Cisterna com energia solar

09/12/2017 às 3:11 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Acho que vou morrer insistindo nessa pergunta. Confiram nesse vídeo. Uma cisterna movida a energia solar, instalada pelo Exército Brasileiro no interior do Rio Grande do Norte. O custo não chega a 2.000 reais. Se fosse colocar motor movido a energia elétrica para puxar a água o custo seria de perto de 20.000 reais !

E a pergunta que não quer calar, nunca: por que não se investe nisso em larga escala ?


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Singularidade tecnológica

06/12/2017 às 3:57 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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É a já velha questão da tecnologia boa e da tecnologia má. Nem uma coisa nem outra. Mas que estamos prestres a viver um mundo totalmente diferente com a IA é fato. E o alerta de Stephen Hawking é sério !


Stephen Hawking alerta que nossa era como espécie dominante na Terra está no fim

O famoso físico Stephen Hawking afirmou mais uma vez seu receio de que seja apenas uma questão de tempo até que a humanidade precise fugir da Terra em busca de um novo lar.

Em uma entrevista recente concedida ao portal Wired, Haking ponderou que a sobrevivência da humanidade dependerá da nossa capacidade de se tornar uma espécie multiplanetária.

Por quê?

Por conta da população crescente e ameaça iminente que o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) representa. “O gênio está fora da garrafa”, Hawking disse à Wired.

Desgraça com mais desgraça

Essa não é a primeira vez que o físico faz previsões sombrias sobre o destino da Terra, ou adverte que a IA pode tornar-se tão perigosa a ponto de substituir a humanidade.

Em entrevista realizada em março com o The Times, o cientista afirmou ainda que um apocalipse IA estava para acontecer, e que a criação de “alguma forma de governo mundial” seria necessária para controlar a tecnologia.

Também já advertiu sobre o impacto que a IA teria em empregos de classe média e até pediu uma proibição definitiva sobre o desenvolvimento de agentes de IA para uso militar.

Hawking está exagerando?

Talvez não.

É possível argumentar, com bastante razão, que máquinas inteligentes já estão acabando com muitos empregos. Não estamos falando apenas de funções automatizadas na grande indústria – robôs já estão realizando tarefas especializadas até mesmo em hospitais, e costurando roupas mais rápido que humanos. Um estudo, inclusive, estimou que 47% dos empregos vão desaparecer nos próximos 20 anos.

Além disso, vários países – incluindo os EUA e a Rússia, envolvidos agora em uma tensão política – estão pesquisando armas IA para uso militar.

Por fim, e mais assustadoramente ainda, uma IA bastante avançada – mas que já chegou a concordar automaticamente com a noção de destruir a humanidade – se tornou o primeiro robô a ganhar cidadania.

Medo justificado

O desenvolvimento da IA é um tópico que já foi debatido por outros especialistas além de Hawking, como Elon Musk, CEO da SpaceX e Tesla, e Bill Gates, cofundador da Microsoft.

Tanto Musk quanto Gates concordam com o físico no potencial da IA de extinguir a humanidade.

Ainda que existam pesquisadores que não acreditem em um cenário apocalíptico, inclusive argumentando que tais preocupações são desgastantes e distorcem a percepção pública da IA, Hawking defende que os receios são válidos.

“Se as pessoas projetam vírus de computador, alguém irá projetar uma IA capaz de evoluir e se replicar”, disse ao Wired. “Esta será uma nova forma de vida que superará os humanos”.

Certamente, uma IA inteligente o suficiente para pensar melhor e mais rápido do que os humanos seria capaz de ameaçar nossa espécie – o que chamamos de singularidade tecnológica.

Preparação

Uma vez que diversos cientistas estão trabalhando com inteligência artificial em todo o planeta, é inevitável supor que, mais cedo ou mais tarde, uma tragédia pode acontecer.

O palpite de Hawking é que, em algum momento dentro do prazo de 1.000 anos, a humanidade vai precisar sair da Terra de qualquer forma.

O físico pode estar errado, no entanto. Não sabemos exatamente como (e se) tal singularidade tecnológica será, e, em vez de causar a destruição da humanidade, ela poderia inaugurar uma nova era de colaboração entre seres vivos e máquinas.

Em ambos os casos, contudo, o potencial da IA para ser usada tanto para o bem quanto para o mal exige que tomemos as precauções necessárias.

(Natasha Romanzoti)

FONTE: https://hypescience.com/stephen-hawking-alerta-nosso-tempo-como-especie-dominante-no-planeta-esta-acabando/

Litro de Luz

04/12/2017 às 3:23 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Ideia simples, genial. Mas a pergunta persiste: por que, principalmente em países como o nosso, essa tecnologia, como outras tantas, não é massificada ? A resposta é política e econômica, não tecnica nem sociológica !


As invenções geniais do Século XIX

02/12/2017 às 3:29 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Boas lembranças, principalmente para os mais novos que já nasceram na nova era das TIC.

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As invenções geniais do Século XIX

Numa discussão sobre ensino de arquitetura na UFRJ, um estudante disse que não concordava com Lucio Costa porque ele era um arquiteto do século XIX. O mestre agradeceu e disse que no século XIX ele estava em boa companhia. Senão vejamos. Em 1804, Richard Trevithck faz correr a 8 km/h um trem a vapor com cinco vagões carregando 70 passageiros e 18 toneladas de carga. As marias-fumaças, queimando lenha e depois carvão de pedra, funcionaram em muitos países até a década de 1960, apesar de em 1879 o alemão Siemens ter criado a locomotiva elétrica, com uma eficiência energética de 85%, porque elas exigiam a eletrificação das linhas. Sem fumaça elas permitiram instalar os primeiros metrôs urbanos. Hoje na Europa os TGVs, aperfeiçoados pelos franceses em 1980, correm a 350 km/h. E os orientais estão instalando os primeiros trens de levitação magnética, os Maglev, capazes de atingir velocidades ainda maiores.

A lâmpada elétrica é outra dessas invenções. A primeira a funcionar foi a de filamento de carvão de Thomas Edson, de 1879. Depois, o carvão foi substituído pelo tungstênio. Lâmpadas florescentes, mais econômicas, inventadas por Tesla em 1938, iriam competir com as de filamento. Mas a grande revolução teria origem em 1961, com a descoberta do LED, por Biard e Pittman. Lâmpadas de LED chegariam ao mercado em 1989 e entre nós só recentemente.

O telefone, inventado por Bell e Watson, em 1875, teve uma evolução notável. As primeiras ligações sem fio ocorrem 18 anos depois. Ainda alcancei no interior da Bahia os telefones com manivela que levavam horas para completar uma ligação. A substituição de telefonistas com dezenas de “bananas” nas mãos por seletores automáticos permitiu evitar milhares de viagens urbanas e interurbanas. Em 1978, os japoneses fizeram o primeiro telefone móvel. Hoje o celular substitui a lanterna, a Kodak, a filmadora e o computador.

Também do XIX é o automóvel. O primeiro a gasolina data de 1885, do alemão Karl Benz, mas sua evolução é pequena. Os primeiros eram carruagens em que os cavalos foram substituídos por um motor, cuja potência ainda é medida em horse power. Sua produção em massa com o Ford T gerou uma urbanização esgarçada nos EUA, que destruiu lavouras e engarrafou nossas cidades. Seus avanços mecânicos, como o motor V-8, a tração dianteira e a marcha automática, são do final da década de 1930. Mas ainda hoje seu motor transforma 75% da energia da gasolina em calor e seus escapes são dos maiores poluidores da atmosférica. O carro elétrico só surgiu 100 anos depois do trem e é híbrido, com motor a gasolina. Sua primeira grande revolução são os carros inteligentes, que vão aposentar o chauffer, ou foguistas. Pobre de quem acredita que o Tesla vai descongestionar as nossas cidades.

(Paulo Ormindo de Azevedo)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 05.11.2017

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