Dois em um

24/06/2019 às 3:13 | Publicado em Baú de livros, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Hoje tenho o grande prazer de recomendar aos que por aqui passarem dois deliciosos livros. Duas preciosidades que encontrei quase por acaso numa livraria de Salvador. Eu que nem sabia que José Saramago e Jorge Amado, dois dos maiores escritores e comunistas do mundo, eram muito amigos, fiquei surpreso ao saber que eles se correspondiam frequentemente e que a filha de Jorge, Paloma, selecionou e reuniu em livro essas cartas. Confesso aqui que depois de ler o livro caí em prantos. O outro livro, “A LITERATURA COMO REMEDIO – OS CLÁSSICOS E A SAÚDE DA ALMA” seria um bom “remédio” para os doentes da alma que encontramos hoje por aí, normalmente pendurados em algum celular.


LivroJorgeAmadoJoseSaramago


LiteraturaComoRemedio

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MAESTRO ADERBAL DUARTE

10/06/2019 às 3:03 | Publicado em Baú de livros, Midiateca, Zuniversitas | 1 Comentário
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Ouvindo recentemente um programa na Rádio Metrópole de Salvador-BA vi o quanto sou musicalmente ignorante. Não conhecia o Maestro Aderbal Duarte, que lança livro (SEGREDOS DO VIOLÃO BOSSA NOVA) nesta segunda-feira no Rio Vermelho. Fica a dica para quem mora ou está passando pela bela capital da Bahia de Todos os Santos. Uma beleza !



Linhas

09/06/2019 às 11:58 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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Veríssimo, sempre genial e hilário.


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FONTE: Principais jornais do país, 07.06.2019

Consolo na praia

03/06/2019 às 3:24 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
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Drummond !

Crummond


Consolo na praia

Vamos, não chores…
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.

O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis casa, navio, terra.
Mas tens um cão.

Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humour?

A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.

Tudo somado, devias
precipitar-se – de vez – nas águas.
Estás nu na areia, no vento…
Dorme, meu filho.

(Carlos Drummond de Andrade, 1978)

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