800 mil barris diários no pré-sal. A Petrobras é mais forte que os ratos e urubus

12/08/2015 às 3:27 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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O assunto do email que recebi de um grande amigo com essa notícia, ainda em abril deste ano, era “Que canalhas !”. E a gente não pode deixar de pensar o porquê de isso não ser amplamente divulgado na mídia, e o porquê de pessoas que trabalham na própria Petrobras (como alguns amigos meus Engenheiros) nem ao menos compartilhar tal fato. Mas desconfiar a gente pode, inclusive daquele tedioso “complexo de vira-lata” rodrigueano, porque é um direito nosso (“Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa” – João Guimarães Rosa).


800 mil barris diários no pré-sal. A Petrobras é mais forte que os ratos e urubus

Petrobras

A produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras atingiu, no dia 11 de abril, a marca de 800 mil barris de petróleo por dia (bpd), atingindo novo recorde de produção diária. Desse volume, cerca de 74% (590 mil bpd) correspondem à parcela da companhia e o restante à das empresas parceiras nas diversas áreas de produção da camada pré-sal.

Faz pouco mais de sete anos que o pré-sal foi descoberta e este volume, em tão pouco tempo, é várias vezes maior do que aqueles que, em outras áreas marítimas, já se atingiu em tão pouco tempo, numa atividade complexa e demorada.

Segundo a empresa para que se alcançasse, no Brasil, a produção de petróleo de 800 mil barris por dia” foram necessários 40 anos, com a contribuição de 6.374 poços. Na Bacia de Campos, esse mesmo volume de produção foi alcançado em 24 anos, com 423 poços.”

No pré-sal, são ainda apenas 39 poços produtores: 20 estão na Bacia de Santos, que responde por 64% da produção (511 mil barris por dia) e 19 poços estão localizados na Bacia de Campos e respondem por 36% da produção (291 mil barris por dia).

É deste “peso” imenso que os “muy amigos” da Petrobras querem “livrar” a empresa, pela carga de investimento necessária para explorá-lo e, de quebra, “aliviar” o Brasil do “sacrifício ” de ser um grande no petróleo.

Que canalhas!

(Fernando Brito)

Tecnologia AR com ÁGUA vira gasolina

16/09/2014 às 3:34 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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E ai gente ? A questão é técnica ? Claro que não !!! Afinal,  AR,  ÁGUA e INTELIGÊNCIA ainda temos.


Impressora 3D faz 10 casas por dia

26/05/2014 às 3:25 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca | Deixe um comentário
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Mais uma solução engenhosa vinda dos orientais ! (FONTE: HypeScience –  http://hypescience.com/impressora-3d-faz-10-casas-por-dia/ )


Impressora 3D faz 10 casas por dia

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Esta pequena casa pode parecer simples, mas ela representa uma conquista significativa na construção rápida. Uma empresa chinesa demonstrou as capacidades de sua impressora 3D gigante através da construção de 10 casas rapidamente, em menos de 24 horas.

Construídas a partir de materiais reciclados, estas casas custam menos de US$ 5.000 (aproximadamente R$ 11.000) e poderão ser construídas em massa para aliviar crises de habitação nos países em desenvolvimento.

Se você foi a uma grande cidade na China recentemente, você deve ter notado uma coisa. A construção é absolutamente exuberante, com arranha-céus atrás de arranha-céus, enquanto as cidades se esforçam para lidar com uma enorme população que está urbanizando a um ritmo sem precedentes.

Fora dos grandes centros urbanos, ainda há uma grande necessidade de habitação rápida e barata, e a empresa de materiais de construção Winsun, com base em Suzhou, largou na frente com uma demonstração impressionante de construção rápida, usando técnicas de impressão 3D e materiais predominantemente reciclados.

Em vez de imprimir as casas de uma só vez, a impressora 3D da Winsun cria blocos de construção por camadas de uma mistura de cimento e vidro em padrões estruturais. Estes blocos são impressos numa fábrica central e rapidamente montados no local.

A impressora é de 6,6 metros de altura, 10 metros de largura e 32 metros de comprimento. A cabeça de impressão parece um pouco com uma arma de tubulação de um padeiro, uma vez que faz a mistura da construção.

Cada casa pequena dá muito pouco trabalho para montar. A Winsun espera disponibilizá-las para projetos habitacionais de baixa renda em breve.

Espanhol é ameaçado de morte por criar lâmpada que não queima

16/09/2013 às 3:08 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca, Zuniversitas | 1 Comentário
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Em 10 de março do ano passado já havia abordado esse importante tema com o post “Programado para morrer“. Volto agora ao tema com este projeto. A idéia é simples, mas genial ! (FONTE: http://www.engenhariae.com.br/colunas/espanhol-e-ameacado-de-morte-por-criar-lampada-que-nao-queima/)

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Espanhol é ameaçado de morte por criar lâmpada que não queima

A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo problemas em oito anos e de repente, em um belo dia, a televisão lhe diz adeus.

“Não há nada para se fazer além de comprar outra”.

É possível fazer produtos que durem mais do que isso? Quem sabe a vida toda? Benito Muros da SOP (Sem Obsolescência Programada), diz que é possível. Por isso está ameaçado de morte.

O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.

As lâmpadas e a luta de Benito Muros respondem a um novo conceito empresarial, baseado em desenvolver produtos que não caduquem, como aquelas geladeiras Frigidaire ou máquinas de lavar Westinghouse que duravam a vida toda.

Uma filosofia empresarial mais conforme com nossos tempos, graças à comercialização de produtos que não estejam programados para ter uma vida curta, senão que respeitem o meio ambiente e que não gerem resíduos que, por vezes, acabam desembocando em containers de lixo no terceiro mundo.

Veja a entrevista onde ele fala sobre seu projeto.

Se trata de um movimento que denuncia a Obsolescência Programada. Lutamos para que as coisas durem o que tenham que durar, porém os fabricantes de produtos eletrônicos os programam para que durem um tempo determinado e obrigam os usuários a comprar outros novos. A lei permite!
O consumo de nossa sociedade está baseado em produtos com data de validade. Mudar isso suporia mudar nosso modelo de produção e optar por um sistema mais sustentável. Os fabricantes devem ser conscientes de que as crises de endividamento como a que vivemos são inevitáveis e que podemos deter o crime ecológico.

(Repórter: A lavadora de minha mãe durou 35 anos)
E agora aos seis já da problemas. Também, antes havia umas meias de náilon irrompíveis.
Deixaram de fabricar, por isso, porque duravam demais.
Más hoje, por exemplo temos uma lâmpada que está acesa a 111 anos em um parque de bombeiros de Livermore (California). Foi então que surgiu a idéia de criar, junto com outros engenheiros, uma linha de iluminação que dure toda a vida.

(Repórter: Não queima nunca?)
Nunca! Dura mais de cem anos, porém como não veremos, oferecemos uma garantia de 25 anos.

(Repórter: Não se vê isto nos grandes armazéns.)
Não, porque as distribuidoras nos dizem que vivem das que se queimam. Inclusive recebemos ofertas de milhares de dólares para tira-la do mercado.

(Repórter: E quanto custa sua lâmpada?)
Pode ser comprada online por uns 37 euros. Aos fabricantes não lhes interessa.

(Repórter: Um gênio ou um louco?)
Nem um nem outro. Somente buscamos uma sociedade mais justa. Ainda que isto signifique estar ameaçado de morte.

A lâmpada criada pela OEP Electrics responde à necessidade atual de um compromisso com o meio ambiente. Ao durar tanto tempo, não gera resíduos ao mesmo tempo em que permite uma poupança energética de até 92% e emite até 70% a menos de CO2.

Mas, ao que parece, a indústria de produtos elétricos não está muito contente com a descoberta. Benito Muros diz que está sendo ameaçado devido a seu invento e inclusive afirma ter recebido ofertas milionárias para retirar seu produto do mercado.

– “Senhor Muros, você não pode colocar seus sistemas de iluminação no mercado. Você e sua família serão aniquilados”, reza a denúncia que Muros apresentou à Polícia, que apesar do medo não se acovardou.

Para realizar sua pesquisa, Muros viajou até o parque de bombeiros de Livermore (Califórnia), lugar no qual há uma lâmpada que permanece acesa de forma ininterrupta há mais de 111 anos. Ali contatou com descendentes e conhecidos dos criadores da lâmpada, já que não existia documentação a respeito.

Com esta informação conseguiu as bases para começar sua pesquisa, cujo achado supõe um novo conceito de modelo empresarial baseado na não Obsolescência Programada.



Uma pequena lista das vantagens prometidas por Benito Muros e OEP Electrics:

– Gasta 92% menos eletricidade que uma lâmpada incandescente, 85% em relação às alógenas e 70% em relação às fluerescentes.
– Garante 25 anos funcionando 24 horas por dia, 365 dias por ano.
– Não se queima no caso de acender e pagar varias vezes. A empresa OEP Electrics garante 10.000 (Dez mil) comutações (acender e apagar) diárias.
– Ela acende na hora. Não precisa esperar ela esquentar.
– Não emite ultra violeta e nem ultra vermelho (Evitando problemas de pele e nos olhos)
– Não faz zumbido.
– Consegue iluminar em temperaturas de até 45 graus abaixo de zero.
– Não contém tungstênio e nem mercúrio. Não possui metais pesados que demoram para desintegrar. São recicláveis e seguem todas as normas ambientais.
– Emite 70% a menos de CO².
– Por ter mais tempo de vida, produz menos resíduos para a natureza.
– Praticamente não esquenta utilizando somente aquela energia que será necessária para iluminar, ao contrário das lâmpadas convencionais que gastam 95% da energia para produzir calor e 5% para iluminar.
– Por não esquentar e não produzir radiação evita deteriorar os materiais que estão perto.
– Evitam risco de incêndio.
– Não prejudicam o frio dentro de câmaras frigorificas.

Veja uma entrevista de Benito Muros:


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