Principais fraudes eletrônicas previstas para 2018

19/01/2018 às 3:58 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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Início de ano. É bom ficar sabendo que desafios nos aguardam nesse 2018 em termos de Segurança da Informação. Seguem alguns, mas lembrando que os profissionais dessa área sempre andam na retaguarda aguardando a “criatividade” cada vez mais crescente dos já famosos hackers. Assim, todo ano a gente fica aguardando alguma “novidade” nessa área. Qual será a dessa vez ?


Principais fraudes eletrônicas previstas para 2018

De acordo com especialistas, machine learning para gerar sites e campanhas de phishing, ciberataques políticos intensificados, invasões em contas bancárias e instalação de malwares remotos para atacar caixas eletrônicos serão alguns dos métodos que cibercriminosos devem explorar nos próximos meses

Enquanto cibercriminosos se especializam na manipulação de usuários finais, as organizações devem concentrar seus esforços em mecanismos eficientes de autenticação. Abaixo você acompanha as previsões de especialistas de segurança da Easy Solutions para esse ano.

Manipulação de usuários continua em alta

Os vazamentos de dados de grandes organizações, como os da Target, Equifax e OPM, envolvem e-mail, um link ou um arquivo anexado. Os ataques de phishing se concentram em fraquezas humanas e são simples, mas altamente efetivos. Além disso, nenhum setor, incluindo bancos, organizações governamentais e iniciativa privada, entre outros, está imune à engenharia social. A invasão de contas já causa cerca de 7 bilhões de dólares em prejuízos anuais. “Até o final de 2020, as organizações que não usarem técnicas avançadas de machine learning e autenticação de vários fatores serão incapazes de acompanhar as demandas de usuários finais cada vez mais digitalizados”, prevê Ricardo Villadiego, CEO da Easy Solutions.

Inteligência artificial: de que lado ela está?

Os especialistas da Easy Solutions afirmam que as tecnologias de machine learning e de inteligência artificial, desenvolvidas para aumentar a conveniência dos usuários finais, estão sendo usadas pelos criminosos para criar caos e prejudicar usuários e empresas. Para a companhia, uma das maiores ameaças atuais é o uso de inteligência artificial para a geração de sites de phishing e malwares capazes de escapar dos sistemas de detecção. A tendência é que os criminosos entendam cada vez melhor o funcionamento de machine learning e alterem suas técnicas de ataque e programas maliciosos para superar os algoritmos usados em segurança. Isso é especialmente preocupante para as entidades que não usam ou não têm acesso a vastos conjuntos de dados para treinamento de algoritmos de IA, uma vez que é mais fácil para os criminosos injetar anomalias e efetivar o processo de aprendizagem de algoritmos de machine learning quando se usa apenas um conjunto superficial de dados.

Ataques cada vez mais sofisticados

Os criminosos estão usando dados obtidos ilicitamente no mercado negro, acessando contas bancárias e abrindo novas contas para cometer fraudes. Há agora uma necessidade ainda maior de se ter meios para detectar a falsificação de identidade no momento da abertura de contas, pedidos de empréstimo e solicitações de cartões de crédito, devido ao número cada vez maior de dados pessoais disponíveis no mercado negro. A Easy Solutions avalia que haverá mais casos em que uma conta de e-mail é o principal vetor do ataque. Uma conta hackeada do Gmail, por exemplo, poderá ser usada para acessar outros serviços e executar mais fraudes.

Invasões de conta devem aumentar

Graças aos vazamentos de dados passados, existe muita informação pessoal disponível no mercado negro. Os cibercriminosos poderão usar esses dados para invadir contas e alterar informações de contato e políticas de segurança dos proprietários, obtendo acesso livre para drenar recursos e gerar caos. Os fraudadores desenvolveram meios sofisticados para obter acesso a informações confidenciais, de modo que mesmo as pessoas mais atentas podem ter dificuldade para distinguir sites fraudulentos de sites legítimos. Os criminosos podem, ainda, empregar URLs e certificados digitais legítimos em páginas maliciosas, e usar dois ou mais canais institucionais, como apps e perfis falsos em redes sociais, para obter informações pessoais e depois acessar uma ou várias contas.

Ciberataques políticos

Reais ou imaginários, os ataques serão usados para obter vantagens políticas, como nos casos das eleições presidenciais de 2016 dos EUA, do ciberataque contra think tanks políticos na Alemanha e do ataque contra o parlamento britânico, que bloqueou o acesso a email dos parlamentares. Essa tendência deve aumentar, especialmente com a identificação de graves riscos de segurança em infraestruturas críticas, como redes elétricas, sistemas de água e comunicações. Como a maioria das transações e das atividades de empresas, governos e indivíduos é realizada digitalmente, garantir a segurança na Internet é mais que uma necessidade: é uma responsabilidade do governo.

Mais celulares, mais ameaças digitais

Apple e Google continuam a aumentar a segurança de seus dispositivos para proteger os usuários de ataques genéricos, como roubo de dados por apps utilitários. No entanto, ainda é possível usar esses aparelhos para facilitar o comprometimento de nomes de usuário, senhas e dados confidenciais. Ataques man-in-the-middle, pontos de acesso à Internet inseguros (como redes WiFi) e malwares em dispositivos com jailbreak são condições ideais para os cibercriminosos, pois possibilitam a exploração de vulnerabilidades. Segundo a Easy Solutions, essas estratégias de ataque devem se tornar ainda mais populares no próximo ano. Como a maioria das organizações não está monitorando essas ameaças e toma medidas apenas após a execução dos ataques, os criminosos continuarão se aproveitando das fraquezas e dos pontos desprotegidos de segurança móvel.

Ataques em dispositivos de IoT e assistentes de IA domésticos

Para cada assistente de IA, existe um hacker em algum lugar tentando acessar um dispositivo descontrolado. “As chances de sucesso são altíssimas, uma vez que o usuário médio está ciente da possibilidade de roubo de dados, mas não tem capacidade para impedir essas ameaças”, explica Villadiego. “Além disso, a maioria dos usuários é bastante negligente em termos de segurança, e não é de se admirar que os assistentes domésticos e os dispositivos IoT se tornem alvos populares no próximo ano”, acrescenta.

Vírus e malware autopropagados continuarão… a se propagar

O WannaCry não desaparecerá tão cedo. Em vez disso, TrickBot, a estrela em ascensão dos trojans bancários, Locky e outros estão se aproveitando do seu sucesso.

Moedas digitais permitirão que os criminosos embolsem os lucros obtidos nos ataques

Historicamente, a parte mais difícil de um ataque financeiro é o acesso aos recursos roubados por conta do risco de exposição. Em razão do aumento dos canais disponíveis para converter dinheiro normal em moedas digitais, os criminosos se concentrarão em estratégias que permitam receber em Bitcoins, segundo previsões da Easy Solutions. Essa tendência continuará até que as instituições financeiras e entidades de segurança desenvolvam e adotem contramedidas eficientes.

Tecnologias sofisticadas de skimming levarão a um aumento nos ataques a caixas eletrônicos

Em 2016, os hackers descobriram como criar skimmers virtuais (malwares instalados remotamente), o que lhes permitiu roubar informações dos cartões sem precisar sequer tocar no caixa eletrônico. Além disso, a prevalência de skimming não diminuiu diante da tecnologia EMV, que se tornou mais comum nos Estados Unidos a partir de 2015. Segundo a Easy solutions, enquanto houver caixas eletrônicos aceitando cartões com tarja magnética, deve-se esperar mais “investimento” dos criminosos em skimmers virtuais e um aumento em sua sofisticação.

Buscar soluções que ofereçam proteção abrangente contra fraudes, incluindo ameaças digitais, proteção de marca e análises de navegação segura; implementar autenticação de vários fatores e monitoramento de login para transações; e manter os sistemas atualizados com pacotes de software e backups regulares e ensinar funcionários e usuários finais sobre os perigos da fraude digital são as principais dicas da Easy Solutions. “As organizações que não implementarem as estratégias mais recentes de proteção contra fraudes enfrentarão grandes dificuldades para manter sua participação e relevância no mercado”, conclui.

FONTE: http://www.securityreport.com.br/destaques/principais-fraudes-eletronicas-previstas-para-2018/?utm_source=Conte%C3%BAdo%20Editorial&utm_campaign=c1bcd0c535-EMAIL_CAMPAIGN_2018_01_12&utm_medium=email&utm_term=0_aa27249f54-c1bcd0c535-11668429#.WlzcTn4zYdU

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A Caverna de Platão na Era da Informação: Servidão e Ignorância em tempos de rede

17/01/2018 às 11:01 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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O objetivo deste blog é exatamente esse: provocar o pensamento. É o que faz esse bom artigo de Erick Morais.


A Caverna de Platão na Era da Informação: Servidão e Ignorância em tempos de rede

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A partir da década de 1970, o mundo começou a passar por transformações que o modificariam substancialmente em vários aspectos. Era a terceira revolução industrial, ou como alguns gostam de chamar – “A Revolução tecno-científica-informacional”. O desenvolvimento da internet e do conceito de rede modificou a estrutura e a lógica da informação e dos meios de comunicação. Hoje, vivemos o auge dessa revolução (ou não), em que temos “acesso” ao mundo na palma da mão. Estamos ligados, conectados, cercados de informação por todos os lados e, portanto, livres da ignorância. Ou ainda mais ignorantes?

Não há dúvida de que a internet promoveu a democratização da informação e até mesmo do modo como se estruturam os meios de comunicação. A informação existe em atacado, de todas as formas, todavia, é preciso considerar algo básico e repetido por muitos: informação não é conhecimento. Dessa maneira, por mais que exista um manancial enorme de informação, isso não implica necessariamente mais conhecimento/sabedoria e, consequentemente, menos ignorância/alienação/escravidão.

Além do fato de que informação difere de conhecimento, também é necessário colocar em pauta qual o tipo de “informação” que circula na rede. Existe muito conteúdo de qualidade no oceano da internet, o qual consegue estimular no indivíduo médio o exercício do senso crítico, de pensar fora da caixinha, fora dos padrões, de questionar a estrutura de poder estabelecida e, assim, construir um conhecimento próprio. Esse tipo de conteúdo e/ou informação existe, volto a dizer, mas ele está perdido, escondido no fundo do oceano. Há uma dificuldade enorme de que eles consigam notoriedade, leia-se, atingir verdadeiramente um grande número de pessoas.

Por outro lado, mais do que dar voz a imbecis (que existem em todos os lugares), como disse certa vez Umberto Eco, a internet tem a capacidade de criar ídolos que mesmo não sendo imbecis (na maioria dos casos), não são produtores de conteúdo/informação que estimulam o pensamento crítico. Esse fato não é exclusivo dos novos meios de comunicação. Os mais antigos, como a TV e o Cinema, talvez sejam até piores nesse sentido, inclusive, porque no caso da TV especificamente, ela possui (ou deveria possuir) o direito de nos informar dignamente, com qualidade. Sabemos que não é bem isso que acontece.

O ponto-chave dessa problemática, por assim dizer, é que já está comprovado que o acesso à informação está muito mais fácil do que há um século. Entretanto, não houve o desenvolvimento de uma sociedade mais crítica, o que nos leva a repensar o papel da informação e dos meios de comunicação no pensar humano, bem como, do desenvolvimento real produzido com mais uma revolução industrial.

As notas na redação do Enem 2016 evidenciam o argumento supracitado, uma vez que havendo mais informação e acesso a ela na mesma medida, por que houve tantas notas baixas? Provavelmente, porque o excesso de “luz” presente na rede esteja causando uma “cegueira branca”, que direciona grande parte dos sujeitos para os mesmos locais, o que só pode permitir que os seus pensamentos comunguem para o senso comum de modo totalmente acrítico ao mundo que os cerca.

A cegueira colocada aqui pode ser interpretada como servidão, e pior, voluntária. Contudo, é necessário dizer que ela não surge do nada. Ela é fruto de um processo no qual os indivíduos não são estimulados a pensar, a fazer perguntas (todas elas); e sim, em se adaptar, se comportar bem aos olhos de um superior – fazendo tudo que ele quiser, obviamente – e não menos importante, aprendendo a como fazer as coisas, ainda que não se saiba o porquê do que está sendo feito. Ou seja, estou falando da educação, o que no caso do Brasil, principalmente da escola púbica, consegue ser pior do que o exposto e, assim, tornar-se extremamente difícil convencer uma massa programadamente ignorante de que o lado de fora da caverna é mais bonito. É o que Bauman diz em “Babel – Entre a Incerteza e a Esperança”:

“Se a variedade atual dos homens da caverna de Platão não se importa de estar encarcerada é porque esses homens foram espoliados do desejo de se aventurar do lado de fora, ou jamais conseguiram tomar conhecimento do propósito de fazê-lo. ”

Assim sendo, por mais que haja uma democratização no acesso à informação e conteúdos voltados para o pensamento crítico e libertador da condição servil que nos encontramos, há ainda muita dificuldade em relação ao desenvolvimento do interesse e compreensão, sobretudo, do homem médio, da importância de buscar conteúdos imprescindíveis para o seu despertar.

O mundo se moderniza, novas “revoluções surgem”, mas a condição de escravos presos à caverna permanece, o que na atual conjuntura se estabelece de modo ainda mais perverso e eficiente, pois passa-se a falsa impressão de que há acesso não só à informação, mas também à justiça, à educação, à moradia, à alimentação, à saúde, à segurança, e tantos outros direitos básicos que são sabotados dos cidadãos. Para piorar, presos nessa ignorante condição, os próprios escravos acabam alimentando o sistema ao consumir freneticamente como verdades absolutas tudo que lhes é passado, e posso lhes garantir que não são conteúdos que procuram estimular o questionamento do porquê das coisas.

Posto isso, há de se considerar que sejam nos novos ou velhos meios de comunicação, a informação existe, quer para libertar, quer para aprisionar. E, embora haja uma democratização da informação, acima de tudo com a internet, não houve uma modificação substancial da condição que nos encontrávamos antes dessa “transformação” ocorrer.

Entretanto, a mudança não ocorrerá de modo abstrato, a partir dos próprios meios de comunicação ou de quem os administra (e isso inclui os produtores de conteúdo na internet), e sim, de quem dá voz a eles. Por isso, por mais que as condições sejam adversas, reside em cada escravo na caverna um pequeno ponto de interrogação que pode levá-lo ao descobrimento do mundo exterior, longe de sombras e de correntes. É necessário que cada um assuma a sua responsabilidade, sem deixar os ouvidos fáceis para os mascates de ideologias, interessados tão somente no aumento das correntes que nos cegam e nos prendem.

FONTE: http://genialmentelouco.com.br/2017/08/23/a-caverna-de-platao-na-era-da-informacao-servidao-e-ignorancia-em-tempos-de-rede/

Internet não é TV a cabo

29/12/2017 às 21:27 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Um bom artigo do Professor Nelson Pretto da UFBA que esclarece sobre a polêmica questão da neutralidade da grande rede.

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Internet não é TV a cabo

Em recente medida já esperada por conta das mudanças políticas levadas à frente pelo governo de Donald Trump com radicais prejuízos dos direitos da sociedade americana, a Federal Communication Commission (FCC) decretou o fim da neutralidade da internet nos Estados Unidos. Medida que, legislada para lá, poderá ter efeito desastroso em todo o mundo, inclusive aqui no Brasil.

Desde do nascimento da internet, a neutralidade da rede foi um dos pilares básicos. Com ela, não importa o que está passando pela conexão contratada pelo usuário, tudo deve ser tratado com isonomia.

Por exemplo, se você tem um contrato com uma operadora X, qualquer outro usuário que tenha um contrato semelhante com uma operadora Y deverá poder ver filmes, ouvir música, baixar ou publicar vídeos, música ou textos com igual conforto que você. Isso porque nem a operadora X nem a operadora Y “filtram” o que você está trafegando. Podemos dizer, tecnicamente, que todos os bits são tratados de forma igualitária. É isso que se denomina de neutralidade da rede, mas que foi quebrado por lei nos Estados Unidos, recentemente.

Assim, lá serão possíveis acordos comerciais entre distribuidores de conteú- do. Por exemplo, entra a tal operadora X e um fornecedor de filmes, de tal forma que os clientes possam assistir aos filmes com maior fruidez do que aqueles que são clientes da operadora Y, que não fez o tal acordo comercial.

Teríamos, assim, algo muito semelhante ao que é a TV por assinatura, onde o você paga, cada vez mais, em função do que deseja assistir. Obviamente será enorme o prejuízo para os pequenos provedores e para os consumidores de menor poder aquisitivo.

Ou seja, aquilo que sempre foi a marca da internet, o seu potencial democrático de possibilitar uma ampla comunicação todos-todos, passa a ser reduzido à capacidade de pagamento do cidadão e aos interesses das grandes operadoras, em função de acordos comerciais com outras empresas de redes sociais e de conteúdo, como Netflix, YouTube, Facebook ou WhatsApp. Ou seja, com o fim da neutralidade, as Telecoms “cobrarão” por conteúdo sem serem produtoras desse conteúdo.

Essas operadoras aqui no Brasil (praticamente as mesmas no mundo todo) ao longo dos anos vêm fazendo enorme pressão, desde a verdadeira batalha que foi a tramitação do Marco Civil da Internet, para que fosse permitida a quebra da neutralidade da rede, sob o argumento de que tecnicamente seria possível, com bom senso, não prejudicar o consumidor de menor poder aquisitivo. Óbvio que não podemos acreditar nisso, mesmo porque não se pode construir um país com crenças e, sim, com marcos legais que fortaleçam a cidadania e a democracia.

(Nelson Pretto)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 29.12.2017

Conheça os cursos gratuitos oferecidos na internet pelas 10 melhores universidades do mundo

27/12/2017 às 3:02 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Opções boas para quem quer estudar em Universidades conceituadas, de graça e a distância. A iniciativa é excelente, mas é sempre bom ficar de olho sobre o ranking apresentado porque foi elaborado por uma revista britânica – Times Higher Education (THE).


Conheça os cursos gratuitos oferecidos na internet pelas 10 melhores universidades do mundo

Livros envolvidos por um fone de ouvido

Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption – Graças à internet, é possível estudar de graça nas universidades mais prestigiadas do mundo

Estudar nas mais prestigiadas universidades do mundo é um luxo que não está disponível para todos – envolve altos custos e processos seletivos muito competitivos.

Mas graças à internet e à iniciativa de algumas dessas instituições, já é possível acessar alguns de seus cursos… e sem pagar nada por isso.

Contamos aqui o que você pode estudar nestas universidades – sem custos e à distância.

1. Universidade de Oxford

De acordo com o mais recente ranking das mil melhores universidades do mundo, produzido todos os anos pela revista britânica Times Higher Education (THE), a Universidade de Oxford, na cidade com mesmo nome no Reino Unido, ocupa o primeiro lugar.

Universidade de Oxford

Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption – Universidade de Oxford é a primeira da lista da Times Higher Education (THE)

Dois países dominam as posições mais altas da lista: Reino Unido e Estados Unidos. Por isso, se você quiser ter acesso a esses cursos, é importante ter em mente que a maioria deles é ensinado em inglês.

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A Universidade de Oxford oferece vários cursos online gratuitos que você pode acessar em formato de podcasts, textos e vídeos.

“Existem milhares de materiais de alta qualidade para benefício da educação internacional”, diz a seção “Coleções abertas” do site da instituição.

Estes são alguns deles:

2. Universidade de Cambridge

Também inglesa, a Universidade de Cambrigde é a segunda na lista das melhores universidades do mundo segundo a edição de 2017 da THE.

Universidade de Cambridge

Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption – Entre muitas outras opções, a Universidade de Cambridge oferece a opção de aprender árabe e chinês pela internet

Estes são alguns de seus cursos que podem ser acessados pela internet de maneira gratuita.

3. Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech)

Mais conhecido como o Caltech, o Instituto de Tecnologia da Califórnia é um centro privado de ciência e tecnologia localizado na cidade americana de Pasadena.

Kip Thorne

Direito de imagemGETTY IMAGES – Image captionFísico Kip Thorne, que ganhou o Prêmio Nobel de Física em 2017, deu aulas no Caltech

“Nossos programas educacionais online visam melhorar a forma como educamos as futuras gerações de cientistas e engenheiros e mostrar como nossa abordagem pode fazer a diferença”, diz seu site.

“As novas oportunidades de aprendizado online estão disponíveis através das plataformas de tecnologia educativa Coursera e edX, que oferecem cursos universitários online para uma audiência global sem qualquer custo.”

Esta é uma amostra dos seus programas gratuitos:

4. Universidade Stanford

Quando o fundador da Apple, Steve Jobs, fez seu famoso discurso “Você tem que encontrar o que você ama” na Universidade Stanford em 2011 – onde ele estudou, mas nunca se formou -, ele fez o nome dessa prestigiada instituição ainda mais conhecido em todo o mundo. Ela sempre esteve nas listas das melhores do mundo.

Corredores da Universidade Stanford

Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption – Stanford oferece cursos que vão da fotografia à medicina

Esta é uma lista de alguns dos cursos oferecidos pela instituição, na internet e sem custos:

5. Instituto de Tecnologia de Massachusetts

O prestigiado Instituto de Tecnologia de Massachusetts, muito conhecido também por seu acrônimo em inglês, MIT, é uma universidade privada localizada em Cambridge, Massachusetts, nos EUA. A instituição também oferece um bom número de cursos completamente gratuitos na rede.

Eis alguns exemplos:

6. Universidade Harvard

Também em Cambridge, nos Estados Unidos, a Universidade Harvard oferece cursos online abertos ao público.

Universidade Harvard

Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption – A Universidade Harvard fica em Massachusetts, nos Estados Unidos.

Veja alguns cursos da instituição disponibilizados na plataformaedX:

7. Universidade de Princeton

A Universidade de Princeton, no Estado americano de Nova Jersey, é a quarta mais antiga dos EUA e a sétima melhor do mundo, segundo a THE.

Estudante na Universidade de Princeton

Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption – Ciências sociais e exatas estão contempladas entre os cursos de acesso aberto da Universidade de Princeton

Eis alguns de seus cursos:

8. Imperial College de Londres

Em Londres, o Imperial College também oferece uma série de cursos abertos aos internautas – mais focados em negócios:

9. Universidade de Chicago

O nono lugar na lista das melhores universidades é ocupado pela Universidade de Chicago.

Obama na universidade

Direito de imagemGETTY IMAGESImage caption – O ex-presidente americano Barack Obama visitou a Universidade de Chicago

Ela também oferece uma série de cursos gratuitos pela internet:

10. Universidade da Pensilvânia

Uma seleção de seus cursos online gratuitos:

FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-42146764

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