COLEÇÃO PRIMEIROS PASSOS EM PDF, PARA DOWNLOAD

09/05/2017 às 3:17 | Publicado em Baú de livros | 7 Comentários
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Da minha geração é difícil encontrar alguém que não tenha lido alguns livros (em papel) dessa coleção. Surge agora para download em .pdf gratuito. Vale a pena conferir !

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COLEÇÃO PRIMEIROS PASSOS EM PDF, PARA DOWNLOAD

A série de livros Primeiros Passos é uma importante coleção da Editora Brasiliense que, há mais de 30 anos, reúne textos sobre diversos temas: O que é capitalismo? O que é filosofia? O que é racismo? O que é Cultura?

Lançada em 1970 e em formato de bolso, a coleção foi um sucesso, por exemplo, apenas durante o ano de 1999, vendeu meio milhão de exemplares… Tratam-se de textos curtos, porém concisos, sobre temas contemporâneos. Outra característica importante desta coleção é a indicação de uma bibliografia complementar disponibilizada ao final de cada volume, para aqueles que queiram se aprofundar no tema em questão.

CONFIRA EM: https://filosofandoporaiblog.wordpress.com/2017/04/15/colecao-primeiros-passos-completa-em-pdf-para-download/

Tiradentes

21/04/2017 às 11:06 | Publicado em Baú de livros, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Em 6 de novembro do ano passado, fiz um post aqui sobre o livro “1789 – a história de Tiradentes e dos contrabandistas, assassinos e poetas que lutaram pela independência do Brasil”, de Pedro Doria. Neste 21 de abril, republico o post e reforço a recomendação sobre o livro.


1789

06/11/2016 às 3:55 | Publicado em Baú de livros | 1 Comentário Edit this post
Tags: história

Tiradentes era pobre ? Era ingênuo ? Inábil ? Esse bom livro desmistifica isso e outras coisas mais. Confesso que não conhecia o autor, até ganhar o livro de uma grande amiga. Linguagem jornalística, fácil de ler. Recomendo.

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Inveja

09/04/2017 às 20:43 | Publicado em Artigos e textos | 1 Comentário
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Terminando mais um domingo com Veríssimo. A “frase foco” desta crônica eu nunca a pronunciei e acho que nunca vou pronunciá-la. Sempre tenho uma lista de cerca de 80 livros para ler. Dessa lista vou comprando aos pares, às vezes mais, para fazer como aconselhava Darcy Ribeiro: ler dois livros simultaneamente. Dizia ele que “enquanto você descansa de um, lê o outro”. E, claro, sempre que acabo de ler algum da lista logo vêm outros, originados de sugestões de amigos ou de outras leituras, a encher novamente a dita lista.

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Sou um invejoso, confesso. Invejo quem sabe cantar, quem consegue dormir em avião, quem fala bonito, quem tem muitos netos, quem sabe programar um “timer”. Invejo os que têm certezas absolutas, os que têm fé e os que têm cabelo.

Mas há um tipo que eu invejo acima de qualquer outro. Um que me desperta admiração e ódio — que são os componentes da inveja — numa escala quase insuportável. É o que diz, geralmente depois de um suspiro revoltante: “Estou sem nada para ler…”

Entende? Não é a queixa de uma privação passageira. Ele não se distraiu e deixou de se suprir de leituras, como se tivesse esquecido de comprar sabão no supermercado. Não está implícita na sua lamúria uma crítica à indústria editorial e à classe intelectual, que simplesmente não produziram nada que merecesse sua atenção e são os responsáveis pelo seu tempo ocioso e a sua mesa de cabeceira vazia. Ele simplesmente está sem nada para ler. Enquanto eu sofro da angústia oposta, a da falta de tempo, a das pilhas de livros na mesa de cabeceira — e nas estantes e em qualquer superfície plana da casa. Minha queixa é outra: coisas demais para ler até a minha morte, marcada para 2076, se é que eu acertei o “timer”, sem falar no que ainda pretendo comprar. “ Que inveja” é o único comentário cabível diante da frase do insensível.

Muitas vezes a frase é apenas preâmbulo para um pedido de sugestão de leitura. Para: “Tens lido algo que preste?”. A pergunta pressupõe que você tem os mesmos gostos que ele e lhe dá a oportunidade de brincar de leitor casual também, sem stress.

— Já leu o do Fernando Henrique?

— Acho que vou esperar o filme.

Mas a inveja de quem não tem a angústia dos livros esperando leitura seria mais honesta, no meu caso, se a falta de tempo não fosse culpa minha. Na verdade, tenho inveja de mim mesmo quando lia por prazer e curiosidade e não perdia tanto tempo com jornais, revistas e televisão, essas coisas que nos aproximam tanto do mundo que roubam nossa perspectiva, e portanto nos informam e deformam ao mesmo tempo. Enquanto as pilhas de livros não param de crescer.

Culpa minha, também, porque, com tantos livros esperando leitura, não paro de aumentar a pilha. Sou um viciado em livrarias. E acho que estou chegando naquele ponto em que o prazer de comprar livros substitui o prazer de ler livros. O que é um pouco como se contentar com o aroma de um prato em vez de comê-lo (Mencionei que também invejo quem pode comer de tudo?).

(Luis Fernando Veríssimo)

FONTE: Principais jornais do país, hoje.

Migo

01/03/2017 às 3:22 | Publicado em Baú de livros | Deixe um comentário
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Certamente um livro autobiográfico, como outros que ele fez. Romance dos bons. Logo de início ele oferece ao leitor várias caminhos para ler o livro. Eu segui o tradicional, de cabo a rabo. Darcy Ribeiro se recomenda sempre !


Migo

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