Nave espacial vai limpar lixo do universo: missão sustentável

06/01/2018 às 3:06 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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O homem coloca uma pancada de objetos no espaço e depois manda outro para coletá-los…


Nave espacial vai limpar lixo do universo: missão sustentável

Foto: BBC

Foto: BBC

Uma missão especial vai limpar o lixo do universo e da órbita terrestre.

A nave espacial inglesa RemoveDebris vai usar um harpão e uma rede para remover os detritos que orbitam ao redor o planeta.

A RemoveDebris vai arrastar os dejetos espaciais coletados pelas camadas mais distantes da atmosfera terrestre, detritos que causam aumento de temperatura suficiente para carbonizar o lixo antes que ele atinja o solo, de forma segura e eficiente.

Ao todo, são 500 mil artigos dos mais variados tamanhos que, juntos, somam 7,5 mil toneladas.

Atualmente, há no espaço mais de meio milhão de peças de lixo espacial, composto por pedaços quebrados de foguetes, satélites e cosmonaves desfuncionais, além de pequenos objetos perdidos pelos astronautas.

O lixo espacial é muito perigoso: satélites que não estão mais em funcionamento orbitam a Terra e são maiores que caminhões, o que pode ser uma ameaça inclusive aos satélites que se encontram em pleno funcionamento, caso entrem em choque.

A espaçonave RemoveDebris custou 15 milhões de libras, quase 65 milhões de reais, em conversão direta.

O governo inglês pretende lançá-la em órbita ainda no início de 2018.

Com informações da BBC.

FONTE: http://www.sonoticiaboa.com.br/2017/12/05/nave-espacial-vai-limpar-lixo-universo-missao-sustentavel/

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Empresário baiano aposta na geração de energia das ondas

15/12/2017 às 8:55 | Publicado em Zuniversitas | Deixe um comentário
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São  8.514.876 km de extensão. O potencial de geração de energia das ondas é imenso em nosso litoral ! Ai a velha pergunta, que serve tanto para energia eólica, quanto para a energia solar, e para os demais tipos de energias alternativas, além dessa própria:

Por que não se investe maciçamente nesses projetos ?

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Empresário baiano aposta na geração de energia das ondas

A força das ondas pode ser fonte de energia não apenas para surfistas e demais amantes do mar. Mais do que isso: pode, de fato, representar produção de energia renovável, contribuindo para a infraestrutura produtiva de um país. É o principal argumento do empresário baiano Helio Borges, que inventou um equipamento para converter a energia cinética das ondas em eletricidade limpa, renovável e sustentável.

O projeto de Borges, que atua no setor de bombas hidráulicas,foi um dos seis selecionados pela ação A TARDE Inovação e Tecnologia, lançada este ano, em agosto, durante a primeira edição na Bahia da Campus Party, evento internacional de tecnologia. Desde então, os 188 projetos inscritos vinham sendo analisados pela curadoria, que acaba de indicar os seis vencedores.

Clara Luz (contêiner coletor de água para o semiárido), Michelle Melo (sistema de limpeza para painéis solares), Alex Correia (projeto Mosquito Zero),Wagner Barreto (Aplicativo D’Maré) e os estudantes do Centro Estudantil de Educação Profissional (Ceep), de Lauro de Freitas, representados por Matheus Miler, Thiago Alves e Sérgio Carneiro (robô antibomba), também assinam os projetos selecionados e que estão sendo apresentados durante esta semana em série de reportagens em A TARDE, Portal A TARDE e A TARDE FM (103,9 FM).

Patente

No caso do conversor de energia criado por Helio Borges, a invenção já foi até patenteada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). “O protótipo já se encontra desenvolvido, necessitando apenas de análises técnicas mais aprofundadas a respeito de materiais, testes práticos e estudos de capacidade de geração, por exemplo”, explica o texto de apresentação do projeto.

Quando foi patentear a invenção, Borges soube de outras iniciativas de ondomotriz (energia das ondas) feitas até por outros países (Portugal, Espanha e Alemanha, entre outros) e também em outros estados brasileiros, como o Ceará. “A própria Petrobras também já desenvolve algumas iniciativas na área, usando a energia gerada pelas ondas para alimentar pequenas estruturas em duas plataformas”, conta o engenheiro eletricista Marcelo Cad, do Instituto Federal da Bahia (Ifba).

“Simples e eficiente”

A novidade do projeto de Helio Borges, entretanto, “está na simplicidade e no resultado (proporcionalmente) tão efetivo”, como explica o próprio inventor. “Trata-se de um conjunto de boias que flutua sobre o mar e que, junto com correntes e catracas, giram o eixo em que estão acopladas e que geram energia, a partir de ondas com altura entre 20 centímetros e 1,5 metro”, explica Borges, que mantém o protótipo em um galpão de sua empresa, por conta dos custos relativamente elevados para manter testes constantes no mar.

“É, sem dúvida, um projeto muito interessante, que trouxe comigo para ser avaliado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, obtendo reconhecimento pelo professor Nevan Hanamura, que ficou impressionado com a simplicidade de um aparelho mecânico que pode gerar mais de 200 kVA de energia”, contou o professor Roberto Badaró, titular do Senai-Cimatec na Bahia, que está em viagem ao país norte-americano. “O diferencial do projeto baiano está justamente na simplicidade e eficiência”,frisa Badaró.

Depois de ter patenteado a ideia, tudo o que Borges quer agora é encontrar parceiros dispostos a investir no aperfeiçoamento técnico, seja do equipamento ou de sistemas de distribuição. Para tanto, espera despertar o interesse de universidades e outras instituições de pesquisa,que disponham no orçamento de recursos para investir em testes e mais estudos.

Na onda

“Há ainda empresas privadas do setor ou mesmo instituições públicas, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que também lançam editais para pesquisa, mas que, na maioria das vezes, exigem a participação de instituições reconhecidas, como universidades, para selecionar projetos para liberação de recursos”, lembra Helio Borges, confiante em atrair mais interessados em mergulhar com ele na onda da energia renovável.

Hoje, o filho,quejáfoi surfista e tem o mesmo nome do pai,tornou-se o principal parceiro de ondomotriz. “Meu pai já gastou muito com testes até que chegou um momento que, ao percebermos a viabilidade do projeto reconhecida por instituições e perseguida por dezenas de países, notamos que o que precisamos agora é de ajuda técnica e financeira, e é essa boa energia que esperamos encontrar em futuros parceiros”, diz Helio Filho, engenheiro.

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(Joyce de Souza)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 14.12.2017

Dessalinização da água

17/11/2017 às 3:40 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | 1 Comentário
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Projeto simples e ecológico.


Vídeo animado retrata a destruição do planeta pelo homem

23/10/2017 às 3:32 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | 1 Comentário
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Esse vem do blog-irmão “O Bem Viver”. Vale a reflexão !


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