Josep Mascaró, 102 anos, um sortudo !
6, Julho, 2009 at 5:03 am | In Midiateca | Leave a Comment
“Longo é o caminho ensinado pela teoria: curto e eficaz o do exemplo”
Tetris, história e novo uso
5, Julho, 2009 at 5:01 am | In Artigos e textos | 1 CommentQuem não usou o jogo Tetris nos idos da década de 1980 ?
Agora quem sabe a sua história e o inusitado uso que modernamente tem sido dado a este game, a terapia ?
Veja abaixo artigo do YahooNotícias que me foi enviado pelo amigo José Armando, o qual agradeço agora pela sua colaboração ao ZEducando.
Quem quiser fazer download pode ir em: http://www.baixaki.com.br/site/dwnld3745.htm
Mais informações podem ser obtidas em São Wiki: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tetris
TETRIS, O JOGO QUE PODE CURAR (María Jesús Ribas / EFE)
Quando o analista de informática russo Alexey Pajitnov desenvolveu o popular Tetris, que completa 25 anos e teve vendidas dezenas de milhões de cópias originais, não se imaginava o sucesso mundial que esse simples passatempo viria a ter.
Muito menos se acreditava que esse videogame, que por sua simplicidade é adorado por milhões de pessoas de todas as idades, condições sociais, países e sexos, não só seria uma agradável ferramenta contra o tédio, mas também um valioso recurso terapêutico, possível instrumento de psiquiatras e psicólogos.
Segundo um estudo de pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, esse simples videogame, no qual o jogador deve colocar figuras de cores em fileiras em uma tela de computador, poderia ajudar a aliviar o impacto na mente de situações traumáticas, como acidentes de trânsito, atentados terroristas ou catástrofes naturais.
Os especialistas comprovaram que jogar Tetris imediatamente após passar por um incidente traumático poderia reduzir as lembranças prejudiciais ou os chamados flashbacks que atingem os pacientes vítimas do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).
A descoberta poderia levar a progressos no desenvolvimento de novos tratamentos para prevenir ou evitar que na cabeça das pessoas sejam geradas lembranças nocivas, como explica a pesquisadora Emily Holmes, responsável pelo estudo, para quem “é um primeiro passo que ajuda a estudar uma nova abordagem para o TEPT”.
Os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático vão, desde a irritação e a ira, até problemas de insônia, dificuldades para se concentrar e respostas exageradas a determinadas situações. Os afetados também podem sofrer com a lembrança persistente e repetitiva do acontecimento que gerou o trauma.
“Jogando” contra o trauma
A equipe de pesquisadores liderada pela doutora Holmes trabalhou com 40 pessoas saudáveis, que tiveram que assistir a vídeos com imagens de lesões traumáticas extraídas de diversas fontes, incluindo anúncios públicos que alertam sobre os perigos de dirigir alcoolizado.
Após meia hora, a metade dos participantes jogou Tetris durante dez minutos, enquanto a outra metade se afastou do grupo. Uma semana mais tarde, os 20 voluntários que tinham optado pelo game apresentavam uma quantidade muito menor de lembranças do filme que haviam visto.
Os pesquisadores britânicos acreditam que o reconhecimento das formas e as cores dos blocos que formam o Tetris competem com as visões dos diferentes traumas que se mantêm armazenados na parte sensorial do cérebro.
O fenômeno poderia interferir no mecanismo sensorial das lembranças que se formam no lapso imediatamente posterior ao trauma vivido e reduzir o número de flashbacks geralmente experimentado durante as semanas seguintes.
Agora, os pesquisadores preveem aproveitar esses achados para desenvolver um método que permita reduzir os sintomas do TEPT ainda antes de se manifestarem.
Para Catherine Deeprose, pesquisadora da Universidade de Oxford, “existe um período de até seis horas no qual podemos influir sobre certos tipos de memória. Com essa pesquisa, foi demonstrado que os voluntários saudáveis que jogam Tetris durante esse lapso podem reduzir de forma significativa suas lembranças nocivas, sem perder os sentidos do que viveram”.
Apesar de supostamente ter a capacidade de interferir na lembrança das experiências visuais, o Tetris não interfere nas lembranças do contexto que cercavam o evento e o significado do que ocorreu.
História do jogo que virou febre
O Tetris surgiu como resultado dos experimentos de um grupo de pesquisadores e programadores da União Soviética, que se reuniam para experimentar diversas aplicações e compartilhar afinidades, usando grandes equipamentos informáticos (mainframes) e computadores pessoais formados por peças usadas de países socialistas.
Foi no dia 6 de junho de 1984 que, após duas semanas de trabalho, Pajitnov completou a primeira versão do Tetris, embora sua real difusão tenha começado em 1985, quando foi adaptado para poder ser usado em computadores pessoais, passando depois aos videogames.
A ideia de criar o videogame surgiu como resultado da afeição por outro jogo, chamado Pentamino. O game tinha em seu criador um dos integrantes do grupo de jovens analistas informáticos que mantinha laços com o Centro de Computação da Academia Russa de Ciências.
O Pentamino é um passatempo muito simples e consiste em um retângulo que contém diversas figuras geométricas que devem encaixar perfeitamente e que tem certa relação com o dominó.
O nome do Tetris é uma combinação entre as palavras Tetramino (um variante do Pentamino) e tênis.
Os jovens começaram a distribuir cópias do Tetris entre seus amigos e, depois, o jogo começou a ser comercializado até se transformar em um dos mais populares de todo o planeta.
Na atualidade, é jogado em mais de 50 países e foi traduzido para dezenas de línguas. Foram vendidas também cerca de 65 milhões de versões para celulares e, segundo o “Guinness”, o livro dos recordes, é o segundo game mais popular da história.
Da série “Prodígios”
4, Julho, 2009 at 9:09 am | In Midiateca | Leave a CommentO primeiro prodígio relatado aqui recentemente foi Lim Ding Wen, 9 anos, de Cingapura, que conseguiu produzir softwares para iPhone. O segundo foi o brasileiro João Montanaro, 13 anos, cartunista já comparado a Henfil, Jaguar e Ziraldo.
Agora aparece Sungha Jun, 11 anos, da Coréia do Sul, realmente um fenômeno com o violão, confiram no vídeo abaixo e nas recomendações em seguida:
California Dreaming – Sungha Jung
http://www.youtube.com/watch?v=iAhZZc_Bwps
(Simon & Garfunkle) The Boxer – Sungha Jung
http://www.youtube.com/watch?v=MseYTD5XYDQ
Blackbird – Sungha Jung
http://www.youtube.com/watch?v=hCT9xnlhldM
Elton John) Your Song – Sungha Jung
http://www.youtube.com/watch?v=yXospFm9VzM
Piratas do Caribe
http://www.youtube.com/watch?v=g5WB-p-QBJc&feature=related
Missão Impossível
http://www.youtube.com/watch?v=5IXa2pNGVj8&feature=related
Come Together (Beatles)
http://www.youtube.com/watch?v=vS0QjEeNYpM&feature=related
Good Bye Blue Sky (Pink Floyd)
http://www.youtube.com/watch?v=Wm5_3ZeHEz4&feature=related
Hotel California (Eagles)
http://www.youtube.com/watch?v=0ZbZRWINje4&feature=related
I will (Beatles)
http://www.youtube.com/watch?v=wxm3×6wiiD4&feature=related
Bob Marley
http://www.youtube.com/watch?v=6HuMRJtFX8o&feature=related
2 de julho
2, Julho, 2009 at 5:02 am | In Artigos e textos, Zuniversitas | 4 CommentsEsta é uma das datas mais importantes para o povo da Bahia. Foi nela, em 1823, que os baianos heroicamente expulsaram de vez os portugueses desta bela terra. ![]()
Este trecho da nossa história é riquíssimo e cheio de
personagens e mártires interessantes como o Brigadeiro Madeira de Melo e Joana Angélica, Miguel Calmon e Frei Brayner, Maria Quitéria e o General Pedro Labatut, além dos “Encourados de Pedrão”, com destaque especial para a então vila, hoje cidade, de Cachoeira, ponto focal do conflito. Mais detalhes da história podem ser vistos na wikipedia ou no link 2 DE JULHO .
Para homenagear o povo baiano faço agora este post triplo com matérias de dois baianos natos e de um baiano ‘importado’ de São Paulo. Os dois primeiros são Aninha Franco com o seu “NASCE O SOL A 2 DE JULHO ” publicado no suplemento MUITO do jornal ATARDE do dia 28 último, Milton Santos retratado em entrevista à professora Maria Auxiliadora da Silva no mesmo suplemento e por último Ricardo Chemas, em entrevista também do mesmo suplemento mas de uma semana antes (21/junho), todos três já frequentadores deste espaço em outras oportunidades, algumas recentes, outras mais antigas.
O objetivo deste post é este mesmo: o de misturar três ingredientes intelectuais da melhor qualidade da terra brasilis: a história da Bahia (e do Brasil), com Aninha Franco; a Educação, a Geografia e a Sociologia, com Milton Santos; e a Educação, a Medicina e a Psicanálise, com Ricardo Chemas.
“PELA DIFICULDADE EU VENÇO”
Matéria programável (!?)
30, Junho, 2009 at 3:11 pm | In Zuniversitas | Leave a CommentA ficção científica de “O Exterminador do Futuro” chegou, ou está chegando. Ainda quando estudava Engenharia (a Mecânica), e isso já faz um tempão – pelo menos três décadas – a ciência dos materiais já era um campo promissor, o estudo dos semicondutores nascendo em terras de Pindorama, uma tendência anunciada por alguns cientistas.
Pois vejam o que eu li na imprensa e na Internet (OGLOBO) sobre o assunto:
- Primeiro ponto interessantíssimo é a transmissão de energia sem fio e nesse sentido a experiência da Intel é algo notável;
- Segundo a questão da modificação da matéria com experiências e pesquisas no MIT e em Harvard;
- Componentes de hardware dos catoms, os nanorrobôs formam a base da matéria programável, o futuro chegando !
PROGRAMAR UM MATERIAL NÃO SIGNIFICA APENAS MONTAR UM OBJETO REPLICÁVEL. PODE-SE, POR EXEMPLO, MUDAR SUA COR. EM VEZ DE PINTAR OS CABELOS, NANOPARTÍCULAS REAGIRIAM À LUZ E DARIAM A IMPRESSÃO DA COR
Ìntegra da matéria da Internet:
PESQUISADORES ESTUDAM MATERIAIS CAPAZES DE ASSUMIR QUALQUER FORMA
RIO – Pense no Exterminador do Futuro dos filmes: um ciborgue capaz de mimetizar qualquer coisa ou pessoa, inclusive o assoalho de um aposento. Pura ficção científica, dirá você. Nem tanto: pesquisas envolvendo instituições e empresas de peso nos EUA – a mais poderosa delas, a DARPA, braço de pesquisa dos militares e berço da internet – já proclamam o futuro da chamada “matéria programável” (programmable matter, em inglês). A ideia é criar objetos especiais capazes de mudar de forma sob instruções (ou mesmo automaticamente, se autorreprogramando), para executar funções específicas. Seriam, ao mesmo tempo, computadores (em escala nano ou maior) e programas, com um grau de sofisticação ímpar.
As aplicações seriam muitas, da defesa à medicina. O químico Mitchell Zakin, diretor da divisão de materiais programáveis da DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), explicou o conceito numa conferência interna para os cientistas da própria agência:
- Com a matéria programável, poderíamos construir materiais e máquinas inteligentes que se adaptariam ao ambiente que as cerca – disse. – Como uma asa de avião capaz de ajustar as características de sua superfície em resposta às mudanças climáticas. Poderíamos fazer uma chave de fenda acoplável a qualquer tamanho de parafuso em tempo real. Ou uma peça sobressalente que poderia assumir a forma, o tamanho e as especificações para substituir qualquer coisa. E imagine uma roupa que mantivesse nossa temperatura normal no Ártico ou no Saara.
Zakin especula que, no futuro, soldados poderiam carregar em seus veículos de combate uma espécie de lata cheia de partículas de várias formas, tamanhos e funções. Precisando de um martelo, ele enviaria uma mensagem à lata, cujas partículas se rearrumariam para criar a ferramenta. Depois de usá-la, o mesmo soldado precisaria de um alicate. Bastaria depositar o martelo na lata, enviar o comando e voilà, as partículas se rearranjariam, formando o alicate.
Outro centro em que se pesquisa a matéria programável é a Universidade de Carnegie-Mellon. Lá a disciplina é batizada de “claytronics” (algo como “eletrônica da argila”). Partindo do mesmo conceito, a equipe que trabalha na área a define como uma mídia eletrônica capaz de oferecer aos usuários um jeito original de passar informação, integrando tato, visão e audição, numa experiência inédita. “Suponha que a pessoa usando a informação possa interagir fisicamente com ela. Esse é o conceito da barrotrônica, também conhecida como matéria programável”.
A universidade trabalha em parceria com a Intel, pesquisando substâncias e possibilidades de programação para criar objetos – e quiçá réplicas de organismos vivos – com tais propriedades. A Intel batizou sua pesquisa como Dynamic Physical Rendering (DPR) – renderização física dinâmica – e, nos documentos referentes a ela, aponta para um futuro não muito diferente do que vemos nos filmes do Exterminador, só que para o lado do bem. “Num hospital em Houston, dois cirurgiões parecem realizar uma difícil operação cardíaca num paciente. Mas só um dos médicos é real: o outro é uma réplica em tamanho real do cirurgião de verdade, que está ajudando o colega… de Tóquio. Essa réplica tem a mesma aparência e movimentos do cirurgião japonês, imitando seus procedimentos à perfeição”. O objetivo da divisão é criar réplicas tão precisas de objetos e seres que todos as tomariam por reais.
É claro que a pesquisa ainda está bem no início, mas a meta da Intel é nos livrar dos equipamentos pesadões de visualização virtual em 3D e ir muitísismo além dos hologramas. “As réplicas imitariam as formas e a aparência de uma pessoa, sendo geradas em renderização física em tempo real, e se moveriam exatamente como suas matrizes. Não seriam hologramas – você poderia interagir com eles e tocá-los, como se as pessoas estivessem na sala.” Não lhes parece uma turbinagem do conceito do Holodeck na nave “Enterprise” do seriado “Jornada nas Estrelas: a nova geração”?
O princípio da matéria programável são os chamados “catoms” (claytronic atoms), que seriam nanorrobôs ou nanocomputadores reconfiguráveis e capazes de se reorganizar, trocar de forma e se comunicar com seus “colegas”.
Por trás desses catoms estão dois conceitos muito loucos. Um é a chamada “infoquímica” – mistura de computação com as propriedades de determinadas substâncias, que visa a construir materiais já com a informação embutida em sua estrutura. Outro é a “mesomatéria” (mesomatter). Para entender melhor esse último conceito, é preciso lembrar que, segundo Zakin, a maioria dos materiais quase não muda suas características. Já a mesomatéria é construída em pequenos blocos especiais, capazes de mudar de forma, tamanho, composição e funções. Já dá para imaginar o que ela faria junto com a programação embutida em sua estrutura química, não?
No Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a linha de pesquisa mostra justamente como funcionam essas duas premissas: eles criaram um material autodobrável através de programação, como se fosse um origami (a tradicional arte japonesa de dobrar papel) de última geração. Já a Universidade de Harvard se baseou no nosso conhecido “cubo mágico” (daí nossa ilustração da capa) para criar um material programável capaz de assumir as mais variadas formas.
Outra turma de Harvard levou os estudos ainda mais além, manipulando faixas de DNA através de uma nova linguagem de programação criada especialmente para isso. Com as instruções enviadas ao DNA, os cientistas de Massachusetts estão tentando criar uma espécie de “velcro” no nível molecular, fazendo as sequências da substância aderirem a certas superfícies. Mais um passo em direção a um material extremamente flexível.
- Desde sempre há a ideia de criar uma máquina que seja autoprogramável, replicando um carro, uma impressora e assim por diante. Se isso for possível, do ponto de vista técnico, essa máquina conseguiria replicar, inclusive, a si mesma – diz Tatiana Rappoport, professora adjunta do Departamento de Física dos Sólidos, no Instituto de Física da UFRJ. – A outra vertente nessa história é a combinação de física e química com biologia, buscando usar o próprio DNA para montar estruturas simples. Mas isso ainda está no começo, é bastante rudimentar.
Ela lembra que há materiais novos, não presentes na natureza, que podem ser moldados segundo o objetivo dos pesquisadores. O cristal líquido é um deles, bem como os metamateriais, cuja relação com a luz pode ser modificada.
Esses metamateriais, inclusive, são usados em estudos sobre invisibilidade, já que alguns deles permitiriam ocultar um objeto desviando dele a luz de determinada maneira.
- Programar um material não significa apenas montar um objeto replicável. Pode significar, por exemplo, mudar sua cor – explica Tatiana. – Certa vez houve uma palestra aqui na UFRJ de uma indústria cosmética. Eles fazem pesquisas com nanopartículas de modo que elas interajam com a luz e modifiquem sua cor. Então, em vez de pintarmos os cabelos de preto ou vermelho, usaríamos substâncias com essas nanopartículas que, programadas para reagir à luz assim ou assado, dariam a impressão de que o cabelo é preto ou vermelho. Trocando em miúdos: vem aí o cabelo “programável”.
Na Intel, a pesquisa sobre os materiais já foi abordada nos Intel Developer Foruns (IDFs). O CTO (diretor de tecnologia) da gigante dos processadores, Justin Rattner, classificou a tecnologia num IDF como a forma definitiva de impressão digital de objetos de qualquer forma imaginável. A estimativa de Rattner é que, se por enquanto a maioria dos protótipos de catoms tem quatro centímetros de diâmetro (como os protótipos mostrados nas páginas anteriores) o desafio de tornar programável o coração da matéria deve levar de uns cinco a dez anos.
E o futuro dos materiais programáveis também depende da transmissão de energia sem fio. Eu disse “de energia”, porque a transmissão de informações já acontece comumente, haja vista a profusão de celulares, smartphones e pontos de acesso WiFi mundo afora. Os materiais autônomos conseguiriam gerar energia suficiente para o processamento em seus circuitos, mas ainda se questiona de quanta energia precisariam para se aproximarem uns dos outros e constituírem as novas formas solicitadas pelas instruções da programação.
Não por acaso, a Intel também está de olho nessa área e criou um protótipo com duas espirais de cobre distantes aproximadamente 60 centímetros uma da outra. Através de um campo eletromagnético, uma espiral transmite de forma wireless a energia elétrica para a outra, em cujo topo há uma lâmpada que se acende. O campo gerado poderia ser usado não só nas pesquisas, mas para carregar notebooks, netbooks, celulares e smartphones. Haja espírito inventivo.
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