As empresas de tecnologia ficaram poderosas demais

16/06/2018 às 3:49 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
Tags: ,

Muito interessante e atual esse tema e essa entrevista. Faço três observações:

1 – Infelizmente isso de “direito ao esquecimento” não existe na prática da grande rede. No mesmo instante em que alguém posta algo sobre alguém na Internet, isso já pode estar quase automaticamente no computador ou equipamento semelhante de outra pessoa. Assim, não há que se falar em “esquecimento” porque a informação se multiplica e se “multi-arquiva” em vários locais na rede.

2 – Uma das coisas mais interessantes que esse advogado conseguiu foi num caso concreto “resolver” a questão complicada da territorialidade em causas relativas à Internet. Nascido na França, isso pode servir como uma espécie de jurisprudência que pode ser aplicada em outros países.

3 – A questão do valor foi também muito bem observada. O que é uma multa de 1000 dólares para uma gigante como a Google ? Mas certamente que 4% do seu faturamento anual já é algo que a empresa iria se preocupar.


‘As empresas de tecnologia ficaram poderosas demais’, diz advogado que venceu ação contra Google

Para o dinamarquês Dan Shefet, domínio cada vez maior de gigantes como Google e Facebook representa ameaça à democracia

Dan Shefet, advogado dinamarquês, estará no Brasil para evento do Projeto i2030

 

Dan Shefet, advogado dinamarquês, estará no Brasil para evento do Projeto i2030

De fala mansa, o advogado dinamarquês Dan Shefet, de 63 anos, tem viajado pelo mundo para atacar alguns dos maiores problemas que a internet enfrenta hoje, de escândalos de privacidade à disseminação de notícias falsas. Radicado em Paris, Shefet lidera a ONG Association for Accountability and Internet Democracy (AAID), que defende a criação de boas práticas e, quando necessário, regulação para serviços de internet.

Shefet se tornou conhecido em 2013, após vencer o Google na Justiça francesa. Depois que uma pessoa passou a disseminar informações falsas sobre ele na web, o advogado entrou com um processo pedindo a retirada dos respectivos links dos resultados de busca do Google. A decisão favorável da corte francesa em seu caso foi uma das primeiras a garantir o “direito ao esquecimento” – reconhecido por países europeus – na era da internet.

Nesta semana, Shefet está no Brasil para três seminários promovidos pelo Projeto i2030, iniciativa liderada pelo brasileiro Tadao Takahashi, pioneiro na implantação da internet no Brasil e fundador da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), em associação com diversas instituições do setor de tecnologia da informação e comunicação no Brasil.

Leia, a seguir, trechos da entrevista concedida por telefone por Shefet ao Estado:

Estado: Quando o sr. começou a se preocupar com a proteção da privacidade na internet?

Dan Shefet: Quando eu me formei advogado, trabalhei para a IBM e aprendi muito sobre como a tecnologia funciona e quais são as leis que envolvem esse setor. Quando a internet chegou, numa convergência de várias tecnologias, ficou claro que eu continuaria trabalhando nessa área. A questão da privacidade, claro, surgiu como uma consequência dessa convergência e comecei a me preocupar com isso nos anos 2000.

Como o sr. conseguiu vencer o Google na Justiça?

Um dos grandes problemas quando se trata de privacidade online é jurisdição. Em geral, quando um pedido (de retirada de links) é feito a um escritório local de uma empresa como o Google, ele alega que não pode atender porque a responsabilidade é da matriz, que está nos Estados Unidos. Quando eu comecei a estudar esse assunto, identifiquei um conceito novo chamado “elo inextricável”. Em outras palavras, significa em que uma empresa está tão ligada à outra que pode ser responsabilizada em seu lugar. Com base nesse argumento, eu processei o escritório francês do Google – na França e não nos EUA – afirmando que o escritório local da empresa era responsável pelas ações do Google nos EUA. A corte francesa concordou com o meu argumento. Eu diria que ganhei ao provar que um caso local poderia afetar a matriz da empresa.

Por que essa decisão da corte francesa foi importante?

Essa foi uma importante decisão, porque se tornou um precedente para que o escritório local de qualquer empresa, seja Google ou Facebook, possa ser responsabilizado. Antes, era preciso entrar com um processo na Justiça americana.

Como o direito de ser esquecido fez diferença na sua vida?

Para mim, significou muito. O direito ao esquecimento está baseado na ideia de que as pessoas podem errar durante a vida. Você comete um erro e, anos depois, aquilo é esquecido pela sociedade. Em termos legais, depois de um certo tempo, você nem pode ser processado. Mas isso mudou completamente com a internet, porque a internet nunca esquece, a internet não perdoa. Se você comete um erro, não consegue emprego ou financiamento. Isso é completamente errado.

O novo marco legal de proteção a dados pessoais (GDPR) está prestes a entrar em vigor na União Europeia. A lei traz avanços na proteção à privacidade?

A GDPR é a lei mais importante para a internet desde o Telecommunications Act, estabelecido nos EUA em 1996. Desde então, nós temos visto diferentes legislações pelo mundo, mas nada tão importante quanto a GDPR. Ela representa a tentativa mais ampla de proteger a privacidade e de controlar conteúdos na internet que o mundo já viu.

Quais os novos conceitos mais importantes da GDPR?

A GDPR introduz um conceito chamado privacidade por design, que estabelece que as empresas que coletam, processam e armazenam dados precisam ser capazes de justificar porque aquela coleta de dados é importante para que o serviço funcione, do contrário, ele pode ser considerado ilegal. Pela primeira vez nós estamos no controle, não as grandes corporações. Outro fator importante são as multas pesadas. Se uma empresa como Google é multada em € 1 mil, eles não dão a mínima. Agora, elas terão de pagar 4% de sua receita anual global. Elas não vão querer isso, certo? Especialmente se pensarmos que podem se tratar não de uma, mas de centenas de infrações. Isso vai fazer as empresas pensarem melhor em como atender às normas de privacidade de dados.

Por que as gigantes de tecnologia precisam de regulação?

As empresas de tecnologia se tornaram poderosas demais. O poder dessas empresas é uma ameaça à democracia, à liberdade de expressão, ao jornalismo. Nunca, na história da humanidade, tantos dados foram controlados por tão poucos. Isso é muito perigoso.

(Cláudia Tozetto)

FONTE: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,as-empresas-de-tecnologia-ficaram-poderosas-demais-diz-advogado-que-venceu-acao-contra-google,70002319929

Anúncios

MAIS UM GOLPE CONTRA A EDUCAÇÃO

01/06/2018 às 3:51 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 1 Comentário
Tags: , ,

Sobre o tema EAD (Ensino a Distância) posso tratar com tranquilidade e conhecimento de causa, pois nos últimos anos atuei como aluno e como tutor emeditorial-texto vários cursos, na instituição em que trabalho (Receita Federal do Brasil) e fora dela. A proposta colocada pelo atual governo golpista é inaceitável. Mesmo para cursos de EJA, Educação de Jovens e Adultos, nos quais atuei em sala de aula como professor por vários anos no DF, é um absurdo que essa metodologia seja adotada indistintamente e em sua totalidade. Também exigir 40% da carga horária no ensino médio com essa modalidade é outra sandice. Com o advento das novas TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação) EAD tem seu lugar, mas deve ser usado com parcimônia e nada, nada mesmo, substitui a aula presencial !

educacao


MAIS UM GOLPE CONTRA A EDUCAÇÃO

Apresentei, no Senado Federal, Requerimento de Informação junto ao MEC sobre as medidas a serem adotadas para a implantação da reforma do ensino médio.

Agi, nesse sentido, movida pelas preocupações dos profissionais de educação, especialmente os educadores reunidos na Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que vêm denunciando a possível implantação da educação a distância no ensino médio.

Está em discussão no Conselho Nacional a autorização para a realização de até 40% da carga horária do ensino médio na modalidade a distância e, para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), a proposta é autorizar que 100% do curso seja realizado a distância.

Apesar da negação do governo, que joga para o CNE a autoria da proposta, tememos que essa medida seja aprovada e contribua para aprofundar as desigualdades entre jovens das classes populares e os de classes mais abastadas.

Em nota pública divulgada recentemente, a CNTE denuncia que essa medida promove “a terceirização da escola pública”.

E legitimará, de uma só vez, a desigualdade entre pobres e ricos; entre alunos de escolas públicas e de escolas particulares.

Em números absolutos, o Brasil tem hoje 2.486.245 milhões de crianças e jovens (entre 4 e 17 anos de idade) fora da escola e 1.543.713 deles são adolescentes entre 15 e 17 anos. Esta evasão está fortemente relacionada à baixa qualidade do ensino.

E tudo isso se reflete na não aprendizagem do aluno na escola e, consequentemente, na desmotivação.

As principais causas apontadas por especialistas sobre a evasão nos cursos a distância são: a falta da tradicional relação face-a-face entre professor e alunos; insuficiente domínio técnico do uso do computador, principalmente da Internet; inabilidade no uso de novas tecnologias; ausência de reciprocidade da comunica- ção; e a falta de um grupo de pessoas numa instituição física, que faz com que o aluno de EaD não se sinta incluído em um sistema educacional.

Há de se destacar que, no aspecto pedagógico, os prejuízos são incontornáveis, uma vez que a proposta atinge de morte uma das funções precípuas da escola que éasocialização; a interação social tão necessária para que o jovem alcance o seu lugar na polis, enfim, o pertencimento social.

Tinha razão Darcy Ribeiro, quando afirmava que esse País é enfermo de desigualdades. Permitir que 40% da carga horária do ensino médio e 100% da Educação de Jovens e Adultos sejam a distância vem sendo compreendido pelos especialistas como mais um duro golpe na educação nacional.

(Lídice da Mata)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 28.05.2018

A ditadura dos ‘likes’

18/05/2018 às 3:36 | Publicado em Zuniversitas | 5 Comentários
Tags: , ,

Muito bom esse artigo. Me lembrou o livro A CIVILIZAÇÃO DO ESPETÁCULO, de Mário Vargas Llosa, o qual recomendo a leitura. Originalmente li no blog “O Bem Viver”.


A ditadura dos ‘likes’

Necessidade de estímulos positivos vicia. E muita gente se vê obrigada a repetir esse comportamento

A ditadura dos 'likes'

Estamos todos expostos à crítica social, especialmente se propagamos voluntariamente nossas intimidades. Bem o sabem osinstagramers, blogueiros eyoutubers, que muitas vezes oferecem a imagem da felicidade plena e da verdade absoluta em suas redes sociais. Vindos do universo virtual, essas celebridades ditam gostos e opiniões, são os chamados influencers. A possibilidade de ser conhecido nunca foi tão acessível como agora, e os usuários anônimos que cada dia dedicam mais tempo a ser observados, admirados e valorizados já se contam aos milhões. As pessoas gostam de gostar. E a capacidade de difusão da internet oferece a muito mais gente a possibilidade de gostar. Mas, ao mesmo tempo, nos submete à ditadura da observação constante, o que nos impele a evitar cometer erros que possam ser notados e divulgados. O que antes se limitava a um instante e a um grupo reduzido de pessoas, agora tem uma audiência potencial permanente e ilimitada. De onde surge essa necessidade de agradar?

Parte de nossa identidade – especialmente na puberdade e naadolescência – é configurada pela relação com nossos pares. Configuramos nossa personalidade de acordo com a forma como nos sentimos conosco e com as opiniões que recebemos do mundo exterior. O que os outros pensam ao nosso respeito é um dos fatores determinantes na construção do nosso caráter. As novas tecnologias nos oferecem a possibilidade de desenhar um novo eu, o digital, que podemos idealizar e controlar: escolhemos o que mostrar, que imagem dar. Mas a criação e a manutenção dessa aparência tem um preço: executar a melhor interpretação da nossa vida perde valor se não houver um público que a observe, se não for divulgada. Precisamos de seguidores. O verdadeiro valor do “curtir” é confirmar que nossas ações são observadas e avaliadas positivamente. Isso nos faz sentir o prazer da vitória, do objetivo alcançado. Quando mostramos uma faceta de nós mesmos e recebemos um feedback que a valida, os circuitos cerebrais do reforço são ativados, o que nos faz querer mais. E isso acaba funcionando como uma droga.

Cada nova curtida reforça um comportamento que nos leva a repeti-la; precisamos de mais e mais e mais, como acontece com qualquer vício. O impacto das imagens de felicidade e perfeição é efetivo. O público quer ver aquilo que não tem, estendendo o valor do instante para sua vida: se uma pessoa sai sorrindo em todas as fotos, isso significa que ela é feliz. Para que nossa imagem digital corresponda ao que desejamos ser, só se tem de fazer isso: mostrar felicidade, embora esta se assente sobre a desgraça de viver por e para a captura desse momento. Hoje somos vítimas da tirania da popularidade e do otimismo, uma derivada direta do culto ao cinismo. A importância de uma foto é medida por seus likes, de uma ideia por seus retuítes e de uma pessoa por seu número de seguidores. O alcance de uma opinião pessoal, de uma crítica, já não se limita ao ambiente em que se manifesta, nem esse escrito se relega a uma estante à qual, talvez, vamos no dirigir anos mais tarde e ler com rubor aquilo que um dia consideramos. Agora, o público é contado na casa dos milhões. E já nada é transitório.

Por tudo isso, corremos o risco de viver em uma pose constante. Não é permitido se zangar, ter um dia ruim ou estar de mau humor. A indiferença não tem lugar em um mundo que dá tanto valor ao posicionamento e, se possível, ao posicionamento explícito, próximo do radicalismo. Entre os desafios mais urgentes que isso acarreta, destaca-se a necessidade de assumir a incontrolável esfera de influência a que nossos menores estão submetidos, seres humanos que ainda estão coletando dados para formar sua própria opinião. Nunca foi tão fácil para uma criança ou adolescente ter acesso a argumentos extremistas esgrimidos por falsos profetas vociferantes.

O que acontece quando os valores que se compram e se vendem para conseguir ser alguém influente são simplificados até a frivolização do ser humano? Onde está o sujeito pensante e autônomo, a pessoa com capacidade de reflexão, decisão e criação de um sistema ideológico independente e adaptado a um contexto social mais ou menos normativo? Os jovens hoje percebem as ideias de ídolos de canção, dos videogames, do esporte, da moda ou da beleza sem diferenciar se esses indivíduos sabem do que estão falando quando emitem opiniões sobre assuntos sobre os quais, em muitas ocasiões, não têm argumentos. Nessa era, podemos ir dormir como sujeitos anônimos e acordar na manhã seguinte sendo trending topic; só é necessário que uma pessoa com um número suficiente de seguidores nos relacione com algum fato escandaloso e num tom extravagante ou agressivo o suficiente para desencadear o efeito retuíte. Para o bem ou para o mal, na sociedade de hoje somos todos público, mas também somos todos audíveis. Não há descanso.

A ditadura dos 'likes'

O mundo nos observa e nos divulga. A verdade não importa necessariamente. Muitas vezes, a retificação de uma calúnia obterá um número de retuítes comparativamente desprezível. Os adultos, como os mais jovens, também acumulam curtidas e tendem a estabelecer regras sobre as coisas cujo conteúdo mais “curtimos”. Contabilizamos seguidores e ficamos chateados quando os perdemos. Os palestrantes não são mais valorizados, e segundo quais fóruns, por seus conhecimentos ou publicações acadêmicas, mas pelo número de seguidores que possuem no Twitter. E isso pode depender mais da simpatia do seu cachorro e do partido que você for capaz de tirar disso do que ter um conhecimento sólido sobre o conteúdo do painel para o qual você foi convidado. Não importa mais quais conclusões foram tiradas do debate. A magia termina quando o número de pessoas que participaram do evento é contabilizado. Como gerenciar e controlar esse vício? Aqui, chamo as autoridades a legislar. E os filósofos a filosofar. Não se pode dar um telefone celular a uma criança e depois tirá-lo. Devemos reconsiderar, nos adiantar aos acontecimentos.

(Lola Moron)

FONTE: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/11/eps/1523439393_286283.html

4 indícios que ajudam a desmascarar um golpe na internet

08/05/2018 às 3:26 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
Tags: ,

É sempre bom ficar alerta. Confiram esses indícios de tentativa de golpe !


4 indícios que ajudam a desmascarar um golpe na internet

Atualmente, hackers estão atentos as mínimas brechas e desvios de atenção para fazer com que internautas caiam em armadilhas para liberar dados pessoais e até mesmo informações bancárias.

Fato é que nossa curiosidade e nosso embaçado senso de oportunidade nos compromete em situações que, muitas vezes, poderiam ser evitadas com o mínimo de atenção na internet.

Na lista a seguir, Roberto Gallo, fundador da Kryptus Segurança da Informação e coordenador do Comitê de Segurança e Riscos Cibernéticos da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), destaca os principais indícios de que uma tentativa de golpe está por trás de uma aparente inofensiva mensagem, seja ela enviada por WhatsApp, link no Facebook ou e-mail.

1. Desconfie do caráter urgente das mensagens

Cibercriminosos gostam de explorar o nosso calcanhar de Aquiles dos tempos atuais: promoções que parecem imperdíveis no e-commerce. FIque atento a promoções com tempo ou número limitado de itens disponíveis, porque atacantes fazem uso desse sentimento de urgência para que você não tenha tempo de verificar a veracidade da “oportunidade” apresentada, fazendo a vítima agir de forma impulsiva;

2. Não forneça nenhum dado pessoal

Pedidos de informações pessoais, como por exemplo, endereço, números de documentos, telefones, correio eletrônico. É importante entender que mesmo dados simples como o seu e-mail possuem valor para os criminosos. Os dados fornecidos podem ser usados em crimes como abertura de crédito com terceiros.

3. Não baixe documentos de qualquer remetente

Anexos suspeitos, ou seja, que não são imediatamente exibidos pela sua aplicação de e-mails ou pelo webmail. Muitas vezes, anexos são usados para infectar o microcomputador da vítima. Geralmente tem a extensão RAR, EXE ou mesmo DOCX;

4. Iphone X por mil reais?

Desconfie de ofertas que soam boas demais para ser verdade, ou seja, oportunidades que parecem ótimas com pouco ou nenhuma contrapartida. Um exemplo recente que se espalhou pelo WhatsApp foi de uma página falsa da companhia AirFrance que estaria doando algumas centenas de bilhetes aéreos pelo seu aniversário de 85 anos. Ela só requeria duas coisas: que compartilhasse a oportunidade com alguns amigos e alguns dados pessoais.

E um último conselho que atravessa muitos dos golpes na internet: se pedirem seus dados pessoais, ligue o alerta vermelho e procure na internet sobre “a oferta, a oportunidade” oferecida. Se for uma tentativa de fraude, muitas vezes você encontrará referências.

FOINTE: http://idgnow.com.br/internet/2018/03/06/4-indicios-que-ajudam-a-desmascarar-um-golpe-na-internet/

Próxima Página »

Blog no WordPress.com.
Entries e comentários feeds.

%d blogueiros gostam disto: