Brecht

13/04/2017 às 3:23 | Publicado em Artigos e textos | Deixe um comentário
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Sempre atual !


Brecht

Nada é impossível de mudar

14/03/2017 às 3:12 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
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Nada é impossível de mudar  bertolt-brecht

Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.

E examinai, sobretudo, o que parece habitual.

Suplicamos expressamente:

não aceiteis o que é de hábito como coisa natural,

pois em tempo de desordem sangrenta,

de confusão organizada,

de arbitrariedade consciente,

de humanidade desumanizada,

nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar”

(Bertold Brecht)

AVÔ

28/01/2017 às 3:09 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
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Ex-militar, biólogo, e artista plástico nas horas vagas. Hoje AVÔ em tempo integral.

Arnaldo Antunes diz assim:  “Neta e neto são netos, no masculino. Filha e filho são filhos, no masculino. Pai e mãe são pais, no masculino. Avô e avó são avós.

Nesse 28 de janeiro segue essa homenagem a um grande amigo, muito mais que cunhado: uma foto com a encantadora Julinha e os avós, e uma poesia dele, bem ao seu estilo !

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AVÔ

 

Ufa ! Hoje sou avô

Esperei tanto tempo

Que agora sou idoso

Enquanto levo minha neta ao pediatra,

aproveito e vou ao geriatra;

Enquanto ela fazia o teste do pezinho,

Eu fazia o teste do dedinho.

 

A vida para quem chega é cheia de romantismo

A vida para os antigos é cheia de reumatismo.

 

Quando jovem eu tinha quatro membros flexíveis

e um duro;

Hoje tenho quatro membros duros

e um mole;

Quando criança temos fimose,

hoje apenas artrose.

 

Minha neta vai crescer linda,

inteligente e sexy;

Já seu avô apenas um sexagenário.

 

(Carlos Alberto Pereira da Silva, Comandante Pereira)

 

Era mesmo uma saudade

25/01/2017 às 3:48 | Publicado em Canto da poesia | Deixe um comentário
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Nesse “Canto da poesia” retorno hoje com mais uma do amigo Francisco Asclépio, que já esteve presente aqui outras vezes com outras poesias.

noite-gelada


Era mesmo uma saudade

Um dia eu vi e peguei ,
Com a mão pausada, a dor.
E o andor.

Noite tácita;
Noite plácida:
Era mesmo a saudade.

Um canto, assim, à lua cantei…
E chorei as lágrimas
Que tanto e pouco guardei.

(Asclépio)

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