Computação quântica: entenda a revolução que está chegando

26/12/2019 às 2:28 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Mais uma “dose” de computação quântica, dessa vez mais palatável (FONTE: OLHAR DIGITAL)


IBM revela seu primeiro computador quântico comercial

12/01/2019 às 3:15 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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A computação quântica chegou, mesmo sem a maioria saber ao certo o que ê !


IBM revela seu primeiro computador quântico comercial

Muitas novidades estão agitando a maior feira de eletrônicos do mundo, a CES 2019 (Consumer Electronics Show), em Las Vegas entre os dias 8 e 11 de janeiro. TVs 8K, campainhas inteligentes, chips 5G e inúmeros outros gadgets foram apresentados na feira, mas a novidade que mais chamou atenção até agora foi o computador quântico da IBM: o Q System One.

O sistema 20 qubit combina partes clássicas e quânticas que permitem que o supercomputador faça cálculos que não são possíveis em computadores comuns. Ele pode ser usado pela indústria farmacêutica para desenvolver novos medicamentos, serviços de aplicações financeiras e na inteligência artificial.

O sistema também foi projetado para “algum dia resolver problemas que atualmente são vistos como muito complexos ou exponenciais em natureza para sistemas clássicos encararem”, diz a IBM.

Mas calma, nenhuma pessoa ou empresa poderá comprar um computador desses por enquanto. Ele vai ficar sob guarda da própria IBM, e organizações que fecharem negócio com a empresa vão poder ter acesso ao seu software quântico através da nuvem.

“O IBM Q System One é o maior passo à frente dado na comercialização de computadores quânticos. Esse novo sistema é crítico para expandir a computação quântica para além das paredes dos laboratórios conforme desenvolvemos aplicações quânticas práticas para negócios e ciência”, anunciou Arvind Krishna, presidente da Hybrid Cloud e diretor da IBM Research.

Design


O design do computador é também é muito especial. Como ele precisa funcionar a uma temperatura baixíssima, de -273,15°C, o equipamento fica em um cubo de vidro hermeticamente fechado de 2,74m de altura. Ele também precisa de um ambiente praticamente sem vibrações e radiação.

A empresa italiana que produziu este vidro tem entre seus clientes museus no mundo todo. A Mona Lisa e joias reais da Inglaterra estão protegidos por vitrines da empresa.

Centro de Computação Quântica

A IBM também prometeu abrir ainda em 2019 seu Centro de Computação Quântica para clientes comerciais em Poughkeepsie, Nova York. Neste laboratório, os clientes podem usar sistemas de computação quântica e outros computadores de alta performance através da nuvem.

Esta não é a única empresa trabalhando com computadores quânticos. O Google também esta envolvido em pesquisas nessa área para produzir computadores quânticos mais estáveis e com menos erros, e também testou processadores qubit. Já a Microsoft esta criando um computador quântico híbrido, que combina a nova tecnologia com processadores mais convencionais. A Intem também esta trabalhando para desenvolver chips para computadores quânticos.

Veja mais detalhes do computador quântico da IBM no vídeo abaixo:

(Juliana Blume)

FONTE: https://hypescience.com/ibm-revela-seu-primeiro-computador-quantico-comercial/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

Novo supercomputador funciona com “pó mágico” composto de luz e matéria

21/10/2017 às 3:10 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Temas como esse (Física Quântica e Computação Quântica) sempre me fascinam. E me mostram, como fratura exposta, o quanto sou ignorante em ciência de ponta.


Novo supercomputador funciona com “pó mágico” composto de luz e matéria

Durante anos, os supercomputadores trouxeram a esperança de resolver alguns dos problemas mais misteriosos e aparentemente insolucionáveis da ciência. O avanço contínuo da computação quântica renovou a expectativa dos cientistas, mas um estudo recente de pesquisadores do Reino Unido e da Rússia leva esse potencial um passo adiante, combinando luz e matéria para formar o que é conhecido como “pó mágico”.

Pesquisadores de universidades em Cambridge, Southampton e Cardiff, no Reino Unido, e no Instituto Skolkovo de Ciência e Tecnologia, na Rússia, demonstraram que uma combinação mágica poderia potencialmente permitir a superação de capacidades mesmo dos supercomputadores mais avançados. As partículas quânticas conhecidas como polaridades, que são luz e matéria, foram capazes de “iluminar o caminho” para soluções simples quando havia problemas complicados. Os resultados do estudo, conforme relatado na revista Nature Materials, acabariam eventualmente levando os cientistas a resolver o que hoje ainda não tem solução.

Misturando matéria

Ao calcular uma solução matemática para um problema complexo com aplicações do mundo real, é essencial garantir o número mínimo de etapas possíveis. O caminho mais direto para uma resposta mantém um baixo risco de confusão ou erros, mas na abordagem dos problemas mais intrincados do nosso universo conhecido, isso se torna uma tarefa aparentemente impossível. “Este é exatamente o problema a enfrentar quando a função objetiva a ser minimizada representa um problema da vida real com muitas incógnitas, parâmetros e restrições”, disse uma das autoras do artigo, a professora Natalia Berloff, do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica de Cambridge e do Instituto Skolkovo de Ciência e Tecnologia.

Berloff, junto com sua equipe, projetou esse uso do “pó mágico” sob um ângulo bastante criativo. Assim como o fogo-fátuo ilumina o caminho para viajantes no folclore escocês, os polaritons atuam como marcadores facilmente detectáveis, orientando cientistas rumo a uma solução. Os átomos selecionados, como o gálio, o arsênico, o índio e o alumínio são dispostos em uma pilha e recebem o direcionamento de um laser. Os elétrons, nessa mistura de matéria leve, absorvem a luz e a emitem em cores diferentes. Dez mil vezes mais leves do que elétrons, os polaritons poderiam atingir densidades que o tornariam um condensado de Bose-Einstein, um novo estado de matéria em que as fases quânticas desses polaritons se sincronizariam e criariam um objeto quântico macroscópico detectável com fotoluminescência. Os cientistas estão, literalmente, criando faróis de luz.

O co-autor do estudo, professor Pavlos Lagoudakis, chefe do laboratório de fotônica híbrida da Universidade de Southampton e do Instituto Skolkovo de Ciência e Tecnologia (onde os experimentos foram realizados), expôs: “Estamos apenas no início da exploração do potencial dos gráficos de polaridade para resolver problemas complexos … Atualmente expandimos nosso dispositivo para centenas de nódulos, enquanto testamos o fundamento de seu poder computacional. O objetivo final é um simulador quântico de microchip que opere nas condições ambiente. ”

Não são apenas as profundidades da astrofísica que contêm problemas insolúveis. A biologia, as finanças, as viagens espaciais e outras áreas do saber têm nascentes profundas de questões não respondidas. São perguntas que um supercomputador, usando poeira mágica para iluminar o caminho até uma solução simples, pode ser capaz de responder.

FONTE: https://hypescience.com/novo-supercomputador-funciona-com-po-magico-composto-de-luz-e-materia/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

Nasa e Google revelam salto em computação quântica

09/12/2015 às 15:08 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 1 Comentário
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Novamente volto com a computação quântica. Confiram essa notícia. Se forem confirmados os testes, estamos mesmo no limiar de uma nova era da informática.


Nasa e Google revelam salto em computação quântica

Em experimento, computador quântico superou máquina convencional em 100 milhões de vezes

Aparentemente, não há muito o que olhar na “caixa preta” que reside no coração do Advanced Supercomputing da Nasa, no Vale do Silício. Do tamanho de um armário, ele é menor que um supercomputador convencional, mas algo realmente impressionante acontece em seu interior.

No caso, a caixa é um computador quântico D-Wave 2X, um dos mais avançados exemplos de um novo tipo de computador baseado em mecânica quântica, que teoricamente pode ser usado para resolver problemas complexos em segundos ao invés de levar anos.

Computadores quânticos confiam fundamentalmente em princípios diferentes dos atuais computadores, em que cada bit representa ou zero ou um. Em um computador quântico, cada bit pode ser tanto zero e um – simultaneamente. Então, enquanto três bits convencionais podem representar qualquer um dos oitos valores (2^3), três qubits – como são chamados – podem representar todos os oito valores ao mesmo tempo. Isso significa que os cálculos podem, teoricamente, ser realizados a velocidades muito mais elevadas.

A pesquisa ainda se encontra em estágios iniciais e o uso comercial pode estar décadas de distância, mas uma equipe de engenheiros da Nasa e Google anunciaram nesta terça-feira (8) que o computador D-Wave, ao rodar um problema de otimização, obteve uma resposta 100 milhões de vezes mais rápida que um computador convencional com um único núcleo de processamento.

“O que uma máquina D-Wave faz em um segundo levaria 10 mil anos para um computador convencional com um único núcleo”, disse Hartmut Neven, diretor de engenharia do Google durante conferência para imprensa para anunciar o resultado.

Os pesquisadores vêem como um passo promissor, mas ele também vem com algumas ressalvas – uma vez que o computador foi projetado para a tarefa de otimização específica para o qual foi testado.

Um problema de otimização é aquele onde há várias formas possíveis de chegar a um resultado desejado.

O exemplo clássico é o vendedor viajante que precisa encontrar a rota mais eficiente para visitar um número de cidades. Quanto mais cidades são acrescentadas, maior o número de possíveis rotas e logo há muitas possibilidades para um computador convencional lidar em uma quantidade razoável de tempo.

DwaveChip

Aplicações

Problemas similares existem em missões espaciais e no modelo de controle de tráfego aéreo – áreas que a Nasa devota significantes esforços em computação.

O problema usado para testar o computador D-Wave tinha cerca de mil variáveis.

“A Nasa tem uma grande variedade de aplicações que não conseguem ser resolvidas em supercomputadores tradicionais em um prazo realista devido a sua complexidade exponencial, então sistemas que usam efeitos quânticos oferecem uma oportunidade de resolver tais problemas”, disse Rupak Biswas, diretor de exploração tecnológica no Nasa Ames.

Detalhes do teste foram publicados na última segunda-feira pelo Google em um artigo científico.

O resultado é importante para a D-Wave Systems, a start up baseada em Vancouver, Canadá, que construiu o computador.

A máquina no Ames Research Center da Nasa é uma das três que a D-Wave construiu. Outra se encontra no Los Alamos National Laboratory e a terceira é de propriedade da Lockheed Martin e usada pela University of Southern California.

Quando os primeiros resultados do computador D-Wave da Nasa foram publicados, houve um debate significativo sobre se a máquina estava superando os computadores convencionais.

Mas a primeira geração do sistema foi baseada em 512 qubits, e agora foi atualizada para 1907 qubits.

O trabalho de pesquisa do Google não foi revisado pelos seus pares, dessa forma cientistas ainda têm de pesar sobre os últimos resultados.

FONTE: http://idgnow.com.br/ti-corporativa/2015/12/09/nasa-e-google-revelam-salto-em-computacao-quantica/

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