SERVIDOR PÚBLICO: INIMIGO PÚBLICO ?

13/10/2018 às 3:57 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 2 Comentários
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Execelente esse artigo. Em tempos sombrios onde se quer colocar a culpa de um governo desgovernado no servidor público, é muito bom o cidadão se esclarecer.

“Servidores de carreira da pátria amada precisam ser valorizados sempre. Estão a serviço de todos vocês, da nação, não de políticos e candidatos de passagem !”

Pergunta

 


SERVIDOR PÚBLICO: INIMIGO PÚBLICO ?

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(Lorena Mueller)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 09.10.2018

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Carta aberta de Manuel Castells aos intelectuais do mundo

10/10/2018 às 15:05 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Em tempos nebulosos é bom ouvir o que eles dizem !


Carta aberta de Manuel Castells aos intelectuais do mundo

“Em uma situação assim, nenhum intelectual, nenhum democrata, nenhuma pessoa responsável do mundo em que vivemos, pode ficar indiferente”. (Foto: Ramiro Furquim/Sul21)

Manuels Castells (*)

Amigos intelectuais comprometidos com a democracia:

O Brasil está em perigo. E, com o Brasil, o mundo. Porque, depois da Eleição de Trump, a tomada do poder por um governo neofascista na Itália e da ascensão do neonazismo na Europa, o Brasil pode eleger presidente um fascista, defensor da ditadura militar, misógino, sexista, racista e xenófobo, que obteve 46% dos votos válidos no primeiro turno da eleição presidencial. Pouco importa quem seja seu oponente. Fernando Haddad é a única alternativa possível. É um acadêmico respeitável e moderado, candidato pelo PT, um partido hoje em dia desprestigiado por ter se envolvido no processo de corrupção generalizado do sistema político brasileiro. Mas a questão não é o PT, mas sim uma presidência de um Bolsonaro capaz de dizer a uma deputada, em público, que ela “não merece ser estuprada”. Ou que o problema da ditadura não foi a tortura, mas sim que não tivesse matado mais ao invés de torturar.

Em uma situação assim, nenhum intelectual, nenhum democrata, nenhuma pessoa responsável do mundo em que vivemos, pode ficar indiferente. Eu não represento ninguém além de mim mesmo. Nem apoio nenhum partido. Acredito, simplesmente, que se trata de um caso de defesa da humanidade. Se o Brasil, o país decisivo da América Latina, cair em mãos deste desprezível e perigoso personagem, e dos poderes fáticos que o apóiam, os irmãos Koch entre outros, nos precipitaremos ainda mais fundo na desintegração da ordem moral e social do planeta, a qual estamos assistindo hoje.

Por isso, escrevo a todos vocês, aos que conheço e aos que gostaria de conhecer. Não para que subscrevam essa carta como se fosse um manifesto de políticos, mas sim para pedir-lhes que tornem pública, em termos pessoais, sua petição para uma ativa participação no segundo turno das eleições presidenciais, dia 28 de outubro, e nosso apoio a um voto contra Bolsonaro, argumentando segundo o que cada um pensa e difundindo sua carta por meio de seus canais pessoais, redes sociais, meios de comunicação, contatos políticos, qualquer formato que difunda nossos protestos contra a eleição do fascismo no Brasil. Muitos de nós temos contatos no Brasil, ou temos contatos que têm contatos. Contate-mo-los. Um what’s é suficiente, ou uma chamada telefônica pessoal. Não vai nos fazer um falta uma #. Somos pessoas, milhares, milhões potencialmente falando, no mundo e no Brasil. Ao longo de nossa vida, adquirimos com nossa luta e integridade uma certa autoridade moral. É hora de utilizá-la neste momento antes que seja muito tarde.

Eu farei isso, já estou fazendo. E rogo, simplesmente, que cada uma e cada um faça o que possa.

(*) Doutor em sociologia pela Universidade de Paris, é professor nas áreas de sociologia, comunicação e planejamento urbano e regional e pesquisador dos efeitos da informação sobre a economia, a cultura e a sociedade.

Tradução: Marco Weissheimer

FONTE: https://www.sul21.com.br/opiniaopublica/2018/10/carta-aberta-de-manuel-castells-aos-intelectuais-do-mundo/

O homem negro que fez supremacistas brancos desistirem de sua causa

03/10/2018 às 3:06 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Parece coisa de Gandhi. Confiram !


“Cortesia acidental”: o homem negro que fez supremacistas brancos desistirem de sua causa

 

Daryl Davis é um músico negro que se tornou amigo de supremacistas brancos.

Daryl, à esquerda, e um membro da KKK em trajes rituais, à direita

Há mais de 20 anos sua arma é o diálogo. Ele senta pra conversar com pessoas que, em teoria, o odeiam apenas pela cor de sua pele.

Por meio da serenidade, abertura, paciência e uma força de vontade impressionantes, seu esforço fez com que cerca de 200  líderes da Ku Klux Clan desistissem de sua causa. O KKK é entendido como um movimento reacionário e extremista, que hoje conta com algo em torno de 8.000 membros nos EUA.

A trajetória de Daryl é narrada no premiado documentário “Cortesia Acidental”, disponível atualmente no Netflix brasileiro.

Daryl no TEDx: “Por que eu, um homem negro, vou aos protestos do KKK?” (1.6 milhões de views)

O trabalho de Daryl é uma aula de ativismo compassivo.

Especialmente inspirador pra nós, já que o cultivo de comunidades digitais benéficas e a Comunicação Não-Violenta (CNV) estão no coração do que fazemos no PdH. Inclusive criamos um percurso específico chamado “Como cultivar melhores conversas na web?“.

Assistam “Cortesia acidental” no Netflix e depois nos digam por aqui o que acharam pra seguirmos o papo. Vale cada minuto de seu tempo.

FONTE: https://www.papodehomem.com.br/cortesia-acidental-documentario-homem-negro-que-fez-supremacistas-brancos-desistirem-de-sua-causa

Incêndio no Museu Nacional – Rio de Janeiro

03/09/2018 às 8:36 | Publicado em Fotografias e desenhos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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IncendioMuseuRio

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