Pesquisadores da UFRN desenvolvem fogão solar

02/08/2021 às 2:27 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Parabéns aos pesquisadores da UFRN  !

E a pergunta que não quer calar: por que num país ‘solar’ como o nosso projetos como esse não são usados amplamente de norte a sul ?


Energia solar: conta de luz mais barata para todos

12/06/2021 às 3:37 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Todas as vezes que leio algo assim eu me pergunto: por que razão num país eminentemente “solar” como o nosso não adotamos ainda a Energia Solar em massa ?

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Energia solar: conta de luz mais barata para todos

Um estudo recente dos governos brasileiro e alemão, com participação do Ministério de Minas e Energia (MME), Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Operador Nacional do Sistema (ONS), em parceria com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), mostra que a maior presença das fontes renováveis na matriz elétrica nacional é ambientalmente desejável, tecnicamente sólida e economicamente viável.

A principal conclusão do estudo “Sistemas Energéticos do Futuro: Integrando Fontes Variáveis de Energia Renovável na Matriz Energética do Brasil”, fruto de três anos de intensos trabalhos técnicos, desbanca, na verdade, o velho mito de que o Brasil depende dessas termelétricas fósseis para dar suporte ao crescimento das renováveis. Pelo contrário: na realidade, aponta que o equilíbrio do sistema elétrico quando há variações nos ventos e no sol deve ser garantido em especial pelas hidrelétricas.

A grande contradição, porém, é a aposta nas termelétricas fósseis, sob o pretexto de economizar a água atualmente escassa dos reservatórios hidrelétricos. E quem paga a conta é o consumidor, por meio das bandeiras vermelhas na tarifa de energia, imposta pelo acionamento em massa dessas usinas caras e poluentes.

Fato é que o crescimento das fontes renováveis vai fortalecer a segurança de suprimento elétrico ao mesmo tempo em que reduzirá os custos com termelétricas fósseis no Brasil, caras e poluentes, além de ser ainda mais necessário no atual cenário de crise hídrica e de risco de racionamento de energia.

Além das grandes usinas renováveis, a produção própria de eletricidade a partir de sistemas solares em telhados e pequenos terrenos é parte importante da solução para a redução de gastos e custos do setor elétrico, bem como alivia a pressão sobre os reservatórios hidrelétricos e diminui consideravelmente possíveis racionamentos futuros.

A aprovação do Projeto de Lei (PL) 5.829/2019, que cria um marco legal para a geração própria de energia no Brasil, vai beneficiar todos os consumidores de energia elétrica e ajuda a reduzir vários custos da conta de luz que os brasileiros pagam sem saber, entre eles o uso de termelétricas fósseis e as perdas elétricas.

Com o marco legal, o setor solar pode trazer mais de R$ 139 bilhões em investimentos e gerar mais de um milhão de novos empregos ao país nos próximos anos. Desta forma, o avanço da energia solar no país, via leilões para grandes usinas ou pela geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos, é fundamental para reduzir o chamado “custo Brasil”, com uma energia elétrica mais competitiva aos brasileiros, reduzindo a ocorrência das bandeiras vermelhas na conta de luz da população e diversificando o suprimento de energia elétrica do país.

(Rodrigo Sauaia e Ronaldo Koloszuk)

FONTE: JORNAL A TARDE, SALVADOR-BA, 08.06.2021

Primeiro navio autônomo do mundo está pronto para zarpar

12/05/2021 às 3:05 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Todas as vezes que vejo algo parecido com isso fico me perguntando por que a humanidade ainda não partiu para o uso massivo de energias ditas “alternativas” já que elas são abundantes, baratas e limpas ? A resposta não está na ciência nem na tecnologia, muito menos na sociologia ou na filosofia, a resposta está simplesmente na economia !


Primeiro navio autônomo do mundo está pronto para zarpar

O primeiro navio autônomo do mundo está pronto para começar sua viagem de estreia, cruzando o oceano Atlântico de Plymouth, na Inglaterra, até a cidade de mesmo nome em Massachusetts, nos EUA.

O Mayflower 400 não foi feito para transportar pessoas, mas sim para realizar pesquisas sobre a poluição marinha e rastrear mamíferos aquáticos durante o trajeto que pode levar até três semanas para ser concluído.

A embarcação deveria ter partido rumo à América em setembro do ano passado, mas a viagem foi adiada por causa da pandemia. Agora, se tudo der certo, a inauguração em alto mar deve acontecer no dia 15 de maio.

Porto de Plymouth, na Inglaterra (Imagem: Reprodução/Tech Xplore)

Autossuficiente

O navio é um projeto desenvolvido pela organização de pesquisas marinhas ProMare e conta com a tecnologia da IBM para atravessar os mais de cinco mil quilômetros que separam as duas cidades.

A embarcação tem 15 metros de comprimento e pesa pouco mais de nove toneladas. A energia é garantida por painéis solares instalados na parte de cima e por um motor a diesel para turbinas de vento. Todo o sistema de dirigibilidade do Mayflower é automatizado, desde o leme robótico até os geradores de eletricidade.

“Ter um navio sem pessoas a bordo permite que os cientistas aumentem a área de atuação e possam observar uma região muito maior”, disse a especialista em tecnologias emergentes da IBM, Rosie Lickorish.

Marinheiro de primeira viagem

Com o suporte tecnológico de Inteligência Artificial da IBM, os pesquisadores utilizaram sistemas de aprendizagem de máquina para ensinar o veículo a evitar obstáculos em alto-mar.

Para desenvolver a IA de bordo, o computador do Mayflower teve que aprender a identificar possíveis perigos marítimos, analisando milhares de fotografias. Já os dados coletados com mapeamentos em GPS, radares e câmeras ópticas serão usados para evitar colisões com outros navios.

Mapeamento feito por GPS (Imagem: Reprodução/Youtube EuroNews)

“O Mayflower também teve que ser ensinado a desviar de outras embarcações, por isso ele foi primeiro para o mar para ter um aprendizado supervisionado. A embarcação automatizada usa seus “olhos” e “ouvidos” – um sistema sofisticado de seis câmeras e radar – para continuar aprendendo por conta própria”, explica o engenheiro Ollie Thompson.

Navegar é preciso

O navio autônomo foi treinado em cenários simulados para enfrentar calmarias e tempestades com ondas de até 50 metros de altura. Sozinho no oceano, ele será capaz de detectar e identificar a presença de mamíferos marinhos, reconhecer populações aquáticas e coletar amostras de microplásticos existentes na água. Além disso, ele será essencial para analisar a composição química e o nível do mar nas regiões por onde passar.

Apesar de ser completamente autônomo, todo o monitoramento do Mayflower 400 será feito em terra firme. Uma equipe na Inglaterra ficará a postos 24 horas por dia, pronta para assumir o controle da embarcação caso algo saia errado.

Todos os dados coletados durante a viagem serão oferecidos gratuitamente para que possam ser usados no futuro por empresas de navegação comercial.

FONTE: https://canaltech.com.br/inovacao/primeiro-navio-autonomo-do-mundo-esta-pronto-para-zarpar-183932/

Canal ZEducando: SEXTOU COM LIVROS – Ideias para adiar o fim do mundo

07/05/2021 às 6:17 | Publicado em Baú de livros, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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No vìdeo de hoje do Canal ZEducando comento o belo livro IDEIAS PARA ADIAR O FIM DO MUNDO, de Ailton Krenak.


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