e artes, não tem muita relevância para a nossa vida adulta. Que a competição faz mais sentido que a cooperação. E que se fizermos tudo direitinho, conforme previsto por outros, seremos recompensados e felizes.

Pronto. Estrago feito. Depois anos de escola, saímos devidamente encaixotados e prontos para reproduzir um sistema. Esse, em que vivemos. Hierárquico, baseado em poder e controle.

papo1

No livro Hierarquia, Augusto de Franco desenvolve uma metáfora à Matrix, em um sentido social. Conta que as pessoas reproduzem comportamento semelhantes – esses, que aprendem na escola – que deformam completamente o campo social em que vivem:

“Elas acham que o mundo social só pode ser interpretado por meio de um conjunto de crenças básicas de referência, que tomam por verdades evidentes por si mesmas, axiomas que não carecem de corroboração. Exemplos dessas crenças são as de que:

– o ser humano é inerentemente (ou por natureza) competitivo.

– as pessoas sempre fazem escolhas tentando maximizar a satisfação de seus próprios interesses materiais (egotistas).

– sem líderes destacados não é possível mobilizar e organizar a ação coletiva.

– nada pode funcionar sem um mínimo de hierarquia.”

Desde muito cedo, agimos com base nessas crenças comuns e nada científicas. Reproduzimos uma realidade deformada. Em conjunto, estamos perpetuando a cultura patriarcal européia em que estamos inseridos. Humberto Maturana, neurobiólogo chileno, desenvolveu estudo profundo da criação e reprodução dessa cultura no livro Amar e Brincar: Fundamentos esquecidos do humano:

“Em nossa cultura patriarcal, repito, vivemos na desconfiança da autonomia dos outros. Apropriamo-nos o tempo todo do direito de decidir o que é ou não legítimo para eles, no contíuo propósito de controlar suas vidas. Em nossa cultura patriarcal, vivemos na hierarquia, que exige obediência.

Afirmamos que uma coexistência ordenada requer autoridade e subordinação, superioridade e inferioridade, poder e debilidade ou submissão. E estamos sempre prontos para tratar todas as relações, humanas ou não, nesses termos. Assim, justificamos a competição, isto é, o encontro na negação mútua como a maneira de estabelecer a hierarquia dos privilégios, sob a afirmação de que a competição promove o progresso social, ao permitir que o melhor apareça e prospere.”

Pois é. Mas nem tudo está perdido.

É fácil de ver que estamos vivendo um período intenso de transição, de uma sociedade hierárquica para uma sociedade em rede. Essa sociedade, que começou a se apresentar, funciona baseada em uma outra lógica de abundância e cooperação onde, nós — como seres sociais que somos — nos reconhecemos e ajudamos, em um ciclo de trocas constantes. Custamos a acreditar nela — porque rodamos, desde pequenos, o programa do patriarcado e da hierarquia.

Com o exemplo das escolas, vislumbramos o malware que opera na nuvem social. E é com o mesmo exemplo que enxergamos o começo de uma revolução.

Muita gente está por aí, questionando o sistema tradicional de ensino e o que entendemos por escola. Pensando em mudanças, alternativas, novos meios de ensinar e aprender. Esses questionamentos mostram uma coisa clara: não só as escolas estão sendo questionadas, mas toda uma estrutura posta.

Ninguém quer mais reproduzir e obedecer. Queremos liberdade. Questionar o que nos dizem, trilhar nossos próprios caminhos, criar novos. Isso se reflete na crise do ensino tradicional, dos antigos modos de trabalho, nas estruturas das grandes corporações. Não estamos falando de coisas separadas.

Para começar a cutucar o assunto, nós, do Cinese – uma plataforma de aprendizado colaborativo – resolvemos produzir um vídeo de aniversário de 1 ano, com a ajuda da Luiza, videomaker do PdH. Isso foi o que conseguimos:

Link Vimeo

E se aprender fosse sinônimo de inquietude?

A ideia por trás foi a contar um pouco do que descobrimos ao longo desses 12 meses de vida, depois de abandonarmos os empregos seguros e embarcarmos nessa outra lógica: de abundância ao invés de escassez, de colaboração ao invés de competição. De conhecimento livre ao invés daquele encaixotado.

No vídeo, falamos do que é aprender para nós. E que nada tem a ver com escola. Tem a ver com gente. Com encontro, troca e conexão. Aquela fagulha que faz coisa boa e nova vir à tona. Que desperta uma vontade grande de descobrir mais de algo. Conhecer mais e mais gente diferente. Buscar novas referências. Frequentar novos cafés. Começar um outro livro. Escrever um poema.

Agora, além de contar da gente, queremos saber de você. Queremos que você lembre de um momento que te abriu um mundo de possibilidades. Que fez você mudar de óculos e enxergar coisas que não enxergava antes. Que te fez aprender mais do que qualquer aula na escola.

Queremos ver. É só postar no facebook, twitter ou instagram uma foto que represente esse momento para você, com a hashtag #foinessahora. Faremos o mesmo na fanpage do Cinese durante essa semana, assim:

papo2

papo3

Com todas as fotos que recebermos até o dia 17 de agosto, vamos fazer arte.

Um muro de colagens no centro de São Paulo, com a ajuda de artistas independentes, como o Denis Diosanto. Junto das fotos, vai a seguinte frase, bem grande: “foi nessa hora que descobri”.

Com a foto, você pode nos contar o que. Ou não. O que importa mesmo é que aconteceu.


29 de outubro

29/10/2013 às 3:59 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
Tags:

Hoje é um dia especial. Presto homenagem à minha irmã Moema, nossa Miminha, com a Rosa99participação dos nossos saudosos pais, e dos nossos irmãos Marden e Luiz Arthur, o primeiro com o texto introdutório das poesias e o segundo com um belo e significativo quadro de sua autoria.


Tchurma:

   Os poetas não criam obras visíveis, físicas, concretas, de concreto, mas produzem o que é essencial à vida: a própria poesia, essência do humano, o que realmente importa, o que realmente dura. Tudo passa, a poesia fica.

   Pois bem, deliciando-me em agradável conversa com nossa Borboleta, ela me relembra versos da mais pura poesia, dela e do poeta Zé da Rosa, nosso pai, que compartilho com vocês.

Abç,

Saudade

Marden


Do Zé da Rosa:

Vai saudade,

Larga de mim por favor,

Pois comigo a toda hora,

Acabas que nem uma dor.


Da Borboleta:

Saudade que nasce hoje e amanhã já esqueceu,

Não é saudade, é lembrança

Saudade, nunca morreu

Esperança

Sempre que a vida me nega

A segurança em meus passos

A esperança me pega

E me leva em seus braços

Amigo

Não venhas me perguntar se esta dor é minha,

Pois amigo verdadeiro, advinha.


Os autores:

JoseRosa_Edla


O quadro de Luiz Arthur:

Quadro_LuizArthur

O analfabeto midiático

28/10/2013 às 3:10 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 1 Comentário
Tags: , , ,

Um excelente texto fazendo analogia ao famoso ‘O Analfabeto Político’ de Bertolt Brecht.

MidiaBurguesa


ANALFABETO MIDIÁTICO (por Celso Vicenzi (com a “ajuda” de Bertolt Brecht)*)

O pior analfabeto é o analfabeto midiático.

Ele ouve e assimila sem questionar, fala e repete o que ouviu, não participa dos acontecimentos políticos, aliás, abomina a política, mas usa as redes sociais com ganas e ânsias de quem veio para justiçar o mundo. Prega ideias preconceituosas e discriminatórias, e interpreta os fatos com a ingenuidade de quem não sabe quem o manipula. Nas passeatas e na internet, pede liberdade de expressão, mas censura e ataca quem defende bandeiras políticas. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. E que elas – na era da informação instantânea de massa – são muito influenciadas pela manipulação midiática dos fatos. Não vê a pressão de jornalistas e colunistas na mídia impressa, em emissoras de rádio e tevê – que também estão presentes na internet – a anunciar catástrofes diárias na contramão do que apontam as estatísticas mais confiáveis. Avanços significativos são desprezados e pequenos deslizes são tratados como se fossem enormes escândalos. O objetivo é desestabilizar e impedir que políticas públicas de sucesso possam ameaçar os lucros da iniciativa privada. O mesmo tratamento não se aplica a determinados partidos políticos e a corruptos que ajudam a manter a enorme desigualdade social no país.
Questões iguais ou semelhantes são tratadas de forma distinta pela mídia. Aula prática: prestar atenção como a mídia conduz o noticiário sobre o escabroso caso que veio à tona com as informações da alemã Siemens. Não houve nenhuma indignação dos principais colunistas, nenhum editorial contundente. A principal emissora de TV do país calou-se por duas semanas após matéria de capa da revista IstoÉdenunciando o esquema de superfaturar trens e metrôs em 30%.
O analfabeto midiático é tão burro que se orgulha e estufa o peito para dizer que viu/ouviu a informação no Jornal Nacional e leu na Veja, por exemplo. Ele não entende como é produzida cada notícia: como se escolhem as pautas e as fontes, sabendo antecipadamente como cada uma delas vai se pronunciar. Não desconfia que, em muitas tevês, revistas e jornais, a notícia já sai quase pronta da redação, bastando ouvir as pessoas que vão confirmar o que o jornalista, o editor e, principalmente, o “dono da voz” (obrigado, Chico Buarque!) quer como a verdade dos fatos. Para isso as notícias se apoiam, às vezes, em fotos e imagens. Dizem que “uma foto vale mais que mil palavras”. Não é tão simples (Millôr, ironicamente, contra-argumentou: “então diga isto com uma imagem”). Fotos e imagens também são construções, a partir de um determinado olhar. Também as imagens podem ser manipuladas e editadas “ao gosto do freguês”. Há uma infinidade de exemplos. Usaram-se imagens para provar que o Iraque possuía depósitos de armas químicas que nunca foram encontrados. A irresponsabilidade e a falta de independência da mídia norte-americana ajudaram a convencer a opinião pública, e mais uma guerra com milhares de inocentes mortos foi deflagrada.
O analfabeto midiático não percebe que o enfoque pode ser uma escolha construída para chegar a conclusões que seriam diferentes se outras fontes fossem contatadas ou os jornalistas narrassem os fatos de outro ponto de vista. O analfabeto midiático imagina que tudo pode ser compreendido sem o mínimo de esforço intelectual. Não se apoia na filosofia, na sociologia, na história, na antropologia, nas ciências política e econômica – para não estender demais os campos do conhecimento – para compreender minimamente a complexidade dos fatos. Sua mente não absorve tanta informação e ele prefere acreditar em “especialistas” e veículos de comunicação comprometidos com interesses de poderosos grupos políticos e econômicos. Lê pouquíssimo, geralmente “best-sellers” e livros de autoajuda. Tem certeza de que o que lê, ouve e vê é o suficiente, e corresponde à realidade. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o espoliador das empresas nacionais e multinacionais.”
O analfabeto midiático gosta de criticar os políticos corruptos e não entende que eles são uma extensão do capital, tão necessários para aumentar fortunas e concentrar a renda. Por isso recebem todo o apoio financeiro para serem eleitos. E, depois, contribuem para drenar o dinheiro do Estado para uma parcela da iniciativa privada e para os bolsos de uma elite que se especializou em roubar o dinheiro público. Assim, por vias tortas, só sabe enxergar o político corrupto sem nunca identificar o empresário corruptor, o detentor do grande capital, que aprisiona os governos, com a enorme contribuição da mídia, para adotar políticas que privilegiam os mais ricos e mantenham à margem as populações mais pobres. Em resumo: destroem a democracia. Para o analfabeto midiático, Brecht teria, ainda, uma última observação a fazer:Nada é impossível de mudar. Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual.

*Celso Vicenzi, jornalista, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, com atuação em rádio, TV, jornal, revista e assessoria de imprensa. Prêmio Esso de Ciência e Tecnologia. Autor de “Gol é Orgasmo”, com ilustrações de Paulo Caruso, editora Unisul. Escreve humor no tuíter @celso_vicenzi. “Tantos anos como autodidata me transformaram nisso que hoje sou: um autoignorante!”

Próxima Página »

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.
Entries e comentários feeds.

%d blogueiros gostam disto: