A Fé e os Direitos Humanos

27/12/2016 às 3:05 | Publicado em Baú de livros, Zuniversitas | 1 Comentário
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Mesmo sem ainda ter lido, recomendo fortemente este livro do Professor João Baptista Herkenhoff ! A seguir um resumo enviado gentilmente para mim por email.


 

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Título do livro: A Fé e os Direitos Humanos

Editora: Porto de Ideias Editora, São Paulo

Autor: João Baptista Herkenhoff

Número de páginas: 80. Preço: R$ 25,00.

Telefone da Editora: 11. 3884-3814

Telefone do autor: 27. 3389-5661

Email do autor: jbpherkenhoff@gmail.com

Homepage da editora: www.portodeideias.com.br

Homepage do autor: www.palestrantededireito.com.br

Resumo do livro:

Os Direitos Humanos e os Valores Humanistas estão presentes nas mais diversas tradições religiosas e filosóficas da Humanidade. Eles não são monopólio do Ocidente ou propriedade cristã. As maiores religiões e sistemas filosóficos afinam, nos seus grandes postulados, com as ideias centrais que caracterizam este conjunto de princípios que denominamos “Direitos Humanos”.

A Fé é um sentimento de total crença em algo ou em alguém, independente de evidência que comprove a veracidade daquilo em que se crê. Há uma permanente contradição dialética entre Fé e Dúvida, a dúvida questionando a Fé e, em sentido contrário, a Fé apaziguando e aquietando a dúvida.

Cada povo tem de ser respeitado na escolha de seu destino e de suas estratégias de viver. O Ocidente repetirá hoje os  mesmos erros do passado se insistir na existência de um modelo único para a expressão e a proteção dos Direitos Humanos.

Durante muito tempo, a Igreja Católica, que é a igreja cristã majoritária no Brasil, esteve de costas, não só diante dos direitos humanos, mas diante da própria modernidade. De certa forma, na prática, unindo-se aos poderosos, construindo capelas em fazendas onde os trabalhadores eram explorados, celebrando casamentos pomposos em capelas privadas de famílias ricas e divorciadas do sentimento de Justiça Social, a Igreja abençoava o sistema opressor.

As mudanças começaram a ocorrer com a Ação Católica, principalmente com a JUC, e depois com as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). O engajamento de setores de vanguarda da Igreja com a libertação dos oprimidos foi veemente. Por isso implicou na perseguição a vários bispos e no aprisionamento de padres. Cite-se, como expressivo exemplo, Frei Betto, frade dominicano, autor do livro Cartas da Prisão. Nos mais diversos setores da sociedade, nos mais diversos ofícios e profissões, uma etiqueta condenatória marcava os divergentes: subversivo, comunista, conspirador, destruidor da família.

Como disse o Papa Francisco:

“Os direitos humanos são violados não só pelo terrorismo, a repressão, os assassinatos, mas também pela existência de extrema pobreza e estruturas econômicas injustas, que originam as grandes desigualdades.”

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