CURSO ONLINE DE FUNDAMENTOS DO DESENHO

05/02/2019 às 3:44 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Divulgo agora neste espaço mais um curso de Daniel Brandão, agora na modalidade online.


O que é o “Curso de Fundamentos do Desenho”?

O Curso de Fundamentos do Desenho apresenta conceitos básicos e essenciais sobre a linguagem do desenho, demonstrando – através de exemplos e atividades – práticas, estruturas e ferramentas que podem contribuir para um desenvolvimento mais seguro e possível de se adequar a qualquer um: desde aos que veem o desenho como hobby ou terapia, quanto àqueles que abraçaram o desenho como profissão. E o melhor de tudo: completamente online para você acessar e fazer quando quiser.

Mas quem é Daniel Brandão?

Daniel trabalha como quadrinista, ilustrador, arte-educador e empresário desde 1996. Já ganhou três prêmios HQ Mix pela publicação Manicomics e trabalhou com diversas editoras, revistas, personagens e empresas nacionais e internacionais. Também é criador dos personagens Liz, Sebastião e Cariawara.

Por tudo isso, o Estúdio Daniel Brandão, fundado e gerido por ele, se tornou um espaço referência para artistas e interessados em quadrinhos e desenho. Durante todos esses anos, os melhores profissionais passaram – e alguns ainda estão – por aqui. Nossos esforços sempre foram direcionados para executar um trabalho sério de formação e produção e, como consequência, reunimos grandes artistas e os melhores professores.

O Estúdio já formou mais de 900 alunos, dentre eles, dezenas que estão hoje no mercado.


Para maiores informações clique em: CURSO ONLINE DE FUNDAMENTOS DO DESENHO

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COMO LER MAIS E MELHOR

30/01/2019 às 3:22 | Publicado em Baú de livros, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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O “subtítulo” do vídeo é “Guia definitivo”. Não concordo muito com isso, mas as dicas são boas. Vi esse vídeo através do Blog O BEM VIVER do amigo Dattoli.


Prova de Redação da UNICAMP – 2019

26/01/2019 às 3:35 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Publico agora neste espaço a prova de redação da UNICAMP deste ano. Um primor de elaboração, parabéns aos envolvidos. Fiz questão de fazer este post porque é a provocação do pensamento o objetivo primeiro deste blog, assim como pelo que se constata o objetivo dessa prova. Abaixo você encontra Teócrito, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, Alexandre Beck, Hannah Arendt, Celso Lafer (que seria o nosso Ministro do Itamarati se Haddad tivesse sido eleito) e o jovem e brilhante Sakamoto.

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REDAÇÃO PROPOSTA 1

Você é um(a) estudante do Ensino Médio na rede pública estadual e soube de um acontecimento revoltante na sua escola: sua professora de Filosofia recebeu ofensas e ameaças anônimas por suposta tentativa de doutrinação política, ao ter iniciado o curso sobre as origens da Cidadania e dos Direitos Humanos modernos com o texto a seguir:

Teócrito e o pensamento

     A ninguém, nem aos deuses nem aos demônios, nem às tiranias da terra nem às tiranias do céu, foi dado o poder de impedir aos homens o exercício daquele que é o primeiro e o maior de seus atributos: o exercício do pensamento.

     Podem amarrar as mãos de um homem, impedindo-lhe o gesto. Podem atar-lhe os pés, impedindo-lhe o andar. Podem vazar-lhe os olhos, impedindo a vista. Podem cortar-lhe a língua, impedindo a fala. O direito de pensar, o poder de pensar, porém, estão acima de todas as violências e de todas as repressões, que nada podem contra seu exercício. (…) Parece claro que não há abuso mais abominável que o de tentar impor limitações ao pensamento de qualquer pessoa. Pretender suprimir o pensamento de quem quer que seja é o maior dos crimes. Pois não é apenas um crime contra uma pessoa, mas contra a própria espécie humana, uma vez que o pensamento é o atributo que distingue o ser humano dos demais seres criados sobre a face da terra. (…)

     Na vida na cidade, se um homem neutraliza dentro de si o direito de pensar, a cidade pode ser tomada e dominada pela ferocidade de um tirano, cujo despotismo levará o povo à morte pela fome, pela crueldade ou por outras formas de injustiça e prepotência. E se não o povo todo, pelo menos uma parte do povo, certamente, será arrastada à opressão, à tortura, ao cárcere ou a qualquer outra forma de perdição. Os tiranos não gostam que as pessoas pensem. (Teócrito de Corinto, filósofo grego, século II d.C.)

A direção da escola ainda não se manifestou publicamente sobre o episódio. Indignado(a) com a tentativa de censura que a professora sofreu por propor aos alunos reflexões fundamentais à formação cidadã, você decidiu escrever o texto de um abaixo-assinado encaminhado à direção da escola, em nome dos estudantes, no qual deve: a) reivindicar que a escola se posicione publicamente em defesa da professora; b) reivindicar a manutenção de aulas de Filosofia que tematizem os Direitos Humanos; e c) justificar suas reivindicações. Para tanto, você deve levar em conta tanto o texto acima quanto os excertos abaixo.

1. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz. (Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo XXVI, item 2, 1948.)

2.

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3. No que toca aos direitos humanos, a filósofa Hannah Arendt identificou na ruptura trazida pela experiência totalitária do nazismo e do stalinismo a inauguração do tudo é possível, que levou pessoas a serem tratadas como supérfluas e descartáveis. Tal fato contrariou os valores consagrados da Justiça e do Direito, voltados a evitar a punição desproporcional e a distribuição não equitativa de bens e situações. Arendt propõe assegurar um mundo comum, marcado pela pluralidade e pela diversidade, o qual, através do exercício da liberdade, impediria o ressurgimento de um novo estado totalitário de natureza. No mundo contemporâneo, continuam a persistir situações sociais, políticas e econômicas que, mesmo depois do término dos regimes totalitários, contribuem para tornar os homens supérfluos e sem lugar num mundo comum, como a ubiquidade da pobreza e da miséria, a ameaça do holocausto nuclear, a irrupção da violência, os surtos terroristas, a limpeza étnica, os fundamentalismos excludentes e intolerantes. (Adaptado de Celso Lafer, A reconstrução dos direitos humanos: a contribuição de Hannah Arendt. Estudos Avançados, v. 11, n. 30, São Paulo, p. 55-65, maio/ago. 1997.)

4. O bicho está pegando na educação. Fico pensando em que mundo vivem os que acham que as escolas brasileiras sofrem de “contaminação político-ideológica” comandada por “um exército organizado de militantes travestidos de professores”. É uma baita contradição para quem diz defender a “pluralidade”, e é o caminho oposto dos países de alto desempenho em educação: Estados Unidos (em que alguns Estados oferecem educação sexual desde o século XIX), Nova Zelândia, Suécia, Finlândia e França. No Brasil, querem interditar o debate. Mesma coisa com os estudos indígenas e africanos, classificados aqui como porta de entrada para favorecer “movimentos sociais”. Já na Noruega, o currículo é generoso com o povo sami, habitantes originais do norte da Escandinávia. “Doutrinação”, por lá, chama-se respeito à diversidade e às raízes da história do país. Para piorar, o principal evangelista dessa “Bíblia do Mal” seria Paulo Freire. Justo ele, pacifista convicto e obcecado pela ideia de que as pessoas deveriam pensar livremente. Presos na cortina de fumaça da suposta doutrinação, empobrecemos um pouco mais o debate sobre educação. (Adaptado de Blog do Sakamoto. Disponível em https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br. Acessado em 05/07/2018.)

21 LIÇÕES PARA O SÉCULO 21

25/01/2019 às 3:45 | Publicado em Baú de livros, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Como os outros dois da “trilogia” de Harari (“SAPIENS – UMA BREVE HISTÓRIA DA HUMANIDADE” e “HOMO DEUS”), este livro deveria ser obrigatório em todas as escolas e universidades. O fenômeno do surgimento de uma outra espécie, na mesma linha do pensamento de Marcelo Gleiser, já está ocorrendo (alguém que lê esse post não possui pelo menos um celular ?). A mistura da tecnologia da informação com a biotecnologia, tão bem explicada pelo autor, é um caminho sem volta.


21Licoes

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