A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR !

23/10/2018 às 5:24 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | 6 Comentários
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Quem me conhece sabe que dos três tradicionais ramos do conhecimento, exatas, humanas e saúde, eu me aventurei como aluno e professor, nos meus quase 60 anos de vida, com razoável empenho, nos dois primeiros. Tanto, como costumo dizer aos amigos, na “horizontalidade” (cinco graduações), quanto na “verticalidade” (quatro pós e um mestrado). Porém, na última área, a da saúde, confesso que conheço pouco ou quase nada. Sempre entendi que essa era a área mais difícil do conhecimento, e sobretudo crítica porque trata da vida, bem maior de todo ser humano. Ainda guardo na memória pensamentos não muito atuais, preferindo seguir o que meus pais nos ensinaram sobre saúde (viveram 82 e 88 anos): no tempo deles não havia nutricionista, muito menos psicólogo… Assim, coloco a pergunta que não quer calar abaixo, para que alguém com maiores conhecimentos possa nos explicar:

Masoquismo é doença ?  Se sim, o que são mulheres que votam em misógino ,  homossexual que vota em homofóbico , negro que vota em racista, funcionário público, civil ou militar, que vota em quem declaradamente diz que vai tirar seus direitos?

 

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TRATAMENTO DA DEPRESSÃO: Inteligência artificial no Brasil

11/08/2018 às 3:50 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Inteligência Artificial é o “estado da arte” em termos de Ciência e tecnologia. Está presente em praticamente todos os setores da sociedade e em todas as atividades humanas. Mas temos o direito de questionar, afinal é Ciência. Será que um software desse vale a pena ? Fica para reflexão dos que por aqui nos derem a honra de passar e ler.

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TRATAMENTO DA DEPRESSÃO: Inteligência artificial no Brasil

O Brasil é o primeiro país fora da Europa a receber um tratamento para a depressão por meio da Inteligência Artificial. O Deprexis, software baseado nos princípios da Terapia Comportamental Cognitiva (TCC), foi aprovado recentemente pela Anvisa e lançado oficialmente em junho no Congresso Cérebro e Emoção, realizado na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, pelo Instituto de Neurociências Aplicadas.

A ferramenta, na tentativa de despertar o prazer de realizar algumas tarefas do dia a dia, propõe um diálogo interativo com os pacientes e pode ser utilizada em qualquer dispositivo com acesso à internet. O objetivo com o desenvolvimento do Deprexis é acelerar o tratamento de pacientes ao se adaptar às suas necessidades.

“Trata-se de um programa que interage com o paciente através do computador, smartphone ou tablet, simulando um diálogo. Essa interação se dá por texto ou áudio. O paciente responde ao que o programa pergunta, escolhendo uma dentre várias opções, e, a partir das respostas, o programa fornece explicações e propõe exercícios que o ajudam a compreender melhor a depressão e agir contra ela, explica o terapeuta cognitivo, psiquiatra e professor de Psiquiatria do Departamento de Neurociências e Saúde Mental da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Irismar Reis.

Embora não substitua um profissional, o Deprexis pode ser um útil complemento. Nele, o paciente poderá avaliar o seu humor e auto avaliar os sintomas depressivos semanalmente.

Essas avaliações podem ser impressas, bem como seu plano de acompanhamento, para serem levados às consultas médicas ou ao psicoterapeuta.

Diagnóstico

O fato de que nada substitui a ajuda de um especialista é reafirmado em estudo realizado pela universidade britânica East Anglia, em parceria com o Norfolk and Suffolk NHS Foundation Trust (NSFT).

Segundo a pesquisa, o diagnóstico de saúde mental deve ser um processo colaborativo. “É importante frisar que o objetivo do programa não é substituir o psiquiatra ou o terapeuta, porém, auxiliá-los a melhorar o atendimento a seus pacientes”, ressaltou Dr. Reis.

O principal autor do estudo, Jaime Delgadillo, disse que os pacientes tendem a abandonar a terapia após algumas sessões.

“Com o auxílio da tecnologia, o problema pode ser identificado com precisão desde o princípio e pode, inclusive, ajudar os profissionais para que se sintonizem ainda mais com os pacientes e saibam a melhor forma de lidar com as dificuldades. Logo, o diagnóstico pode ser feito de maneira ainda mais clara”, diz Dr. Delgadillo.

Disponibilidade

Ao comentar as principais diferenças entre a plataforma de tratamento online e as formas tradicionais – terapias e medicamentos –, Dr. Reis aponta que as técnicas utilizadas no Deprexis são as mesmas que vários terapeutas usam.

“A grande diferença é a ausência da empatia e de calor humano do terapeuta de carne e osso. Por outro lado, o Deprexis pode ser utilizado a qualquer momento,por estar disponível durante 24 horas. Além disso, pode ser um bom auxiliar do psiquiatra em cidades pequenas, onde há a possibilidade de não haver disponibilidade de terapeutas”, ressalta.

(Amanda Silva)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 30.07.2018

Técnica inovadora faz limpeza de água com o mandacaru

13/06/2018 às 3:38 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Excelente pesquisa. Simples, rápida e barata !


EUA aprovam primeiro software que identifica doença sem precisar de um médico

17/05/2018 às 3:16 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Notícia não muito agradável para quem gosta de ir a médico, nem para esses profissionais. Mas se a IA já entrou há algum tempo na advocacia e em outras profissões, esse caminho é até “natural” e irreversível.

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EUA aprovam primeiro software que identifica doença sem precisar de um médico

A inteligência artificial (IA) pode ter ganhado seu primeiro aval rumo a tomar decisões médicas por si só. A Food and Drugs Administration (FDA) — equivalente a Anvisa brasileira nos Estados Unidos — aprovou a comercialização do primeiro sistema médico a usar IA para detectar um problema em pacientes.

O dispositivo em questão serve para detectar níveis acima de moderados de uma retinopatia causada por diabetes. Isso ocorre quando altos níveis de açúcar no sangue causam danos em vasos sanguíneos da retina. Atualmente, é a causa mais comum de deficiência visual e cegueira entre adultos em idade ativa e a principal causa de perda de visão entre pessoa com diabetes. Ao todo, são 30 milhões de pessoas nos Estados Unidos.

O sistema chamado IDx-DR funciona da seguinte forma: um software analisa imagens do olho tiradas com uma câmera de retina chamada Topcon NW400 através de um algoritmo de IA. É preciso que um médico faça o upload das imagens para um servidor na nuvem, onde o software já está instalado. Com isso, o aparelho devolve ao médico dois resultados: um de uma retinopatia leve, pedindo para encaminhar o paciente para um oftalmologista; ou negativo para retinopatia diabética, pedindo para que o exame seja refeito em 12 meses.

“A decisão de hoje permite a comercialização de uma nova tecnologia de IA que pode ser usada em um consultório médico. A FDA continuará a facilitar a disponibilidade de dispositivos de saúde digitais seguros e eficazes que possam melhorar o acesso dos pacientes aos cuidados de saúde necessários”, afirma Malvina Eydelman, diretora da divisão oftalmológica do centro que estuda aparelhos para saúde da FDA.

O comunicado oficial entidade ainda considera o dispositivo como o primeiro “autorizado para comércio que fornece uma decisão de triagem sem a necessidade de um clínico, também interpretando a imagem ou os resultados, o que o torna utilizável por prestadores de cuidados de saúde que normalmente não estão envolvidos em oftalmologia”.

Para isso, a FDA avaliou resultados de em mais de 900 pacientes com diabetes para saber se o dispositivo tinha capacidade assertiva em relação ao diagnóstico para a retinopatia. Assim, chegou-se ao dado de que o IDx-DR era capaz de identificar corretamente a presença de retinopatia diabética em 87,4% das vezes, sendo que identificou corretamente os casos em que não havia a doença em 89,5% das vezes.

“Para se qualificar, um dispositivo deve fornecer um tratamento ou diagnóstico mais eficaz de uma doença ou condição potencialmente fatal ou irreversivelmente debilitante e atender a um dos seguintes critérios: o dispositivo deve representar uma tecnologia inovadora; não deve haver alternativas aprovadas ou desmarcadas; o dispositivo deve oferecer vantagens significativas sobre as alternativas aprovadas ou desmarcadas existentes; ou a disponibilidade do dispositivo é do melhor interesse dos pacientes”, explica o órgão.

FONTE: https://canaltech.com.br/saude/eua-aprova-primeiro-software-que-identifica-doenca-sem-precisar-de-um-medico-111866/

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