Dia da Cachaça
30, Outubro, 2009 at 5:10 am | In Piadas e causos | Leave a Comment
Como hoje é sexta, compartilho com meus leitores a notícia de que uma Comissão da Câmara aprova criação do Dia da Cachaça: 13 de setembro. Neste dia, a bebida, de mútiplos apelidos (abrideira, aguardente, cana, caninha, água benta, bagaceira, água que passarinho não bebe, birita, engasga-gato, goró, malvada, pinga, purinha), foi legalizada no Brasil por Portugal.
A data perpetuará a importância “de um dos símbolos mais representativos do povo brasileiro”
Deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) , autor do projeto !
Clique a seguir para ver a íntegra da notícia:
Sexta – frases
9, Outubro, 2009 at 1:59 pm | In Piadas e causos | 1 CommentE porque hoje é sexta, seguem dez frases imperdíveis de uma coletânea de 200. Para ver as demais, com os respectivos autores, clique na continuação deste post:
- O Brasil é feito por nós. Só falta, agora, saber como desatá-los.
- O importante não é ganhar. O importante é competir. Sem perder, nem empatar.
- Originalidade é a arte de ocultar as fontes.
- Para aprender muito é fundamental, antes de mais nada, ser muito ignorante.
- Preserve as bactérias. Elas são o único tipo de cultura que algumas pessoas têm.
- Se a justiça é igual para todos, por que a injustiça também não é?
- Se o horário oficial é o de Brasília , por que a gente tem que trabalhar nas segundas e nas sextas?
- “Vegetariano”: antiga palavra indígena, que significava “mau caçador”.
- Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.
- Lutar pela paz é como roubar pela honestidade.
Filho de programador sofre !
2, Outubro, 2009 at 5:11 am | In Midiateca, Piadas e causos | Leave a CommentPorque hoje é sexta, uma homenagem aos profissionais criativos da área de TIC.
Pressão tecnológica
25, Setembro, 2009 at 5:37 am | In Artigos e textos, Piadas e causos | 1 CommentQuem nunca desejou se deletar diante do atual tsunami tecnológico de tanta coisa ao mesmo tempo, de celular a controle remoto, de notebooks a palmtops, de twitter a RSS ?
Nesta sexta brindo meus leitores com este hilariante texto de João Ubaldo, publicado no último domingo, dia 20/09, nos principais jornais do país. Clique abaixo para conferir !
Garoto Linha Dura
18, Setembro, 2009 at 7:42 am | In Baú de livros, Piadas e causos | Leave a CommentSérgio Porto, mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta, foi uma daquelas figuras inesquecíveis do Brasil – Século XX. Já deveria de muito estar aqui neste Zeducando. Antes tarde do que nunca. O criador de Tia Zulmira, do primo Altamirando e, claro, do FEBEAPA, “festival de besteira que assola o país”. Eis aqui o grande escritor, jornalista e humorista, com seu livro “Garoto Linha Dura“, delicioso. Brindo os leitores deste espaço, nesta sexta-feira, com o capítulo “Science Fiction”. Antes porém, algumas ‘máximas’ do Lalau:
- “Capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O Socialismo é o contrário”.
- “O melhor da televisão é o botão de desligar”.
- “Era desses caras que cruzam cabra com periscópio pra ver se conseguem um bode expiatório.”
SCIENCE FICTION
Conde, um município distante de Salvador, BA, foi abalado em seu sossego quando — de repente, não mais que de repente, como diz aquele soneto de Vinícius de Moraes — surgiu boiando em seu céu um estranho objeto. Nos últimos anos, irmãos, objeto no céu não identificado é disco voador. Aliás, minto . . . primeiro é satélite, depois é satélite tripulado por gente que está dentro dele e em terceiro então é que vem disco voador, passando a coisa a se complicar daí por diante.![]()
As primeiras notícias chegadas a Salvador diziam que, em Conde, caíra um satélite, o que alvoroçou muito baiano e — acredito — quem não tinha o que fazer deu um pulinho a Conde, distante quatro horas de automóvel da capital. Os que não foram na primeira leva devem ter ficado arrependidos, porque pouco depois vinham notícias frescas —- no bom sentido, evidentemente — contando que era um satélite tripulado.
Quer dizer: satélite com gente dentro. Daí por diante — se não tivesse ocorrido um pequeno detalhe que deixo para relatar no fim, para não estragar a jocosidade que possa ter este escrito —, daí por diante, repito, os telegramas só tendiam a piorar. Povo adora novidade e quem conta um conto aumenta um ponto (esta frase não é de Tia Zulmira mas também é boazinha). Primeira notícia: um satélite. Segunda notícia: um satélite tripulado. Ora, dariam fatalmente a terceira notícia, já de Salvador, para o Rio, explicando que era disco voador de procedência ignorada, que despencara do céu, fazendo vítimas. Principalmente este pedacinho final, para dar dramaticidade: fazendo vítimas. O telegrama seguinte já seria do Brasil para o mundo: num pacato lugar do Estado da Bahia (Brasil) um ser estranhíssimo saltara de uma aeronave espacial de estranho formato e tentara entrar em contato com o povo da localidade, desistindo logo de seu intento e voltando para a nave, que subiu e desapareceu no espaço.
Não duvidem, por favor, da possibilidade de, após a expedição desse dramático telegrama, as agencias telegráficas do Brasil começarem a receber mensagens do exterior, perguntando se a imensa frota de discos voadores que descera “em um ponto qualquer do Brasil” tinha causado algum dano. E, de telegrama em telegrama, eu não dava vinte c quatro horas para jornais dos mais distantes lugares publicarem em manchete: “Marcianos invadem a Terra”. E depois o noticiário: “Desembarcaram na Bahia, Argentina, milhares de marcianos, causando mortes, incêndios, desmoronamentos, arrasando enfim com o lugar, desaparecendo em seguida, provavelmente para novos ataques”.
Felizmente, nada disso aconteceu. Havia um sujeito ponderado em Conde, Salvador, BA, que olhou para o objeto e explicou: — Isto aí é um balão de sondagem atmosférica do Serviço de Meteorologia, extraviado pelo vento.
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