A Evolução dos Computadores

28/04/2017 às 3:53 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Para lembrar o caminho percorrido…


SORRIA

17/04/2017 às 3:07 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Muito bom esse artigo, principalmente para aqueles que acreditam que ainda temos alguma privacidade em tempos desta grande rede.

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SORRIA

C7

 

O ESTADO É ONISCIENTE. Sabe aonde você vai, com quem fala, o que diz, o que faz, o que consome – e até o que pensa. Tudo com o melhor dos objetivos: proteger o seu bem-estar e cuidar de você, como um irmão mais velho amoroso e responsável. O Grande Irmão. Trata-se do principal personagem do romance 1984, de George Orwell, uma ficção que nos últimos
anos, com a revelação de que os EUA monitoram todo o tráfego de dados na internet, assumiu contornos reais. Agora um novo programa, que já foi testado em mais de dez cidades dos EUA e do México, quer levar a supervigilância a um novo patamar: o da vida offline. Terá consequências profundas sobre a vida nas metrópoles. Mas, como muitas das coisas que transformam nosso dia a dia, nasceu bem longe dele. Na guerra.

FALLUJAH, IRAQUE, MARÇO DE 2004. Os Estados Unidos derrubaram Saddam Hussein e assumiram o controle do país, mas os rebeldes iraquianos ganham terreno e intensificam os ataques. O mais cruel de todos acontece no dia 31. Um comboio que transportava quatro agentes americanos é cercado, todos são obrigados a descer dos veículos – e queimados vivos. Para finalizar, os iraquianos penduram os corpos numa ponte sobre o rio Eufrates. O episódio abala os militares americanos, que logo depois, em abril, perdem 135 soldados em atentados. A maioria é vítima de bombas improvisadas, que são colocadas à beira de ruas e estradas – e fortes o bastante para destruir veículos blindados. Os EUA vivem seu pior
momento na guerra, e refletem sobre o que fazer.

“Meu comandante reuniu um grupo para falar das dificuldades enfrentadas no Iraque. E perguntou como podíamos ajudar”, conta Ross McNutt, engenheiro aeroespacial e tenente-coronel da Força Aérea. Durante os 18 meses seguintes, ele comandou uma equipe de 40 pessoas em uma base militar de Ohio, trabalhando para cumprir uma missão: criar um sistema capaz de vigiar os combatentes iraquianos, refazer seus passos e descobrir onde eles se escondiam e guardavam os estoques de explosivos. O sistema foi batizado de
Angel Fire e começou a operar em Fallujah em 2007.

Os militares acoplaram câmeras de 44 megapixels na parte de baixo de um avião, que sobrevoava a cidade em círculos durante 6 horas por dia. As câmeras tiravam uma foto por segundo de uma área de 65 km quadrados, praticamente toda a cidade. A grande sacada do sistema estava na base em terra, cujo software juntava as fotos num filminho – e permitia retroceder e avançar no tempo, como você faz com um DVD. Quando um iraquiano detonava uma bomba, McNutt dava um zoom e voltava as imagens para identificar as pessoas e os veículos que estavam no local antes da explosão. Continuava voltando no tempo para
refazer o trajeto do veículo do suicida, até descobrir o QG da insurgência.

O Angel Fire operou durante dois anos. Em parte graças a ele, o número de mortes de militares americanos no Iraque despencou: caiu de 904, em 2007, para 149 em 2009. A coisa deu tão certo que o Pentágono levou o sistema para o Afeganistão, sob a alcunha de Blue Devil. Vendo que aquilo funcionava, Ross McNutt decidiu sair da Força Aérea e montou uma empresa para explorar a tecnologia que ele tinha inventado, Escolheu um nome sugestivo, Persistent Surveillance Systems (sistemas de monitoramento persistente). Comprou-um monomotor Cirrus, colocou 12 câmeras -que juntas somavam 192 megapixels de resoluçâo-, e foi atrás do primeiro cliente.

Com 142 mil habitantes, Dayton fica no Estado de Ohio, nordeste dos EUA. É muito violenta. Tem cinco vezes mais crimes que a média americana, e uma taxa de homicídios estratosférica: são 34 a cada 100 mil habitantes, bem maior que a brasileira (29,1 a cada 100 mil habitantes). A cada ano, uma em cada quatro famílias de Dayton é vítima de um crime grave. E a grande maioria não é elucidada. Com essas cifras no laptop, McNutt procurou a polícia de Dayton, em 2012, e propôs vírar o jogo. Disse que o policiamento tradicional havia falhado, e também usou um argumento econômico. Estima-se que a cidade gaste, perca ou deixe de produzir US$ 480 milhões anuais por causa da criminalídade.
McNutt disse que seu sistema de vigilância aérea poderia reduzir o crime em 30. “Creio que podemos economizar cerca de US$ 150 milhões por ano”, prometeu. As autoridades toparam fazer um teste de cinco dias, que teve resultados positivos. Em um dos casos, uma pessoa ligou denunciando um roubo em sua casa e a polícia acionou McNutt, cujo avíão estava filmando a cidade toda. Ele deu um zoom na casa e voltou a gravação para captar o bandido saindo de lá. Seguiu o carro usado na fuga e avisou a polícia – que cercou o veículo e pegou o bandido. Depois do teste, as autoridades de Dayton organizaram um debate público para decidir se o projeto iria continuar. 75 pessoas compareceram. Uma minoria, 12, se manifestou contra, alegando que não era certo vigiar toda a população o tempo inteiro. Foi o suficiente para convencer o governo a pular fora. Então McNutt levou seu avião e suas câmeras para outro campo: a guerra contra os cartéis das drogas.

CIUDAD JuÁREz, MÉXICO, 2013. Esse município de 1,5 milhão de habitantes, na fronteira com os EUA, é um dos lugares mais perigosos do mundo. Em seu pior ano, 2010, registrou uma taxa de assassinatos inacreditável: 160 homicídios a cada 100 mil habitantes. (Para você ter uma ideia, a taxa nas prisões brasileiras é de 58 a cada 100 mil.) A cidade é hiperviolenta por causa das duas facções do narcotráfico: o Cartel de [uárez e seu ex-aliado,
o Cartel de Sinaloa, que executam pessoas a rodo – inclusive no meio da rua e à luz do dia. Mas ninguém ousa depor como testemunha. Em 2013, a polícia resolveu tentar uma medida radical de combate ao crime e contratou McNutt, que começou a voar em setembro. Um dos
crimes que ele filmou ilustra bem como a PSS trabalha – e o grau de precisão com que consegue monitorar as coisas.

O dia é 24 de setembro. Um sujeito sai de um veículo e mata outro à queima-roupa, na zona sul de Juárez. A polícia aciona McNutt, que dá um zoom no lugar e determina o momento exato do disparo (13 horas, 44 minutos e 25 segundos). Ele identifica três veículos envolvidos no crime. Às 13:45:46, o assassino foge no carro 1. O veículo avança por cinco quarteirões, pega uma avenida larga, anda mais cinco quarteirões e entra em ruas pequenas até estacionar em frente a uma casa. Uma pessoa sai do carro, às 13:4T58, e entra nela. Às 13:53:41, outra pessoa sai do carro 1 e entra nessa mesma casa. As 13:56:05, uma pessoa sai da casa, entra no carro 1 e o estaciona dez quarteirões adiante. McNutt também acompanha a rota seguida pelos suspeitos dos carros 2 e 3, que entram em casas diferentes. Daí ele volta a gravação e vê que o assassino se encontrou quatro vezes com os ocupantes dos outros dois carros nos minutos prévios ao crime. Foram encontros carro-com-carro, com
duração máxima: de 3 minutos.

As pessoas são meros pontos na tela – os carros, tracinhos que se movem. A resolução não é suficiente para identificar o rosto de ninguém. Mas existe uma gambiarra para driblar isso. Após detectar os elementos suspeitos, a PSS conjuga as imagens do avião com as do Google Earth e das câmeras de segurança nas ruas. Seus analistas em terra veem com nitidez a casa onde o suposto assassino entrou às ·13h47, na esquina das ruas Pascual Jaramillo e Heroes del Carrizal.

O importante é: ao reconstruir os encontros que o suspeito manteve antes e após o crime, a PSS desmascara não só um criminoso, mas o bando inteiro. Coincidência ou não, o número de homicídios em Juárez caiu 90 desde 2010, passando de 3.057 para 312 em 2015. Mas o Cessna já não voa por lá. “Não estamos mais trabalhando em Juárez”, diz McNutt, sem esclarecer o motivo. “Estivemos também em muitas outras cidades, mas não posso falar a respeito.” Ele se refere a Filadélfia, Compton, Indianápolis, Columbus, Cleveland e Nogales,
nos EUA, além de Mexicali e Torreón, no México. Todas testaram o “olho no céu”, mas pararam por alguma razão. O sistema custa US$ 2 milhões anuais, menos do que a polícia dos EUA gasta para operar um único helicóptero. O problema é mesmo a questão da privacidade. Todo mundo está acostumado a ser filmado por câmeras de segurança em prédios e lojas. Pensar que você está sendo vigiado do céu, em todo lugar e durante todo o
tempo, é bem mais difícil de aceitar. O sistema da PSS é inerentemente polêmico. E em nenhum lugar gerou tanta controvérsia quanto na costa leste dos EUA – onde fica a 19a cidade mais violenta do mundo (logo atrás de Maceió, a 18a).

BALTIMORE, EUA, 22 DE FEVEREIRO DE 2016. Por volta das 13h, Hogan McGill, de 82 anos, e sua irmã Martha Gilliard, 90, saem de um shopping para comprar um sanduíche. numa lanchonete da esquina. Segundos depois, são baleados em meio a um tiroteio. A polícia identifica Carl Cooper, de 36 anos, como o autor dos disparos. Cooper é preso em 4 de março. A PSS ajudou a localizar Cooper, mas os promotores nunca revelaram isso durante
o processo. Por um motivo simples: o voo era secreto. No ano passado, a polícia da cidade resolveu implantar o sistema de vigilância sem consultar, nem informar, a população. Ele só seria revelado em agosto, quando um repórter da revista BusinessWeek descobriu tudo. A notícia teve um aspecto ainda mais sinistro: o programa não foi financiado pela polícia. Ela concordou, mas quem pagou a conta foi o bilionário americano [ohn Arnold, do Texas, que ficou rico trabalhando na.empresa de energia Enron – uma das maiores do mundo até quebrar, por um esquema de fraudes financeiras, em 2002. Em 2015, Arnold ouviu falar da PSS, entrou em contato com McNutt e se dispôs a pagar pelo monitoramento de uma cidade – cuja polícia a PSS deveria convencer. Assim foi feito. E toda a população de Baltimore
passou, sem saber, a ser vigiada do céu.

“Eu acho que é uma invasão de privacidade”, diz o médico Brian Bush, 34 anos, morador da cidade. “Programas assim têm grande potencial para serem usadas indevidamente”, opina a professora Jessica Batterton, 29. Os dois acham especialmente incômodo a polícia ter feito tudo em segredo. “Se é para o bem comum, por que não informar e obter o apoio da população? Se a polícia tivesse sido mais aberta, eu provavelmente apoiaria [os voos]”, reclama Brian. Outro ponto polêmico é que ninguém sabe exatamente o que é feito com as imagens. A PSS diz que são deletadas após 45 dias, a menos que estejam sendo usadas pela polícia. “Quem tem acesso a essa informação? Quão detalhada ela é?”, questiona o jornalista Kevin Naff.

“As únicas pessoas que deveriam estar com medo são os criminosos”, rebateu o porta-voz
da polícia local. “Até agora,presenciamos 39 assassinatos no momento em que ocorreram”, afirma McNutt, que diz ter contribuído para resolver outros 77 crimes. Desde que o sistema começou a operar, o número de homicídios na cidade caiu 10. Mesmo assim, ele continua atraindo oposição.

“Estamos caminhando feito sonâmbulos rumo a uma sociedade vigiada, em que somos observados por pessoas anônimas em salas de controle”, diz Emma Carr, da ONG britânica Big Brother Watch. Jay Stanley, da União Americana pelas Liberda- des Civis (ACLU), reconhece que já existem mais de 700 câmeras da polícia nas ruas de Baltimore. “Mas essas câmeras não cobrem cada milímetro da cidade, nem são usadas em conjunto com um
sistema de inteligência artificial”, afirma. “Não se engane: a nova tecnologia é um salto rumo a um futuro de vigilância ainda desconhecido.” Inclusive porque ela pode ficar ainda mais implacável. É plausível que, num futuro próximo, os aviões da PSS sejam substituídos por drones movidos a energia solar, capazes de voar ininterruptamente. Fallujah, Dayton, [uárez e Baltimore podem ser apenas o início de uma nova era, em que a vigilância aérea se tornará regra – e ninguém mais dará muita bola para a própria privacidade. Exatamente como acontece, hoje, na internet.

(Eduardo Szklarz)

FONTE: Revista SUPERINTERESSANTE, fevereiro/2017

O velho estigma da TI reativa, autista e custosa, até quando?

12/04/2017 às 3:20 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Esse post é dedicado aos profissonais de Tecnologia da Informação – TI. Circulou no meu trabalho e trago agora para este espaço. Desde aquele primeiro homo sapiens que inventou um tacape até os dias de hoje ninguém vive sem tecnologia.


O velho estigma da TI reativa, autista e custosa, até quando?

Pró-atividade ou reatividade? Prestador de serviços ou agente de transformações e
mudanças? As mesmas questões que há anos tiram o sono dos gerentes de TI.

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Os profissionais de TI nascem para o mercado de trabalho (são formados nas escolas e
aprender por exemplos), com o DNA de ser um prestador de serviços.
Prestar serviço de maneira geral, conforma essa atividade com uma postura reativa, pois
o trabalho só se inicia após o disparo da necessidade de quem o requereu. O gatilho do
contratante faz o contratado começar a executar sua tarefa.
Se tomarmos esse modelo como regra ou como as coisas são, teremos a TI como área
eternamente devedora, aliás como devedora são todas as áreas que permanecem sob a
titulação de prestadoras de serviços, explicou.
Ser reagente a uma demanda colocada para você executar é sempre uma atividade de
potencial desgaste:
1. Primeiro porque o desejo/necessidade para que algo seja realizado não é sugerido
por você e sim pelo requisitor, logo está com ele o prazo para satisfazer a
necessidade, e nesse caso é realmente para ontem, pois quando ele percebe que
precisa de algo, esse algo já deveria existir, e enquanto ele não existe você,
realizador da tarefa, é o culpado por não o satisfazer.
2. Segundo porque se qualquer “coisa” durante a execução da tarefa (ou projeto) der
errado (escopo mal definido, qualidade não especificada, expectativa não
gerenciada, recursos falhos, etc. etc.), como atraso ou estouro de orçamento,
pronto, terás todas as culpas do mundo sobre ti.
Se ambas as condições acontecerem (e as chances são inúmeras – e as estatísticas de
gerenciamento de projetos comprovam isso), criou-se o cenário de desgaste e o rótulo de
não realizador.
Ficar na espera para que alguma demanda de trabalho caia no “pipeline”, para então se
iniciar a execução, é ter a atitude de prestação de serviços. Muitas das atividades da TI
serão sempre nesse modelo, mas não necessariamente todas. O problema está em
aceitarmos e até em esculpirmos posturas reativas como sendo um único modelo a ser
adotado para o trabalho.
Se no modelo reativo, conseguirmos cumprir as expectativas do contratante, e também
que elas sejam feitas atendendo todos os requisitos planejados, isto é, uma realização
perfeita do projeto de trabalho, estaremos cumprindo o que prometemos fazer ou fazendo
nosso “job”, ou nossa obrigação. Não superamos. Não surpreendemos. Não excedemos.
Ficarmos nessa situação traz ainda mais alguns pontos negativos, como a contribuição ao
negócio e a gestão dos custos da TI.
Empresas que encaram e tem a TI como uma célula reativa, olham para ela com
desconfiança sobre sua contribuição. Não enxergam (e também não são estimulados a
enxergar) o que a TI pode trazer, logo é vista como gasto e não como investimento para
alavancagem do negócio.
A máxima contribuição que a TI pode dar ao negócio é custar o menos possível.
A frase acima é muito cruel e quando não míope, mas muito utilizada infelizmente.
Não que a TI não deva controlar seus gastos (que são muitos), como instalações,
equipamentos, softwares, sistemas, upgrades, mão-de-obra etc., ela deve, mas não é
apenas por essa ótica que ela deve ser considerada.
Atualmente temos a TI envolvida com as tendências mais modernas do cenário da gestão
e do ambiente digital, então temos outras áreas sob sua guarda, como processos, inovação,
web e redes sociais. Isso está dando um novo ânimo aos gestores de TI, ou melhor, uma
nova oportunidade de valorizar sua atuação para sair do estágio da pura prestação de
serviços.
E qual seria a nova postura que a TI deveria assumir?
A de propor e pensar soluções para cenários futuros junto com as áreas de negócios.
Assim ela continuaria sua missão de construção e condutoras das soluções, mas como
coautora das propostas e não apenas como uma recebedora de demandas.
Deixaria a postura reativa para atuar com a atitude proativa.

O momento está oferecendo uma das maiores oportunidades da TI se reinventar (quiçá
até trocar de nome), colocando-se como um profissional de negócios, como todos os
demais, só que com a inspiração tecnológica nas suas palavras.

Cert.br lança dois novos guias com dicas de segurança na internet para pais e filhos

06/04/2017 às 3:40 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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Tema muito atual. Apesar de desconfiar sempre de qualquer coisa que se refira ao tal de bulying (cyberbulling ?), porque sou do tempo em que bule era uma panela diferente onde minha mãe fazia nosso café, é sempre bom alertar sobre o uso das novas TIC, especialmente por crianças.


Cert.br lança dois novos guias com dicas de segurança na internet para pais e filhos

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O Centro de Estudos, Resposta e Tratamentos de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) lançou um site dedicado a fornecer dicas de navegação segura para pais e crianças na internet. O siteinternetsegura.br hospeda duas cartilhas em PDF voltadas para os dois públicos, além de contar com espaço para denúncias de abuso e pedidos de orientação na internet.

Voltado para os pais, o guia Proteja Seus Filhos – Ensine-os a Usar a Internet com Segurança traz dicas e sugestões para que “pais e responsáveis possam orientar seus filhos a usar a internet com mais segurança”, alertando para comportamentos de risco como a divulgação de dados pessoais, publicação de fotos e ensinando a lidar com questões como o cyberbulling e o estabelecimento de limites e regras.

Para os pequenos, o CERT preparou o guia Internet Segura – Divirta-se e Aprenda a Usar a Internet de Forma Segura que ensina a identificar situações de perigo na web. A cartilha também oferece algumas orientações sobre comportamento para tornar a internet um ambiente mais amigável como evitar postar, curtir e compartilhar “mensagens fotos ou vídeos que possam agredir, humilhar ou prejudicar alguém”, e traz dicas úteis de proteção da privacidade.

Sobre o CERT.br

O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil é mantido peloNIC.br, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, e atende a qualquer rede brasileira conectada à Internet.

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