ECOS DA COPA 2: BRASIL É HEXA, por Jaguar

22/07/2018 às 11:05 | Publicado em Artigos e textos | 3 Comentários
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Excelente essa crônica de Jaguar, confiram !

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BRASIL É HEXA

Rio de Janeiro – Falamos tanto em Hexa que chegamos lá: terminamos a Copa em sexto lugar. Fomos hexacolocados. Obrigado, CBF, obrigado, reverendo Tite. Um bilhão e duzentos milhões de telespectadores – praticamente a metade da população do planeta – acompanharam a Copa 2018. Numa hipótese absurda (não no sentido que os locutores esportivos deram à palavra – “Messi fez um drible absurdo”, ou seja, magistral), extraterrestres, que monitorariam a Terra, também teriam acompanhado a Copa. Ora, dirão, se extraterrestres existem, por que não fizeram contatos imediatos de nenhum grau? Pelo mesmo motivo que nós, humanos, não temos interesse em contatar lesmas ou qualquer espécie de criaturas que nos provoquem asco. A paixão que temos pelo futebol, por exemplo, deve ser um enigma absoluto para esse pessoal de fora do planeta. Nisso os ETs se parecem com minha avó, que não compreendia como seres adultos e com cérebro pudessem ficar horas “correndo atrás de uma bola”. E também a incomodava o jargão dos locutores: “A bola estufa o véu da noiva”, que deveria achar escandalosa. Dito isso, o leitor deve estar pensando que detesto futebol. Ledo Ivo engano. Muito pelo contrário. Sou fissurado. Não desgrudei da TV durante as 64 partidas. Vi todos os jogos, do começo ao fim: 90 minutos de cada jogo, mais comentários (em geral galvãobuenamente redundantes). Soturnos hinos nacionais, prorrogações, disputas de pênaltis, interrupções, etc e tal. Não perdi um minuto do homérico espetáculo. Nem quando me levantava para fazer pipi. Do banheiro via a tela pela porta aberta. Como disse no sábado passado,centenas de câmeras em todos os cantos dos estádios deram a esta Copa uma dimensão épica nunca vista. Nenhum detalhe foi perdido e nem será esquecido.Closedos colossos dos estádios – Messi, Marcelo, Harry Kane, Cristiano Ronaldo, Kroos, Suarez, desabados depois das derrotas. Panorâmicas impressionantes das torcidas, com direito a closes patéticos. Técnicos tendo chiliques (o tombo do Tite!), porradas, joelhadas, carrinhos homicidas com chuteiras de metal em riste para rasgar e quebrar pernas, cotoveladas na cara, tesouras voadoras. E também gestos de grandeza, como o de Cristiano Ronaldo ajudando o adversário Cavanni, contundido, a sair do campo. E cenas de puro humor: o jogador nigeriano que, irritado por ter falhado, pegou a bola e chutou com violência. A bola bateu na trave, ricocheteou e acertou na sua cara, quase foi a nocaute. E o goleiro (esqueci o nome) que tentou fazer uma presepada; o croata Mtzunic aproveitou a bobeada e fez gol. Vai passar o resto da vida tendo pesadelos com a cena. Também nunca esquecerei a história patética do centroavante titular da seleção francesa, Olivier Giroud. Passou a Copa inteira tentando fazer gol, na final foram 14 chutes e cabeçadas, errou todas. Mesmo assim foi campeão mundial. Passará à história como o centroavante Belo Antônio, que não estufou uma vez sequer o véu da noiva.

(Jaguar)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 21.07.2018

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ECOS DA COPA 1: As 32 bebidas típicas de cada um dos países da Copa do Mundo 2018

22/07/2018 às 3:15 | Publicado em Artigos e textos | 1 Comentário
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Domingo, dia de futebol, lembrando a Copa. E Copa rima com festa e bebida. Segue artigo interessante que me foi enviado via email por um grande amigo apreciador. Mas logo de cara faço duas críticas ao que foi colocado nos dois primeiros países. Num país frio como a Ríussia, a vodka deve ser liberada em qualquer lugar, em qualquer hora, em qualquer evento ! E para quem aprecia uma boa cachaça, falar em caipirinha só mesmo não sendo conhecedor, uma boa cachaça se bebe rezando como se diz por aqui !


As 32 bebidas típicas de cada um dos países da Copa do Mundo 2018

Do Akvavit ao Whisky: descubra qual é a bebida mais popular em cada um dos 32 países da Copa do Mundo 2018

Em menos de um mês, milhões – na realidade, bilhões! – de pessoas voltarão seus olhos para a longínqua Rússia. O motivo? A Copa do Mundo de Futebol, que começa dia 13 de junho, na qual 32 países disputarão a famigerada taça de campeão. Quem já vivenciou o evento sabe muito bem como é o clima: muita torcida e festa.

Para tornar os jogos ainda mais divertidos, que tal mergulhar no universo das bebidasmais populares dos países que estão participando? Algumas são bem óbvias, como a cachaça brasileira e a vodka russa, já outras são quase desconhecidas, como o Akvavit dinamarquês e o Jenever belga.

Começando pelo anfitrião do torneio, dê uma volta ao mundo conosco e descubra quais são as bebidas e drinks típicos dos 32 países participantes da Copa do Mundo 2018.

Rússia – Vodka (35-40% ABV)

A cerveja foi liberada nos estádios, mas a vodka não. Assim, quem estiver no país de Putin terá que tomar a bebida apenas em bares, restaurantes ou em casa – o que não é uma ideia ruim, já que o drink é para lá de forte e tem o poder de derrubar qualquer um.

Brasil – Cachaça (38-48% ABV)

Claro que a cerveja é uma companheira constante em jogos no Brasil, mas em dia de jogo a melhor pedida é saborear uma deliciosa Caipirinha para acompanhar a partida na TV. Quer aprender como fazer este drink clássico à perfeição? Clique aqui para uma receita de Caipirinha de limão com cachaça nota 10.

México – Tequila (31-55% ABV)

A bebida mais famosa mexicana é a tequila, mas o drink mais amado no país é a Paloma. Feito com tequila, refrigerante de toranja (aqui, pode ser substituído por laranja) e rodelas de limão, o coquetel leva uma pitada de sal nas bordas do copo e é perfeito para fins de tarde ensolarados.

Japão – Saquê (18-20% ABV)

Talvez você nunca tenha experimentado, mas provavelmente já ouviu falar do saquê. A bebida fermentada com arroz japonesa já ganhou várias versões (inclusive a brasileiríssima Saquerinha).

Argentina – Vinho Malbec (13-15% ABV)

Nada mais argentino do que um vinho Malbec. Os “hermanos” podem não ser tão bons quanto os brasileiros no futebol (Pelé maior do que Maradona!), mas temos que admitir que quando o assunto é Malbec, os argentinos são profissionais.

Inglaterra – Gin (37-40% ABV)

O gin é a bebida da terra dos Beatles e geralmente bebido em forma de coquetel – quem nunca ouviu falar do Gin Tônica? Há várias versões desse drink, das mais tradicionais com pepino e limão siciliano até às mais originais com chá e pimenta.

França – Pastis (40-45% ABV)

Se você curte anis, encontrou sua bebida favorita. O pastis pode não ser tão conhecido quanto o espumante, mas é um dos drinks franceses mais famosos. Com uma graduação alcoólica elevada, este licor deve ser tomado sem pressa – parada fácil para quem vai assistir a uma partida de 90 minutos.

Alemanha – Cerveja (3-10% ABV)

Não tem muito o que inventar aqui: a bebida mais consumida e popular da Alemanha é mesmo a cerveja. A única coisa que você precisa se preocupar é o tipo da cerveja que gosta, seja ela uma Lager ou uma Pale Ale.

Austrália – Vinho tinto (11-14% ABV)

É difícil dizer o que os australianos mais gostam, se é de cerveja ou de vinho tinto. Mas como a Alemanha já levou a cerveja, ficamos com o vinho. Assim, a dica é tomar um vinho tinto se estiver mais frio (o que é provável já que a Copa será durante o inverno brasileiro) ou uma cerveja se o dia estiver ensolarado – é você quem decide, combinado?

Peru – Pisco (38-48% ABV)

O Pisco é feito a partir do suco de uva e seu sabor parece com o do conhaque. O coquetel mais famoso que leva a bebida é o Pisco Sour, um drink amado por muitos e também odiado por outros, pois leva ovo entre seus ingredientes.

Colômbia – Aguardiente (24-29% ABV)

O nome já denuncia. A aguardiente colombiana tem um sabor bem parecido com o da cachaça brasileira e também é usado para fazer diversos drinks tropicais, como a nossa tradicional receita de Caipirinha.

Uruguai – Grappamiel (20-25% ABV)

Se você procura uma bebida doce, mas forte, o Grappamiel uruguaio é uma ótima pedida. Seus componentes se resumem a grappa (um vinho mais ácido) e mel.

Suíça – Pflümli Schnapps (37-40% ABV)

Tipo de licor feito a partir da destilação de ameixas, o Pflümli Schnapps tem um sabor doce e forte. Geralmente, a bebida (quando não é feita de frutas) tem sabor similar ao da aguardente.

Senegal – Vinho de Palma (8-15% ABV)

Como o nome sugere, o vinho de palma é feito a partir da extração do suco da palmeira. A bebida é consumida em vários tipos de cerimônias, como funerais e casamentos. Assim, não é má ideia adicionar a bebida no cardápio da Copa do Mundo, certo?

Coreia do Sul – Soju (20% ABV)

O Soju é uma bebida transparente feita a partir de arroz ou trigo. Como a vodka, o Soju é bebido em shots, mas isso não quer dizer que é para você beber tudo de uma vez. Vá com calma. É melhor apreciar aos poucos, já que algumas versões da bebida são aromatizadas.

Bélgica – Jenever (35-38% ABV)

Muito comum nas festas belgas e holandesas, o Jenever é o irmão mais velho do gin. Ele deve ser consumido devagar, como se você estivesse saboreando um whisky. Além dessa bebida, a Bélgica também é muito conhecida por suas cervejas, então se você não estiver a fim de tomar um destilado, pode tomar aquela “gelada”.

Croácia – Rakija (40-65% ABV)

Bebida tradicional da Croácia e da Sérvia, a Rakija é uma destilada a partir de qualquer fruta, sendo a mais popular a ameixa. Como um bom whisky ou conhaque, a Rakija deve ser apreciada aos poucos e promete esquentar até o jogo mais chato da Copa.

Dinamarca – Akvavit (42-45% ABV)

Com um sabor bem distinto, o Akvavit tem como principais componentes especiarias e ervas, sendo que seu principal ingrediente deve ser cominho ou endro.

Islândia – Brennivín (37-40% ABV)

Como o Akvavit, o Brennivín é um tipo de destilado feito a partir de especiarias e ervas. No entanto, a bebida da Islândia tem sabor dominante de cominho, lembrando um pouco anis ou alcaçuz.

Polônia – Nalewka (40-45% ABV)

Tudo bem, os poloneses gostam de uma vodka. Porém, isso não quer dizer que eles não podem tomar algo mais saboroso, como a Nalewka. A bebida leva vodka e muitas especiarias – a realidade, é que ela é um licor.

Portugal – Vinho do Porto (19-20% ABV)

Não tem como errar. O vinho do Porto é a bebida mais famosa entre os estrangeiros e os cidadãos portugueses. Além de gostoso, o drink é perfeito para um dia mais frio – o que dá para harmonizar com queijos e sopas.

Sérvia – Slivovitz (50-70% ABV)

Slivovitz é uma bebida muito comum na Europa Oriental. Feita a partir de vodka e ameixas, ela é bem saborosa e fácil de fazer em casa (mas é melhor se apressar, pois leva pelo menos 60 dias para ficar pronta).

Espanha – Sangria (4-11% ABV)

Nada mais festivo e refrescante do que uma bela sangria, certo? Feita basicamente com vinho tinto, frutas e água, a bebida tradicional espanhola é perfeita para quem for chamar vários amigos para assistir às partidas em casa.

Suécia – Brännvin (30-38% ABV)

Brännvin poderia ser traduzida como uma versão mais leve da vodka, pois a bebida é feita a partir da destilação de batata e cereais.

Costa Rica – Guaro (30-35% ABV)

Já o Guaro é um tipo de cachaça, visto que é feito a partir de cana de açúcar. Como no Brasil, na Costa Rica também existe um coquetel com Guaro que leva açúcar, limão e gelo. Bastante semelhante à nossa receita de Caipirinha.

Panamá – Seco Herrerano (30-35% ABV)

Assim como o Guaro e a cachaça, o Seco Herrerano também tem como principal componente a cana de açúcar. Um dos drinks mais famosos feitos com essa bebida é o Chichita Panamá, que leva suco de toranja e de abacaxi.

Tunísia – Boukha (36-40% ABV)

Refrescante e doce, o Boukha é um conhaque destilado a partir do figo e pode ser tomado como aperitivo. Quando a bebida é misturada com limão e gelo, ela se torna um coquetel digno de fazer parte de qualquer festa.

Nigéria – Burukutu (3-6%)

Feita a partir de dois tipos de milho, o Burukutu é uma bebida muito consumida no norte da Nigéria. Apesar de não ser a bebida alcoólica mais tradicional no país, ela é muito mais segura do que o Ogogoro, um drink com graduação alcoólica entre 30%-60%.

Marrocos – Whisky Berbere

O nome engana, mas o Whisky Berbere não tem nada de alcoólico. A bebida tem como principal ingrediente a hortelã e é extremamente comum em momentos sociais no Marrocos, seja aquela reunião no trabalho ou uma festa entre amigos.

Arábia Saudita – Tamar Hindi

Por ser um país muçulmano, a Arábia Saudita proíbe produção, venda e consumo de álcool. No entanto, isso não significa que não há drinks não alcoólicos no país. O principal deles é o Tamar Hindi, que geralmente é tomado durante o Ramadã e é feito de tamarindo.

Egito – Sahlab

Muito comum em todo o Oriente Médio e bastante popular no Egito, a Sahlab é uma bebida não alcoólica quente feita basicamente de leite e extrato de baunilha.

Irã – Doogh

Bebida mais do que clássica do Irã, o Doogh tem como principal ingrediente o iogurte. Além dele, o drink também tem em sua composição soda, sal e menta. É uma mistura bem “diferentona”, mas que promete refrescar aquele seu tio que quer quebrar tudo quando os jogadores brasileiros cometem algum erro.

E aqui chegamos ao fim da nossa lista com as bebidas e drinks mais populares dos 32 países que participarão da Copa do Mundo de futebol na Rússia.

Algumas delas são não alcoólicas, mas a maioria tem uma graduação elevada, por isso, vale ressaltar que todas devem ser consumidas com moderação. Afinal, você não vai querer dar bobeira e acabar perdendo os melhores momentos das partidas, vai?

Um bom jogo, e pra frente Brasil!

(Marina Demartini)

FONTE: https://www.papodehomem.com.br/as-32-bebidas-tipicas-de-cada-um-dos-paises-da-copa-do-mundo-2018

Cartas do Tetra

22/07/2018 às 3:12 | Publicado em Baú de livros | 1 Comentário
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Domingo, dia de Futebol. Um dos autores deste livro é Fabrício Junqueira, meu amigo de longa data. Me presenteou com este livro da última vez que nos encontramos em Belo Horizonte com o pessoal da comunidade do Facebook FTT – Futebol de Todos os Tempos. Recomendo !


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