Escritores que não leem

06/09/2018 às 11:00 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 4 Comentários
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Esse veio por intemédio do blog-amigo “O Bem Viver”. Questões absurdas, óbvias, mas que valem a pena serem colocadas porque vivemos numa sociedade e num tempo do mais puro e simplório nonsense.


Escritores que não leem

Outro assunto polêmico. Aliás, estou até com medo que alguém tire meu blog do ar, pois ultimamente tenho escrito muitas coisas polêmicas aqui (e aqui também). Mas enfrentarei o risco, porque “num guento” as coisas que acontecem comigo. Preciso falar.

Como sou professora de redação, frequentemente um escritor (a) iniciante envia seus textos originais para eu dar uma opinião técnica sobre sua escrita. Esses e-mails ou mensagens geralmente terminam com a pergunta:

“Professora, você acha que eu serei (ou sou) um bom escritor (a)?”

Oh! quem sou eu para definir a carreira literária de alguém? Porém, como sou cautelosa nas minhas respostas (e nunca as emito sem sinceridade técnica e incentivo textual), abstenho-me; e respondo essa pergunta com outras perguntas:

Há quanto tempo você escreve?
E qual sua frequência na leitura dos livros clássicos?

E, para minha surpresa, o tal escritor (a) responde:

“Escrevo há muitos anos, amo escrever!  Mas não gosto de ler. Quase não leio…”

Agora, meus amigos leitores, vou “psicografar” aqui meu monólogo interior quando leio uma mensagem dessa:

Oi? Como assim? Um escritor que não gosta de ler? Não entendi? É a mesma coisa de um engenheiro que não gosta de números. E um padeiro que não quer colocar a mão na massa do pão. Ou um médico que tem pavor de sangue! O que vou dizer para essa pessoa? DaiMePaciênciaSenhor!

Não se trata de gostar de ler — mas de necessidade de leitura. Ou você acha que Machado de Assis fez curso de escrita? E Olavo Bilac assistia aos vídeos no YouTube sobre como escrever bem? Pensa que José de Alencar tinha acesso aos blogs de escrita criativa? Não! Eles só tinham os livros. Liam — e reliam os clássicos. (Machadão lia até a Bíblia.) Não é à toa que Carlos Drummond de Andrade disse que é lendo os grandes clássicos literários que descobrimos nosso estilo textual e aumentamos nossa capacidade criativa.

E você não precisa ser PHD em Literatura para escrever bem, mas, no mínimo, a atividade de um escritor requer uma frequência e intimidade com seu principal material de trabalho — a palavra.

Claro, pode ler outros livros também, não somente clássicos. A leitura aumenta a capacidade lexical de quem escreve e desperta várias formas diferentes de redigir uma ideia, uma frase, um parágrafo, um livro… Clichê demais? Ou será que eu estou falando besteira? (Ajudem-me aí, amigos escritores!)

Dia desses, uma professora experiente disse para mim: “Quanto menos um escritor ler melhor, porque ele não sofrerá influências textuais.” (Oooii???  MasGeeente!!!)

Questiono-me com tristeza por que raramente encontro livros contemporâneos textualmente talentosos? Por que muitos escritores de hoje apelam excessivamente para a sexualidade e sentimentalismo do leitor, a fim de vender mais? E por que dificilmente vemos inteligência literária nos autores atuais? Talvez a resposta esteja no título desse post.

Quem não lê, não quer saber; quem não quer saber, quer errar.”
Antônio Vieira (filósofo, escritor, orador e conhecido como o “Imperador da Língua Portuguesa”.)

Ler muito é um dos caminhos para a originalidade; uma pessoa é tão mais original e peculiar quanto mais conhecer o que disseram os outros.”
Miguel de Unamuno, poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo e filósofo espanhol.

P.S.: Se o meu blog não sair do ar, continuarei falando sobre esse assunto (rsrs).

Elaine Rodrigues
Professora de Redação e Literatura
E-mail: eredigindo@gmail.com

FONTE: https://eredigindo.wordpress.com/2018/08/25/escritores-que-nao-leem/#like-923

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Homenagem à Língua Portuguesa

11/05/2018 às 3:34 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Excelente esse artigo. Li no blog “O Bem Viver”. Bela língua essa nossa, a que beija bem !

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Homenagem à Língua Portuguesa

Volta e meia alguém olha atravessado quando escrevo “leiaute”, “becape” ou “apigreide” – possivelmente uma pessoa que não se avexa de escrever “futebol”, “nocaute” e “sanduíche”.

Deve se achar um craque no idioma, me esnobando sem saber que “craque” se escrevia “crack” no tempo em que “gol” era “goal”, “beque” era “back” e “pênalti” era “penalty”. E possivelmente ignorando que esnobar venha de “snob”.

Quem é contra a invasão das palavras estrangeiras (ou do seu aportuguesamento) parece desconsiderar que todas as línguas do mundo se tocam, e que falar seja um enorme beijo planetário.

As palavras saltam de uma língua para outra, gotículas de saliva circulando em beijos mais ou menos ardentes, dependendo da afinidade entre os falantes. E o português é uma língua que beija bem.

Quando falamos “azul”, estamos falando árabe. E quando folheamos um almanaque, procuramos um alfaiate, subimos uma alvenaria, colocamos um fio de azeite, espetamos um alfinete na almofada, anotamos um algarismo.

Falamos francês quando vamos ao balé usando um paletó marrom, quando fazemos um croqui ou uma maquete com vidro fumê; quando comemos uma omelete ou pedimos na boate um champanhe ao garçom; quando nos sentamos no bidê, viajamos na maionese, ou quando um sutiã (sob o edredom) provoca uma gafe – ou um frisson.

Falamos tupi ao pedir um açaí, um suco de abacaxi ou de pitanga; quando vemos um urubu ou um sabiá, ficamos de tocaia, votamos no Tiririca, botamos o braço na tipoia, armamos um sururu, comemos mandioca (ou aipim), regamos uma samambaia, deixamos a peteca cair. Quando comemos moqueca capixaba, tocamos cuíca, cantamos a Garota de Ipanema.

Dá pra imaginar a Bahia sem a capoeira, o acarajé, o dendê, o vatapá, o axé, o afoxé, os orixás, o agogô, os atabaques, os abadás, os babalorixás, as mandingas, os balangandãs? Tudo isso veio no coração dos infames “navios negreiros”.

As palavras estrangeiras sempre entraram sem pedir licença, feito uma tsunami. E muitas vezes nos pegando de surpresa, como numa blitz.

Posso estar falando grego, e estou mesmo. Sou ateu, apoio a eutanásia, gosto de metáforas, adoro bibliotecas, detesto conversar ao telefone, já passei por várias cirurgias. E não consigo imaginar que palavras usaríamos para a pizza, a lasanha, o risoto, se a máfia da língua italiana não tivesse contrabandeado esse vocabulário junto com a sua culinária.

Há, claro, os exageros. Ninguém precisa de um “delivery” se pode fazer uma “entrega”, ou anunciar uma “sale” se se trata de uma “liquidação”. Pra quê sair pra night de bike, se dava tranquilamente pra sair pra noite de bicicleta?

Mas a língua portuguesa também se insinua dentro das bocas falantes de outros idiomas. Os japoneses chamam capitão de “kapitan”, copo de “koppu”, pão de “pan”, sabão de “shabon”. Tudo culpa nossa. Como o café, que deixou de ser apenas o grão e a bebida, para ser também o lugar onde é bebido. E a banana, tão fácil de pronunciar quanto de descascar, e que por isso foi incorporada tal e qual a um sem-fim de idiomas. E o caju, que virou “cashew” em inglês (eles nunca iam acertar a pronúncia mesmo).

“Fetish” vem do nosso fetiche, e não o contrário. “Mandarim”, seja o idioma, seja o funcionário que manda, vem do portuguesíssimo verbo “mandar”. O americano chama melaço de “molasses”, mosquito de “mosquito” e piranha, de “piranha” – não chega a ser a conquista da América, mas é um começo.

Tudo isso é a propósito do 5 de maio, Dia da Língua Portuguesa, cada vez mais inculta e nem por isso menos bela. Uma língua viva, vibrante, maleável, promíscua – vai de boca em boca, bebendo de todas as fontes, lambendo o que vê pela frente.

Mais de oitocentos anos, e com um tesão de vinte e poucos.

(Eduardo Affonso)

FONTE: https://www.facebook.com/eduardo22affonso

Etiqueta no WhatsApp: Professora Dad Squarisi

14/02/2018 às 3:01 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 8 Comentários
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Duas são as fontes deste post. Uma o próprio zapzap. Outra o Blog da Dad no Correio Braziliense. Seguem

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I – Etiqueta no WhatsApp: mensagem de voz

Vamos combinar? Mensagem de voz é fácil pra quem fala. Mas complicada pra quem escuta. Não dá para ouvir o recado e anotar pormenores ao mesmo tempo. Portanto, seja gentil. Só recorra à expressão oral em caso de emergência. Siga, então, estas diquinhas:

1. Escolha um lugar silencioso

2. Fale devagar e pronuncie bem as palavras

3. Dispense cumprimentos

4. Vá direto ao assunto

5. Seja objetivo

6. Respeite o tempo e a paciência do receptor: seja breve.

É isso.


II – Etiqueta do WhatsApp

Nove em cada 10 brasileiros usam o Whats App. Dar uma olhadinha na tela do celular tornou-se mais que obrigação. Virou vício. O aplicativo pra lá de acessível deixou o telefone pra trás. Antes, ligar pra alguém era tão natural quanto andar pra frente. Hoje o fazemos com cerimônia. Há quem peça autorização prévia. Quem diria!

A popularização do zap acarretou consequências. Perda de limites foi uma delas. A questão: sem regras ou freios, pode-se deitar e rolar no envio de mensagens, vídeos e fotos? A resposta é não. Nossa liberdade acaba no receptor. Muitos usam o WhatsApp para fins profissionais. Muitos participam de vários grupos. Muitos não têm tempo pra ler tudo. E daí? Deixe o bom senso falar. Siga as cinco dicas apresentadas a seguir. O prêmio: ser lido.

Não abuse
Excessos são proibidos. Não entupa a memória do celular dos outros com borbotões de mensagens, vídeos e fotos. Seja comedido.

Selecione
Olho na oportunidade. Escolha. Não mande qualquer coisa, sem considerar o interesse do receptor.

Seja breve
Vamos combinar? Você não lê textos enormes, que ocupam telas e telas do celular. Ninguém lê. Mensagens curtas e personalizadas são pra lá de bem-vindas.

Respeite o grupo
Correntes que prometem mundos e fundos dão canseira. Bate-papos particulares também. Poupe o grupo. Se você conhece alguém interessado no assunto, mande-lhe um zap particular. Todos agradecem.

Siga as regras de ouro
Ao escrever, lembre-se: 24 horas é pouco pra quem tem o mundo na palma da mão e precisa dar conta da correria do dia a dia. Que tal dar-lhe a chance de ler o recado que você considera importante? Siga as duas regras de ouro. Uma: menor é melhor. A outra: menos é mais.

Menor é melhor
Como dizer tudo com economia de espaço? A língua é generosa. Oferece os recursos de que precisamos. Basta conhecê-los, deixar a preguiça pra lá e mãos à obra. É simples como tirar a chupeta do bebê.

Use palavras curtas
Só ou somente? Só
Colocar ou pôr? Pôr.
Obviamente ou é claro? É claro.
Morosidade ou lentidão? Lentidão.
Matrimônio ou casamento? Casamento.
Féretro ou caixão? Caixão.
Óbito ou morte? Morte.
Falecer ou morrer? Morrer.
Ósculo ou beijo? Beijo.
Causídico ou advogado? Advogado.
Esposo e esposa ou marido e mulher? Marido e mulher.
Genitor e genitora ou pai e mãe? Pai e mãe.
Data natalícia ou aniversário? Aniversário.

Viu? Palavras longas e pomposas funcionam como cortina de fumaça entre quem escreve e quem lê. Poupar sílabas, ser simples e apostar na naturalidade é a melhor receita.

Recorra às siglas
Siglas são pra lá de bem-vindas. Com poucas letras, reduzem nomes enormes. Oba! Elas poupam sílabas e abrem espaço pra mais informação:

CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola
Fiesp – Federação das Indústrias do estado de São Paulo
MEC – Ministério da Educação
BB – Banco do Brasil
ONU – Organização das Nações Unidas
OEA – Organização dos Estados Americanos
PM – Polícia Militar
UTI – unidade de terapia intensiva

Apele para as abreviaturas
Abreviatura tem família. Pertence ao clã dos breves. As rapidinhas fazem bonito no mundo apressado em que vivemos: dizem o que precisam dizer com economia de tempo, espaço e paciência do leitor:
sr., srª — senhor, senhora
prof., profª  – professor, professora
dr., drª – doutor, doutora
ap. – apartamento
p. ou pág. – página
séc. – século

Ora veja! A web é permissiva. Aceita abreviaturas não autorizadas pela gramática. Mas, se todos as entendem, nas mensagens eletrônicas ganham banda de música e tapete vermelho:
vc – você
tb – também
q – que
qq – qualquer

Troque códigos
Vale tudo na guerra contra o desperdício. A tela do celular é  pequena demais para comportar a mensagem. Às vezes, vale a pena usar códigos diferentes para dar o recado:
= — igual
+ — mais
$ — dinheiro
% — percentagem
§ – parágrafo

Peça ajuda aos sinais de pontuação
? – O quê? Não entendi.
! – Nossa! Estou admirado.

Opte pela voz ativa
A voz ativa tem três vantagens. Uma: é mais curta. Outra: dispensa o verbo ser (uma praga). A última: soa mais direta, vigorosa e concisa que a passiva. Compare:
Voz ativa: O estudante escreveu a redação.
Voz passiva: A redação foi escrita pelo estudante.

Menos é mais
Ser conciso é dizer o que tem de ser dito com o mínimo de palavras. Não significa privar o leitor de informação. Mas dar a informação no tamanho certo. Sem mais nem menos. Como?

Corte palavras desnecessárias
Artigo indefinido: O diretor deu (uma) entrevista ao jornal.
Pronome possessivo: No (seu) discurso, o acadêmico disse verdades.
Vocábulos e expressões. Decisão tomada no âmbito da diretoria? É decisão da diretoria. Trabalho de natureza temporária? É trabalho temporário. Lei de alcance federal? É lei federal. Casos de ocorrência? É ocorrência. Curso em nível de pós-graduação? É pós-graduação. Ou pós.

Troque seis por meia dúzia
1. Dispense, nas datas, os substantivos dia, mês e ano: em 7 de julho (não: no dia 7 de julho), em maio (não: no mês de maio), em 2018 (não: no ano de 2018).
2. Substitua a oração adjetiva pelo adjetivo: material de guerra (material bélico), pessoa sem discrição (pessoa indiscreta), criança sem educação (criança mal-educada).
3. Troque a oração adjetiva pelo nome: homem que planta café (cafeicultor), criança que não sabe ler nem escrever (criança analfabeta), pessoa que não come carne (vegetariana).
4. Reduza o tamanho das frases: Vai qualificar-se melhor fazendo um curso de pós-graduação. (Vai qualificar-se melhor. Fará pós.)
5. Use verbo em vez de expressão: Fazer uma viagem (viajar). Pôr as ideias em ordem (ordenar as ideias). Pôr moedas em circulação (emitir moedas).

Moral da história
Nas mensagens do WhatsApp, você não precisa inventar nada. Mais flexível que cintura de político, a língua tem mais de 500 mil palavras e múltiplos jeitinhos de dizer para satisfazer as urgências. Respeitar as regras de ouro tem reflexo plural. Além de escrever mensagens mais sedutoras, você melhora os demais textos. Vá em frente. Vale a pena.

(Dad Squarisi)

Árvore mostra como todas as línguas estão conectadas

25/10/2017 às 3:33 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Muito interessante esse trabalho: as línguas e suas famílias.


Esta incrível árvore mostra como todas as línguas estão conectadas e mudará a forma como você vê o mundo

Você sabia que a maioria das diferentes línguas faladas no mundo todo tem origem em apenas um de dois grandes grupos?

Essa (e outras curiosidades) é o que a ilustradora Minna Sundberg tentou capturar em um infográfico incrível que revela as conexões fascinantes entre diversas línguas.

Usando os dados de pesquisa do portal Ethnologue, que possui informações sobre mais de 7 mil línguas usadas no globo inteiro, Minna usou a metáfora de uma árvore para ilustrar como todos esses idiomas – mesmo que pareçam não relacionados à primeira vista – podem ser agrupados em “famílias” por vezes inusitadas.

Árvore linguística incrível, mas não completa

No infográfico, os galhos maiores representam línguas com mais falantes nativos. Minna procurou incluir o maior número de línguas possíveis, mas mesmo esta imagem detalhada não abrange a imensa variedade que existe no mundo.

A artista explicou que a maioria das pequenas línguas não entrou no gráfico, especialmente as pouco faladas que não têm status oficial em algum lugar.

De onde vêm o português?

Os dois grandes troncos linguísticos são o indo-europeu e o urálico. O tronco indo-europeu possui um ramo europeu, que por sua vez se divide em outros três: eslavo, românico e germânico.

As línguas românicas possuem esse nome por terem surgido do latim, usado principalmente pelos povos romanos desde antes de Cristo. Atualmente, o latim é considerado uma língua morta e utilizado somente para nomenclatura científica e terminologias de outras áreas do conhecimento.

Entre as línguas românicas mais conhecidas estão o português, espanhol, francês, italiano e galego. Mas mesmo esses idiomas podem ser divididos em subgrupos. O português, o espanhol e o galego, por exemplo, são línguas ibero-românicas, enquanto o italiano é ítalo-dalmático, e o francês galo-ibérico.

Existem muitas outras línguas românicas menores, algumas usadas apenas por pequenos povos, como o sardo, o catalão e o rético.

Ramo europeu

No ramo europeu, uma relação bastante complicada entre as línguas eslavas é visível:

Ramo germânico

O inglês possui raízes germânicas, como o alemão:

Família urálica

Surpreendentemente, ao contrário dos seus vizinhos escandinavos, a língua finlandesa pertence à família urálica:

Ramo indo-iraniano

O ramo indo-iraniano revela as conexões entre hindus e urdus, bem como algumas línguas indianas regionais, como a língua rajastani: [BoredPanda, BastosMaia]

(NATASHA ROMANZOTI)

FONTE: https://hypescience.com/esta-incrivel-arvore-mostra-como-todas-as-linguas-do-mundo-estao-conectadas/

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