A importância da Ciência e a esperança da vacina

11/07/2020 às 3:04 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Excelente essa live. “Isso não é milagre. É o resultado de anos de trabalho ! “. Observem o detalhe: a estante de livros dela tem até escada. Nísia Trindade Lima é Presidente da Fiocruz.


Eduardo Marinho, o Filósofo das Ruas

10/07/2020 às 3:52 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Eduardo Marinho sempre atual e oportuno, cada vídeo uma lição.


Doutor é quem tem doutorado

08/07/2020 às 3:05 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Diante deste excelente artigo do Professor Carlos Zacarias (História/UFBA), peço permissão e me atrevo de antemão a fazer alguns comentários de minha experiência acadêmica. No artigo o Professor nos explica o atual estágio dessa questão no mundo acadêmico e, óbvio, contextualiza destrinchando o que ocorre com o curriculum de alguns ministros (com eme minúsculo mesmo) do atual DESgoverno do Brasil. Com todo o respeito, eu considero Doutor aquele que tem um Doutorado e também aquele que se formou em Medicina e fez a obrigatória residência. Antigamente, me lembro bem, para ser fazer um Doutorado, a tese proposta tinha que ser algo inédito no campo do conhecimento humano ou da ciência. Pelo que constatamos hoje, esse requisito não se aplica mais, sem nenhum demérito aos que conseguiram, com muito esforço, obter o título atualmente. Apenas como curiosidade, ainda quando estudei Direito na UnB fui informado que há uma lei, de 1827 portanto da época do Império de D. Pedro I, que determina que os possuidores de diploma de Direito devem ser chamados de Doutores. Deve ser por isso que alguns advogados são assim tratados até hoje…

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Doutor é quem tem doutorado

A condição para adquirir um título de doutorado, de onde se emite um diploma, é escrever e defender uma tese frente a uma banca de arguição, composta, normalmente, por cinco membros, com a obrigatoriedade de haver membros externos ao programa de pós-graduação em que a tese é apresentada. Defesas de tese não são apenas ritos de passagem, mas momentos fundamentais, em que o doutorando apresenta o resultado de anos de pesquisa e avaliadores apontam erros, inconsistências e eventuais fragilidades do trabalho, ao que o doutorando deve demonstrar que suas hipóteses, transformadas em tese, se sustentam pelas evidências que foram arroladas e passam a se constituir em provas de efetividade científica.

Um doutorado dura no mínimo quatro anos e vem depois do mestrado, que tem duração de dois anos ou um pouco mais, e coroa a carreira acadêmica de um pesquisador, dizendo que ele está pronto para seguir produzindo ciência. Com doutorado, um pesquisador pode pleitear o ingresso numa instituição pública através de concorridos concursos (algumas áreas ainda aceitam mestres, mas isso é cada vez mais raro). Numa instituição pública, um professor-doutor, que é, sobretudo, um investigador, um cientista, pode pleitear um período de licença de um ano para cursar um pós-doutorado e desenvolver uma pesquisa específica, mas não há outro título depois do doutorado. Pessoas com doutorado não são necessariamente geniais, mas são pesquisadores que cumpriram uma trajetória árdua que exige denodo e abnegação, o que se percebe nas seções de agradecimentos das teses, onde se fala de renúncias, noites mal dormidas e das dificuldades enfrentadas.

Há no Brasil de hoje milhares de pessoas que concluíram o doutorado, o que demonstra todo esforço do país que por anos a fio se empenhou em oferecer alta qualificação a um pessoal que devia estar trabalhando, principalmente, nas universidades. Muitos desses doutores, que demandaram investimentos de toda a sociedade, estão sem ocupação devido ao desinvestimento em educação ocorrido nos últimos anos, que o governo Bolsonaro tem aprofundado.

A celeuma em torno do falso doutorado do ex-futuro ministro Carlos Alberto Decotelli, que sucedeu a polêmicas semelhantes quanto às titulações de Ricardo Salles, Damares e Weintraub, se não nos serve para confirmar que este governo tem desprezo pela ciência, mesmo dando imenso valor a títulos pompas que sequer existem, nos sugere que parte do ódio obscurantista e anti-intelectual do bolsonarismo também é fruto de recalque e ressentimento.

Das lições que extraímos, além da confirmação que extremistas de direita são mitômanos, a noção de que ter doutorado ou títulos é algo importante, mesmo sem ser essencial para quem pleiteia um cargo de ministro. Neste caso, não são os títulos, mas o compromisso com a ciência, o conhecimento e a educação aquilo que efetivamente importa.

(Carlos Zacarias de Sena Júnior)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 03.07.2020

NINGUÉM SOLTA A MÃO DE NINGUÉM !

07/07/2020 às 3:22 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Sou fã de Antônio Nóbrega. Nesse vídeo só tem fera !

E NINGUÉM SOLTA A MÃO DE NINGUÉM !


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