A CONTRIBUIÇÃO BRASILEIRA À RIQUEZA DAS NAÇÕES

20/05/2019 às 7:31 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Vamos ao conteúdo em detrimento da forma. A pressa não me permitiu o trabalho de transformar imagem em texto nesse caso. Confiram o bom artigo do Professor Paulo Ormindo de Azevedo publicado ontem no jornal A TARDE, Salvador-BA. Fomos vendidos !

 


 

A CONTRIBUIÇÃO BRASILEIRA À RIQUEZA DAS NAÇÕES 

 

(Paulo Ormindo de Azevedo)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 19.05.19

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Os números por trás do ‘milagre econômico’ da ditadura no Brasil

16/02/2019 às 3:48 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Em tempos de ditadura (mal)disfarçada, é sempre bom relembrar a História.


PREVIDÊNCIA E MISÉRIA

06/02/2019 às 3:57 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 2 Comentários
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“ Em  nome  da  dignidade  humana  essa  reforma  não  pode  passar ! “

Alerta


PREVIDÊNCIA E MISÉRIA

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(Emiliano José)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 04.02.2019

“Eu queria ter um banheiro”

07/01/2019 às 3:56 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 2 Comentários
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O ano é novo, mas os problemas são os mesmos.


“Eu queria ter um banheiro”

Estranho o titulo deste texto, mas bizarramente é um fragmento da fala de uma idosa brasileira ao discorrer sobre como viveu toda sua vida em um barraco sem nenhuma infraestrutura mínima. Ainda segundo ela, suas necessidades fisiológicas, bem como de sua família, eram feitas em áreas baldias ou em sacolas.
O pior é que esta situação, que se soma a tantas outras, não é uma mera e simples exceção, ela representa, segundo as mais recentes informações do IBGE, cerca de 55 milhões de brasileiros, isto mesmo que você leu, cerca de 55 milhões de brasileiros vivem na pobreza extrema. Para piorar a situação, deste montante, aproximadamente 13 milhões vivem na linha inferior à pobreza,resumindo, absurdamente ainda não podem ser considerados pobres.
Os dados apresentados pelo IBGE, infelizmente, não apresentam nenhuma novidade, pelo contrário, só reforçam nossa índole excludente, refletem como nossas políticas públicas são fracassadas, como os nos- sos políticos são mesquinhos e maus gestores, como nossas instituições fingem cumprir seus papéis, enfim, como continuamos a ser uma das nações mais ricas do mundo, que não consegue transformar esta riqueza em qualidade de vida para os seus convivas. Uma sociedade de corruptos e corruptores.
E não nos iludamos com os desumanizados 55 milhões de brasileiros, pois se somarmos a eles os demais que ganham até um salário mínimo, que é um salário abaixo de qualquer possibilidade de dignidade, a que retrato social do Brasil chegaremos?
Dizem que as mudanças nascem da base, do povo. Às vezes me pego pensando até que ponto é verdade tal afirmativa Um povo faminto, moribundo, sem sonhos, sem expectativa, sem estima, sem tudo aquilo que possibilite enxergar a própria existência e a partir dela tecer uma análise social, conseguirá ter “forças para lutar”?
A fome e demais mazelas dela provenientes abrem portas para o explorador, para o lacaio, para o usurpador, para o mal- feitor travestido de bonzinho; abrem portas infinitas para a ciranda da miséria que se perpetua para o bel-prazer daqueles que simplesmente se aproveitam e que são indiferentes ao sofrimento alheio.
Percebo que no Brasil não se quer mudar a cultura da pobreza, mas, pelo contrário, querem alimentá-la, transformando-a em orgulho, como se viver assim fosse a melhor coisa do mundo. Basta observar as maquiagens sociais que insistem em tapear e vangloriar a miséria. Como diria o trecho de uma música: “Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela em que eu nasci”.
Combater a injustiça, a fome, a miséria, transformar os locais inóspitos em locais onde seja possível viver dignamente, entre tantas outras coisas, isto, sim, deveria ser nossa maior bandeira. Um país rico é um país em que o povo vive com dignidade, vive realmente como um ser humano e que se reconhece como tal. O contrário não passa de um engodo cruel, uma mentira selvagem e um pesadelo sem fim.

(Walber Gonçalves de Souza)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 13.12.2018

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