IBM patenteia relógio que se desdobra em um tablet

25/07/2019 às 3:25 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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Finalmente seria o fim do celular, do tablet e do computador pessoal ?

Pode até ser, mas os dois problemas persistem:

1 – O preço !

2 – Andar com um “relógio” desse numa capital ou grande cidade do Brasil !


IBM patenteia relógio que se desdobra em um tablet

O dispositivo tem oito telas que podem funcionar em várias configurações.

A IBM, maior detentora de patentes e um dos laboratórios de inovação mais avançados do planeta, patenteou um smartwatch dobrável que pode ser um relógio, smartphone e um tablet. Essa engenhoca maluca só faz sentido nas mãos da IBM, que com certeza não brinca em serviço.

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A patente foi registrada no dia 11 de junho de 2019 sob o nome “Tamanho de exibição variável para um dispositivo de exibição eletrônico” e descreve um dispositivo de pulseira que se parece com um relógio. Tem um display retangular no modo retrato, sem molduras, e sete telas adicionais armazenadas em compartimentos.

O jornal de tecnologia holandês Lets Go Digital foi responsável por descobrir o registro e informou que a patente não descreve claramente como o processo de desdobramento funcionaria, mas indica que os usuários poderiam ampliar o display em arranjos com duas, quatro ou oito telas.

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Considerando que cada painel tem a configuração de 3 x 2 polegadas, um desdobramento total do dispositivo resultaria em uma tela de 12 x 8 polegadas. Nesse ponto, o seu smartwatch já é um belo de um tablet.

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A empresa está na vanguarda da tecnologia da computação desde os anos 50 e é responsável por algumas das maiores inovações do mercado. Por isso, por que o smartwatch/phone/tablet não poderia ser mais um na lista?

A IBM possivelmente poderia desenvolvê-lo com a tecnologia que possui, mas considerando que o atual foco da empresa está sendo inteligência artificial e computação quântica, não devemos ver o dispositivo multifuncional tão cedo nos mercados- pelo menos não pelas mãos da IBM: alguma companhia chinesa deve fabrica-lo de qualquer forma.

FONTE: https://olhardigital.com.br/noticia/ibm-patenteia-relogio-que-se-desdobra-em-um-tablet/87755

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Professor de engenharia conta como aprendeu a dar aulas para alunos conectados

20/04/2019 às 3:24 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Esse tema sempre me instigou muito. Como fazer para dar uma aula hoje com as novas Tecnologias da Informação e da Comunicação, a grande rede e a Inteligência Artificial ?


Professor de engenharia conta como aprendeu a dar aulas para alunos conectados

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“Apaixonado por Física e Matemática, o professor José Motta Filho falou durante o 1º Fórum Ler e Pensar sobre como oferecer uma “Educação para um Mundo Exponencial”.

Muito se fala hoje sobre os desafios de ensinar na era do Google e toda a fonte de informação disponível online. Há mesmo teorias bem elaboradas a respeito, que ensinam a dar o protagonismo ao aluno e ajudá-lo a usar esse conhecimento disponível na rede. Mas como colocar isso em prática em sala de aula?

“Ainda em 2014, Motta percebeu que seus alunos não tinham mais interesse em nada além de seus celulares, seja no ensino médio ou na graduação em Engenharia. “Aquilo me deixava muito triste, porque ser engenheiro é resolver problemas, e eles não queriam resolver nada”, conta.

A gota d’água foi o dia em que chegou à sala e todos os alunos estavam reunidos num canto, dando gargalhadas. Ao se aproximar, descobriu o aplicativo Photo Math, com o qual eles se divertiam resolvendo instantaneamente equações do livro de álgebra. “Se um aplicativo consegue resolver os problemas, eu não tinha mais motivo para ensinar”, relembra.

A situação o levou a repensar todo seu método de dar aulas.

“Por 20 anos fui um professor medíocre, porque a escola faz um movimento extraordinário em função da mediocridade”, conta.

Ao perceber que, ao longo de duas décadas, havia feito recortes e mais recortes no conteúdo, reduzindo o conhecimento a pequenas pílulas, Motta passou a questionar os fundamentos do ensino de Física e Matemática hoje.

“Por que resolver de novo e de novo algo que tantas outras pessoas já resolveram? Se olharmos para fora dos muros da escola, está cheio de problemas que ninguém resolve”, compara. “Percebi que eu não estava fazendo diferença nenhuma.”

Em busca de aulas melhores
Surgiu, então, a necessidade de ensinar aos alunos os problemas do mundo real que originaram os algoritmos e equações dos livros.

E como fazer isso? Motta começou por uma pesquisa junto a seus amigos professores. Conversando com quatro desses profissionais, Motta ouviu alguns termos pela primeira vez, tais como “gamificação”, “learning by doing”, “conteúdo gerado pelos alunos” e “do it yourself”, inteligência artificial e big data em sala de aula, internet das coisas e neurociência aplicada à Educação.

Passou então a pesquisar o conceito de metodologias ativas, que, resumindo, significa colocar algo na mão dos alunos para que eles criem e pesquisem com os colegas, para depois resgatar isso em sala de aula – o resultado é um aprendizado maior.

Uma das dicas é o uso do storyteling – a arte de contar histórias que engajam, pelas quais o professor conquista os alunos para o conteúdo.

Alguns conceitos que ele sugere para pesquisa e aplicação são a sala de aula invertida e o professor como provedor de insights – nesse caso, só funciona se ele ama o que faz. Um professor que não dá um sorriso sequer o semestre inteiro, ou dá aula o tempo todo sentado, provavelmente não chegará lá, em sua opinião.

Pensando na neurociência aplicada à educação, Motta apresentou o estudo de Martha Burns, segundo o qual a emoção influencia diretamente no aprendizado. “Quando a pessoa se emociona, o cérebro libera a dopamina, que funciona como apertar o botão de salvar aquele conteúdo.”

Para dar aulas eficazes a alunos conectados, primeiro é preciso fazer as pazes com o uso do celular em sala, na opinião de Motta. É claro que a tecnologia não pode ser vista como um fim, e sim um meio para a educação.

“Quando a escola proíbe o uso, está passando um atestado de fracasso, confessando que não sabe usar essa ferramenta”, diz.

Por outro lado, não basta manter o formato de sala de aula tradicional, em que não há interação entre os alunos, e simplesmente colocar um tablet em cada carteira.

“E faz o que com esse tablet?”, ele questiona. Como comparação, há escolas em que a própria mesa é digital e os alunos cooperam em equipes.

“Acabei de voltar do Vale do Silício e não vi ninguém sentado no lugar. Ninguém fica sentado em casa, escondido, resolvendo os problemas do mundo.”

Motta provoca ainda os estudiosos da educação que se vangloriam de títulos teóricos, mas não fazem nada para mudar o mundo. “Quero ver executar toda essa teoria na Região Metropolitana de Curitiba”, desafiou.”

FONTE: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/professor-de-engenharia-conta-como-aprendeu-a-dar-aulas-para-alunos-conectados/

Meus garranchos

16/04/2019 às 3:28 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 1 Comentário
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Excelente esse artigo do Professor Leandro Karnal. Recebi de um amigo, via zapzap. Só sei que saiu no Estadão. Como não sou assinante, não sei nem em que dia nem em que mês. Mas é atemporal, por enquanto…


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12 sinais de que seu computador foi hackeado

05/01/2019 às 3:15 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Boas dicas, confiram !


 

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