Neruda

06/08/2017 às 18:26 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
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Para fechar esse domingo, Pablo Neruda:

“É proibido chorar sem aprender,

levantar-se sem saber o que fazer e

ter medo de suas lembranças “

Pablo Neruda  pablo-neruda

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Turbantes

06/08/2017 às 11:45 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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Como vi recentemente esse filme, pude compreender a crítica de Veríssimo em sua crônica de hoje reproduzida aqui e agora. Ingleses são assim, mas o filme é bom. Recomendo. Sobre a “epifania congressual” da semana passada ? Ultrajante !

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TURBANTES  verissimo_sax_thumb

Um articulista do “New York Times” gostou do “Dunkirk” como todo mundo, mas estranhou a ausência de soldados das colônias britânicas entre os evacuados retratados no filme. Mais de dois milhões de convocados ou voluntários da Índia e de outras partes do Império Britânico lutaram lado a lado com os aliados na Segunda Guerra Mundial, e muitos estavam entre os sitiados em Dunquerque, mas no filme não se vê um turbante. “Dunkirk” reforça a ideia da Inglaterra como a pequena ilha de bravos resistindo sozinha ao fascismo que dominava a Europa. A resistência inglesa foi mesmo heroica, mas não foi solitária. Milhares de africanos e asiáticos morreram na guerra defendendo um império que os oprimia e, em muitos casos, reprimia movimentos de libertação em suas terras. O autor do artigo opina que o filme exalta o que chama de espírito de Brexit, a convicção de um excepcionalismo inglês que dispensa o resto do mundo. Mas não deixa de ser espetacular.

ULTRAJE

A afirmação de que cada povo tem o Congresso que merece é ultrajante. Eu, se fosse o povo brasileiro, processava.

EPIFANIA

Entre os congressistas que votaram sim, o Temer continua, ou não, o Temer vai pra casa, havia de tudo, entre convictos e comprados. E uma categoria difícil de identificar, a dos que, quando chegou a hora de votar, pensaram na eternidade. Até chegarem ao microfone estavam cheios de razões para ser pró-Temer. Afinal, a economia está melhorando, o Janot extrapolou, o dinheiro da mala podia ser de qualquer um, voto Temer com consciência. Mas na hora de votar, nosso hipotético deputado teve uma visão. Como uma epifania na estrada para Damasco: um filho, ou talvez sua mãe, segurando um maço de papel manuscrito e gritando: “Sua biografia! Pense na sua biografia!” Sim, seu voto perduraria pela eternidade, até as estrelas se apagarem. Era preciso pensar na sua biografia. E ele votou “Não!” Só não se sabe quantos fizeram o mesmo.

(Luis Fernando Veríssimo)

FONTE: Principais jornais do país, hoje.

NO DIA EM QUE O MORRO DESCER E NÃO FOR CARNAVAL

06/08/2017 às 3:24 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Domingo, dia de música.


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