Militares tomaram o Poder. Bolsonaro não manda, ao menos por ora, e teve que engolir Mandetta

08/04/2020 às 11:02 | Publicado em Fotografias e desenhos, Midiateca, Zuniversitas | 2 Comentários
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Excelente esse vídeo de Bob Fernandes analisando o momento atual, imperdível !



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Fidel

07/04/2020 às 3:58 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Fidel cada vez mais atual. Quanta falta nos faz um grande líder mundial num momento desse, em que a humanidade agoniza e Gaya respira !


Cristóvam – Andrà Tutto Bene

05/04/2020 às 2:22 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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Domingo dia de música de qualidade ! Nossa gratidão a todos os profissionais de saúde do mundo !


A MALDIÇÃO DAS PESTES E PANDEMIAS

26/03/2020 às 3:45 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 2 Comentários
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Muito bom esse artigo do Professor Paulo Ormindo. Ele faz uma boa digressão histórica sobre as pestes e pandemias que assolaram o mundo no decorrer dos séculos. Entretanto, se ele me permite, faltou um dado aritmético-matemático muito importante: o percentual de mortos em relação ao total da população mundial em cada peste/pandemia.

Historia


A MALDIÇÃO DAS PESTES E PANDEMIAS

Antes da revolução agrícola, que viabilizou a urbanização da humanidade, as pestes eram raras, porque a população era rarefeita e os mortos deixados para trás. Com a maior produção de alimentos aumentou a população e o número de roedores transmissores das pestes, com a população mundial em ciclo de sanfona. Hipócrates, há 2.400 anos, dizia que a doença mais comum na época era a “peste branca”, ou tísica. Mas a primeira grande pandemia conhecida foi a “peste negra” surgida na Mongólia, que seguindo a rota da seda entrou na Europa pela Itália. Estima-se que entre 1346 e 1353 ela matou 30% da população da Eurásia. Uma de suas variantes era a peste bubônica transmitida pelos ratos e pulgas e a outra a peste pneumônica transmitida pelo ar A população mundial estimada em 450 milhões baixou para 350 a 375 milhões e só voltou aos níveis anteriores no século XVII.

Outra grande pandemia aconteceu na América a partir de 1492. A população nativa estimada em 46 milhões foi reduzida a 8 milhões em 1650. Cerca de 25 milhões de astecas e 12 milhões de Incas morreram, não só pelas atrocidades dos conquistadores, como principalmente por doenças transmitidas por eles: varíola, sarampo, gripe, peste bubônica, papeira e febre amarela. A reposição da população indígena na América Espanhola só ocorreu no final do século XIX. No Brasil os 4,5 milhões de índios existentes em 1500 foram reduzidos a 450 mil hoje. Foram dizimados pelas doenças dos brancos, pela fome, com sua expulsão da Mata Atlântica e pelos Ávilas e bandeirantes. Entre 1849 e 1928 a febre amarela matou 60.000 pessoas no Brasil. Na presidência de Rodrigues Alves entre, 1923 e 1937, tivemos o primeiro plano de saúde bolado por Oswaldo Cruz, que reduziu as mortes pela febre e varíola no Rio de Janeiro a quatro. Mas entre 1928 e 1929 a peste voltou ao país.

A próxima grande pandemia foi a “gripe espanhola” (janeiro de 1918 a dezembro de 1920), com sintomas semelhantes à Covid19, que contaminou 500 milhões e matou 20 milhões de pessoas em todo o mundo. Teria enterrado 35 mil pessoas no Brasil: 12.700 no Rio e 6.000 em São Paulo. Como sempre a pandemia foi manipulada ideologicamente. Para os cristãos era o apocalipse, para os astrólogos a passagem de três cometas e para outros uma guerra bacteriológica. Durante a “peste negra” a maldição foi atribuída aos judeus e pobres. Hoje a Covid-19 estaria ligado à guerra e falência dos sistemas previdenciários mundiais só matando velhos.

No Brasil, a Covid-19 está servindo para encobrir a explosão de mortes pela dengue, zika e chikungunya na falta de um Oswaldo Cruz. Nos EUA, Trump em campanha encobre a proliferação da peste na Flórida, que contaminou 16 membros da comissão Bolsonaro que foi lhe pedir a benção num restaurante de chicanos.

(Paulo Ormindo de Azevedo)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 22.03.2020

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