Meu Nome é Trupizupe

15/07/2018 às 3:38 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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Domingo com o Zé   Ramalho.


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UMA VOZ DA AMÉRICA LATINA

10/07/2018 às 3:23 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca, Zuniversitas | 1 Comentário
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Em homenagem a uma das maiores intérpretes da América Latina.

Salve Mercedes Sosa !


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UMA VOZ ECOOU no rádio da família Sosa, em outubro de 1950. “Esta não é a Marta?”, perguntou o pai da menina de 15 anos, que ele havia batizado como Haydeé Mercedes Sosa, mas todos em casa chamavam de Marta — o nome que a mãe desejara para ela. Era a própria. Na semana anterior, a garota havia se inscrito num concurso de uma rádio sem contar a ninguém. Ela não só ganhou como foi convidada a voltar. Por medo da reação da família, usou o nome Gladys Osorio. Marta para a família e Gladys no début, ela se tomaria Mercedes Sosa para o mundo e La Negra – por seus cabelos e olhos escuros —, para boa parte dos fãs.

A cantora nasceu em 9 de julho de 1935, data na qual se co­memora a independência da Argentina, na cidade em que ela foi declarada (em 1816): San Miguel de Tucumán. “Nossa casa fica­va ao lado do Parque 9 de Julio, e a mãe nos levava para passear ali de noitinha, para não sentirmos o cheiro de comida vindo das outras casas e pegarmos fruta”, lembram seus irmãos no docu­mentário Mercedes Sosa, La Voz de Latinoamerica. A verdade e que morríamos de fome”, contam eles, no filme produzido pelo filho de Mercedes, Fabián Matus. O parque ainda pode ser visitado. “O que me salvou na pobreza foi o amor que havia em casa”, dizia a cantora.

Já consagrada, quando voltava para sua terra, Mercedes gostava de comer empa- nadas no El Alto de la Lechuza. “Ali minha mãe cantou quando era jovem, e o local continua aberto, com apresentações de bons músicos e comida tradicional”, conta Fabián Matus, hoje à frente da Fundación Mercedes Sosa. Outro espaço que a home­nageia é o restaurante La Negra, Un Lugar en Tucumán. Além de música e culinária regional, tem pratos internacionais.

Apesar de adorar a energia de sua terra, Mercedes se mudou ainda jovem para Men- doza Seu álbum inicial, La Voz de la Zafra, foi lançado em 1962, com canções folclóricas. Os dois seguintes, Canciones con Fundamen­to (1965) e YoNo Canto por Cantar (1966) já revelavam seu engajamento político.

Em 1979, Mercedes se mudou para Paris e depois Madri. Ela só retomaria à Argentina em 1983. Passou ainda quatro anos sem can­tar em San Miguel de Tucumán por questões políticas. Sua volta se daria em grande estilo: com um show na frente da Casa de Gobiemo. Que tal ir até lá ouvindo “Al Jardín de la Re­pública”, que exalta a alegria de Tucumán e que Mercedes adorava cantar? Próximo des­se ponto está Museo Folklórico Provincial, que tem uma sala dedicada à cantora.

Mercedes Sosa morreu em Buenos Ai­res, em 4 de outubro de 2009, aos 74 anos. Suas cinzas foram esparsas no Cerro San Javier, a cerca de 30 km de San Miguel de Tucumán. “No fim da subida está a Praça Mercedes Sosa. Mais adiante, tem um Cristo com uma bela vista e, uns 4 km além, o local onde espalhamos as cinzas e foi co­locada uma pedra com seu nome. Ela fazia questão ir até ali sempre. Dizia que era para onde precisava voltar para receber a energia de sua terra”, conta Fabián. Uma terra que, até hoje, agradece: “Obrigado, Negra, pela luta e pelo canto”, dizia um dos cartazes le­vados por admiradores de sua imensa voz./

FONTE: Revista de bordo da TAM, junho de 2018

Maria do Futuro

08/07/2018 às 3:06 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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Um tributo a Taiguara !


U2

01/07/2018 às 3:36 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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Domingo, U2 em dose dupla, legendado !



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