CÉREBRO: O verdadeiro criador de tudo – Miguel Nicolelis

14/05/2022 às 2:31 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Excelente aula do Professor Miguel Nicolelis


Sexta extinção em massa pode já estar acontecendo na Terra

29/01/2022 às 2:12 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Notícia alarmante ? Teoria da Conspiração ? Esse estudo me pareceu sério.


Sexta extinção em massa pode já estar acontecendo na Terra

A Terra pode estar atravessando sua sexta extinção em massa, mas, ao contrário das anteriores, esta seria exclusivamente provocada pela ação humana. É o que diz um novo estudo liderado pela University of Hawaii, que considerou uma ampla lista de espécies ameaçadas de extinção, incluindo os invertebrados — pouco considerados em outras análises.

A vida em nosso planeta já atravessou cinco grandes eventos de extinção e, embora tenham sido severos, todos foram provocados por eventos naturais. Mas o novo estudo, além de apontar que o sexto evento de extinção em massa já se iniciou, não deixa dúvidas sobre a influência humana nesse processo.

À esquerda, o número de espécies catalogadas e, à direita, a proporção de espécies na lista vermelha de ameaça de extinção — os invertebrados são pouco considerados (Imagem: Reprodução/Robert Cowie et al.)

O principal autor do estudo, Robert Cowie, disse que as altas taxas de extinção e a redução da abundância da biodiversidade estão todas bem documentadas. “Mas alguns negam que esses fenômenos representem uma extinção em massa”, acrescentou.

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Segundo Cowie, essa negação é fundada em uma tendência de encarar esta crise apenas pelas espécies de mamíferos e aves, mas, ao considerar os invertebrados na conta — os quais constituem a maior parte da biodiversidade —, o cenário é ainda mais grave.

Através de dados históricos sobre espécies de caracóis e lesmas terrestres, os pesquisadores calcularam que, desde 1500, o planeta já teria perdido de 7,5% a 13% dos 2 milhões de espécies conhecidas até hoje — o equivalente de 150.000 a 260.000 de organismos.

Espécies ameaçadas

Para os autores do estudo, incluir os invertebrados na análise foi fundamental para confirmar que, de fato, estamos testemunhando o início da sexta extinção em massa. Eles também ressaltaram que espécies marinhas e terrestres estão sendo afetadas de manerias diferentes.

Espécies de moluscos recentemente extintas em Rurutu, uma das ilhas Austrais (Imagem: Reprodução/O. Gargominy/A. Sartori/MNHN)

Espécies insulares, como as que vivem nas ilhas havaianas, são mais afetadas do que as que habitam os continentes. Além disso, para os autores, o ritmo de extinção das plantas parece ser menor que a de animais terrestres.

Os pesquisadores também disseram que iniciativas conseguiram preservar espécies “mais carismáticas”, deixando de fora muitas outras. E mesmo outras iniciativas não são suficientes para reverter a tendência geral de extinção iniciado pela espécie humana.

Negar a crise e aceitá-la sem reagir — ou até mesmo impulsioná-la —, disse Cowie, é abrir mão da responsabilidade comum à humanidade. “E abre caminho para que a Terra continue em sua triste trajetória em direção a uma Sexta Extinção em Massa”, ponderou.

(Wyllian Torres)

O estudo foi publicado na revista científica Biological Reviews.

Fonte: Biological Reviews, Via SOEST

FONTE: https://canaltech.com.br/meio-ambiente/sexta-extincao-em-massa-pode-ja-estar-acontecendo-na-terra-206637/

A biopolitização da pandemia no Brasil

23/03/2021 às 3:41 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Muito bom esse artigo do Professor José Antônio Lobo dos Santos, da UFBA. A conclusão é até óbvia. Mas em tempos de dupla pandemia (a do vírus e a mental), é importante se enfatizar o óbvio !

O bolsonarismo optou pela polarização e pelo negacionismo e não pela ciência, vacinas e fortalecimento do SUS, este governo não representa os interesses do povo, pois além de flertar com o fascismo, é mesquinho, egoísta e incompetente.

Exclamacao


A biopolitização da pandemia no Brasil

Michael Foucault destacou a biopolítica como uma forma de regulação da vida, uma espécie de “medicina social” com questões sanitárias, de saúde em geral, natalidade e, até mesmo, de costumes. Com a chegada do coronavírus e sua rápida disseminação no Brasil, esperava-se que a biopolítica aparecesse, em sua versão positiva, nas ações do Governo federal, no entanto, o que se vê é a biopolitização da pandemia, o que tem gerado descaso, medo e mortes no Brasil.

Essa biopolitização tem se manifestado em três momentos, o primeiro foi a disputa de narrativas sobre o real perigo que a Covid-19 representava. Contrariando a ciência, o presidente Jair Bolsonaro apareceu em cadeia nacional de rádio e televisão para chamar a doença de gripe zinha e exaltar o seu histórico de atleta visando incentivar as pessoas a continuarem nas ruas se aglomerando e desmobilizar qualquer ação de cunho estadual e municipal que pudesse dar um direcionamento responsável ao enfrentamento da pandemia.

A segunda ação do presidente foi desautorizar publicamente o então ministro da Saúde, Henrique Mandetta, de falar em distanciamento social, mortes, colapso na saúde e de trabalho conjunto com os governadores e prefeitos. Em ato contínuo, demitiu o ministro em plena pandemia e passou a receitar tratamento precoce com cloroquina e ivermectina sem nenhuma comprovação científica. O presidente que deveria dar o exemplo, ser uma vanguarda de inspiração e motivação na luta contra a Covid-19, tornou-se um poderoso aliado da doença.

O terceiro ponto foi o forte impacto que a biopolitização teve no âmbito das vacinas. O governo Bolsonaro não priorizou e não fez esforço para a aquisição de vacinas junto às empresas. Outra ação desastrosa foi o confronto político com o governo de São Paulo e o vai e vem na aquisição da vacina CoronaVac, a qual está no centro da disputa política entre Bolsonaro e João Dória. Em outra dimensão, agarrada a biopolítica como instrumento de controle da vida, está a Anvisa, que não aceita flexibilizar a burocracia de morte e acelerar o credenciamento das vacinas que já estão devidamente reconhecidas e adotadas por importantes agências internacionais de regulação.

A biopolitização é o rascunho de um país imerso em disputas políticas. Em regra, a politização de ações essenciais no campo da proteção da vida é sempre desastrosa, pois a disputa desmedida pelo poder sufoca, gera sofrimento e mortes. Essa biopolitização atira o país numa situação crítica que culmina na descrença, no abalo da esperança em dias melhores e na perda precoce de mais de 270 mil brasileiros. O bolsonarismo optou pela polarização e pelo negacionismo e não pela ciência, vacinas e fortalecimento do SUS, este governo não representa os interesses do povo, pois além de flertar com o fascismo, é mesquinho, egoísta e incompetente.

(José Antônio Lobo dos Santos)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 22.03.2021

Drone beija-flor

07/11/2020 às 3:48 | Publicado em Midiateca | Deixe um comentário
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O bom uso da Tecnologia ! Uma beleza de vídeo.


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