“Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”‏

20/02/2016 às 3:09 | Publicado em Artigos e textos | 157 Comentários
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A frase-título deste post é a mais difícil, e a mais importante, de um pai para um filho. Para mim, em essência é isso que Eliane Brum, que já esteve aqui neste ZEducando antes, quis dizer.


Eliane Brum Fala Do Despreparo Da Geração Mais Preparada

“A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada”

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçdo porque um dia ela acaba.”

(Eliane Brum)

FONTE: http://www.portalraizes.com/28-2/

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  1. Obrigado e parabéns!

    Um dos melhores textos sobre educação de jovens que já li!

    Vou copiar “descaradamente” para o jlcarneiro.com!

  2. Valeu ZeLuis, pode copiar como quiser. Espalhar coisas boas é a nossa missão. Abs,

  3. Vou copiar, para a vida

  4. Agradeço sua visita e o comentário.
    Abs

  5. Adorei o texto e concordo plenamente com ele.
    Me parece que você toca num ponto profundo para as gerações que estão vindo e as que já estão aqui. A necessidade de ausência de dor e frustração – friso “necessidade” – é uma ideologia que está acabando com a essência humana.
    A dor não é anti-natural, porém, culturalmente, estamos tornado-a e estamos fazendo isso em todos os níveis. Todo ser, desde a ameba até o homo sapiens é preparado para a dor e para o prazer, porém, queremos crer em uma ideia de que a dor é desnecessária, que ela é apenas uma “forma de ver”.
    Assim, tudo o que é associado com a dor se torna estranho. Esforço, frustração, fracasso e perdas se tornam “monstros” a serem evitados – nunca enfrentados. Tornamos o indivíduo um espetáculo, algo para celebrar, porém o indivíduo é apenas isso, nada demais, nada espetacular, nada para ser celebrado. Ser quem você é pode ser especial para você, mas dito isso, não é nada além do que outros bilhões de seres estão fazendo.
    Creio que este deveria ser o primeiro passo para ajudar as próximas gerações: retirar o “eu” do nível de espetáculo, o segundo é retirar a vida do mesmo patamar. E perceba: retirar do espetáculo, não significa tirar a alegria ou o prazer, mas “apenas” a necessidade de ser aplaudido e admirado por todos apenas por ser, o que se é.

  6. Muito bom o texto e sábias palavras para os dias de hoje principalmente.

  7. Excelente esse seu comentário akimneto. Concordo plenamente. Esclareço apenas que nesse post, como de resto todos os demais deste espaço, o que foi escrito em azul é de minha autoria. O que encontra-se em preto é de outro autor. Assim, neste caso, o artigo é de Eliane Brum. Abs, José Rosa.

  8. Agradeço seu comentário Tânia Bonatto. Apenas esclareço que nesse post, como de resto todos os demais deste espaço, o que foi escrito em azul é de minha autoria. O que encontra-se em preto é de outro autor. Assim, neste caso, o artigo é de Eliane Brum. Abs, José Rosa.

  9. Texto muito bem colocado dentro do contexto, em que vivemos. Pena que muita pouca gente vai lê-lo. (Por ser longo, já é um começo do despreparo). Tudo pronto, mastigado, sem o uso do raciocínio lógico. Outro dia, ouvi um pai perguntar para uma filha. (Oitava série). Quanto é 2×2? Ela pediu uma calculadora, ele respondeu que não tinha! E mudou a pergunta: quanto são 2+2? Ela respondeu sem vacilar: “daí” são 4! Na nossa Paróquia aos domingos, distribuímos um jornalzinho com várias colocações. E pasmem, a maioria dos jovens não “pegam” e respondem: não gosto de ler…Ainda argumento que é muito bom ler para aprender, raciocinar e comparar ideias. Mas…e mas…!

  10. Achei o texto, como todos já disseram, muito interessante, porem ele talvez seja direcionado a uma “fatia” de pessoas. Digo, fatia, porque existem muitos pais que não tem nenhuma desta possibilidades e dá ao seu filho o que é possível. Quanto a dor, quem a sentiu jamais esquece e não irá querer de forma alguma que o filho deixe de compreender tal sentimento, se gosta realmente dele e quer que futuro adulto cresça. Como não faço parte desta “fatia”, fico triste com estes pais e estes filhos, pois minha vida ainda é de muita luta e dor, criando dois meninos!!!

  11. Texto muito bom,pena que tão poucos vão ler, pois o jovem de hoje, com algumas raras exceções não leem,para eles mais importante são os jogos no computador, estar no telefone celular clicando o tempo inteiro, sem ao menos perceber o que se passa a sua volta, Até acredito que nem adultos procurem ler alguma coisa de fundamento, que não seja moda, fofoca de artista, novelas e outras besteiras que não acrescentam nada nem para si , nem para seus filhos.Sempre fui apaixonada por leitura, quando jovem trocava, baile, cinema ou qualquer outro programa por uma boa leitura, e até hoje, tenho como vício ter um ou dois livros na mesa de cabeceira…..Obrigada Elaine Brum, precisamos de mais pessoas como você que desperte nosso jovem a leitura educativa.

  12. Texto excelente e de conteúdo bem pertinente com a realidade que estamos vivendo. Uma pena, como já disseram, que mts não lerão e nem terão a oportunidade de saborear momentos de rara alegria ao verem filhos superando obstáculos e colecionando conquistas com seu próprios esforço. Mas vamos fazer o que nos cabe e parabéns !

  13. Acho engraçada essa petulância que as pessoas têm de achar que compreenderam o ser humano, quando na verdade ainda somos um mistério para nós mesmos. Generalizar um grupo de pessoas pequeno já é difícil, agora generalizar uma geração inteira, beira ao ridículo. Ou vocês acham que os mais novos vivem nessa bolha imaginária? Vocês acham que somos incapazes de perceber toda a dificuldade a nossa volta porque um grupo de adultos tentam mascarar? Não sejam tolos, não nos generalizem. Nós temos mais acesso a informação do que vocês jamais pensariam em ter na nossa idade.

  14. Muito bonito,muito bem escrito, que utopia! Só uma pergunta Eliane Brum: Tens filhos?

  15. Prezada, apenas esclarecendo: nos posts deste blog o que escrevo fica em azul, o que vem de artigos e textos de terceiros sai em preto. Assim, o texto é de Eliana Brum e não meu. Abs, José Rosa

  16. Cara Lola, muito bom esse seu comentário. Agradeço porque engrandece esse espaço destinado exatamente a isso: provocar o pensamento. Muitas vezes os mais velhos como eu esquecem isso. Mas mesmo assim a polêmica é boa. Por quê ? Porque não é o “mais acesso a informação” e sim a que informação !? Isso também é essencial. Recentemente mais um velhinho octagenário famoso faleceu (Umberto Eco). Não sei se você já leu algum livro dele. Convido a você ver rapidamente 10 frases que ele disse ao longo da vida (https://joserosafilho.wordpress.com/2016/02/22/umberto-eco-dez-frases/), várias contundentes.
    Abraços,
    José Rosa.

  17. Cara Tânia,
    Concordo com você. Essa sistemática de ler mais de um livro de uma vez (faço igual a você) aprendi com Darcy Ribeiro, um dos maiores educadores e sociólogos do Brasil. Ele dizia que sempre lia dois livros de uma vez porque “descansava” de um lendo o outro. Como você gosta de livros, convido a ver o que sempre posto na seção “Baú de Livros”, sei que vai gostar. Sobre esse texto, também convido a ver o comentário acima de Lola e a minha resposta. O propósito deste espaço é esse: provocar o pensamento, sempre com respeito à opinião do outro.
    Abraços,
    José Rosa.

  18. Caro Jorge,
    Agradeço também esse seu comentário e o convido a ler os demais. Como sempre digo (e fica implícito que não me considero dono da verdade, de nenhuma verdade !) esse espaço serve exatamente para isso: provocar o pensamento.
    Abraço,
    José Rosa.

  19. Excelente !!!

    O que vejo é exatamente isso ,filhos trancados no mundo virtual e pais no mundo real adornados pelo pensamento de que “um dia eles vão crescer e saber ” precisar se realmente crescer para saber que o mundo desde mundo é cruel e fantasioso ???
    Como bem disse .. .um dia isso tudo acaba.

  20. Não acho que só porque os pais sofreram, os filhos também tenham que sofrer. Não acredito em aprendizado somente pela dor, mas muito mais pelo exemplo, o que poucos sabem proporcionar. Os pais não são responsáveis pela felicidade dos filhos, muito menos os filhos pela dos pais.
    São esses jovens que acreditam que o ambiente de trabalho deve ser uma extensão das suas casas, que estão mudando os conceitos e organização das ferramentas de trabalho, e que irão revolucioná-los futuramente, para que as pessoas possam sentir-se acolhidas e felizes, produzindo mais.
    As gerações anteriores foram apresentadas a um modelo que deveriam sustentar, o de viver para trabalhar e pagar as contas, um modelo onde só haveria sucesso através de muito esforço e sofrimento. Ocorre que as novas gerações jamais se contentarão em sustentar tal modelo, abrindo espaço para um novo modelo social. Todos temos sim, o direito de ser felizes, e muito felizes. Que bom que os jovens pensem e sintam dessa maneira, pois eles sabem que são dignos e merecedores e abrirão espaço pela luta contra a desigualdade, as injustiças, guerras, condições de vida desumanas, entre outros, construindo uma sociedade mais digna e equilibrada, onde todos possam usufruir da felicidade e dos seus dons inatos, com equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, menos conflitos e mais tempo para os filhos.
    Não é necessário ter medo do futuro, basta deixar os velhos conceitos para trás.

  21. Caro(a) horaslentas,
    Muito bom esse seu comentário. Obrigado por compartilhar. Tomara que ocorra o que você preconiza. A única coisa que me preocupa nisso tudo é que vejo (pode ser uma miopia minha) que o jovem de hoje ou não lê ou lê pouco. Digo isso sem o menor preconceito com o meio de leitura (papel, ebook, pdf ou outro tipo de meio) e também sem nenhum preconceito com o grau de escolaridade. Minha mãe, que era de uma geração do primeiro quarto do século passado e que só foi até o ginásio (equivalente ao ensino fundamental hoje) dizia aos filhos sempre: – Quem não lê, mal ouve, mal fala, mal vê.
    Abs,
    José Rosa.

  22. Caro Zé, excelente a publicação desse artigo de Eliane Brum, pela qualidade da escrita e pela oportunidade de abordagem do tema. A meu ver, trazê-lo a tona é preciso!
    Por conta disso, o replicarei amanhã no nosso blog.
    Abração.

  23. O bom é ler os comentários e ver gente se colocando como exemplo ao texto, deixando-o verossímil.

  24. Muito bom, mas assim como a classe média, também a classe C está tendo essa realidade, pais que trabalham o dia todo em empregos desgastantes dão além do que poderiam para filhos que pensam que são ricos e não reconhecem o esforço dos pais, os pais achando que é obrigação deles, continuam dando além de suas forças.

  25. Tranquilo amigo Dattoli, fique a vontade para reproduzir. Abs, José Rosa.

  26. Caras Joana , Luciana e demais que comentaram. Uma das regras desse espaço é publicar todo e qualquer comentário, desde que não seja ofensivo. É um princípio democrático que julgo importantíssimo. Oxalá os meios de comunicação oficiais, aqueles que envolvem grana, e muita, fizessem o mesmo. Aliás, o compromisso do jornalismo não é com a verdade ? Abraço a todos. José Rosa.

  27. Muito interessante esse texto! Hoje em dia, realmente, os pais mimam demais seus filhos. Não preparam os filhos para a vida. As crianças crescem achando que podem tudo o que quiserem e, quando vão “enfrentar o mundo”, não estão preparados para os desafios da vida. Aí, se frustam quando as coisas não acontecem como eles queriam que acontecessem, como eles acham que tinha que acontecer. São acostumados a terem “tudo nas mãos” , não aprendem que para terem aquilo que desejam ter é preciso muito trabalho e esforço, que nada cai do céu. Não se pode ensinar aos filhos que o mundo é cor de rosa, porque sabemos que não é. A vida fora da nossa casa, fora das asas de nossos pais, é totalmente diferente. Ninguém vai atender nossos caprichos e nossas rebeldias. Se os pais não ensinarem, o mundo irá ensinar, e será bem mais difícil aprender.

  28. Concordo com o texto e com boa parte dos comentários. De fato há um despreparo e falta de diálogo entre pais e filhos. Um exemplo disso é a minha mãe: ela sempre fala onde está tal coisa como se eu tivesse 10 anos de idade – faço 18 esse ano-, e justifica dizendo que se preocupa e que certos atos é para “meu bem”. Talvez pra ela seja uma forma de carinho e atenção, mas eu vejo como um empecilho para me virar sozinho futuramente, pois estou sendo acostumado a ter tudo na mão mesmo sem pedir.
    Vale ressaltar que essa geração, ao meu ver, é uma das primeiras “gerações pós-globalização” e que crescemos vendo o surgimento rápido de tecnologias e meios de informação. Quando não estamos igual a uma barata tonta sem saber por onde começar, estamos no facebook vendo coisas desnecessárias e vazias de conteúdo.
    Duvido muito que boa parte dos pais conheçam seus filhos. Por um lado fazem tudo por nós, por outro, nos cobram como se fosse uma dívida. Dar ouvidos e espaços para os jovens se expressarem é enriquecedor para alguém que for falar sobre dor, frustação e juventude ao mesmo tempo.

  29. Cada pessoa se encontra nas condições que construiu para si mesma, ponto ao qual foi atraída pelos fios do destino tecidos por ela mesma, pelos seus sentimentos, pensamentos e ações em suas peregrinações. A partir desse ponto deveria prosseguir sua atual peregrinação. Muitos não querem reconhecer isso, lançando continuadamente pensamentos negativos de descontentamento com a atual situação em que se encontram, com isso fazem uma muralha que vai travando a intuição e afastando a Luz.

  30. Leonardo Gusman e B Dutra, muito bons os seus comentários. Fico grato porque engrandece a discussão. Abraço, José Rosa.

  31. Excelente 👏👏👏👏👏👏

  32. Excelente texto!!

  33. Não tenho as respostas para esse assunto demasiado importante…. só sei dizer com convicção que as gerações mais novas têm muita informação mas pouquíssima formação.

  34. Achei o texto perfeito. As pessoas que criticarem com certeza não entenderam a sua mensagem . Os pais são nossos primeiros mestres. E como todo mestre ,devem ensinar a lição e dar um passo atrás para que o aprendiz possa executar o que aprendeu com uma certa autonomia.. O Aprendiz por vezes vai cair vai se machucar mas também vai aprender a se levantar por meios próprios. Sempre sob os olhos atentos do mestre ,que lhe darão segurança e certeza de não estar sozinho nessa jornada. Se o mestre ao invés disso proteger o discípulo com uma redoma ao seu redor ,evitando que ele caía e que se machuque ,ele não iria aprender nada. Quando estiver sozinho estaria indefeso. Pra mim esse texto se trata disso. Ou seja ainda não ficou Claro. O maior amor que podemos dar um filho é ensiná-lo a se virar sozinho.

  35. Concodo em alguns aspectos, mas o texto eh cheio de filtros negativos e crenças limitantes !

  36. Reflexão interessante. Vou compartilhar o link com alguns pais amigos meus.

  37. EXCELENTE!!!!!!!!!!!!!
    NADA MAIS POSSO FALAR.

  38. Parabéns pela acuidade no foco desta análise e na detecção de uma grande tendência e realidade que ocorre na esmagadora maioria dos lares brasileiros e não existe, por incrível que pareça , nesta situação , nenhuma diferença entre as classes sociais .
    Este verdadeiro ” fenômeno” pode ser observado em todas , e portanto poderiamos igualmente ir além talvez, nesta investigação e constatação?

  39. Bom, chegou a minha vez: não aguento mais esses textos fazendo análise da atual geração de jovens, de mulheres, de homens, de profissionais e o escambau. Gente mimada sempre foi gente mimada desde 1900 e guaraná com rolha.

  40. Embora muito longo esse comentário da Eliane Brum, ele trás em seu bojo uma verdade sobre os filhos de hoje que em sua maioria aprenderam a ter tudo o que querem sem ter que dar nada em troca ou ao menos lutar pelo que quer ou necessite.
    É necessário que o verdadeiro amor dos pais, possa ajudar a construir uma vida melhor para seus filhos através de lutar pelo que querem e não fiquem esperando que tudo tenha origem na luta dos pais, pois chagará o dia em que os pais já não mais estarão por aqui e os filhos terão que lutar por sua sobrevivência ou por aquilo que precisem e como poderão fazer nessas circunstâncias ?
    Mostre o grande amor que você tem por seus filhos, deixando que eles possam buscar o que pretende e só interfira em último caso, quando tiver a certeza de que não conseguirão sucesso no que pretendem e só aí os ensine a conseguir o que querem por seus próprios meios e méritos.

  41. Ani, maravilha!!! Meus pais sempre disseram ” A vida não é um mar de rosas”, temos que nos jogar na vida e aproveitar os momentos bons e lamber as feridas nos ruins e ir em frente. Marcelus

  42. Não sei o porquê os pais têm tsnta dificuldade de falar não. Tenho uma filhs de 17 anos e sei que não é fácil: wuando a frusto ela, às vezes, diz que me odeia mas, depois, tudo volta ao normal.Adoro uma frase que escutei ao longo da vida:
    A vida não está Mãe, é Madrasta.
    Vamos ensinar nossos filhos que sem esforço e perseverança, nada conseguimos.

  43. Muito claro o texto, só acho que a autora peca ao relacionar esse comportamento às classes mais altas quando o que vemos é essa atitude em todas as classes sociais…

  44. Concordo. Vamos ensinar a nossos filhos que há direitos e deveres, isto é, nem tudo é maravilhosamente organizado e pronto para nós; então, arregasse as mangas e vá à luta, pois bancar a vítima não está com nada!

  45. Que pena que a autora só conhece jovens assim… Os jovens que eu conheço são criativos, inspiradores e cheios de vontade de mudar o mundo.

  46. Cara Allyne, agradeço seu sincero comentário, apesar de não concordar com ele. Esse tipo de texto serve para a reflexão, razão primeira desse espaço. Com relação ao comportamento dos mais jovens, esse fenômeno NÃO é antigo. Digo esse de o jovem ficar em casa dos pais vivendo até os 30, 40, 50 anos de idade. Ab, José Rosa

  47. Nunca li um texto tão real, infelizmente é isso mesmo.
    E, qdo falamos…se vira!! Somos crucificados por eles e tornam-se filhos revoltados na maioria das vezes.

  48. Excelente texto, porém esqueceu de fazer referência a importância da religiosidade na vida dos jovens e de todos nós. Ter fé e esperança é imprescindível para tocar a vida pra frente.

  49. Excelente texto, adorei; a maioria cria seus filhos, educar dispende de muito trabalho! Temos que pensar no que queremos deixar para esse mundo!

  50. Parabéns para autora!!Essa análise que foi feita sob as gerações de pais e filhos é perfeita. Verdadeira batalhas são enfrentadas por famílias inteiras.Para fazer os filhos entenderem que chegou a vês deles entrar em ação .para conquistar seu espaço na sociedade.Gostei muito concordo com toda análise. Parabéns.

  51. Claro, compartilhando no face e na memória! Obrigada por isso!

  52. É mt bla,bla e poucas sao as açoes no que se refere nos enssinametos do cotidiano. Ou seja sem açoes.

  53. Cara Eliane

    Vc é terapeuta ?? Vc atende ??

    Teria interesse em marcar um primeiro contato !!

    Vc poderia me passar o seu contato por e-mail ?

    Barisofpar@gmail.com

  54. Tenho 27 anos, não casei, não tive filhos, moro com meus pais não exatamente por opção e às vezes me sinto frustrada pois em gerações passadas uma mulher da minha idade era um mulherão, gente famosa morreu e deixou um legado, já eram completamente adultos e independentes. Não fui mimada, não tive pais complacentes e liberais e muito menos tive tudo o que queria. Estudei outros idiomas a duras penas. Nunca ganhei mesada. Meus primeiros luxos passei a ter quando fui trabalhar (mesmo diante da resistência da minha mãe que dizia que eu era muito nova pra trabalhar). Tudo que faço em nome da minha independência como viajar só, tentar (re) aprender a dirigir, procurar emprego em outras cidades..enfrento uma dura resistência. Sinto um grande freio do qual não consigo me livrar pois meus pais é que são “mimados” e não querem aceitar que o papel deles já passou, que agora é a minha vez, não me criaram pro mundo, e sim pra benefício próprio. Falta esse “empurrãozinho” e o estímulo à autoconfiança que essa geração tem.

  55. Cara Jéssica,
    Obrigado por compartilhar conosco a sua experiência de vida.
    Espero sinceramente que consiga alcançar esse seu desejo de voo solo.
    Para minha geração isso era natural, havia sempre exceções que, nesse caso, só confirmavam a regra geral.
    Pelo que vi você já tem o mais importante: a vontade e a determinação, agora é só pular e…voar com suas próprias asas !
    Abraços,
    José Rosa.

  56. Sensacional e muito verdadeiro.

  57. Texto perfeito

  58. Texto excelente. Condizente com a realidade dos dias atuais. Um dos maiores ensinamentos que podemos dar a um filho é ensiná-lo que a vida não é fácil e que ele precisa aprender a enfrentar cada obstáculo que se colocar em seu caminho. Pois cada obstáculo vencido, é uma experiência, uma aprendizagem e uma vitória alcançada. E que nada cai do céu. É com luta.

  59. Gostei muito do texto… Extremamente lúcido e real… Vou compartilhar

  60. Muito boa a reflexão. É um alívio constatar que alguém compartilha comigo a percepção da realidade que nos rodeia.
    Sou um ser humano com poucos bens, não conheço o mar, não conheço o exterior, meus filhos cresceram sem viagens, com poucos brinquedos, poucas roupas, poucos tênis e por aí afora….
    Entretanto isso nunca me angustiou. Sempre tivemos comida de qualidade, nunca faltou dinheiro pro médico, pra escola e até pra uma terapia que eventualmente um filho precisou.
    Desta forma; é com imensa alegria que acolho o seu texto. Aleluia! Alguém pensa como eu.

  61. Muito integro e interessante,um assunto para ser refletido e explorado!!!!

  62. Não concordo plenamente com o que foi escrito. A felicidade é um direito sim. Só não é garantido. É conquistado. Qualquer pai ou mãe normais sempre quiseram dar o melhor para seus filhos. Não é privilégio de uma geração. Na verdade, a frustração vem muito mais de um mundo de valores invertidos, onde o malandrão se dá bem, do que pelo esforço dos pais em oferecer o melhor para seus filhos. A educação baseada no “sofre aí para aprender” é antiquada e preguiçosa.

  63. é a geração da poluição, da corrupção, do preconceito e da falta de respeito com a natureza e animais, querendo dar pitaco de moral. Seria comico se nao fosse tragico

  64. De fato, criamos nossos filhos para serem como águias, voar alto, educamos, ensinamos a voar e empurramos do ninho para que voem, realizem suas vidas,mas um pouco diferente das águias estaremos sempre prontos a ajudá-los no que for preciso!!!

  65. Deus que me livre! A frase é excludente e agressiva! Dizer para o filho: Te vire! Em que o filho pode contar com a mãe? Com dinheiro? Este tipo de educação joga os filhos num abismo!

  66. É por isso que grande parte dessa geração está desistindo do Brasil!
    Indo embora para países que consideram melhores, ao invés de lutar para melhorar a vida de todos. Uma pena.

  67. Excelente texto, atual e verdadeiro mas que é ausente em muitos desta getação e nas que estão sendo preparadas.
    Acredito que na educação, na formação de uma criança e adolescentes o “Não”é preciso ser usado com veemência dentro de casa.

  68. Excelente artigo com mestria sobre o tema. impressionante como a abordagem se encaixa na vida real para que sofre deste sintomas e tenta acertar em consolidar a educação de seus filhos uma vez que o quadro real aqui abordado define como sintomas de uma nova geração. parabéns

  69. Exatamente o que ocorreu comigo. Lendo pude ver claramente meus erros e, acima tudo, enxergar novas possibilidades de acertos. Grata por vc postar esse texto.

  70. Eliane: achei o texto excelente. Nos coloca a pensar. As vezes concordando, ora discordando. Mas é bom refletir sobre qual a medida certa, tanto de amor quanto de realidade. A realidade nos mostra que hoje mandar um filho a pé para a Escola e não o levar de carro (gesto simples), talvez resulte que ele acabe esfaqueado no caminho para a Escola. Penso que as gerações (pais para filhos) sempre criaram distanciamentos baseado no argumento de autoridade: “vocês não passaram as dificuldades que passamos”, “Nós lutamos (e sofremos) mais do que vocês” e assim por diante. Creio, apenas, que não podemos rotular. Apenas o tempo vai poder mostrar os avanços e retrocessos de cada geração. Enfim, ler é bom e buscar ensinar o melhor para aqueles que amamos é uma tarefa árdua e diária.

  71. […] um excelente artigo de Eliane Brum. Bem comprido, mas vale a pena ler. Até o título, ao tentar sintetizar o assunto, ficou bacana. […]

  72. O texto é um ótimo convite à reflexão, tenho duas filhas (2 e 10 anos) e em vários momentos nos encontramos em dificuldades de lidar com determinadas situações cotidianas. Sempre queremos o bem para nossa prole, mas nem sempre esse bem é o melhor para elas, essa definição de “bem” é muito relativo, muitas das vezes essa proteção traz inúmeros malefícios que estão implícitos nesse comportamento dos pais, ao invés dos benefícios inicialmente esperados que a criança leve para a vida adulta.
    https://blogliberdadepolitica.wordpress.com/

  73. Fantástico. Simplesmente fantástico.

  74. Muito bom o texto.

  75. Não discordo de nada do texto, mas, falemos um pouco da classe não *C* que além de nem saber muitas vezes o que é família, vêm matando e roubando cada vez mais, sentindo-se no direito de estar sempre certo, e aos que trabalham para dar tudo isto que o texto diz: fodam-se. É, realmente tudo muito triste, tenho dois filhos, e os crio com o pensamento de que eu não estarei aqui pra sempre, acredito que seria mais realidade do que apenas dizer: te vira meu filho. Preparemos-os, a vida está aí e a maldade existe.

  76. Ótimas colocações. Pena que o texto seja muito repetitivo…

  77. Excelente texto

  78. texto muito bom, lúcido ! todos os pais deveriam ler!!!

  79. Eliane Brum, PARABÉNS!!! Tive a impressão de estar ao seu lado “ditando” algumas partes de seu texto por que foi EXATAMENTE como meu Avô, minha Avó e meu Pai me ensinaram: “TE VIRA”… Desde cedo me ensinaram que “NADA CAI DO CÉU”, tem que MERECER fazendo sua parte!!! Um pouco de “SOFRIMENTO” torna Jovens bobos em Adultos responsáveis… Um grande abraço.

  80. Lição maravilhosa.Temos q ensinar os filhos desde peq o não p crescerem sabendo q a vida n é um mar de rosa.Tem os espinhos p amadurecer.

  81. Lindo texto, mas bem longo. Minha filha mais velha me passou pra eu ler pois estou passando por alguns perrengues com a filha mais jovem.

  82. Parabéns, obrigado pelo texto.

  83. Nossa maravilhoso o texto e muito real. Todos os pais deveriam ter o privilégio de ler. Parabens e vou compartilhar

  84. Adorei o texto muito bom.

  85. Apesar de generalista, visto que sempre há exceções quando se trata de comportamento humano, o texto reflete sim uma mudança de comportamento dos pais em relação aos filhos nos últimos 20 anos. Penso que isto é consequência natural de uma sociedade inspirada nos direitos humanos ressaltados pela Constituição de 1988 e, em especial, pelo advento do Estatuto da Criança e do Adolescente. Foi tão forte este movimento pelos direitos, inclusive da criança e do adolescente, que tal espírito ou sentimento ingressou no próprio seio familiar. Mas o excesso também traz consequências. Esquecemos dos deveres e, mais ainda, que há fatos e situações da natureza sobre as quais não temos controle ou pelo menos não encontramos ainda formas de cobtrole. Daí as frustrações. Só que aí a culpa não decorre somente dos pais, mas do próprio sistema de consumo, do Estado provedor, da mídia etc. Este sentimento de que nada pode dar errado ou sair do controle é algo que se nota até mesmo nos mais idosos. Penso que isto sim deve ser trabalhado desde a infância para que resulte num adulto com maior maturidade para enfrentar os desafios da vida. É o que tento transmitir a minha filha de 4 anos, a qual muitas vezes se frustra quando não consegue atingir algum objetivo ou exige uma atitude minha que não posso oferecer. Digo logo que nem sempre as coisas acontecem como imaginávamos, mas isto não quer dizer que seja bom ou ruim. E neste ponto concordo com a escritora de que o segredo da vida é ter coragem para enfrentar e lidar com as adversidades.

  86. Texto excelente!

  87. Perfeito! Vou levar comigo! Grata por compartilhar!

  88. Veja bem, optei por não ser mãe e todos me cobram por isso. Mas foi uma escolha consciente e sábia de minha parte. Não condeno quem o fez. Mas noto que o texto sintetizou em palavras os meus sentimentos.
    De forma simples e clara. TODO pai e TODA mãe deveria ler isso. Inclusive os meus.
    Obrigada!!!

  89. Como professora de ensino fundamental tenho testemunhado jovens frustrados e deprimidos. Tudo porque acham que tudo vem de bandeja e não precisam se esforçar para nada. Que artigo relevante!

  90. Bom! Viver é questionar para encontrar. Nunca concordo plenamente com textos subjetivos. Boa sorte a todos, apenas.

  91. verdade pura

  92. Ah, tá. Eliane Brum, que teve filho aos 15 e deixou no colo dos pais. Mó exemplo.

  93. Miuito bom..mas fico bastante desanimada quando leio ” nossa classe média” isso, ” nossa classe média” aquilo. Já me enjoei destes pensadores classistas. Eliana Brum é filhote de Marina Chauí? Sou classe média, meu marido é classe média e nos ralamos a valer, do tipo, acordar às 3h30 da manhã, passar roupa no fim de semana (coisas que a autora não deve fazer) para manter as contas pagas, a mesa com comida e agora tenho que ouvir que a classe média do país dela, que deve ser um país diferente do meu, é a culpada por uma geração de mimadinhos despreparodos. Confesso que neste parágrafo, fui me desinteressando e logo adiante, já não quis mais ler. Virem o disco, por favor. Vão ver o que a classe média faz pra valer e depois volto a ler esses pensadores da esquerda caviar. .

  94. Adorei o texto ! Muito bom precisamos realmente acordar pois hj está difícil educar. Parabéns!

  95. Parabéns, ….forte, verdadeiro….leu minha mente!

  96. Excelente texto! Sou professora de jovens e vi a história de muitos alunos meus neste texto …..identifiquei alguns preparados para suportar determinadas frustações da vida e outros muitos completamente despreparados pois acreditam que a felicidade é plena e ninguém tem o direito de atrapalhar!

  97. Fabuloso, perfeitamente real com a vida atual. Meus sinceros parabéns. Tenho certeza absoluta que irá beneficiar em muito pais, filhos e até avós, como eu.

  98. Exelente
    Tenho uma filha de 24 anos cometi todos os “erros” citados no texto e quase perdi a intimidade com a minha amada filha
    Há +/_ dois anos, com ajuda, resolvi mudar, impor limites por obrigações e deveres
    E como em um passe de mágica tudo melhorou, tenho uma pessoa adulta equilibrada esforçada que busca melhorar cada dia mais e nosso relacionamento está cada vez mais estreito, da trabalho, gera discussões mas vale muito a pena.

  99. Meu Deus…muito perfeito! Como fiquei emocionada …. texto muito melhor do que fazer análise para entender o que se passa com esses novos adultos. Obrigada um milhão de vezes pela ajuda!

  100. Adorei o texto eu como mãe achei verdadeiro e realista a única coisa q faltou mencionar são as educações diferentes que cada pai e mãe levam consigo para educar um filho, aí que fica complexo como passar a educação para os filhoses se cada uma teve uma educação diferente uns mais rígidas que aprendeu q para conquistar precisa esforço e outros mimados demais que ele tem o direto de ter tudo , nasceu para ser feliz e não consegue lidar com frustrações ou dor como um casal diferente de criação cria seus filhos?????

  101. Eliane Brum, essas palavras são as mais necessárias! Assino embaixo de cada uma! Gostaria, apenas, de acrescentar que tantos pais são, na verdade, filhos assim criados, e crêem-se merecedores, também eles… Aí, essa reflexão requererá um reinventar-se hercúleo… Mas vc disse tudo: enqto há vida, há tempo.

  102. Essas palavras são as mais necessárias! Assino embaixo de cada uma! Gostaria, apenas, de acrescentar que tantos pais são, na verdade, filhos assim criados, e crêem-se merecedores, também eles… Aí, essa reflexão requererá um reinventar-se hercúleo… Mas é isso, enqto há vida, há tempo.

  103. Muitas dessas mães vivem fazendo chantagem emocional com os filhos. Essa vida de ”reizinho e rainhazinha” tbm tem um preço muito alto para esses filhos.

  104. Ótimo texto, parabéns!
    Exprime exatamente a realidade da geração atual, infelizmente!

  105. Adorei e achei muito real. Tenho 66 anos e fui criada por um pai mais rígido e uma mãe intelectual. Na nossa casa, tínhamos mais liberdade do que na casa de muitos amigos, Porém era uma liberdade vigiada. Considero que meus pais nos prepararam para a vida. Nada veio para nós de mão beijada. Nós fomos à luta , com o apoio deles. Com minhas filhas, segui os mesmos passos, claro que adaptando aos novos rumos quem a vida vai tomando. Somos 4 irmãos que nos tornamos capazes de ir em busca de nossos anseios e minhas duas filhas , graças a Deus, conseguimos fazê-las ir em busca der suas realizações.

  106. O texto é completo. Genuíno. Em cada parágrafo desperta novas reflexões e convida-nos a rever conceitos e atitudes . Coloca-nos em fluxo com a vida e como o viver . Brilhante e delicioso . Gratidão a sua inspiração, percepção e talento para compartilhar sua sensibilidade em texto .

  107. Muito bom

  108. Maravilhoso texto!!!!!

  109. Excelente texto. Curiosamente, hoje vivendo na América, contato o quanto distante estamos de uma sociedade evoluída. Estudando aqui eu recebo a notícia de que dirigir não é um direito mas sim um privilégio que o Estado concede… pode ser por aí…

  110. Nossa!!!!!! Q estupendo!!!! Q texto extraordinariamente oportuno!!!! Maravilhoso. Vejo sobrinhos, alunos, filhos de amigas com essa apatia culposa e sinto vontade de dar-lhes tapa nas caras. Esse texto me poupou. Rsrsrsrs.

  111. Este post é realmente o retrato fiel de uma geração, muito perturbador e pertinente. Mas tudo o que foi dito me leva a pensar em um outro universo familiar que tem formado jovens sem perspectiva: o que está inserido em camadas menos favorecidas economicamente. O que se vê são jovens que não sabem seus deveres, são focados nos direitos. E já que seus pais são por vezes ausentes, vêem os filhos quando chegam do trabalho, exaustos, delegam suas tarefas a terceiros (familiares, em especial, os avós e/ou escolas de tempo integral), transferindo para outros a responsabilidade do processo de formação interior dessas crianças. Haveria uma proposta de solução para situação tão delicada?

  112. Cara Roseli, agradeço sua contribuição para essa importante discussão. Não tenho a resposta para a sua pergunta, infelizmente. Mas sempre desconfio que passa por Educação. Abs, José Rosa.

  113. Concordo plenamente com tudo que foi dito. Os pais tem que preparar os filhos para um mundo feliz, no entanto, eles têm que estar preparados para os desafios que este próprio mundo oferece. É óbvio que na vida de todos nós há encantos e desencantos, flores perfumadas e há espinhos que nos sangram. Portanto, os pais sábios deverão preparar os seus filhos para um mundo real e não fictício.

  114. Adorei o texto, me identifiquei. É difícil ser pai e mãe hoje em dia mas minha filha faz terapia desde os 12 anos para justamente se fortalecer emocionalmente e os país também para aprenderem a dizer não. Porque é preciso para o bem do filho e no meu caso único e do nosso também.

  115. Não concordo, para mim os novos estão melhorando o mundo.

  116. […] Fonte: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”‏ […]

  117. Acho o texto uma simplificacao corriqueira de teoría psi lacaniana. Muito ultrapasado o asunto… Essa mulher escreve desde uma visao “patriarcado” que ja foi. Um texto melancólico, velho, sem realidade: pessoa nenhuma desconhece as limitacoes da vida. Ridículo

  118. Prezada Nala, apesar de não concordar com o seu comentário fiz questão de publicá-lo. Dizer que “pessoa nenhuma desconhece as limitações da vida” é que é para mim uma simplificação. Abs.

  119. Concordo plenamente com o seu texto e foi assim que eduquei meu filho primogênito hojé já adulto e continuo a mostrar pra minha caçula ainda adolescente, que a vida é difícil que todo dia temos que conquistar aquilo que queremos, mas que nem sempre conseguimos que temos que enfrentar decepção, escolhas erradas, e que tudo é sempre conseguido com muita luta e persistência pois o que vem muito fácil perde logo p seu valor.

  120. A vida é dificil de ser vivida e mais ainda é mante-la num único patamar de estabilidade que nós tentamos criar e demonstrar ao longo da vida à nossa família. A vida é longa e por consequência difícil de ser vivida sem persistência.

  121. Adorei o texto da Eliane Brum concordo plenamente nas belas palavras proferidas.
    E me vejo no texto.Porque a minha mãe (pãe) me mostrou o pior lado da vida antes mesmo dela começar verdadeiramente para mim.Todos os exemplos ruins a minha própria família teve e ela me dizia veja os exemplos e não os siga senão ficarás na lama…..assim eu internalizei e corri atrás fiz minha faculdade sem ajuda porque ela não tinha condições….. e os demais parentes me diziam a minha vida também não foi fácil….foi ótimo para mim porque eu descobrir que temos a capacidade de conseguir tudo com nossos esforços e mostrar a nós mesmos que tudo acontece porque corremos atrás para mim não tem preço e me considero muito feliz. Sou mãe de uma filha de 4 anos e um simples calçar os sapatos eu já mostro a ela que precisa se virar……

  122. Excelente texto…

  123. Fantástico!!!!..todos os pais deveriam ler…
    Obrigada

  124. Excelente texto, meus parabéns falou e disse…

  125. Elaine Brum, parabéns pelo texto, simplesmente maravilhoso, nós pais queremos sempre ser super protetores, dar tudo e fazer tudo para que os filhos não passem as mesmas necessidade e dificuldades que passamos, sempre queremos superar nossos pais, ou seja, queremos dar aos nossos filhos mais que recebemos dos nossos pais.

  126. Nunca li algo tão verdadeiro!!! 👏👏👏👏

  127. Simplesmente perfeito !!! Excelente abordagem sobre um tema muitas vezes polemico. Conforme dito aqui nos comentarios tambem vou copiar “descaradamente”

  128. Texto corretíssimo, condizente com a nossa realidade.
    Mas acredito de muitos de nós agimos muito mais por medo do que por descuido, são tantos chamados para áreas tão perigosas que nós sabemos que existem, que acabamos por protegê-los mais do que o necessário .Precisamos correr contra o tempo para recuperarmos o tempo.

  129. Ótimo texto, só discordo que as novas gerações são preparadas para usar ferramentas tecnológicas, todo mundo sabe usar Facebook, twitter e whatsapp , que são ferramentas boas, mas ao mesmo tempo podem ser inúteis e grandes tomadoras de tempo. É fácil você pegar alguém na fila de uma lotérica para pagar um boleto com um celular de milhares de reais nas mãos batendo papo ou postando figurinhas enquanto aguarda, o sujeito é incapaz até de usar um aplicativo bancário no celular. Difícil achar um jovem que saiba usar uma planilha avançada ou ferramentas mais aprimoradas do Word por exemplo. A tecnologia que falam que essa geração DOMINA me desculpe, mas até um cachorro consegue usar.

  130. Caro Vager, obrigado pelo seu comentário. A comparação canina é forte, mas é válida ! Abs. José Rosa.

  131. Muito verdadeiro!
    Tornar a infância e a juventude mais feliz sem contratempos gerou uma consequência traumática para nossos adultos éticos e honestos.

  132. Excelente! Uso muito essa frase com meus filhos, as vezes me acho muito dura com eles. Tambem falo muito sobre merecimento e que cada um colhe o que planta. Estarei sempre por perto, mas as escolhas são suas.
    Adorei e compartilhei!

  133. Desculpa mas esta teoria já está batida, assim como dizer que as famílias passam para a escola o que deveriam fazer em casa. Existem sim estes jovens estas famílias mas não são todas assim. Vejo jovens de classe C exigindo e ganhando dos pais tanto quanto os de classes mais abastadas. Filhos que levam os pais a se individarem para possuir objetos que os deixem mais próximos dos filhos de seus patrões. Também vejo famílias que são abertas, pais que dialogam, que não dão tudo e desligam a televisão para conversar porém seus filhos também apresentam tais atitudes, de que seus pais e o mundo estão sempre em dívida com eles. Vejo famílias que se recusam a dar os remédios tão solicitados pelas escolas para que seus filhos se encaixem nos padrões de que os professores tanto necessitam em sala de aula. Vejo famílias que trocam seus filhos de escola tentando encontrar alguma que realmente tenha modificado seus métodos de ensino para atender a estas crianças que nasceram em um mundo tão diferente do nosso. Penso que esta geração é a primeira que cresceu tendo o mundo aos seus pés através das novas tecnologias. É uma geração ainda a ser estudada, pois nenhuma passada se compara a estes jovens que sabem de tudo um pouco, que fazem mil tarefas ao mesmo tempo, que estudaram na escola que o descobrimento do Brasil não foi tão glamoroso quanto o que foi ensinado aos seus pais, que a igreja católica não era tão Santa assim e que muitos padres são pedófilos, que a política é somente um meio de enriquecimento em nosso país e que ninguém consegue mudar isto que já está entranhado em nosso congresso. É muito fácil se apropriar desta teoria e levantar esta bandeira deixando pais desesperadamente culpados por acharem que não souberam criar seus filhos. Por favor não generalizem. Não somos todos assim e estamos cansados destas críticas feitas por teóricos de trabalhos e pesquisas acadêmicas. Só quem tem filhos e se preocupa em educá-los é capaz de compreender a real situação em que nos encontramos. Está muito difícil mesmo, mas talvez somente no futuro poderemos tirar as verdadeiras conclusões.

  134. Prezada Ana, agradeço seus comentários que engrandecem esse espaço. Abs, José Rosa.

  135. Texto muito bom porém não entendi porque a autora diz “Nossa classe média parece desprezar o esforço.” Eu sou da classe média (ou seja, temos alguma coisa conseguida por trabalho conseguido com muito estudo e esforço), mas tive oportunidade de conviver com pessoas abastadas (que herdaram muito) e encontrei os filhos muito mais “despreparados” e esperando muito mais dos outros do que, por exemplo, os filhos de meu círculo de amizades. Por que ela acha que os ricos não desprezam o esforço (deve achar, se não fosse assim, por que colocar só “classe média”?). Não entendi.

  136. Adorei. Não sou educadora mas, certamente, fui uma deseducadora, e é duro reconhecer. O difícil foi e continua sendo dizer ” te vira meu filho”.

  137. Meu filho Fabrício tem uma visão espetacular sobre fatos. Embora tenhamos vivido distantes desde seus 11 anos, e o tenha apresentado ao te vira meu filho, não sei como ele se virou, sem âncora, de pai e mãe…saber que vive feliz, centrado e, focando numa realidade ora diferente dos seus irmãos, só comprova quixotesca opção da felicidade a qualquer custo

  138. Excelente texto. Concordo totalmente! Vou compartilhar.

  139. Flavia, fico grato pela visita e pelo comentário. Mas como pode constatar pelas opiniões dos demais leitores que por aqui passaram, o texto não é consenso. O tema é delicado. Daí as dezenas de comentários recebidos até agora. Abs.

  140. Achei fantastica a descrição deste post, te vira meu filho!! Porém eu estou aqui!!

  141. Texto simplesmente espetacular ! Fiquei emocionado e ao mesmo tempo bastante orgulhoso por ter um filho único o qual assumiu a narrativa de sua própria vida, indo em busca de seu lugar neste mundo , independentemente de sua condição social familiar . Nunca pediu nada ! Absolutamente nada além do trivial !!! Foi em busca de seu desenvolvimento pessoal , profissional , familiar e , hoje é um homem de 30 anos de idade totalmente independente , pai de família que vive fora do Brasil .
    Um beijo no coração deste meu filho querido e amado .

  142. Caro Paulo, agradeço o compartilhamento de sua história de vida com seu filho. Um bom filho normalmente é fruto de um bom pai e uma boa mãe. Abs.

  143. Nossa ! Me encontre totalmente. Como é dificil e ao mesmo tempo reconfortante ouvir verdades sobre nossos erros. Realmente choramingar ou culpar alguém de nada adiantará, mas em mim, aquele mal estar por mandar se virar que o problema é teu, percebi que teria sido muito melhor se eu tivesse dito antes.

  144. Excelente artigo, vale a reflexão…
    Infelizmente é a realidade nos dias de hoje, vejo o tempo todo isso com pais e filhos do meu convívio, tento não cometer estes erros mas é complicado com o ambiente ao redor dizendo o contrário…
    Parabéns pelo texto
    Abraços

  145. Espetacular esse texto.

  146. Excelente reflexão! Ao lê-lo, fiquei em conflito comigo mesma. São tantos conceitos e valores que temos que avaliar para não “pecarmos” com nossos filhos… De uma forma positiva, o texto me chocou, pois ainda não havia refletido por esse ângulo, de que o mundo é diferente da nossa casa. Ficou então, uma questão pra mim, será se estamos errando como pais e educadores que somos, querer sempre o melhor para eles ou proporcionar o que jamais poderíamos usufruir quando criança? Obrigada por nos presentear com uma reflexão tão profunda como esta. Abraço!

  147. Cara Bárbara, agradeço seu comentário que nos faz também refletir. Sobre o que você colocou (querer sempre o melhor para eles). O que é o melhor ? Essa é a questão. Que para mim só pode ser pelo menos refletida com as experiências do passado. Eu já não tenho mais meus pais aqui nesse planeta (pelo menos na forma que os conheci, porque os átomos sabemos todos que estão por aqui, ou ali). Mas sinceramente eu tenho MUITO a agradecer aos dois, até hoje e enquanto eu também estiver por aqui nessa forma de ‘sapiens’, muito mais os castigos, os ‘nãos’, os puxões de orelha, as orientações, a firmeza, os limites e tantas outras coisas nesse sentido que os “sims’, as coisas materiais que me deram e por ai vai. Forte abraço, José Rosa.

  148. Obrigada pele retorno. Estou encantada com seu lindo trabalho! Claramente sentimos o zelo, o apreço e humanidade no trato com os leitores! Aqui deixo os meus sinceros parabéns… Mãe da Júlia e Amanda!

  149. Valeu Bárbara. Isso aqui é uma obra coletiva. Fico grato pelas suas palavras ! Abs, José Rosa.

  150. Adorei o texto ……tenho dois filhos e procuro passar pra eles segurança , autoconfiança e principalmente valores morais e éticos ! acho que tem uma frase do Dalai Lama se não me engano que diz” a melhor mãe é aquela que com o tempo se torna desnecessária” ……precisamos preparar nossos filhos pra vida , pra andar com as próprias pernas e serem felizes cada um à sua maneira e sempre dar muito amor , acima de tudo!!!!

  151. Agradeço seu comentário e a lembrança da frase do Dalai Lama. Abs.

  152. Perfeito….vou ler para meus pequenos!

  153. Olá, toda vez que leio publicações que julgam as gerações mais jovens classificando-as como “mimadas” e responsabilizando os pais pelo fato destes jovens não saberem lidar com fracassos e frustrações não tenho como não pensar no preconceito do julgador.
    Para mim, os filhos de hoje são os que mais têm de lidar com estas situações tão difíceis.
    São crianças e adolescentes confinados, que perderam a liberdade de ir e vir por questão de segurança, bombardeados pelas propagandas de consumo e ícones que esbanjam dinheiro, beleza física e sucesso profissional, itens que dificilmente serão alcançados por simples mortais.
    Olhando para a minha geração ( tenho 61 anos) e para as gerações anteriores à minha, constato que o resultado não é exemplar.
    Basta olhar para toda corrupção em que está mergulhado o país e a ganância desenfreada por dinheiro e poder que assola o mundo inteiro.
    Ao contrário de muitas pessoas, olho com otimismo para as gerações mais novas.
    Muitos jovens não se preocupam mais em ganhar dinheiro para construir um mega patrimônio, não desejem mais estabilidade e querem um trabalho que faça sentido e diferença no mundo.
    Encontramos jovens engajados em trabalhos sociais e sonhando com suas “startups” voltadas para sustentabilidade ou otimização de serviços.
    A educação das escolas e pais baseia-se nas exigências culturais.
    O capitalismo, o neoliberalismo e a meritocracia criam nos indivíduos de qualquer idade o individualismo, a necessidade constante de se provar que se é o melhor e a fantasia de que frustração e fracasso são atributos de perdedores.
    Na minha opinião são estas crenças que precisam perder a força.
    Todos nós, e não só nuitos jovens, precisamos de novos valores e códigos de ética!

  154. Cara Giselda, excelente esse seu comentário, com o qual concordo plenamente. Sou seu contemporâneo, 58 anos. Convivi diariamente com jovens estudantes (e outros não tão jovens assim – supletivo e EJA) durante dezesseis anos de minha vida, atuando como Professor de ensino de 1 e 2º graus em escola pública do DF. Tenho esperança nos jovens de hoje, assim como você. Abraço. José Rosa.

  155. Bla Bla bla!

    Fato é que há ai uma Geração de Usurpadores que colocaram seus filhos no mundo para experimentar o mais puro inferno.

    Pessoas fúteis engajadas em Esquemas que não servem de Exemplo para a próxima Geração seguir.

    Malditos sejam os que não Comem do Suor do próprio Rosto e ainda assim se reproduzem, condenando ao Próximo o Inferno que merecia.

  156. Apenas para esclarecer, não concordo com uma palavra do que foi colocado no comentário acima por Lucas Lopes, porém me apego a Voltaire para publicá-lo:

    “Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o ultimo instante seu direito de dizê-la.”
    ― Voltaire

  157. […] “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”‏ — ZÉducand… […]


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