Aniversário do ‘cachorro-digital’

12, Novembro, 2009 at 5:31 am | In Artigos e textos, Zuniversitas | 4 Comments

BoloAniversarioBlog

Seria o blog um ‘cachorro-digital’ de seu autor ? Essa idéia um CachorroDigital2pouco esdrúxula me veio à cabeça hoje por ocasião do segundo aniversário deste ZEducando.

Agradeço a paciência dos leitores que por aqui passaram neste último ano, os incentivos e os comentários que enviaram.

Dentre todos os posts feitos, tenho que destacar, nesta oportunidade, alguns deles: 

E aquele que deveria ter sido o mais polêmico de todos, considerando inclusive os dois anos de vida do Zeducando:

Detalhe: fiz este post um dia antes de completar meio século de vida, e ainda sem ter lido Nietzsche, o que tenho feito nos dias de hoje com O ANTICRISTO, ASSIM FALOU ZARATUSTRA e GAIA CIÊNCIA !

A água do lago perdeu a serenidade

7, Novembro, 2009 at 7:19 am | In Artigos e textos, Zuniversitas | 4 Comments

Do blog do Azenha e enviado por um grande amigo, também professor, José Lourenço da Rocha, midia_convencional compartilho com os leitores este artigo muito interessante porque aborda as transformações que vem sofrendo a mídia nos dias atuais.

Tudo começou com ele, Lulinha, quando disse que “a figura do chamado formador de opinião pública, que antes decidia as coisas nesse país, já não decide mais “. E aí, é claro, parte da imprensa, pretensa formadora de opinião num mundo interligado cada vez mais pelas novas mídias, caiu de pau mais uma vez. Apenas no Brasil temos mais de um terço da população acessando a Internet, o mundo mudou, mudamos também nós, só quem não muda é parte da imprensa.

Em destaque algumas perguntas colocadas ao final do artigo, muito bem escrito:

  • Alguém, além dos senadores do DEM ou do PSDB, leva a Veja e seus colunistas a sério?
  • Qual a importância das “análises” de Miriam Leitão ou de Lúcia Hipolyto, inimigas da lógica e divorciadas da realidade.
  • Arnaldo Jabor, macaqueando asneiras na tela da TV influencia algo além do discurso do Agripino Maia para um plenário vazio?
  • Ou o formador de opinião é o Willian Bonner, interpretando uma expressão indignada após exibir mais uma reportagem  com discurso do presidente Lula.
  • Dora Kramer e Eliane Catanhede, quando muito, incomodam suas manicures com seus discursos.

Generosidade no dia de Finados (por Jefferson Melo, jornalista)

“E aí vocês vão compreender porque a figura do chamado formador de opinião pública, que antes decidia as coisas nesse país, já não decide mais”. A aguda simplicidade da frase do presidente Lula, dirigida aos jornalistas que cobriam um evento em São Paulo, guarda uma verdade complexa e diz respeito à série de mudanças que atingem e redefinem, numa velocidade espantosa, o modo como se opera a comunicação social nesse início de século.
A constatação que os ditos formadores de opinião perderam importância mexeu com os brios da “mídia” brasileira, principalmente por expor um fato amplamente comprovado. Os “formadores de opinião” alcançaram alguma importância no início da década de 90, mas hoje, quase 20 anos depois, se tornaram irrelevantes. O próprio presidente Lula e sua popularidade estratosférica são o melhor exemplo da verdade contida no enunciado.
Assim como estabilizou sua aprovação popular na casa dos 80%, o presidente alcançou a unanimidade entre os articulistas, editorialistas, colunistas, comentaristas, pauteiros e até entre editores e repórteres da chamada grande imprensa. Quase todos, diariamente, se dedicam a atacar, distorcer e criticar negativamente todos os atos e ações do governo. E quando isso não é possível, a solução recorrente é a omissão dos fatos. E, mesmo assim, não se altera a percepção dos brasileiros.
A estratégia das empresas de comunicação brasileiras é adotada no momento em que o acesso à internet se expande e se consolida no país. Nesse meio, um turbilhão de informações está disponível ao cidadão, que pode ter acesso à fonte primária da notícia, além de opiniões distintas e variadas sobre qualquer tema de interesse. Gratuitamente. Os jornais, ao contrário, editorializaram a notícia e eliminaram a diversidade de opinião. Nos veículos brasileiros, independente de quem assina, o conteúdo pertence à mesma matriz ideológica. Uma ladainha monótona, com conclusão previamente conhecida. Não comporta análises, nem reflexões. É dispensável.
A última pesquisa Ibope Nilesen On Line mostra que 64,8 milhões de brasileiros já acessam a internet. Concomitantemente, o país registra a maior mobilidade social de sua história, com mais de 30 milhões ingressando na classe média. Gente que passou a consumir bens e produtos, entre os quais, a informação. E não é informação de jornal, porque estes registram retrações históricas de vendas, chegam aos números de  tiragens de jornal de bairro. Também não é a informação veiculada nos velhos telejornais, que perdem o monopólio da audiência.
A lenda em torno do poder dos formadores de opinião ganhou corpo na década de 90, quando ainda vigorava a chamada “teoria da pedra no lago”, que recorria à imagem para comprovar que uma opinião emitida por determinada pessoa ou veículo se difundia através de ondas concêntricas para atingir parcela significativa da população. Com os blogs, sites, portais, páginas de relacionamentos, grupos sociais pendurados na internet, a água do lago perdeu a serenidade.
Receptores se transformaram em emissores. O lago é apedrejado diuturnamente. É uma babel onde o editorial, artigo ou reportagem da última edição faz tanta onda quanto a postagem de alguns blogueiros. Com a força que a crítica da mídia ganhou na internet, opiniões ou notícias publicadas pelos veículos tradicionais alcançam alguma relevância quando são alvos da desconstrução por parte dos blogs dedicados ao tema. Esse processo, estimulado pela falta de compromisso com a verdade por parte de quem noticia, mina o maior patrimônio de um veículo de comunicação: a credibilidade.
A internet produziu outro fenômeno, que é a difusão da informação de maneira colaborativa. Determinado assunto é debatido por diversas pessoas, que oferecem detalhes, novidades, opiniões e abordagens distintas sobre a questão em pauta. Tece-se uma rede ou uma corrente de opinião, cujos elos são mais fortes e perenes que ondinhas no lago. São recorrentes os exemplos em que os navegantes interferiram no rumo dos veículos ou no curso da história.
Casos como a farsa em torno dos atentados de Madri, em 2004, cuja versão que atribuía a autoria ao ETA para favorecer a eleição de Jose Maria Asnar foi desmentida. E também a coleção de pseudo-fatos gerados pela Folha de São Paulo, que incluem a tentativa de amenizar a ditadura militar no Brasil, classificando-a como “ditabranda”, neologismo do ditador Pinochet; o spam com a ficha fajuta da ministra Dilma Rousseff; ou o mexerico sobre “agilizar” processos na Receita Federal. Todos provocaram correntes de protestos e também de chacotas  tendo como alvo o próprio jornal.
Uma rápida observação na escalação do time dos formadores de opinião brasileiros endossa a observação do presidente. O grupo se reduz a figurinhas carentes de credibilidade e adestradas para repetir um discursinho ultrapassado. Alguém, além dos senadores do DEM ou do PSDB, leva a Veja e seus colunistas a sério? Qual a importância das “análises” de Miriam Leitão ou de Lúcia Hipolyto, inimigas da lógica e divorciadas da realidade. Arnaldo Jabor, macaqueando asneiras na tela da TV influencia algo além do discurso do Agripino Maia para um plenário vazio? Ou o formador de opinião é o Willian Bonner, interpretando uma expressão indignada após exibir mais uma reportagem  com discurso do presidente Lula. Dora Kramer e Eliane Catanhede, quando muito, incomodam suas manicures com seus discursos.
Engana-se quem pensa que o presidente Lula jogou uma pá de cal no formador de opinião. Ao expor a irrelevância alcançada por essa turma, ele generosamente depositou flores em túmulos abandonados.

Fraude a correntista – decisão inédita

31, Outubro, 2009 at 5:20 am | In Artigos e textos, Zuniversitas | 5 Comments

SEGURANÇA_INFORMAÇ A tendência normal do Judiciário é, ou deveria ser, decidir a favor do hipossuficiente. É assim com o trabalhador, o servidor, o consumidor, o correntista e outros atores do mundo jurídico.GRANA

No caso de fraudes envolvendo a Internet e os bancos, estes últimos normalmente eram condenados a ressarcir os custos e os danos causados aos correntistas. Entretanto, decisão recente do TJ do Rio Grande do Sul inverteu esta ‘ordem lógica’ num caso concreto onde isenta o banco Itaú do ressarcimento a um correntista que teve uma quantia retirada de sua conta-corrente pela Web.

Diante deste fato, e para alertar os leitores dos perigos e dos cuidados que devemos ter quando usamos a grande rede para acessos a bancos e empresas, lembro alguns cuidados básicos retirados do site IDG-NOW. Na continuação deste post, veja notícia na íntegra.

Atualizar programas de segurança
É fundamental checar com regularidade se seu antivírus e firewall estão atualizados. Trata-se de uma regra básica mas nem sempre seguida.

E-mails com links
Sinal de alerta quando receber mensagens eletrônicas que pedem para clicar em links. Essa é uma das formas mais tradicionais utilizadas por criminosos virtuais. Os códigos maliciosos podem ser enviados por meio de spams e também pelo e-mails de seus amigos, que podem não saber que estão contaminados. É a técnica do phising-scam.

Navegação
Muito cuidado com os sites que você acessa. É muito comum chegarmos a canais desconhecidos por meio de mecanismos de busca. Tome cuidado: tem crescido o número de sites falsos criados para infectar usuários desavisados. Sites de sexo estão entre os mais perigosos.

Sites de bancos
Como os mecanismos de segurança das instituições financeiras costumam ser bem protegidos, os crackers passaram a investir na clonagem desses espaços virtuais. Em outras palavras, eles criam uma página muito parecida com a dos bancos, para que o usuário a visite e informe sua senha bancária. Portanto, a dica é para ficar atento a qualquer mudança, por mais sutil que seja, ao lay out do site (logotipo, cores usadas, seções). Se ficar em dúvida, telefone para o banco e se certifique de que aquele site é mesmo da instituição.

===> UMA DICA BEM SIMPLES MAS QUE POUCA GENTE USA É DIGITAR SUA SENHA ERRADA, CADA VEZ QUE INICIAR UM ACESSO A SITE BANCÁRIO. SE FOR O SITE VERDADEIRO UMA MENSAGEM DE ERRO SERÁ ENVIADA, CASO CONTRÁRIO É CERTAMENTE UM SITE PIRATA !

Informações confidenciais
Não vá passando qualquer informação que lhe pedirem. É comum em sites clonados a solicitação de dados confidenciais, como RG, CPF e endereço de sua residência – além da senha. Mas, como seu banco já possui seus dados pessoais, dificilmente eles lhe pediria novamente pela internet. Se isso acontecer, telefone para a instituição e relate o ocorrido.
Sites de empresas
Uma modalidade de crime virtual em moda atualmente é a infecção de sites de companhias conhecidas. Por isso, a recomendação para ficar atento a mudanças de visual nas páginas também vale para este caso. Outro cuidado também é importante: se aparecer alguma janela diferente da que você se acostumou a ver no site, com mensagens do tipo “”warming security” ou com solicitação de dados confidenciais, desconfie.

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Dia da Cachaça

30, Outubro, 2009 at 5:10 am | In Piadas e causos | Leave a Comment

caipirinha Como hoje é sexta, compartilho com meus leitores a notícia de que uma Comissão da Câmara aprova criação do Dia da Cachaça: 13 de setembro. Neste dia, a bebida, de mútiplos apelidos (abrideira, aguardente, cana, caninha, água benta, bagaceira, água que passarinho não bebe, birita, engasga-gato, goró, malvada, pinga, purinha), foi legalizada no Brasil por Portugal.







A data perpetuará a importância “de um dos símbolos mais representativos do povo brasileiro”

Deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) , autor do projeto !

Clique a seguir para ver a íntegra da notícia:

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Uma breve história do mundo

27, Outubro, 2009 at 9:46 am | In Baú de livros | Leave a Comment

Mundo Concluí a leitura de UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO, recomendo este livro e por esta razão o coloco aqui neste “Baú de livros”.

Em pouco mais de trezentas páginas não se poderia aprofundar na história da humanidade, razão pela qual é até fácil se fazer críticas como as duas que faço abaixo. O livro traz uma panorâmica muito boa e bem escrita da passagem do homem pela Terra, desde os seus primórdios. E aborda sempre, por vezes direta, por vezes indiretamente, o papel das religiões nesse processo.

Cita o livro que a rainha Vitória, da Inglaterra, foi a única monarca a ter um reino que dominou tão vastas terras que o sol nunca se punha em seus domínios, esquecendo-se de Luiz XIV, o chamado “Rei Sol”, francês que viveu antes dela e em cujos domínios o sol estava sempre presente, daí a sua alcunha.

Outra crítica que se deve fazer, e fiquei torcendo até a última página para que o autor (Geoffrey Blainey) se redimisse do esquecimento, é a ausência da Internet. Nenhum livro que trate da história do mundo até os dias de hoje pode prescindir de tratar da ‘grande rede’.

Historia_do_Mundo

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