Eduardo Marinho, o Filósofo das Ruas

10/07/2020 às 3:52 | Publicado em Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Eduardo Marinho sempre atual e oportuno, cada vídeo uma lição.


O ÓCIO CRIATIVO

27/06/2020 às 3:08 | Publicado em Baú de livros, Zuniversitas | 1 Comentário
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Excelente essa obra de Domenico de Masi. Recomendo !


Ocio_Criativo

ECOSOFIA VERSOS PANDEMIA

15/06/2020 às 3:26 | Publicado em Artigos e textos, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Confesso que nunca ouvi o termo “Ecosofia”. Gilles Deleuze, para quem um dia estudou humanas, certamente já leu. Já Felix Guattari e seu livro (já devidamente anotado) eu também desconhecia até ler este bom artigo do Professor Lourenço Mueller. Confiram, vale a pena.


ECOSOFIA VERSOS PANDEMIA 

É claro, na mídia mundial, um movimento de perplexidade e medo diante de uma pandemia, fato para o qual mais de sete bilhões de pessoas não estão preparadas. Entre as diversas ‘profecias’ anteriores ao terceiro milênio, uma delas me chamou a atenção, justamente porque falava de uma ‘guerra mundial’ sem fronteiras, sem ocupação, no Ocidente e no Oriente, sem quartel, que envolveria todos os países e mudaria o mundo. Não falava em doença global e não concebi o que poderia ser. Se foi um ‘chute’ dos profetas picaretas de então, esse fez o gol. Eis aí a Coisa…

Surgem múltiplas reações da humanidade, como se fossem vacinas imaginárias para o futuro, mas não houve um tempo de distanciamento necessário o suficiente para percepções filosóficas, ou mesmo sociológicas, de interpretação do fato histórico. Sente-se que este, por si só, á está mudando as cidades e a economia, as coisas, o cotidiano, a práxis e o comportamento das gentes.

Redijo este artigo resgatando o pensamento de um dos dois autores que primeiramente me foram revelados pelo professor Pasqualino R. Magnavita (meu orientador de doutorado), os franceses Felix Guattari e Gilles Deleuze. Somente a ‘descoberta’ dos conteúdos produzidos por essa dupla já valeria agradecimentos ao brilhante orientador, mas essa louvação se estende à universidade como instituição, nesses tempos em que está sendo tão combatida no Brasil pelo obscurantismo natural dos que permanecem apenas chupando a teta governamental, sem se preocupar com o conhecimento sistematizado que a guilda ‘universitas’ sempre ofereceu. Tive a sorte de percorrer os dois caminhos, governo e universidade, e tentei aproximar a agilidade executiva daquele, muitas vezes escatológica, com a lucidez e a sensatez desta. Sem o êxito desejado, ‘quand même’.

Os escritos de Felix Guattari, publicados originalmente em 1989, são muito oportunos agora, sobretudo quando se tomou consciência da falência de toda uma forma de vida e a consequente preocupação com um futuro ameaçador em vários níveis. Cito na íntegra:

“Em função do contínuo desenvolvimento do trabalho maquínico redobrado pela revolução informática, as forças produtivas vão tornar disponível uma quantidade cada vez maior do tempo de atividade humana potencial. Mas com que finalidade? A do desemprego, da marginalidade opressiva, da solidão, da ociosidade, da angústia, da neurose, ou a da cultura, da criação, da pesquisa, da reinvenção do meio ambiente, do enriquecimento dos modos de vida e de sensibilidade?” (Guattari, Félix. As três ecologias. Campinas: Papirus, 1990). Sua ‘ecosofia’ é um conceito em que natureza e cultura interagem e a transversalidade deste pensamento, sua essência cognitiva e psíquica, ‘animam’ os homens.

Em Tempo: o veleiro “Três Marias” que circunavegou o globo três vezes, recebeu afinal merecido prêmio: entrou pelo teto do Solar do Largo de Santo Antônio, que será o museu do mar, onde vai ilustrar a história de Aleixo Belov, seu eterno comandante.

(Lourenço Mueller)

FONTE: Jornal A TARDE, Salvador-BA, 14.06.2020


AS_TRES_ECOLOGIAS

Beautiful Day

14/06/2020 às 11:01 | Publicado em Artigos e textos, Midiateca, Zuniversitas | Deixe um comentário
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Domingo. Uma bela música, uma mensagem necessária e urgente para a América e para o mundo ! Salve Bono ! Salve U2 !


Bono, Class 2020:

“Como irlandês, sempre acreditei que a América não é apenas um país, é uma ideia, é um sonho, isso pertence ao mundo inteiro. Agora, eu sei que nos últimos tempos, o mundo está sendo lembrado que a América é uma ideia que nem sequer pertence a muitos americanos. Isso para muitos americanos negros. A tocha da Lady Liberty está longe de ser um farol de esperança. Muitas vezes é uma lanterna na cara.

Havia nuvens de tempestade em Dublin, quando o U2 gravou “Beautiful Day”. As coisas não estavam como deveriam estar. Mas a música não era uma descrição de onde estávamos, era uma oração para onde poderíamos ir. E um sonho. Como a América é um sonho do que poderia ser.

Agora sabemos que a América é uma música ainda a ser escrita. Que…. a América pode ser a melhor música que o mundo nunca ouviu. É um pensamento selvagem que a América ainda existe. E ainda mais selvagem que a Classe de 2020 possam ser as pessoas a criarem isso.

Após 244 anos, lutando pela liberdade, às vezes marchando, às vezes protestando, às vezes de joelhos, às vezes se ajoelhando, você chega lá. Você chega lá, não sei como, mas sei quem.

Vocês. Você pode saltar as barricadas do fanatismo. E com seu voto, você pode desmantelar instituições que defendem esse fanatismo e estão no seu caminho. Você pode entrar na América. Todos entraremos com você. Mas será você. E isso… será um lindo dia”.


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