E agora josé ? Vou-me Embora pra Pasárgada

20/08/2017 às 3:53 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Paulo Diniz musicando Manuel Bandeira e Carlos Drummond.



ATERRAR

18/08/2017 às 3:55 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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Recomendo hoje àqueles que moram em Aracaju-SE !

Aterrar


‘Aterrar’ simboliza o sentimento de pousar em terra após um longo e necessário voo. É o pé enérgico que pisa e finca na terra criando profundas raízes. É sobre as mãos que tecem os fios das estradas-teias da vida. É a busca infindável pelo equilíbrio e vitalidade. É o corpo vivo, desperto e consciente: de suas raízes, de seus caminhos, de sua força e visceralidade. É o fruto gerado com a energia exponencial do coração, capaz de semear os sonhos.  É um paralelo entre a arte e a vida: representa esse eterno movimento de (re)começar e (re)criar.  Juntos, tôdos êsses sentimentos transbordarão em sons.

O repertório deste show é uma ode às raízes, apresenta um leque de sonoridades e compositores nordestinos que marcaram a vida da cantora, Bruna Brandão, e do violonista, Alessandro Mongini. Juntos, eles interpretam canções que se imortalizaram através de Amelinha, Elba Ramalho, The Baggios, Ave Sangria, Patricia Polayne, Dominguinhos, Ismar Barreto, Belchior, Alceu Valença, Lirinha, Caetano, Gil, Otto, entre outras.

DIA: 18/08 (sexta), às 20h

LOCAL: Café da Gente (Museu da Gente Sergipana)

Neruda

06/08/2017 às 18:26 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
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Para fechar esse domingo, Pablo Neruda:

“É proibido chorar sem aprender,

levantar-se sem saber o que fazer e

ter medo de suas lembranças “

Pablo Neruda  pablo-neruda

Sob Sóis e Tormentas

03/08/2017 às 3:25 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
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Respeito muito quem escreve poesias, pora mim a mais difícil arte literária. o-papel-velho-e-material-vetor-pena-da-pena_15-2179_thumb


Sob Sóis e Tormentas

Esqueci o meio-olhar

Perdido no tempo

E dissequei, a cada

Breve átimo-momento,

O cálido abrigo, ao relento,

A vagar, gélido, sob sois

Em longo-insone tormento.

(Asclépio Aguiar)

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