Pátria Madrasta Vil (Clarice Zeitel Vianna Silva)

14/08/2008 às 15:02 | Publicado em Zuniversitas | 169 Comentários

Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) por uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’.
Esta redação de Clarice foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.

Vejam a seguir o texto dela… ainda há boa luz no fim do túnel-Brasil !

 

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro PACote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?

169 Comentários »

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  1. Zé, recebi por E-mail o texto acima. Serve de reflexão para todos nós brasileiros. Até quando vamos aturar o atual ssitema???

  2. Isso me causa muita tristeza. Ja pensou que vao ficar registradas nas paginas desse livro da UNESCO todas coisas horrorosas que essa menina esta dizendo sobre o Brasil. Essa zinha precisava viver um tempo aqui nos EUA, por exemplo, para ver que ter igualdade economica nao significa ter igualdade cultural ou mesmo social. O ensino de primeiro e segundo grau aqui e gratuito (e uma merda, pq o sistema e mudar o moleque para uma escola inferior se ele nao consegue passar de ano nas melhores)…e depois disso, muitos deles PARAM TOTALMENTE de estudar por motivos diversos:
    1) Falta de grana para pagar a faculdade que passa e muito do preco que a gente paga por uma escola particular para preparar nossos filhos para frequentarem universidades gratuitas tao boas quanto a UFRJ (que, diga-se de passagem, nao deixa a desejar em nada comparada com uma Harvard, Berkley ou Yales da vida).
    2) Sabem que podem sobreviver, pagar casa propria e ter carro sem ter que se matar fazendo 6 anos de faculdade. Sendo bocais ja da para o gasto.
    3) Nao desenvolvem o pensamento critico que a nossa jovem ai conseguiu (apesar de todas as desigualdades) porque nao dao o menor valor a toda (em excesso) informacao que recebem…veem um monte de coisa, mas descartam com a mesma facilidade que veem. Se nao e para gerar lucro, pra que pensar? Ou seja: simplesmente NAO VALORIZAM O CONHECIMENTO.

    Se essa criaturinha ai tivesse esse cenario, talvez fosse capaz de escrever uma outra redacao, que ficasse registrada nas paginas da UNESCO, metendo a boca no desperdicio de oportunidades e no nao desenvolvimento de uma IGUALDADE verdadeira por pura FALTA DE VONTADE, e consequente incapacidade de questionar esse tipo de coisa. No Brasil, pelo menos ate vendedor de mate sabe discutir sobre desigualdade. Aqui, arrisca os PhD nao saberem nem do que v. ta falando…Fala serio.

    Ja estou mandando esta msg para todas as pessoas para quem v. mandou este e-mail e, na verdade, queria muito que essa tal Clarisse (que se diz Vianna, mas espero nao ser parente minha) lesse isso tambem…ah se eu tivesse o contato dela!!! Chega de ficar falando tao mal do Brasil para o resto do mundo, gente! Se a gente se deprecia, isso ja e meio caminho pra todo mundo acreditar que a gente e merda mesmo…o Brasil tem muuuuuuuitas, mas muitas mesmo, coisas muuuuiiiito boas. Pena que muita gente so descobre (assim como eu) atraves de duros caminhos. A menina pode escrever bem, mas devia tomar cuidado com o que fala.

    Heloisa Vianna

  3. Mesmo só concordando em parte com o comentário da Heloísa Vianna, faço questão de postá-lo porque tem algumas características interessantes e peculiares. Primeiro porque com toda certeza é o maior comentário jamais colocado neste blog desde a sua criação em novembro de 2007. Segundo porque nos leva a refletir sobre os pontos bons e positivos que encontramos na vida que levamos no Brasil. Outro aspecto importante do que ela colocou foi a comparação com o modo de vida em outros países (p.ex. EUA), nem tudo são flores. Porém ainda continuo acreditando que essa Pindorama se transformou mesmo numa Belíndia e o aparthaid social é, infelizmente, a tônica maior do povo e da terra brasilis atual.

  4. Sugiro a Clarice que leia o livro de Roberto da Matta chamado a Casa e a Rua para entender um pouco de cultura brasileira. O necessário no Brasil não é uma revolução estrutural, é uma revolução cultural.

    Veja, o povo brasileiro dá 60% de aprovação a um presidente que se sustenta com idéias mais tradicionais da cultura brasileira: o paternalismo e familia nuclear (pai,mãe naturais e filhos) dotada de moral (esse é um retrato das famílias de hoje? pense). Que diz que governar é “cuidar” e dos pobres; que realça o raciocínio dicotômico de que “pobre é bom” e “rico é ruim”; que atribui à falta de estrutura familiar sadia (de uma mãe que acolhe os filhos como uma galinha põe os pintinhos sob a asa) a causa da delinquência. O que existe de revolucionário nesta forma de pensar? Nada. É o mais antigo e retrógrado. Mas o povo pobre, aquele que diz querer cidadania, aprova estes valores. Como os ricos, seus valores são retrógrados – se não, o Lula não teria a aceitação que tem.

    O problema do Brasil está na sua cultura. Tantos os ricos (que não sentem culpa de nada), a classe média (a única que parece sentir culpa) e os pobres (que não sentem culpa de nada), reclamam e querem mudanças, desde que não mudem as relações entre eles, ou a forma que sabem se relacionar.

    O dia que a mulher brasileira (de todas as classes) deixar de pintar as unhas porque não pode pagar a manicure muito cara; o dia que dispensar a empregada doméstica/faxineira porque não cabe no orçamento, e em consequência, passar a exigir que o homem brasileiro abandone seu machismo primitivo e divida com ela as tarefas da vida privada – cozinhar, lavar louça, roupa, limpar casa e cuidar dos filhos – aí, sim, o Brasil terá começado a fazer uma revolução cultural. Talvez nessa hora o brasileiro mude sua concepção de cidadão, páre de reclamar e entenda que revolução se faz não fazendo o que se condena e critíca e começa mudando a maneira como conduzimos nossa própria vida.

  5. Duas coisas:
    1- A notícia dá a entender que ela venceu o concurso, mas na verdade dividiu a premiação com outros 99.
    2- Para uma redação de adolescente revoltado de colégio está até passável, mas para uma graduanda de Direito de 26 anos o texto é de baixíssima qualidade. Prêmio da Unesco? Que piada.

  6. Caros Sonia e Diego,

    Mesmo sem conhecer vocês, agradeço muito a visita que fizeram a este espaço e ao que postaram como comentário.
    Com relação ao que Diego colocou, estou com 4.8 e estudo desde os 7, até hoje (estou fazendo minha quarta pós) e tenho visto de tudo no meio acadêmico, desde o brilhantismo digno de primeiro mundo ao mais profundo analfabetismo diplomado.
    Com relação ao que Sonia diz, agradeço a indaicação do livro de Roberto da Matta e concordo com o que ela colocou, principalmente com relaçaõ ao último parágrafo´, porque já faço isso de há muito tempo…

  7. REPASSANDO DE HELOÍSA:

    Entao, Ze…concordo que a gente tem que meter a boca sim. Alias, neste ponto o brasileiro faz muita fumaca, mas fogo que e bom nada. Muito choro, mas nada de acao.

    Entretanto, o que me espanta, entristece, enraivece e envergonha e a disposicao que o nosso povo tem para fazer isso para o mundo todo. Moro aqui nos EUA ha mais ou menos 9 anos, entre idas e vindas. Tambem passei alguns meses em paises europeus quando estava estudando…em todo lugar, a midia valoriza bastante o que ha de bom no local (aqui, chega ao ponto ate de esconder o que ha de ruim) e aproveita pra escrachar as desvantagens dos outros paises. Enquanto isso, no Brasil, fazemos questao nao so de botar isso no jornal local, mas tambem de exportar nossos problemas cantados em verso e prosa em proporcoes mega-apavorantes e agravantes. Se o “gringo” acredita que ai se mata no meio da rua e tem mulher pelada dando mole pra todo mundo, nao foi pq viu na bola de cristal dele, mas pq e essa a impressao que a gente passa para eles em tudo.

    Quando falo que sou brasileira, todos mostram muita simpatia, mas… e a credibilidade?…sera que a gente nao ta “botando a nossa propria cama”? Ja temos a fama de indisciplinados, corruptos, embromadores, nada-serios, etc…nada de concreto que mude isso e visto, eu concordo, mas dai ate se gabar por ganhar premio por ter malhado o pais MUITO BEM ou parabenizar quem fez isso…Fala serio! Isso nao muda a realidade, mas da ferramentas a quem quer nos botar em desvantagem, isso sim…se os proprios brasileiros sao os que nos advertem, pensam eles…

    As desigualdades existem, sem duvida. E por ter trabalhado para a UFRJ justamente num simposio sobre isso, sei bem do que estou falando. Entretanto, eu me pergunto se igualdade e vir morar aqui, como muitos fazem (gracas a Deus nao foi o meu caso), depois de ter ralado 5 anos numa faculdade, para virar baba, garcom, motorista…so pq assim pode-se comprar a casa propria e ter carro e comprar tudo o que o dinheiro pode lhe dar…alem de eventualmente ter que ir para a guerra morrer por uma causa com a qual v. nem concorda…e ter que ser governado pelo Bush (Lula, pelo menos, tem a desculpa de nunca ter estudado muito…pior se tivesse e ainda continuasse burro, nao?)…A igualdade daqui e traduzida por um unico lema: NAO HA VIDA INTELIGENTE NA AMERICA, MAS QUEM SE IMPORTA COM ISSO SE A GENTE PODE TROCAR DE CARRO TODO ANO?

    Cada pais com suas idiosincrasias. O Brasil e bom D+. Eu vim para ca por falta de opcao de trabalho e me arrependo de nao ter dado ao meu pais um pouco mais de credito e da minha energia e capacidade de lutar para ele ser um pais melhor. Aqui, tenho trabalho sempre, mas sou descriminada todo dia e nunca tenho as mesmas chances de ascencao do que os “lourinhos” que fazem a mesma coisa que eu…Desigualdade velada ou desigualdade escancarada…eis a questao…

    Adoro o debate!

  8. Recebi seu artigo premiado, por email de um amigoe confesso encantei-me.
    Encanteime pelas figuras de literatura contraditorios tão bem explorados, mas muito mais por saber que em meu pais exite jovens com visão tão clara de nossos problemas.
    Cara amiga – se me permite chama-lá assim – eu mesmo com meus 68 anos irei empenhar-me como venho fazendo para que essa nossa terra seja mais justa, menos canalha comseus filhos menos afortunados, para que não se crie um racismo de beneficios que mesmo assim é racismo.
    Que Deus continue a ilumina-la e lhe de forças para continuar essa luta.
    Um grande erespeitoso beijo.

    Roberto Dacorso

  9. As metas educacionais da Unesco podem ser avaliadas pelo prêmio dado a uma estudante do Rio de Janeiro, entre 50 mil concorrentes, pelo escrito “Pátria Madrasta Vil”, num concurso de redações sobre o tema (adivinhem) “Como Vencer a Pobreza e a Desigualdade”.

    A redação vencedora – que pode ser lida no site
    https://joserosafilho.wordpress.com/2008/08/14/patria-madrasta-vil-clarice-zeitel-vianna-silva/ se o leitor for paciente e caridoso o bastante – é um amálgama pueril dos chavões de palanque mais usados e abusados nas eleições brasileiras, arranjados de tal modo que se torna impossível saber a que fatores histórico-sociais concretos a autora está se referindo na sua furiosa diatribe contra o país em que nasceu.

    A premiação dessa estupidez já seria grave o bastante se o autor dela fosse uma criança de doze anos: o teor da coisa revelaria apenas a vulnerabilidade inerme da mente infantil a uma saraivada de slogans politicamente corretos, bombardeados em quantidade tal que se torna impossível quebrar-lhes a casca para analisar o seu conteúdo fático (análise que seria a primeira obrigação de um ensino decente). Mas a autora do treco é uma universitária de 26 anos. Aos 26 anos, Flannery O’Connor já tinha publicado seu espetacular romance, Wise Blood, Rachel de Queiroz o premiado O Quinze e Clarice Lispector o surpreendente Perto do Coração Selvagem. Aos 26 anos, Cecília Meirelles, Bruno Tolentino, Castro Alves, Gonçalves Dias já tinham produzido alguns de seus mais belos poemas. Aos 26 anos, Franz Brentano já havia escrito sua análise magistral de Aristóteles, que até hoje é usada no ensino universitário. Aos 26 anos, Goethe já era o celebrado autor de Os Sofrimentos do Jovem Werther. Aos 26 anos, Arthur Rimbaud já havia parado de escrever e o filósofo Otto Weininger já tinha estourado os miolos. A mocinha carioca escreveu aquela banalidade atroz e foi considerada a melhor entre 50 mil. Imagino os outros 49.999.

    Leia o sensacional artigo na íntegra aqui

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/080905dc.html

    Acordem gente! O Brasil está afundando e parece não ter volta.

  10. Concordo com o Diego, esse texto é inaceitável para uma formanda em Direito. Acho que a Revolução educacional do Brasil se justificaria mesmo se a ganhadora do Prêmio tivesse escrito sobre o cultivo de orquídeas…
    Lamentável.

  11. Ignorando-se a coleção de chavões arremessados aqui e acolá (mais parecendo discurso de candidato político) há um problema na lógica do raciocínio: a solução é estrutural ou cultural ? Há uma tendência ao longo do texto em se solucionar o problema através de uma maior educação, o que levaria ao um “engajamento cultural” e por fim as alardeadas “reformas estruturais” (uma idéia não muito original, para dizer o mínimo, mas não é isso que interessa …).
    Após a introdução desta idéia ficamos sabendo que o tal “engajamento” insere-se num contexto de “mudança de posicionamento perante à sociedade”, o que, ao meu humilde entendimento, não tem nada a ver com educação e cultura. Falta o nexo. Eu não tiraria 10 nesta redação nos meus tempos de quinta série …

  12. Se o texto fosse escrito por uma criança até que estaria razoável, mas para uma universitária de 26 anos de idade é algo deplorável. Seja no tratamento da linguagem, que beira a dislexia, seja no conteúdo pretensamente crítico que a autora finge apresentar, baseado em clichês grotescos. Não é uma “revolução” que vai acabar com a desigualdade, já que a mesma é parte inerente da existência humana.

  13. Esse texto e o respectivo prêmio ganho por ele deixam duas coisas bem claras:

    1 – Ou o ensino universitário brasileiro é muito fraco ou ela passou os anos da faculdade no Diretório Acadêmico jogando conversa fora e jogando sinuca e ping-pong!

    2 – Esse prêmio da Unesco incentiva a mediocridade!

  14. Poxa,

    Falou, falou e não disse nada. Alguém entendeu alguma coisa? Se esse ganhou prêmio, imagine o que escreveu o resto? É o tipo de texto que não acrescenta nada, é mais um desabafo dela.

  15. Que texto é esse? Parece mais uma coleção de chavões do colegial. “Os governantes dão peixinhos mas não ensinam a pescar” kkkkkkk. Tem certeza de que essa menina tem 26 anos?

    Sinceramente gente, parece que ela juntou todos os chavões que a gente escuta de professor de história e geografia no segundo grau.

    Concordo com o Diego. Prêmio da Unesco, que piada!
    Por redações como esta serem valorizadas é que a educação brasileira é das piores no mundo. Para resolver os problemas do Brasil, primeiro temos que nos livrar destas idéias marxistas revolucionárias ultrapassadas.

    Sei que muitos não concordarão comigo, mas gostaria de ver meu comentário publicado

  16. Vou mandar o lixo aqui de casa la pra ONU. Talvez receba um prêmio também.

  17. Se a redação tivesse sido escrita por uma adolescente da 8ª séria, já seria deplorável, mas uma mulher que acabou de se graduar em direito, escreve isso? Ninguém leu as outras 50000 redações não? Os professores marxistas fizeram um bom trabalho nela, mais uma idiota útil ao “movimento revolucionário”!

  18. Li, reli e treli.
    Uma porcaria. Parece um discurso político – e socialista – transcrito. Estaria melhor posicionado se fosse proclamado em um palanque, e não exibido em uma folha de papel.
    Há coisas piores, evidentemente. Mas que não ganharam prêmio algum. Esse texto também não deveria ter sido premiado.

  19. Chavões, lugares comuns e a indigência intelectual de sempre… Choca saber que foi escrito por alguém de 26 anos.

  20. É interessante como as soluções tornam-se fáceis quando não se trata de um fato concreto. Generalizações são solucionadas por outras generalizações descoladas da realidade. Não nos enganemos, este tipo de coisa é incentivada nas escolas e até na pós-graduação. Estou fazendo mestrado em economia que tem como base o pensamento liberal. O professor marxista na banca de qualificação me disse que faltava “crítica” na dissertação. É disso que ele falava, queria ler coisas como essas que a garota escreveu.

  21. Por favor, leiam isso

    O mesmo sintoma que revelaria a doença ao médico tarimbado pode torná-la invisível aos olhos do paciente, que por isso mesmo não consegue descrever com clareza o que sente e acaba colocando o médico na pista errada. Fenômeno idêntico acontece na sociedade humana, quando a deterioração da linguagem, que manifesta uma perda geral de consciência, torna essa perda tanto mais grave quanto mais vão desaparecendo os meios lingüísticos aptos a diagnosticá-la e corrigi-la. A mera degradação intelectual evolui assim rapidamente para um estado de psicose social, onde aquilo que se diz vai se afastando cada vez mais daquilo que se conhece na experiência, até que se chega àquele estado de ruptura completa no qual os fatos reais, encobertos sob construções imaginárias hipnóticas, se tornam definitivamente imperceptíveis.

    Tomemos um exemplo banal, mas revelador pela sua tipicidade mesma. Leiam este parágrafo do jovem “teórico gay” Deco Ribeiro, tido nos meios homossexuais como uma espécie de líder intelectual:

    “Pedofilia é um desejo e não existe polícia de pensamento ainda. O crime ocorre quando o indivíduo sai do pensamento e parte para a prática. ‘Crime de pedofilia’ é coisa de jornalista. Mau jornalista. Ou jornalista f. da p.” (http://www.e-jovem.com/tema25.html#adolescentes).

    Com toda a evidência, a distinção usual entre “pedofilia” e “crime de pedofilia” visa a assinalar a mesma diferença que aí se enfatiza entre o mero desejo e a ação. Se a segunda expressão for suprimida, o termo “pedofilia” terá de ser usado para designar as duas coisas, provocando automaticamente aquilo mesmo que o rapaz desejaria evitar: a criminalização do desejo. Se alguém quer impedir que um pensamento seja tido por crime, não pode, no mesmo ato, protestar contra a existência de termos diferentes para designar o pensamento e o crime que o realiza. A percepção disso deveria ser instantânea e intuitiva em qualquer pessoa alfabetizada, mas hoje ela escapa por completo a um formador de opinião e à massa de seus leitores universitários. Estes não entendem o que lêem, aquele não entende o que escreve.

    Mas a confusão aí manifesta tem uma segunda camada mais profunda. Se determinado ato é crime, é preciso reprimir não somente o ato mas também o desejo de cometê-lo. A primeira modalidade de repressão cabe à polícia, a segunda à cultura, da qual o jornalismo, a educação e o show business são as expressões mais populares. O Código Penal absorve essa distinção, tornando crime a mera apologia do ato criminoso. Se a cultura popular permite ou fomenta o desejo de praticar determinado crime que a polícia ao mesmo tempo reprime, fica declarada a guerra entre a cultura e a polícia, uma guerra que os policiais acabarão perdendo, pois sua mente é formada pela mesma cultura que os envolve e nenhum deles é um gênio capaz de se desaculturar a si próprio. No parágrafo que estou examinando, a expressão “polícia de pensamento” aparece usada de maneira ambígua. Uma coisa é prender as pessoas por delito de opinião. A livre expressão de um desejo é algo mais que mera opinião e infinitamente mais do que um pensamento inexpresso – é um convite aberto, uma incitação ao ato correspondente. É portanto apologia do crime. O sr. Luiz Mott, por exemplo, incorre nela quando erotiza em público a imagem de um bebê pelado. Mas Deco Ribeiro não se revolta apenas contra a punição que a polícia impõe à apologia do crime. Ele abomina, na verdade, o que quer que se diga contra a pedofilia, mesmo quando se diz com toda a moderação possível, tal como acontece na distinção entre “pedofilia” e “crime de pedofilia”. Se até essa polida distinção deve ser abominada como “polícia de pensamento”, então é claro que qualquer expressão pública de repulsa à pedofilia é um horror nazista. Tal é o sentimento real que o parágrafo citado veicula, mas, como esse sentimento é indecente e sua expressão direta é apologia do crime, Deco Ribeiro vê-se instintivamente forçado a camuflá-lo sob uma construção verbal postiça cuja autocontradição primária revela ao observador atento a própria má intenção que ela pretendia ocultar do público em geral.

    Esse episódio é miúdo porém típico: ele ilustra com clareza didática o tipo de estrutura verbal que se tornou dominante em todos os debates públicos neste país (e que vai se disseminando rapidamente em países mais cultos), erigindo a linguagem como uma placa de chumbo entre percepção e realidade e tornando absolutamente impossível a discussão séria do que quer que seja.

    Vou dar agora um exemplo incomparavelmente mais grave. Leiam estes parágrafos publicados no último dia 2 no site oficial do PT:

    “Até o final deste ano, o governo deve ter pronta uma proposta para criar no país uma lei de responsabilidade educacional que, a exemplo da Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelecerá metas de conduta para os gestores de escolas públicas. A informação foi dada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) é um dos defensores da lei de responsabilidade educacional. Para Cristovam, a nova lei deveria tornar inelegíveis representantes do Executivo que não cumprissem metas educacionais estabelecidas pela população ou pelo governo federal. A proposta foi defendida pelo senador em palestra no ‘Seminário Internacional Ética e Responsabilidade na Educação: Compromisso e Resultados’, promovido pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).”

    A idéia aí subentendida é que a educação brasileira fracassou por não cumprir as metas do Ministério da Educação, inspiradas ou ditadas por organismos internacionais como a ONU e a Unesco. É idéia totalmente falsa. A educação brasileira fracassou porque se baseia em teorias educacionais erradas e porque as metas fundadas nessas teorias vêm sendo cumpridas à risca, uniformemente, em todo o território nacional, pelo menos desde o governo FHC. Lançar a culpa sobre os executores do plano, e expô-los ao risco de punições temíveis, é esquivar-se à discussão mesma que o Seminário se propôs nominalmente a fazer.

    As metas educacionais da Unesco podem ser avaliadas pelo prêmio dado a uma estudante do Rio de Janeiro, entre 50 mil concorrentes, pelo escrito “Pátria Madrasta Vil”, num concurso de redações sobre o tema (adivinhem) “Como Vencer a Pobreza e a Desigualdade”.

    A redação vencedora – que pode ser lida no site https://joserosafilho.wordpress.com/2008/08/14/patria-madrasta-vil-clarice-zeitel-vianna-silva/ se o leitor for paciente e caridoso o bastante – é um amálgama pueril dos chavões de palanque mais usados e abusados nas eleições brasileiras, arranjados de tal modo que se torna impossível saber a que fatores histórico-sociais concretos a autora está se referindo na sua furiosa diatribe contra o país em que nasceu.

    A premiação dessa estupidez já seria grave o bastante se o autor dela fosse uma criança de doze anos: o teor da coisa revelaria apenas a vulnerabilidade inerme da mente infantil a uma saraivada de slogans politicamente corretos, bombardeados em quantidade tal que se torna impossível quebrar-lhes a casca para analisar o seu conteúdo fático (análise que seria a primeira obrigação de um ensino decente). Mas a autora do treco é uma universitária de 26 anos. Aos 26 anos, Flannery O’Connor já tinha publicado seu espetacular romance, Wise Blood, Rachel de Queiroz o premiado O Quinze e Clarice Lispector o surpreendente Perto do Coração Selvagem. Aos 26 anos, Cecília Meirelles, Bruno Tolentino, Castro Alves, Gonçalves Dias já tinham produzido alguns de seus mais belos poemas. Aos 26 anos, Franz Brentano já havia escrito sua análise magistral de Aristóteles, que até hoje é usada no ensino universitário. Aos 26 anos, Goethe já era o celebrado autor de Os Sofrimentos do Jovem Werther. Aos 26 anos, Arthur Rimbaud já havia parado de escrever e o filósofo Otto Weininger já tinha estourado os miolos. A mocinha carioca escreveu aquela banalidade atroz e foi considerada a melhor entre 50 mil. Imagino os outros 49.999.

    O prêmio ilustra, inequivocamente, o que a Unesco e seu fiel discípulo, o Ministério da Educação, esperam dos estudantes brasileiros. Em vez de punir quem falhe em realizar essa meta, seria preciso enviar à cadeia os que a realizam.

    Enquanto a burrice verbosa era premiada pela Unesco, no Brasil os dois homeschoolers David e Jonatas, sob ameaça de ver seu pai enviado à prisão por crime de “abandono intelectual”, submetidos pelo Ministério da Educação a exame capcioso propositadamente dificultado com o intuito de reprová-los, humilharam quem os pretendia humilhar: passaram nas provas, embora quase metade das matérias a cair só lhes fossem reveladas uma semana antes. O pai das crianças agora exige que exame idêntico seja imposto aos alunos de escolas públicas. Não passariam nele nunca, porque não passam em provas incomparavelmente mais fáceis. Eu exijo mais: exijo que o sr. ministro da Educação faça o mesmo exame. Se não passar, que vá para a cadeia por três crimes: (a) abandono intelectual de si próprio; (b) discriminação e crueldade para com crianças, por tratar os dois meninos com manifesta e perversa desigualdade em comparação com os alunos de escolas públicas e por obrigá-los a prestar exame sob condições de intimidação psicológica intolerável; (c) estelionato, por fingir-se profissionalmente habilitado a julgar o que está acima de sua capacidade.

    Autor: Olavo de Carvalho

  22. Temos que avaliar urgentemente a saúde mental dos juízes desse concurso…

    Fico a imaginar que se essa formanda em Direito escreveu esta estrovenga, o que teriam escrito os outros milhares de participantes do concurso?

    E, se o tema era “Como vencer a pobreza e a desigualdade” qual foi o texto que essa moça escreveu sobre isso? Porque não foi esse….

  23. Gente,

    Esse texto é uma piada. Bom, mas o Didi não era embaixador da ONU?? Isso é a ditadura da mediocridade. Vai estudar menina! E cuidado ao defender seus clientes, pois ao perder uma causa com essa verborragia insana não vá por a culpa na “madrasta vil”(sic).

  24. O texto dessa senhorita representa o pensamento médio dos graduandos em direito deste país? Se representa, isso é um indicador de que o sistema educacional brasileiro, com honrosas exceções, está completamente falido. Se essa redação, que espelha um estado de confusão mental deplorável propiciado pela intoxicação de doutrinação marxista-leninista dos estudantes brasileiros desde a mais tenra idade, foi considerada a melhor entre 50 milheiros , imagine aquela que fosse julgada a pior. Talvez até um orangotango pudesse escrevê-la. O texto é de uma pobreza conceitual gritante. Apenas chavões aprendidos, talvez em militância de grêmios estudantis e de DCEs, pontuam o texto.

    “Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.”

    Bem, ela deve estar julgando toda a nação a partir do julgamento que faz de si própria. Essa moça deveria repensar seus preconceitos e seus pré-julgamentos precipitados e distorcidos. O Brasil não é apenas isso que ela diz. Neste país ainda há muitas pessoas de caráter honesto, de fibra moral da melhor estirpe. Diferentes de pessoas que compuseram a comissão que julgou como a melhor redação um texto panfletário que embute , ao lançar mão de slogans esquerditas, a contaminação do pensamento de gente nociva à humanidade, como Lenin, Mao, Che Guevara e Pol Pot, que , sem dúvida, subscreveriam o que essa moça disse, já que também pregavam sobre ruptura, revolução e igualdade. O pensamento e a obra desses homens resultou em calamidades que levaram à morte dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Idéias aparentemente tão elevadas como liberdade, igualdade e fraternidade, lemas da Revolução Francesa, conduziram os seus proponentes a verdadeiras loucuras sanguinárias em nome da justiça e do bem humanos. Mas o que poderia se esperara da UNESCO? Pretenderíamos que premiasse a sensatez? Por causa dos conteúdos programáticos estabelecidos por essa nefasta agência da ONU e implementadas pelo MEC a educação brasileira está nessa situação falimentar. A única revolução necessária poderia ser feita com a ampliação da autonomia de nossas escolas em relação à ditaduras gerenciais da UNESCO e do MEC, e como no caso da educação escolar em casa. O exemplo dos estudantes David e Jônatas serve para ilustrar a verdade dessa afirmação. Eles mostraram que apenas o esforço individual sistemático, longe da má influência do ambiente degradante e doutrinador em que se transformou a grande maioria das escolas brasileiras , poderá elevar a qualidade de nosso ensino. A partir daí, não passaremos pela vergonha de ver nossos estudantes serem classificados nas últimas posições nos testes do PISA.

  25. A estudante é patética. Esse nível de “intelectualidade” demente e burra é que faz o país ser o último dos últimos nas avaliações internacionais…

  26. Fico feliz que para coisas desse tipo aí exista a barreira do Exame da Ordem dos Advogados, pois do contrário…

    Se a igualdade tanto pleiteada por energúmenos dessa estirpe fosse um objetivo da humanidade, Deus não nos teria permitido ser tão diferentes e faria com ttudo e todos fôssemos iguais até no vestir.

  27. Meu Deus do céu, estou pasmo que uma pessoa de 26 anos escreve uma porcaria dessa, uma redação infantil com todos tipos de erros: cacofonia, um estilo tétrico, débil mesmo. Foi premiada pela UNESCO? Com certeza para quem sabe quem é realmente esse órgão chamado UNESCO E ONU.

  28. Meu Deus do céu, estou pasmo que uma pessoa de 26 anos escreve uma porcaria dessa, uma redação infantil com todos tipos de erros: cacofonia, um estilo tétrico, débil mesmo. Foi premiada pela UNESCO? Com certeza para quem sabe que é realmente esse órgão chamado UNESCO E ONU duas pragas comunista nesse mundo.

  29. Ué, gente, é isso que o pessoal da ONU/UNESCO quer: acabar com o nacionalismo para promover a agenda global. Logo, o texto da garota cai como uma luva, apesar de ser infantil e debilóide…

  30. “não me aboliria”? o que é isso? Que texto mal escrito! A pontuação é horrorosa. As idéias vão jorrando desordenadas, em idas e vindas. Não tem estrutura de redação. Na verdade, dá a impressão que não vai acabar nunca, e no final parece que não se leu nada.

  31. Ela é apenas o retrato acabado de nossa educação freiriana, gramscista e marxista, tipificada num discurso mêa-boca de palanque, cheio de gafes lingüistícas. Me chama a atenção que essa é a mentalidade sociopata que a Rede Globo, oasis do politicamente correto, tanto tenta introduzir por fim da força em nosso país através das leis. Não se enganem, se vocês, que não são intelectuais assim como eu, conseguiram ver a “obra de arte” que a UNESCO premia, nossos “intelectuais” filhos da PUC ou USP,nem de longe conseguem sofrejar a música do bom-senso.

    Em tempo, nunca vi um apartheid social tão grande quanto esse preconizado no Governo Lula: Nações Quilombolas, Reservas indigenas, cotas para negros, Luta de classes…Tudo visando a separação das pessoas do convívio social com base na premissa “cultural” e na compensação pelos “danos do passado”. É o respeito a diferença que não respeita a diversidade. Todos têm o direito de evoluir, só os índios e negros, na concepção do governo, devem ficar no passado, vivendo em quilombos e reservas indigenas, sem água encanada ou remédios.Esse PT é o cúmulo do racismo.

  32. um texto patético e que não merece a atenção da unesco. com chavões ridículos e as mesmas tendências marxistas (falidas e ultrapassadas) tenta nos convencer de seus ímpetos? façam-me o favor, mas essa adolescente de 26 anos é a representação máxima da decadência estudantil brasileira, aos abraços dos socialistas que almejam tamanha acefalização intelectual.

    bizarro.

  33. Ora! Ora! Ora. Caramba que texto interessante de se analisar!!!. A nobre autora adotou a retórica que culpa a nossa invadida e não descoberta terra. A impressão que tenho. É nunca nos cotaram que o sistema dominador do mundo não tem nenhuma intenção em libertar o Brasil. Por que? Porque este nosso lindo e maravilhoso pais, tem que servir aqueles que tem dinheiro. Eles são não sei de onde. Mas existem.

  34. Texto de Olavo de Carvalho.
    http://www.olavodecarvalho.org/info.htm

    Leiam estes parágrafos publicados no último dia 2 no site oficial do PT:
    “Até o final deste ano, o governo deve ter pronta uma proposta para criar no país uma lei de responsabilidade educacional que, a exemplo da Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelecerá metas de conduta para os gestores de escolas públicas. A informação foi dada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) é um dos defensores da lei de responsabilidade educacional. Para Cristovam, a nova lei deveria tornar inelegíveis representantes do Executivo que não cumprissem metas educacionais estabelecidas pela população ou pelo governo federal. A proposta foi defendida pelo senador em palestra no ‘Seminário Internacional Ética e Responsabilidade na Educação: Compromisso e Resultados’, promovido pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).”
    A idéia aí subentendida é que a educação brasileira fracassou por não cumprir as metas do Ministério da Educação, inspiradas ou ditadas por organismos internacionais como a ONU e a Unesco. É idéia totalmente falsa. A educação brasileira fracassou porque se baseia em teorias educacionais erradas e porque as metas fundadas nessas teorias vêm sendo cumpridas à risca, uniformemente, em todo o território nacional, pelo menos desde o governo FHC. Lançar a culpa sobre os executores do plano, e expô-los ao risco de punições temíveis, é esquivar-se à discussão mesma que o Seminário se propôs nominalmente a fazer.
    As metas educacionais da Unesco podem ser avaliadas pelo prêmio dado a uma estudante do Rio de Janeiro, entre 50 mil concorrentes, pelo escrito “Pátria Madrasta Vil”, num concurso de redações sobre o tema (adivinhem) “Como Vencer a Pobreza e a Desigualdade”.
    A redação vencedora – que pode ser lida no site https://joserosafilho.wordpress.com/2008/08/14/patria-madrasta-vil-clarice-zeitel-vianna-silva/ se o leitor for paciente e caridoso o bastante – é um amálgama pueril dos chavões de palanque mais usados e abusados nas eleições brasileiras, arranjados de tal modo que se torna impossível saber a que fatores histórico-sociais concretos a autora está se referindo na sua furiosa diatribe contra o país em que nasceu.
    A premiação dessa estupidez já seria grave o bastante se o autor dela fosse uma criança de doze anos: o teor da coisa revelaria apenas a vulnerabilidade inerme da mente infantil a uma saraivada de slogans politicamente corretos, bombardeados em quantidade tal que se torna impossível quebrar-lhes a casca para analisar o seu conteúdo fático (análise que seria a primeira obrigação de um ensino decente). Mas a autora do treco é uma universitária de 26 anos. Aos 26 anos, Flannery O’Connor já tinha publicado seu espetacular romance, Wise Blood, Rachel de Queiroz o premiado O Quinze e Clarice Lispector o surpreendente Perto do Coração Selvagem. Aos 26 anos, Cecília Meirelles, Bruno Tolentino, Castro Alves, Gonçalves Dias já tinham produzido alguns de seus mais belos poemas. Aos 26 anos, Franz Brentano já havia escrito sua análise magistral de Aristóteles, que até hoje é usada no ensino universitário. Aos 26 anos, Goethe já era o celebrado autor de Os Sofrimentos do Jovem Werther. Aos 26 anos, Arthur Rimbaud já havia parado de escrever e o filósofo Otto Weininger já tinha estourado os miolos. A mocinha carioca escreveu aquela banalidade atroz e foi considerada a melhor entre 50 mil. Imagino os outros 49.999.
    O prêmio ilustra, inequivocamente, o que a Unesco e seu fiel discípulo, o Ministério da Educação, esperam dos estudantes brasileiros. Em vez de punir quem falhe em realizar essa meta, seria preciso enviar à cadeia os que a realizam.
    Enquanto a burrice verbosa era premiada pela Unesco, no Brasil os dois homeschoolers David e Jonatas, sob ameaça de ver seu pai enviado à prisão por crime de “abandono intelectual”, submetidos pelo Ministério da Educação a exame capcioso propositadamente dificultado com o intuito de reprová-los, humilharam quem os pretendia humilhar: passaram nas provas, embora quase metade das matérias a cair só lhes fossem reveladas uma semana antes. O pai das crianças agora exige que exame idêntico seja imposto aos alunos de escolas públicas. Não passariam nele nunca, porque não passam em provas incomparavelmente mais fáceis. Eu exijo mais: exijo que o sr. ministro da Educação faça o mesmo exame. Se não passar, que vá para a cadeia por três crimes: (a) abandono intelectual de si próprio; (b) discriminação e crueldade para com crianças, por tratar os dois meninos com manifesta e perversa desigualdade em comparação com os alunos de escolas públicas e por obrigá-los a prestar exame sob condições de intimidação psicológica intolerável; (c) estelionato, por fingir-se profissionalmente habilitado a julgar o que está acima de sua capacidade

  35. Esta doente só vem a provar o estágio ( terminal ) a que chegou o ensino brasileiro: uma máquina de propapagda esquerdista.
    Pra alguém que quer dominar um povo, o melhor caminho é premiar este tipo de gente.

    A dúvida que não quer calar: ela ficou em primeiro pq era a mais revoltadinha do grupo ou pq os outros “candidatos” eram ( ainda ) mais limitados que ela ?

    A propósito, 26 anos ? Como diria o finado bussunda: “FALA SÉRIO ! ”

    Deve ter sido formado um convênio entre a ufrj e a fefeleche !!!

  36. MInha opnião é que essa guria meteu a boca sem precedentes. Enfiou uma espada longa e fina no sistema sem ter um escudo na outra mão. Eu não daria o prêmio.

  37. E tem gente que ainda é contra o exame da OAB…

  38. “… Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.”

    Gente, ela acertou… shuayshauyyahayushayuasha reconhece que está onde não devia, e que não tem formação básica.

  39. […] redação vencedora – que pode ser lida no site https://joserosafilho.wordpress.com/2008/08/14/patria-madrasta-vil-clarice-zeitel-vianna-silva/ se o leitor for paciente e caridoso o bastante – é um amálgama pueril dos chavões de palanque […]

  40. Este é o padrãozinho baixo de nossos universitários, mentalmente destruídos e transformados em militantes de um movimento que matou mais de uma centena de milhões de pessoas no mundo. Não precisamos de revolução nenhuma, precisamos apenas resgatar os valores que perdemos a tempos atrás, justamente por uma revolução capitaneada por Gramnsci da qual a infeliz autora é vítima.

  41. Já tirei uma cópia para destribuir na sala de aula e dizer aos meus colegas o que eles precisam não fazer para chegar a essa coisa, esse treco que ganhou um prêmio: Fuja da redaçao desse senhora.

  42. Em relação ao tema da redação, creio que a frase “a verdade vos libertará” carrega um significado muito profundo e que elucida a questão. A pobreza material nada é, comparada com a pobreza de valores humanos. Que tipo de educação resulta em valores humanos?
    No sentido mais literal- quando observamos o mundo que nos cerca, percebemos mecanismos de injustiça, intolerância, desrespeito, desamor e podemos então ter a escolha (quando possível) de simplesmente não contribuir com eles. Uma boa educação dá as ferramentas para essa escolha: estimula nosso senso crítico, nossa sensibilidade, reflexão. Cabe à sociedade (família, mídia, escola, etc) essa tarefa. É claro isso não acontece, pois a sociedade está orientada para a geração de bens materiais e não espirituais.
    Num nível mais sutil, quando nos auto-observamos descobrimos como reproduzimos mecanismos que mantêm a desigualdade e pobreza através de preconceitos, medos e todo tipo de prisão mental. Nisso a “deseducação” é necessária, ou seja, a quebra das idéias preconcebida e imagens criadas. Quando isso é feito, realmente nos libertamos, e só cabe a cada um perceber e realizar isso.
    O conhecimento da verdade só é possivel junto com o desenvolvimento da consciência- do modo mais literal ao mais sutil. A educação deveria ser comprometida com a verdade, tanto de como o mundo funciona, quanto de nós mesmos. Que essa moça se comprometa com a busca da verdade para se libertar e ajudar outros a se libertarem da mentira de verdade!

  43. Isso é o que eu chamo de burrice laureada… O texto é um amontoado de clichês esquerdistas, escrito com uma agressividade adolescente. Se quem escreveu é uma tola, mais tolos são os que aplaudem esse texto…

  44. Pessoas,
    Ler algo……..opinar;
    Já é falta de sabedoria.
    Existem escritas, que o silência interior, já diz tudo.

  45. O texto é um simples reflexo do pensamento dominante no meios acadêmicos do Brasil de hoje.
    Efeito da infestação cancerígena do pensamento “politicamente correto”, imposto pelos vigaristas que atualmente estão em destaque na alta cúpula da sociedade civil.
    Nada surpreedente, portanto.

  46. Simplesmente patético e revoltante.
    O pior é que as críticas estimuladas por este vômito textual, tende a aumentar ainda mais a fama desta redação, da qual muitos se posicionarão como defensores.

  47. Minha filha e autora deste monte de frases e paragrafos… Faca-se um favor… Entenda e aceite que ou o ” homem” faz uso (e bom uso) de seu livre-arbitrio e assume as consequencias (boas e mas) de seus atos… ou nao vai adiantar “revolucao”… Vai tentar entender segunda lei da termodinamica e vc vai entender que “revolucao” produz somente destruicao… E igualdade, oh presuncosa autora, a matematica ja bem definiu seu significado… Eh onde tudo se anula, deixa de existir, torna-se zero… Eu existo, logo nao sou zero… E toda essa turma de comunistoides fazendo trenzinho atras… VAMOS TRABALHAR VAGABUNDOS! PAREM DE RECLAMAR!

  48. Que texto Infantil! Que grande bobagem panfletária e clichê!!!
    Um marketeiro político (contratado a preço barato)não teria coragem de ser tão piegas!!!

    Se esta é a redação vencedora imaginem o resto!
    E a mulher tem 26 anos!!! Se tivesse 15 a menos, até podería-se aceitar!

    Vergonha para um país que pertenceu a nomes como Graciliano Ramos e Clarice Lispector.

  49. Esta “redação” é de uma bobagem sem par! Uma série de chavões ditos e repetidos por centenas de pseudo-políticos populistas para enganar eleitores. Se esta menina com esta idade escrever este texto tentando nos convencer da qualidade do que escreve em comparação aos outros 49.999… o que será do resto?!!!
    Buda eterno me protegei de tanta ignorância!

  50. essa moça é uma “anômica” social… péssima

  51. aliás tá cheio de nego aqui tb que recorta e cola textos do Olavo de carvalho … belo plágio … bom pelo menos ele soube expressar o que esta apedeuta social escreveu… vai ser provavelmente carregadora de pasta advocatícia e escrever sapo com “Ç” em suas petições…

  52. A primeira de 50 mil!!!
    AGORA eu só tenho vergonha do meu país!
    Maldita escolinha do lula! Tem gente que ainda defende universidade pública, a fábrica desse lixo!

  53. Devemos procurar na net todos os sites e assemelhados que publicaram tal lixo e expressar nossa opinão sobre esse texto cretino e ordinário, pois em alguns sites “moderados/censurados” essa aluna(?) já está quase sendo cogitada para o Nobel de Literatura e/ou Economia!!! Se ainda fosse para o Nobel de Alienação ou Cretinice!!!

  54. Quem tem peito para provar que a Clarice escreveu asneiras e mentiras? Ela escolheu o tema correto, que mostra o que é necessário fazer para que se possa dizer que “Deus é Brasileiro”! Citar as nossas grandes conquistas não contribuiria em nada para alcançarmos os ideais expostos em vários comentários aqui deixados. Quem não sabe que temos o maior trem de minério do mundo? São 330 vagões e 6 locomotivas. Temos um dos maiores rebanhos do planeta, maior que nossa própria população. Somos imbatíveis na retirada de petroleo em águas profundas. Nossas safras são invejáveis. Nossa tecnologia permite competir com o mundo até na venda de aviões de pequeno e médio porte. O segredo do nosso enriquecimento de urânio é cobiçado pelos E.U.A. pelo baixo custo. E o programa de combate à AIDS? Um dos melhores! Medicamentos de alto custo, inexistentes na rede pública, a Justiça tem decidido favorável em tempo relâmpago! É claro que temos um lado negativo, e outro pior (podre). Vamos por a “mordaça”, ou vamos lutar para que Deus seja realmente brasileiro? gugu

  55. Esta na hora de acordar e enxergar com os próprios olhos o que vem acontecendo no Brasil. É preciso procurar se informar em fontes fidedignas para que formemos juízo de valor sobre questões políticas, econômicas e sociais a respeito da nossa Pátria, para que não nos tornemos marionetes cibernéticas a serviço de interesses escusos que visam destruir o que temos de melhor; O NOSSO PATRIOTISMO, A NOSSA SAGACIDADE E A NOSSA SOBERANIA!
    O sistema econômico com certeza tem que ser capitalista, mas o governo com certeza tem que ser socialista. Pois o capitalismo gera injustiças que só o socialismo pode corrigir ou amenizar. E no caso específico do Brasil, o que ocorre é que o baixo poder aquisitivo da população da base da pirâmide social é tão discrepante que impede o crescimento econômico. Pois o consumo interno é um forte aliado do desenvolvimento. Mas como aumentar o consumo interno do país com uma concentração de renda tão acentuada (veja a pirâmide de distribuição da renda nacional). É aí que entra o poder do governo como fator de redistribuição de renda, seja através de programas “assistencialistas” ou através de uma política de melhoria do salário mínimo (quando criado por Getúlio Vargas, destinava-se a permitir a vida digna de uma família de 4 pessoas). Quando a avareza e a ganância não permitem que se valorize condignamente a força de trabalho é necessário que o governo atue como regulador destes fatores econômicos para o bem da economia como um todo. Para isto são necessárias políticas que incrementem o consumo, seja através de melhorias salariais ou de políticas de assistência social. O que não é mais admissível é um país como o Brasil, com tantos recursos naturais, continuar a manter uma discrepante e tortuosa distribuição de renda que o impossibilite crescer, a não ser por meio da exportação de bens e serviços que a maioria da população não consegue consumir internamente. Um país só atinge sua maioridade quando passa a ser Nação! O conceito de Nação implica respeito ao seu povo, costumes, tradições e principalmente justiça social. A simples constatação dessa realidade não é o suficiente para mudar a realidade. A verdade é que o “povão pobre” esta distribuindo poder aquisitivo para o “povinho rico”, quando recebe muito menos do que vale e com isso impossibilitando o seu crescimento como ser humano. Já que o ser humano é ganancioso por natureza e as religiões do mundo de hoje também, resta ao governo a grande tarefa de fazer justiça social. E o paradoxo dessa questão, é que pela falta de visão econômica capitalista (“direita”) da sociedade dominante, é que o nosso querido Brasil vem se arrastando e gerando pobreza há muito tempo. É por isso que continuo, apesar de denúncias e escândalos (que sempre existiram e vão existir), acreditando que o governo Lula esta no caminho certo. No caminho do desenvolvimento sustentado, principalmente pelo aumento do consumo interno que esta há décadas asfixiado, e por isso mesmo, como que matando a árvore da economia, pois suas raízes estão subnutridas. Devemos exportar sim! Mas antes devemos nos preocupar com a dignidade do nosso povo. A quem interessa um PIB magnífico à custa da desgraça de um povo? Com certeza àqueles que aqui vêm a passeio, aqueles que não se identificam com o nosso Brasil, aqueles que não compreendem o conceito de Nação! O Brasil é muito grande e rico naturalmente, nada justifica tamanha injustiça social. Nunca é tarde para resgatar a dignidade de um povo. Principalmente quando é isto que fará a diferença entre crescimento com qualidade e a exploração humana. É muito fácil indignar-se com a miséria alheia, mas parece ser inconcebível reconhecer as causas dela. O Brasil tem um histórico de paz, não é preciso uma revolução (embora talvez, se tivesse havido, hoje seríamos uma Nação), apenas uma maior consideração para com a dignidade humana. O Brasil tem tudo que é necessário para ser uma grande Nação. Para impor uma nova ordem mundial. Baseada em conceitos de justiça social, respeito à dignidade humana, cultural e étnica. Não é porque alguém ou um país tem mais poder econômico ou bélico que ele é dono da verdade. Mesmo porque, a verdade vista por esse ângulo, um dia cobra a conta. A miséria, a violência urbana, as guerras e o tráfico de drogas, são contrapartidas (contas a pagar) geradas pelo descaso com o social e com a dignidade humana. É preciso dar condições mínimas de sobrevivência, com dignidade e respeito àqueles que necessitam e tiveram o direito de nascer. Pois melhor aprende aquele que não tem fome, aquele que não tem frio, aquele que não tem medo, aquele que tem saúde. É por isso que a função social compete ao governo. Porque aí não se admite o fito de lucro. Não é humano lucrar com a necessidade do próximo. Mas tenho certeza que este governo esta no caminho certo. A melhoria da qualidade de vida da base da pirâmide social vai gerar aquecimento econômico e conseqüente geração de emprego e renda. O Brasil ainda desconhece a força que o brasileiro tem. Mas isto esta mudando e todos nós veremos em breve o desabrochar desta grande Nação!

    Ass.: Sérgio Beno Malschitzky, um brasileiro consciente.

  56. hábito da crítica pela crítica é cultural (no caso do Brasil)… chamar a própria Pátria de Vil !!!!! É agir de forma mal intencionada…
    afinal quem a criou??? educou???? deu-lhe condições de liberdade, moradia e tratou-a como cidadã???? ou seria a autora da redação de outro país????
    E mais…. a referida cidadã tem: 26 anos, ou seja, elegeu vários representantes ´políticos’ que poderiam atuar… porque não os menciona??? Mais ainda qual a instituição que contribui????? Ora..

    falácias e falácias dessa cara cidadã….

    A mãe gentil… está mais que necessitada de filhos que
    “vossos peitos , vossos braços
    são muralhas do Brasil”

    e não vossas línguas, vossas opniões de senso comum sem propostas, vossas críticas repetidas sem participação cidadã…..



    Espero que tal debate, faço-nos mexer…
    não pela crítica ou qualidade da mesma, mas por amor a ‘mãe’ gentil
    que a continua acolhendo e divulgando as idéias dessa jovem….

  57. Lastimável, porém não me surpreende. Esse é o nível da educação brasileira, resultado dos ditames da ONU.

    “Aos 26 anos, Flannery O’Connor já tinha publicado seu espetacular romance, Wise Blood, Rachel de Queiroz o premiado O Quinze e Clarice Lispector o surpreendente Perto do Coração Selvagem. Aos 26 anos, Cecília Meirelles, Bruno Tolentino, Castro Alves, Gonçalves Dias já tinham produzido alguns de seus mais belos poemas. Aos 26 anos, Franz Brentano já havia escrito sua análise magistral de Aristóteles, que até hoje é usada no ensino universitário. Aos 26 anos, Goethe já era o celebrado autor de Os Sofrimentos do Jovem Werther. Aos 26 anos, Arthur Rimbaud já havia parado de escrever e o filósofo Otto Weininger já tinha estourado os miolos.”

  58. Há algum tempo não leio tanta verdade. Quem reclamou, assim o fez porque atingiu seu brio, imaginem seu filho reclamando da bagunça dentro da própria casa, o pai odiaria, porém é a verdade foi dita, e quem sabe assim o pai toma vergonha e coloca ordem na casa, ou a mãe. Quem está reclamando desse texto, faz parte daqueles poucos que ainda não teve o privilégio de ser atingido pelo gás toxico emitido dos empilhados pútridos do Brasil. Pobre daqueles que tem a cabeça na qual serviu esse chapéu.

  59. Mas também.. vocês não estão querendo muito de uma COLEGUINHA DO CALDEIRÃO DO HULK?
    Acho até que ela fez muito!

  60. Quanto ao texto e demais comentários, comento depois. Estou sem tempo agora.

    Mas é curioso! Pensava que Huck e Hulk fossem pessoas distintas… 😉

  61. De fato o texto é medíocre.Mas, é bom lembrar que a base educacional e cultural da “escritora” foi forjada quando a nação estava na mãos dos chamados liberais,conservadores e direitistas.Nota-se que a maioria dos comentários tem como foco desqualificar uma ideologia diferente,contrária aos seus interesses.Obs: Não sou da esquerda!Somente não sou hipócrita!

  62. Faltou esta moça , e o pessoal da UNESCO lerem um pouco de Homero de de Virgílio . O Brasil tem muito mais história que parece.
    O Brasil foi uma grande nação. A fabulosa obra portuguesa de vir da Europa , soprado pelo vento , meses e meses em mar profundo para encontrando um mato inútil chamado pindorama fazer uma nação civilizada merece mais respeito. Você pode imaginar Srta. Clarice o que foi dobrar a Serra do Mar a pé e com facão na mão enfrentando indios , bichos, morte e incerteza. Voce pensa que foi fácil construir uma cidade linda e européia como Ouro Preto no meio do nada?
    A culpa pelo seu texto não é sua . É das monstruosas professoras a minha geração . Elas ensinaram uma bobagem nas escolas que destruiu a identidade nacional. Ensinaram que o Brasil era dos indios que os portugueses roubaram e estas baboseiras, resultado – três gerações , agora quatro têm na alma a certeza que a sua nação é um lugar ruim . Dos indios era um mato inútil que nem eles queriam. Até hoje indio quer é dinheiro para comprar casa em Manaus. Ou seja faltou-nos um Virgílio para continuando o Camões cantar a nossa heroica história e estas terríveis professoras destruíram a identidade nacional. Beijos Srta. Clarissa, favor leia Homero, Virgílio e Camões e você esquecerá todas as maldades e ingratidões que ás professoras puseram na sua cabeça.

  63. Que vergonha. Se ela tivesse estudado no Santo Tomás aqui em BH, saberia escrever.

  64. Que o debate apresentado sobre o referido tema não cesse e possamos através da frase,”Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância e inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios? Então, aí está!”, descobrirmos
    as boas intenções mesmo que de maneira tão imatura e inexperiente.
    A democracia que a “madrasta vil” apresenta, permite que possamos ler o texto de Clarice e conhecer seu pensamento ,que na ausência de posições melhores sobre a desigualdade e a pobreza ganhou um prêmio.
    Desconheço o conteúdo das outras redações e numa premiação há de haver um vencedor!
    Talvez a dela tenha de fato , sido a melhor!
    Agora não percebo onde o Brasil é culpado pelas ações isoladas de governantes.
    Aquí eles são eleitos também pelo pobres e miseráveis.

  65. Esse povo da Direita não consegue perceber nem as próprias visceras!
    Classificar, e desancar, o texto(péssimo aliás)como de viés esquerdista, é tragicômico!
    Creio que não adianta pedir que leiam novamente para constatar-lhe o caráter reacionário(já que ainda não o perceberam).
    Permitam-me, então, recomendar: Vão lamber sabão e lavar os olhos!

  66. Para fazer contra-propaganda de nosso país no exterior basta a redação em si, autêntica colcha de retalhos, mal urdida, mofada, encardida. E até reveladora, já que o Brasil, essa pretensa entidade abstrata, é produto de todos nós, e eu aprendi com D. Clarice o quanto sou desprovido de caráter, quão egoista e irresponsável sou. Humildemente agradeço e prometo procurar as tais “mudanças que transformem”, isso se eu conseguir captar toda a essência desse profundo lema.

  67. A leitura de um texto medíocre como este (a UNESCO é um circo e premia o que é circense) traz uma conotação muito positiva: a de uma reação mais que necessária contra o louvor à estupidez como uma nova escala de valores. Clarice (26 anos, universitária de direito) nos faz um grande bem: ao revelar sua distrofia mental, nos remete aos limites do que poderíamos ter sido (ou o que nossos filhos podem vir a ser) se o Estado fosse o livre condutor do nosso processo educacional e da nossa formação humana. Madrasta vil, Clarice, foi o que fizeram com você.

  68. O Brasil vem clamando por reformas estruturantes há várias décadas. O que se tem feito ao longo dos anos são puramente medidads paliativas que na maior parte das vezes só fazem perpetuar no poder aqueles que as implantam. Quando se fala de reformas estruturantes passa necessáriamente pela questão cultural também. O texto é interessante é uma manifestação de um pensamento de alguém que mostra preocupação com o futuro do país. Li vários dos comentários também e é lógico que a Patrulha Petista logo iria se manifestar tentando desqualificar a autora até chamando-a de “zinha”, é a prática de uma esquerda raivosa e que se apregoava diferente e que se mostrou na prática igual a tantos outro que por aí passaram. O texto não é nenhum primor nem tão pouco original em várias citações, mas quem o é hoje? Quem ler e PENSA acaba incorporando pensamentos e idéias de outros sem nem por isso perder a validade do que se escreve. Parabéns a autora.

  69. A primeira da fila dos 50.000 coitados.

    O ponto de partida para desenvolver um processo manipulatório sobre a vida das pessoas é transformar uma idéia que “parece” que à oprime na idéia central da sua vida. Por exemplo quando um gay passa proximo de duas criança que estão brincando de jogar pedra e acerta nele, ele acha que aquilo aconteceu porque ele é homossexual. Quando este mesmo sujeito sai de carro e é fechado no trânsito por outro motorista e/ou faz alguma coisa errado no trabalho e é chamado a atenção, ele acha que aconteceu isso por quê? Na verdade isto aconteceu com ele porque pode acontecer com qualquer pessoa, porém a vida dele está pautada na idéia central que lhe diz que tudo acontecer com ele porque as pessoas são preconceituosas (vai caçar sapo). Então percebido está situação de desenvolver uma inferioridade nas pessoas, os intelectuais (os ditos) transferiram para outros grupos que poderiam ser manipulados e fazerem parte da massa de manobras, é o que fizeram com os pobres (que pode ter o sentimento e emoções exploradas como qualquer pessoa que assim permita), neste caso a idéia central da sua vida é culpar a sociedade por causa do seu baixo poder aquisitivo (caramba será que o ser humano é só isto?), e que o governo tem que me prover o sustento ou criar políticas que melhore está situação, porém o que está pessoa precisa é de trabalho, educação e saúde digna mais nada (só que ela não sabe porque já está tão envolvida pela mascaração da realidade que perdeu a capacidade de ver o óbvio).
    Ai vem uma moçinha que estuda direito e faz uma porcaria de uma redação sobre como vencer a pobreza e a desigualdade que acabá fortalecendo este processo manipulatório, que é percebível por qualquer pessoas que tenha o mínimo de bom censo, (quem quiser entende melhor isto pode ler livro o Vermelho e o Negro de Stendhal).
    Se ela estivesse aqui eu diria filhinha você está fortalecendo está mãe vil que você diz ser toda a situação de descaso com o brasileiro. E que você é o próprio símbolo de uma pais envolvido pelas contradições, são coisas assim como o que você escreveu que dá origem a Leis destrutivas como o exemplo do artigo institulado “A Formula da Pobreza” : antes mesmo da ascensão do PT ao poder, quando na esfera federal as políticas “anti-homofóbicas” eram ainda uma vaga sugestão, o governador de São Paulo, sr. Geraldo Alckmin, apressou-se em assinar a lei estadual nº 10.948, de 2001, que pune “toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero”. Essa lei acaba de ser aplicada contra o cidadão Juliano da Silva, da cidade de Pontal, por ter chamado de “veado” um homossexual com quem discutia. A lei nada estatui contra chamar disso quem não seja homossexual, ficando claro portanto que o insulto só será punido se tiver pelo menos um fundo de veracidade. Antes de chamar alguém de “veado”, portanto, certifique-se de que ele não o é. Legislações politicamente corretas transformam a Justiça numa palhaçada só para atender à prepotência de grupos ativistas…. Seria engraçado com a conclusão disto se não fosse uma desgraça, continuando ….quem as propõem sabem perfeitamente que o único objetivo delas é desmantelar o sistema desde dentro, criar a atmosfera de caos e anarquia necessária para que a conquista integral do poder por uma das facções – com exclusão de todas as outras – passe despercebida, que é exatamente o que está acontecendo.
    Outra coisa Clarice Zeitel Vianna da Silva você nem se encontra na exaltação imaginativa ( outro processo de deformação do pensamento, quando você entender está primeira forma de manipulação depois te explico a segunda), você está realmente na contraposição que é a banalizadora, onde você defende um ideal porque se não fosse assim não seria reconhecida e porque se tivesse o mínimo de noção do que está acontecendo realmente no cenário nacional você no mínimo reconheceria sua ignorância intelectual. Mais a culpa eu sei que não é só sua, mas você segue a risca as pragas propagadas, está é a psicose lingüística realmente, coitada de você e dos outros 49.999 participantes deste concurso de redação.

    Sou Leandro Machado Campos, e obrigado mais não quero nenhum prêmio deste da UNESCO.

  70. o texto(?) do leandro m campos é pior q o da clarice

    why?

    se perguntou não vai entender

  71. Enviado por um amigo:

    ==============================================

    Original em : http://vozdasgerais.blogspot.com

    Enquanto alguns que deveriam entender ficam de folia por aí, Clarice Zeitel Vianna Silva, assistente de palco do programa Caldeirão do Huck, acaba receber em Paris um prêmio da Unesco por uma redação sobre “Como vencer a pobreza e a desigualdade”. A redação da carioca VENCEU CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES!!! O texto é um primor, confira: ’Como vencer a pobreza e a desigualdade’ (Fonte: BLOG EVÁCUO) …Clarice, Precisamos de cada vez mais e mais pessoas como você! Os fatos recentes são prova de que a democracia representativa no Brasil está impregnada pelo poder econômico. Faz-se necessário caminhar na direção de uma DEMOCRACIA DIRETA, onde os cidadãos sejam ouvidos sem intermediários nos temas mais polêmicos e relevantes. Somos adultos, temos de confiar no nosso “taco”. Queremos ser ouvidos sempre, e não apenas de 4 em 4 anos! ORÇAMENTO, TRANSPOSIÇÃO, CPMF são matérias que deveriam ser votadas diretamente pelos cidadãos!!! Nem PSDB, nem PT, nem DEM, nem outro são capazes de ser isentos!!! Sabe quem merece seu VOTO? … VOCÊ !!!! – Chega de passividade!! Morto está quem não tem coragem de inovar… e fazer com que governar seja prerrogativa de todos nós, eleitores, através de consultas populares cotidianas e eletivas! Assim, o coração da República retornará ao peito de onde nunca deveria ter saído (e o fez há mais de 100 anos!) – O SEU!!! Suba abordo quem tiver sede do novo… sede de poder descentralizado… e sede de não depender de uma só pessoa para determinar seu futuro social e político! (Ninguém neste mundo é “O CARA”- ou equivalente: “uma andorinha só não faz verão”!) – ABAIXO-ASSINADO: http://vozdasgerais.blogspot.com/

  72. Bom dia (20/11/2008 as 11:50, acabo de ver vosso Boletim de nº 289 “Pátria Madrasta vil”, confesso que fiquei super contente, na realidade feliz, por entender e saber que ainda existem pessoas de boas intençõe smesse nosso pais, seu realto é mais que a realidade, profundamente comprometido com as necessidades da nossa sociedade, principalmente com a parte da sociedade, pobre fionanceiramente, pobre de espirito, com a sociedade negra, com a sociedade, desempregada, com a sociedade que não teve a oportunidade de sentar nos bandos das escolar do primário até o superior, como a nossa sociedade que é desprovida de tudo, com a nossa sociedade que trabalha, produz e paga impostos, e como paga, mas também fico feliz por vc mostrar nesse vosso boletim que os nossos politicos, os nossos governantes, a alta classe abastada economicamente, na sua maioria, (atente se que não é amaioria ou todos), não quer nem saber das dificuldades do povo, só quer aproveitar ao maximo da sua riquesa, sa sua hipocresia e da sua exploração desde povo ja sofrido e indefeso, na questão racial, nossa essa não tem tem como falar, pois é demais, ninguem quer saber de nada, olha eu só tenho uma coisa adizer, vosso boletim é tudo, parabens e a partir de hoje passo ser vosso admirado, sei que se preocupada em todos os sentidos com o pais, obrigada por me deixar um dia feliz, abraços do admirador…. José Pereira da Silva, jpsfi@hotmail.com

  73. De boas intenções…
    A menina fez de tudo menos responder a pergunta do que era tema da redação.
    Ela até escreve decentemente, mas não tem uma idéia própria nem capacidade de seguir alguma linha de raciocínio. Ela ser a melhor de 50.000 deveria ser uma vergonha, não um orgulho

  74. Realmente fiquei impressinonado com as palavras da sra Heloisa Vianna, que realmente se mostrou uma idiota em seus comentários, pois mostra bem claro que não sabe respeitar a opinião dos outros. Talvez ela devesse colocar os seus filhos num colégio público brasileiro e a sua querida mãe para ser atendida em algum hospital público brasileiro. Isso tudo após trabalhar um ano inteiro e doar para o governo 27,5% do seu querido e suado salário. Talvez só assim essa sra. Ameba se revoltasse um pouco e deixasse de ser como todo brasileiro parece ser um povo de memória curta e muito pacato. Não existe país perfeito no mundo, porém depende única e exclusivamente de nós tentarmos enxergar as coisas erradas e apontá-las. Vai ver essa mulher que escreveu aí em cima seja do PT.
    Saudações brasileiras.
    Gustavo Santos

  75. Concordo plenamente com o Gustavo Santos acima. E fico chocada ao ler o blog de que tanto gosto e verificar que os participantes parecem não ter opinião própria e acabam seguindo o raciocínio idêntico ao outro. Talvez a Heloisa devesse voltar para o Brasil e criar sua querida família aqui. Qual é a contribuição que ela nos dá ?
    Atenciosamente
    Fernanda

  76. É interessante como tantos criticam a atitude da jovem formanda, ao revelar uma das faces mais hediondas de nossa Nação, que é a falta de cultura, de educação, que como conseqüência forma corruptos em todos os escalões. Será que não percebem que ao levantarem a ‘bandeira patriótica’ contra a moça, dizendo ser ela alguém que enlameia o bom nome de nosso Brasil, estão eles, também, fazendo o mesmo com uma cidadão brasileira, ou seja, parte do todo formador dessa terra tupiniquim? Nada vi/li sobre a jovem estar insultando-nos, enquanto povo parte desta Nação! O que vi foi a constatação de que alunos em tenra idade observam e reprovam a forma como tem sido conduzida “Pátria, mãe gentil”.
    Toda opinião é livre e deve ser debatida, quando polêmica. Porém, jamais com uivos e lamentos pueris e sim, à luz da ética e da razão (já que falamos de ‘Direito’). Realmente, nosso país é rico, abundante e ótimo para se viver. Mas, podemos melhorá-lo! E, só com críticas isso será passível de acontecer. Outrossim, sem abusos e agressões. Secessão por secessão, fico com a de 1860/1865 ocorrida nos EUA.

  77. Na realidade, a culpa não é dela. Afinal são 40 anos de propaganda esquerdista !
    Os milicos, aplicando sua patética teoria da panela de pressão ( deixar uma válvula de escape ), deixaram como “válvula” o ambiente ESTUDANTIL/universitário. Desde cedo nossos alunos são doutrinados em idéias socialistas.
    E o que é pior: EM TODA REVOLUÇÃO SOCIALISTA OS PRIMEIROS A SEREM LIQUIDADOS SÃO OS INOCENTES-ÚTEIS !!!!
    Alías, não se espantem com a ONU. A redação foi escolhida PQ É EXATAMENTE ISTO QUE A ONU QUER DE NOSSOS ALUNOS: alienação temperada com pitadas revolucionárias.
    Clarice vi sua foto, vc é linda, meus parabéns. Mas seu texto não passa de um cliche de frases politicamente corretas e arranjados de uma maneira sem sentido.

  78. Horrível! Quando, a partir de outro site, vim ler o texto ganhador do concurso, e mesmo tendo lido a crítica do quanto ele era pueril, propagandista e apenas um amontoado de clichés, não esperava que fosse sentir náusea de tão ruim que é.

  79. Não estou preocupado se a redação ficou boa ou não. Debates dessa ordem não acrescentam em nada.
    Em vez de incentivar esses jovens a levantarem suas penas para desmascarar uma sociedade hipócrita, alguns aqui só pendem a críticas desconstrutivas. Peguem suas intelectualidades e revelem então ao povo a “realidade” em que eles se encontram ou melhor, nós nos encontramos. Direcionem sua acidez ao governo mensalão, isto sim provocará resultados.

  80. Parabens garota, mazelas tem que ser expostas, e isto num é falar mal,isto é uma exposição de fatos, da qual muitos nem precebem a extensão.
    Se nos USA como de fato me parece, os estudantes são alienados, isto é uma questão cultural, até porque porque se preocupam demais com o
    ganhar o money, ter um carro, ter , ter e ter,e num precisa saber na visão deles, after all se acham o Pais mais poderoso, e quem está no poder precisa se preocupar? Nós Brasileiros sim, precisamos nos preocupar com o nosso futuro e de nossa crianças. Alguem precisa gritar…

  81. Na verdade apo’s postar meu comentário e ler os outros, ai sim, fiquei chocada, com os comentários!!!

  82. PÁTRIA SITIADA

    UM MOMENTO HISTÓRICO
    DE REPRESENTAÇÃO NACIONAL
    TRANSFORMOU O RETÓRICO
    EM AÇÃO REAL.
    DEFLAGROU-SE POR TODO O PAÍS
    A IDÉIA QUE O APRENDIZ SERIA PATRÃO
    E QUE OS NEGROS E OS NORDESTINOS
    ERAM OS VERDADEIROS RESPONSÁVEIS
    POR CONSTRUIR A NAÇÃO.
    O PRIMEIRO DESAFIO
    ERA PROMULGAR UMA NOVA CONSTITUIÇÃO
    COLOCAR O PAÍS NOS TRILHOS
    ERA ESTA A MISSÃO
    MILHARES DE MULHERES NORDESTINAS
    ORGANIZARAM UMA PASSEATA
    LEVANDO CONSIGO SUAS DEZENAS DE FILHOS
    E TOMARAM DE ASSALTO
    CANTINAS E RESTAURANTES FINOS
    ESTA É A SINA DO POBRE
    CHEGAR AO PODER DE FORMA NOBRE
    E COMER CHURRASCO NO LOBBY DO ITAMARATY
    COMO EM UM GRANDE CARNAVAL
    TER REI MOMO E MULATA COMO PRINCESA
    EM UM DESFILE MONUMENTAL DE COROAÇÃO
    E INSTITUIR FERIADO PROLONGADO
    EM TODO BRASIL QUE ESTIVER SITIADO.

    MAS PARA QUE O PROJETO SEJA APROVADO
    É NECESSÁRIO MAIS ALIADOS
    E É ANUNCIADO EM TODAS AS ESQUINAS
    ONDE TRANSITAM PUTAS E TRAVESTIS
    QUE TODOS HOMOSSEXUAIS ESTÃO CONVIDADOS
    A COMPARTILHAR UMA PARTE DO DOTE
    E QUE TODOS OS BRILHOS SERÃO PERMITIDOS
    OS GAYS NUNCA ESTARÃO TÃO UNIDOS
    E O SUL DO PAÍS
    SERÁ DECRETADO COMO O ESTADO
    PARA OS GAYS E ENRUSTIDOS.
    NA CIDADE DE SÃO PAULO SÓ SERÁ PERMITIDO
    O SOTAQUE NORDESTINO
    E QUEM NÃO SE ADAPTAR SERÁ BANIDO
    OU SERÁ VENDIDO COMO ESCRAVO
    PARA O ESTADO NEGRO INSTITUÍDO NO CENTRO-OESTE
    ONDE OS NEGROS SÃO AFRICANOS DE ORIGEM
    UM GUETO ONDE TODOS SÃO MANOS
    ONDE ELES TEM DIREITO A TODAS AS OPORTUNIDADES
    E CANTAM DIARIAMENTE A SUA LIBERDADE
    A VERDADE POR CIMA DOS PANOS
    AGORA SÃO PROFISSIONAIS LIBERAIS
    EXECUTIVOS E ARTISTAS MUNDIAS
    DANDO ORGULHO AOS SEUS ANCESTRAIS
    TODOS SÃO FORMADOS EM FACULDADES
    E TEM O DIPLOMA PARA CONFIRMAR A SUA SUPERIORIDADE
    SOBRE OS BRANCOS CATIVOS
    QUE SÃO SUAS PROPRIEDADES.
    NO INTERIOR DO PAÍS ESTÁTUAS SÃO ERGUIDAS
    E AO LADO DO CRISTO REDENTOR
    AS IMAGENS DE PADIM CIÇO E NOSSA SENHORA APARECIDA
    A FÉ REMOVE MONTANHAS
    E OS CATÓLICOS FERVOROSOS SE ESPALHAM COMO ARANHAS
    PROCURANDO SUAS PRESAS PREFERIDAS
    EVANGÉLICOS CONVERTIDOS
    NA RELIGIÃO QUE FOI POR DEUS ESCOLHIDA.
    E NÃO EXISTE SAÍDA ESPECÍFICA
    E NEM SOLUÇÃO PACÍFICA
    PARA ESSE NOVO ESTABLISHMENT
    ONDE A MENTE DAS MINORIAS
    ESTABELECERAM OLIGARQUIAS
    SIMPATIAS E BENZEDURAS
    ONDE ATADURAS NÃO REMENDAM MAIS O FERIMENTO
    E NEM REMEDIAM O SEPULTAMENTO
    DE UMA NAÇÃO LATINA-EUROPÉIA
    ESTE NOVO PARAÍSO
    É ESTABELECIDO NA SABEDORIA DOS ORIXÁS
    E NA TRADIÇÃO DOS CORONÉIS MANDATÁRIOS
    NOS ANÉIS E NOS CHÁS AROMÁTICOS
    DOS BICHAS VISIONÁRIOS
    E DOS CRENTES MISSIONÁRIOS
    QUE ANTE OS OLHOS DOS INCAUTOS
    DÃO BOAS VINDAS AO JESUS MESTIÇO.

    QUERIAM O PODER DE DIREITO
    CONSEGUIRAM ESTABELECER O PRECEITO
    DE QUE TODA PESSOA QUE ANDA POR UM CAMINHO INDIVIDUAL
    SENDO BRANCO, ATEU E HETEROSEXUAL
    SEJA FEITO DE REFÉM DE UMA POSTURA RADICAL
    DE UM SUPOSTO PENSAMENTO NACIONAL
    QUE DETERMINA O QUE A MAIORIA TEM QUE ACEITAR
    DE MINORIAS QUE ESTÃO SEMPRE A SE LAMENTAR
    GANHANDO LEGADOS E SIMPATIZANTES
    E EXIGINDO IGUALDADE ÁS CUSTAS DE TERCEIROS.
    ENQUANTO ISSO OS INDIOS NATIVOS
    PERMANECEM EM SUAS RESERVAS
    NO NORTE GLOBALIZADO DO FORTE E COLOSSO
    E AGORA NÃO PRECISAM ROER O OSSO
    DE UM SISTEMA BRANCO CANIBAL
    ELES RESERVAM PARA O FUTURO
    AS RIQUEZAS DO ECOSSISTEMA
    EM UM ESQUEMA QUE VALE OURO
    EM RELÓGIOS DE PULSO E CORRENTES QUE ADORNAM
    UM ACORDO MILIONÁRIO
    DE EXPLORAÇÃO PLANETÁRIO
    NO SOLÁRIO DO AMAZONAS
    ONDE AS ORDENS SÃO EM INGLÊS
    UMA ZONA DE LIVRE COMÉRCIO
    DE PRODUTOS DE USO DOMÉSTICO
    ONDE OS CHINESES FAZEM A FESTA
    TRANSFORMANDO UMA LONGA EXTENSÃO DE FLORESTA
    EM UMA GRANDE FEIRA MUNDIAL DE ARTESANATO
    COM A MATÉRIA-PRIMA SENDO EXTRAÍDA NO ATO
    FAZENDO A ALEGRIA DOS TURISTAS
    QUE ESPALHAM-SE COMO PISTAS
    NESTE NOVO BRASIL ALTRUÍSTA.

  83. Prezado Editor,

    Faço questão de registrar aqui meus PARABÉNS à Clarice Zeitel Vianna Silva, pelo expressivo prêmio recebido da UNESCO e, mais importante que isso, pelo conteúdo de sua redação “Pátria Madrasta Vil”, que demonstra sua coragem em desmascarar a hipocrisia reinante de há muito em nossa ‘terra brasilis’.

    Nesses tempos de jovens transviados e alienados, os mais pobres vítimas de uma pseudo-educação pública, que aqui no BRASIL, consegue ser igual ou pior ao horrendo retrato do ensino público americano, feito pela crítica Heloisa Viana… e os mais ricos embebidos num egoísmo e orgulho cínicos… é bastante salutar vermos uma jovem com tanta perspicácia.

    Não se deixe abater pelas críticas, minha cara, de brasileiros daqui ou de acolá… e continue em frente, lutando, destemerosamente, contra a hipocrisia reinante e pelas mudanças que nossa terra realmente necessita… liberdade e igualdade… de uma MÃE GENTIL !!!

    Gde. Abraço,

    Eng. Celio Franco – Gestor
    Portal Nosso São Paulo

  84. Qual a proposta concreta descrita nesta redação de nível universitário?
    A meu ver, o brasil precisa basicamente de EDUCAÇÃO. Na época que estudei, tinha várias matérias que considero de fundamental importância para o crescimento de um povo que saíram da pauta escolar do ensino a mais de 20 anos. São estas: filosofia, sociologia, educação moral e cívica, educação artística, e cultura religiosa. Estas matérias ensinam o povo a pensar, regras de convivência social, artes desenvolvem o intelecto, moral e cívica e religião ajudam no comportamento e na ordem da nação. Foi graças a elas, que aprendi a pegar um texto, ou um fato, e analisar com olhos críticos e emitir uma opinião a respeito das coisas. A ausência destas matérias , torna o povo um ‘Maria-vai-com-as-outras’ Istoé , repete o lêem nos jornais ou ouvem na televisão sem refletir, analisar pesquisar e entender o que viram ou ouviram. Esta mudança na grade de ensino, já deu o efeito esperado por sugeriu e conduziu esta reforma no Brasil, Você sabe que foi? Foi justamente a Unesco, que hoje vem premiar quem fala mal sem propor soluções.
    O que esta jovem propôs para combater a pobreza e a desigualdade?
    O que quer dizer: “Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil”.
    A autora não oferece nem ao menos da uma idéia de quais mudanças são necessárias: Seria nas leis? Na saúde? Na economia? Na religião? Na administração publica? Na justiça?
    Ela só diz que é preciso mudar, mas não dá a menor pista do caminho.
    É isto que este órgão internacional vem premiar no Brasil: Quem denegrida a imagem da nação e não propõe nada de concreto.
    Parabéns UNESCO, você conseguiu fazer do Brasil um povo que não pensa, e hoje vem dançar sobre o cadáver que fez! Zombar do povo brasileiro, Premiando uma redação tão vazia de conteúdo e propostas, nada em conformidade co o que pedia o tema.
    Ao meu ver, qualquer redação feita por aluno de primeiro grau que escrevesse uma única linha com qualquer proposta concreta boa ou ruim, seria mais merecedora do premio do que esta que nada sugere, feita por uma pessoa de 26 anos. Numa única frase, não haveria espaço para contradições, como dizer que é a favor da liberdade e da igualdade, e ao mesmo tempo criticar a abolição dos escravos no Brasil.

  85. Há uma mensagem circulando na Internet informando que esse texto teria vencido um concurso mundial de redação promovido pela Unesco, com 50.000 participantes. É meia-verdade – o que vale por uma mentira inteira. Esse texto foi um dos 100 selecionados entre 41329 textos de estudantes BRASILEIROS. Foi selecionado, não foi o vencedor. Aliás, o concurso não teve vencedores. Mas o pior é que os demais textos são tão ruins quanto o acima transcrito, quando não piores. Lastimável. O “concurso de redações para universitários brasileiros” foi promovido pelo JORNAL FOLHA DIRIGIDA e pela UNESCO Brasil. Irrelevante, pois. Ainda bem.
    A “antologia” resultante do certame está no site http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001576/157625m.pdf. Mas advirto: a leitura dos textos pode provocar enxaqueca e dores estomacais.

  86. Quanta Inveja!!! …quanta gente que só consegue ser lido insultando quem alcançou algum mérito! Pior ainda, quando quem está criticando quem vence um concurso literário, posta o comentário com um monte de erros de grafia e de concordancia. Impressionante a falta de respeito com pessoas que se sobressaem de alguma forma! Raros são os que dão sua opinião com equilibrio e educação!
    O texto é muito bom e toca em muitas feridas. Decepção eu tive ao ler os comentários!

  87. Li o texto da Clarice e vários dos comentários acima. Críticas não resolvem os problemas e mazelas em nosso país. A esses que criticaram o texto escrito pela Clarice, que façam melhor se puderem, se têm tantas idéias e sabem bem como expô-las. Não notei muita diferença entre o texto que criticam e os comentários que escreveram, pois nenhum oferece realmente uma sugestão de como mudar a nossa situação de forma prática. Sem falar nos erros de português!!!!
    Em especial à Heloisa Vianna, critica a menina que demonstra numa redação a sua insatisfação com o país onde MORA, mas deixou este mesmo país em busca de oportunidade de trabalho onde não se precisa estudar para vencer (como você mesma diz). Por que não volta para estudar e procurar trabalho aqui, se achas que a vida aqui é bem mais fácil, cheia de oportunidades(que você não encontrou, ou não teria se mudado para outro país) que os brasileiros não aproveitam???

    De nada adianta ficar criticando só de longe. Aos críticos de plantão: façam alguma coisa, deem bons exemplos, escrevam bons textos se são tão estudados e entendidos do assunto. Contribuam.

    Sem mais.

  88. Todo mundo só sugere! Para com isso gente! Temos muitas cabeças pensantes, sabemos de tudo que é errado, mas não tomamos nenhuma atitute! Então vamos a luta! Que tal começarmos um movimento? Todos os domingos entre 09 e 11 h da manhã em frente a todas as casas legislativas do Brasil. Exigindo mudança das leis inoperantes. Esta e única forma de revolução em uma democrácia! Sob pena de não re-eileição de nossos representantes.
    Se querem entender e mudar na prática o Brasil entrem no seguinte e endereço e vamos colocar em prática, chega de eu sugiro ou o Brasil e desigual..entre outras baboseiras sem atuação verdadeiramente prática!
    http://groups.google.com.br/group/praticamudabrasil

  89. “Isso me causa muita tristeza. Ja pensou que vao ficar registradas nas paginas desse livro da UNESCO todas coisas horrorosas que essa menina esta dizendo sobre o Brasil. Essa zinha precisava viver um tempo aqui nos EUA, por exemplo, para ver que ter igualdade economica nao significa ter igualdade cultural ou mesmo social. O ensino de primeiro e…”

    Ela não disse isto.

    Nem mesmo a licença poética que a autora utilizou para criar a imagem do contraditório nas mentes dos leitores, você reconhece para ela?

    Quer dizer, então, que o Chico Buarque é um imbecil porque convidou todo mundo para ver a “banda passar CANTANDO coisas de amor?” Por que todo mundo sabe que uma banda não canta, toca?

    “segundo grau aqui e gratuito (e uma merda, pq o sistema e mudar o moleque para uma escola inferior se ele nao consegue passar de ano nas melhores)…e depois disso, muitos deles PARAM TOTALMENTE de estudar por motivos diversos:”

    Ou seja, você quer fazer a Côrte Internacional de Defesa das Prêsas dos Predadores.

    Chama-se, a isto, de seleção natural. Isto ajuda a impedir, mas não impede, que um imbecil, bêbedo assuma um pôsto de importância, e você SABE que pode acontecer.

    Sugiro a leitura do “O Macaco Nú”, para você conhecer um pouco mais sôbre ….. você.

    Você já pensou na quantidade de Prêmios Nobel que os cientistas que ESTUDARAM nos EUA ganharam?

    Você já contou quantos brasileiros MARAVILHOSOS ganharam?

    Você sabe quantas universidades brasileiras levam o NOME DO FUNDADOR?

    Quantos brasileiros MARAVILHOSOS doaram TUDO que tinham para criar uma Universidade? E quantos Prêmios Nobel aquela Universidade ganhou?

    Você poderia aproveitar todo êste tempo livre que você tem para dizer tanta bobagem para CONTAR quantas bibliotecas têm na cidade onde você vive nos EUA, e PRINCIPALMENTE, quantas PESSOAS estão lá dentro ESTUDANDO.

    By the way, why aren’t you?

    “3) Nao desenvolvem o pensamento critico que a nossa jovem ai conseguiu (apesar de todas as desigualdades) porque nao dao o menor valor a toda (em excesso) informacao que recebem…veem um monte de coisa, mas descartam com a mesma facilidade que veem. Se nao e para gerar lucro, pra que pensar? Ou seja: simplesmente NAO VALORIZAM O CONHECIMENTO.”

    Você já pensou na quantidade de Prêmios Nobel que os cientistas que ESTUDARAM nos EUA ganharam? Isto é o que você chama de NÃO VALORIZAR CONHECIMENTO?

    Esta é a diferença entre quem pensa em lucro e quem pensa em prejuízo. Você está nos EUA para tirar o prejuízo e colocar o lucro na sua vida.

    Já se deu ao trabalho de contar o número de NOVOS LIVROS PUBLICADOS NOS EUA, a cada ano, e COMPARAR com o patropi?

    “Se essa criaturinha ai tivesse esse cenario,”

    CERTAMENTE ela seria candidata a um Prêmio Pullitzer, e não à chacota e o complexo de inferioridade que você tão nativamente manifesta.

    ” talvez fosse capaz de escrever uma outra redacao, que ficasse registrada nas paginas da UNESCO, metendo a boca no desperdicio de oportunidades e no nao desenvolvimento de uma IGUALDADE verdadeira por pura FALTA DE VONTADE, e consequente incapacidade de questionar esse tipo de coisa. No Brasil, pelo menos ate vendedor de mate sabe discutir sobre desigualdade.”

    MENTIRA!

    Um vendedor de mate vende erva mate cortada ANTES da maturidade da planta e vende 60% de MISTURA (incluindo pau) e menos de 40% de erva. Basta comparar a Amanda (Argentina), pura-folha, com QUALQUER ERVA MATE PRODUZIDA NO BRASIL, P R I N C I P A L M E N T E no RS.

    Se você abrir um pacote de erva mate, feita no Brasil, e cheirar vai sentir o cheiro de CAPIM.

    “Aqui, arrisca os PhD não saberem nem do que v. ta falando…Fala serio.”

    Este é o discurso mais fascista que já ouvi desde a fundação do Partido Nacional-socialista dos Trabalhadores – PT.

    “Ja estou mandando esta msg para todas as pessoas para quem v. mandou este e-mail e, na verdade, queria muito que essa tal Clarisse (que se diz Vianna, mas espero nao ser parente minha) lesse isso tambem…ah se eu tivesse o contato dela!!! Chega de ficar falando tao mal do Brasil para o resto do mundo, gente!”

    O Presidente da Câmara Federal disse que não sabia que a lei que regula o uso do dinheiro público queria dizer que eles (ladrões federais) não podiam fazer o que faziam: vender passagens para o exterior para amigos com o dinheiro público.

    Esta é a elite a que você se refere quando se queixa da autora?

    Você é um nacional-socialista e preconceituoso, deveria viver na Índia, em uma daquelas castas que comem ratos.

    “Se a gente se deprecia, isso ja e meio caminho pra todo mundo acreditar que a gente e merda mesmo…o Brasil tem muuuuuuuitas, mas muitas mesmo, coisas muuuuiiiito boas. Pena que muita gente so descobre (assim como eu) atraves de duros caminhos. A menina pode escrever bem, mas devia tomar cuidado com o que fala.”

    Se a gente denuncia tem alguém para dizer que deve haver censura para não ser publicado o que é “feio” para o Brasil, como se tapar o Sol com uma peneira fizesse o serviço.
    Meu nome é Carneiro, muito prazer, Avestruz.
    Heloisa Vianna

    Dizer que o Prêmio da UNESCO incentiva a mediocridade e você não ter NENHUM dos prêmios já não seria o BASTANTE para respeitar, silenciosamente, o sucesso de uma “medíocre” que CONSEGUIU?

    Vocês já notaram que toda a vez que uma pessoa ilumina uma ferida da ignorância marxista, nacional-socialista petralha ou social-democrata alguém (e á muita gente) COMBATE ferozmente?

    Já notaram que qualquer manisfestação de inteligência é desrespeitosamente apontada?

    Que sequer a licensiosidade poética foi reconhecida para a moça?

    Parece-me que a parcela do povo que votou nos irmãos petralhas já desistiu e se vingou do resto do povo brasileiro, e os 30% que não votaram no crime têm mêdo de mostrar-se fora do segrêdo das urnas.
    Ou seja, TODOS querem a IMPUNIDADE.

    O texto denuncia a impunidade, denuncia a todos nós. Não assumo culpa nenhuma, não tenho, o discurso da culpa é judaico-cristão e marxista.

    Parece que o ideal de político é o presidente do Paraguai.
    Basta mudar de roupa e está limpo.

    O texto é rico da probreza que vocês denunciam nêle, bebam, encharquem-se desta secura poética de palavras vazias cheias de conteúdo que não lemos em textos de vocês.

    Mas respeitem a moça, não se elevem tão baixo.

    Luz!
    Mais luz!

  90. Belo texto mereçeu ganhar o premio sim.
    o texto fala a nível de Brasil.
    todos sabem que em outros paises como os EUA esta realidade é diferente.
    Esta revolução estrutural tera que ocorrer sim e se não ocorrer uma grande parte da sociedade brasileira continuara na mesmice e ignorancia.

    “O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.”
    Parabéns Clarice

  91. axo que a Clarice tem uma visao pequena do que realmente´é o Brasil. Afinal nós formamos o Brasil, nao só apenas os politicos.Nós os elegemos e temos o poder d tirá-los.

    O Brasil tem essa desigualdade social com os negros pois na época colonial eles foram trazidos para cá e maltratados, longe de sua cultura pelos brancos, o que não foi nada justo e simplismente soltos com o titulo de livres, mas sem nada. E como alguem sem nada de inicio chega bem no fim? Leva tempo entendem…

    O caso da educação, o ensino pode estar ruim, mas se o aluno quiser aprender, ele supera barreiras(digo isso pois ainda estou no colegial).

    Por fim, ao falar da elite ela foi muito egoista, afinal falar é facil, mas se doar aos pobres como ela insinua, é bem provavel que nem ela o faça.

  92. se bem q pensando por outro lado…ela pensou num todo…como se cada um de nós estivessemos unidos…numa media…entre quem tem ou nao, quem é ou nao…retiro basicamente tudo o que eu disse..

  93. ela pensou num todo…como se cada um de nós estivessemos unidos…numa media…entre quem tem ou nao, quem é ou nao…

  94. Texto maravilhoso, muito bem escrito!Infelizmente há pessoas que se incomodaram bastante com o texto. Por que? o que ela disse é mentira?Quer dizer que realmente temos que tapar o sol com a peneira e dizer “ah minha vida é tão boa” sendo que há miséria e injustiça por toda parte?Claro que reconheço que nos ultimos anos foram realizadas algumas mudanças econômicas muito boas no Brasil, as oportunidades e distribuição de renda melhorou um pouco, mas deveria ter sido mais efetiva e profunda essa mudança e isso passa por nós, o Povo brasileiro, tao ausente que joga toda e qualquer responsabidade para politicos que muitas vezes nem investigamos para saber quem é ou qual é sua proposta apenas elegemos porque é bonito, ou a midia coloca em seu palanque eletronico e nao fazemos nem questão de refletir se estamos sendo manipulados ou não.É desconfortável sim pensar que nós, o povo ( ou digo Público) somos apenas massa de manobra e não nos posicionamos contra essa realidade e o status quo. Portanto, ao invés de algumas pessoas acabarem com o texto parem para pensar. Parabéns Clarice!!!

  95. Que fique claro que reconheço completamente a importancia do Governo Lula e do PT para implantar uma mudança crucial no Brasil quanto a valorização do social,da Economia e com ênfase na inclusão social,questões deixadas bem em segundo plano por outros partidos e politicos como PFL (vulgo demo) E PSDB, mais interessados em garantir a bonança da elite que não quer saber de justiça social.Falei!!!!!

  96. Procurei esse texto na biblioteca da UNESCO e não achei.

  97. Achei o texto bem superficial, para uma futura advogada. Tá certo que os outros textos também são – uma pobreza de idéias muito grande. Para um livro com 100 artigos escritos por universitários, ficou bem fraco – por si só, um panorama pungente da situação do ensino no Brasil – por sinal, a proposta era justamente escrever um ensaio sobre Educação.

    Por curiosidade, a moça é bonitinha, uma das coleguinhas do Luciano Huck no Caldeirão, posto que deve ter conseguido graças a seu texto – que lhe garantiu, ainda, cinco dias de passeio por Paris. Já acabou o curso de Direito e está estudando para o exame de Ordem.

    http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001576/157625m.pdf

  98. Desculpe-me, meu amigo! A moça é muito inteligente! Mas fazer um blá-blá-blá que emporcalha ainda mais a imgem do Brasil, mediante um órgão de projeção internacional, eu acho que uma falta de patriotismo insuportável. É de se perguntar: qual a contribuição que ela pretende dar ou que já tenha dado para que o seu país sáia do atoleiro em que se encontra?
    Então, veja: concordo com o conteúdo do texto. Mas, discordo radicalmente com a forma que ela utilizou para o divulgar, buscando auferir ganho. Sinceramente, eu gostaria que essa minha indignação chegasse até ela. Não tenho o menor receio de enfrentá-la e chamá-la de inteligente, como intelectual. Mas de “mente capta” e impatriótica, como estrategista. Isso não contribui em nada para resolver o nosso problema. Mas, agrega vergonha, baixa-estima e indignação.
    Eronides Almeida

  99. Recebi a redação por e-mail e a repassei sugerindo leitura de alguns comentários críticos neste site. Acho que a universitária soube formatar o texto, mas numa versão colegial. Quem sabe escreveu para vencer? Afinal, trata-de um concurso, e da UNESCO. Poderia ter contribuído para mudança se argumentasse sobre Educação, Cidadania (atual).

  100. Parabéns Clarice!!!
    Não só pelo prêmio da Unesco mas, principalmente, pelo efeito que sua redação causou. Pelo que se pode concluir o tempo que passou não impediu que nós, filhos desta Pátria mãe ou madrasta, esquecessemos de suas palavras(para mim sábias) que nos levaram a tantas e tantas conclusoões. Acho que as pessoas continuarão comentando, comentando….Que venham as críticas, os elogios porque o mais importante é esta certeza que a sua REDAÇÃO PREMIADA continua mexendo com a cabeça de todo aquele que toma conhecimento da sua existência.
    Abraços, Maria Helena

  101. Achei o texto bem fraco. Bem escrito para uma colegial. Para completar, näo atende nem desenvolve o tema (“‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’). Esperaria uma redacäo em que se apresentassem solucöes e näo críticas e desabafos. Nada de novo no que li, nada surpreendente. Surpreendente mesmo é saber que o texto recebeu premiacäo.
    GM

  102. Coloco aqui o comentário de Maura, enviado ontem, domingo 20/09, e apagado por mim sem querer:

    ========================================================

    Comentário:
    PARABÉNS para a Clarice! Expôs em um texto toda a nossa realidade. E esses comentários sem lógica de pessoas que tentam camuflar as desigualdades do Brasil é totalmente descabido. Esse Brasil cheio de pessoas alienadas que se contentam com as migalhas oferecidas pelo governo, pessoas que se dizem cidadãs só porque votam!!!Vocês que estão preocupados com a repercussão do texto da Clarice já olharam bem para o Brasil? Já olharam para o sertão nordestino? a olharam para a amazônia? Já olharam para as inúmeras favelas? Tudo isso é culpa de quem? O que podemos fazer? Pensem, reflitam e tomem uma atitude.

    =====================================================

  103. Comecei a ler os comentários aqui e apenas obtive a confirmação do que a menina escreveu.
    Aqui temos também o excesso de falta de visão. A mediocridade está em todo lugar no Brasil, inclusive no comentário de alguns por aqui que se sentem envergonhados pelo que o mundo vai pensar mas não fazem nada para melhorar. Apenas criticar. É realmente este o Brasil, o adepto da lei Gerson, de tirar vantagem em tudo. Como dizia o Juca Chaves….este é um país que vai pra frente…HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ (foi preso por este sarcasmo).

  104. Olá! Concordo com o Diego… para uma QUASE Bela em Direito o texto está muito fraco para ser ganhador de um prêmio desse porte…

  105. Cara Rosimara e demais leitores deste blog que postaram vários comentários a este post,

    Agradeço a visita de todos, bem como os seus comentário.
    Pelo conteúdo de vários comentários, alguns não devem ter concordado com o que escrevi na introdução do post, mas o pensamento deve ser democrático e livre.
    Como convivo no meio estudantil, em vários níveis, desde os 7 anos de idade e este ano completo meio século, tendo feito algumas graduações, uma das quais Direito, alguams pós e um Mestrado incompleto, além de ter ministrado aulas por 16 anos em Brasília e cidades satélites, minha experiência me leva a crer que o texto é bom, apesar de realmente carecer de maior profundidade. Quanto ao prêmio, sabemos todos que é mais uma questão de quem está julgando e outras variáveis estão envolvidas, inclusive de cunho subjetivo.

    um abraço a todos !

  106. Redação um pouco mal escrita! Erros errôneos de gramática, presença de oralidade…e um viés de ‘comunismo de boutique’….não passou de um clichê, habituado a agradar pseudo-marxistas. A solução dada também é utópica e impraticável. Deveria haver maior ponderação e bom senso.Como bem sintetizou Giselle Martine , “Surpreendente é saber que o texto recebeu premiacäo.”
    Além disso, Clarice Zeitel, em sua vida real, não parece adotar uma postura afinada com a quebra do nocivo ‘sistema-esquema’ que propõe. Ela atua mais como uma engrenagem desse ‘sistema-esquema’, sendo agente de uma sociedade do simulacro. Sejamos menos hpócritas.

  107. Todas as redações estão neste site ( em PDF): http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001576/157625m.pdf

  108. Desculpem os eruditos exagerados de plantão! Mas vocês só enxergam seus próprios umbigos, porque nasceram em berço explendindo e já faz parte do seu dia-a-dia explorar a miséria alhéia, ganhar como se ganha no capitalismo, pra não dizer no liberalismo, se ganha com a marginalidade, vendendo caixão decorado, se ganha vendendo armas e se ganha vendendo seguro, se ganha vendendo portões eletrônicos. Então vocês ficam milionários, estudam nas melhores escolas e faculdades desde bebê, e ficam criticando erros de concordância e de grafia, mas não enxergam a verdade. O mínimo que o nosso país poderia fazer é dar o mínimo pra nossos cidadãos que pagam bilhões de impostos indiretos mesmo morando na favela e não tem aonde estudar e nem mesmo tratar da saúde. E esses mediocres eruditos de plantão ficam criticando a garata que escreveu a pura verdade! Se exerguem exploradores da educação privada e se enxerguem exploradores da saúde privada! Vocês tiram de um povo o mínimo que se tem de direito. E quando alguém fala a verdade, é taxado como semi-analfabeto. Eu também sou mais um semi-analfabeto, que vejo e que enxergo e não sei escrever, mas enxergo vocês, senhores feudais donos de um Brasil rico, mas cheios de miseráveis para ser explorados. Dêem o mínimo pra essa gente, apenas o mínimo, escola, comida e saúde. Pra ver se dentro de cinquenta anos alguém vai escrever com erros de concordância e grafia como a autora escreveu e como estou escrevendo?

  109. Parabéns Clarice. Mais de um ano de assunto. Já mereces um segundo premio.
    Infelizmente, Sr. Lucas Mendes, aos 26 anos muitos ainda não aprenderam a se manifestar sem rancor, com educação, propiciando um debate construtivo. Talvez devido a se sentirem protegidos pela impessoalidade virtual.
    Bem, mas o que importa é o turbilhão de emoções que a Clarice provocou. Ler seu texto, e os comentários, permite construir uma razoável fotografia dos dias de hoje em nosso país.
    “O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.”. Eu apenas me arriscaria, respeitosamente, a sugerir: por paralizado pela ignorância o povo também não conhece seus deveres.
    Parabéns Clarice.
    Grande abraço.

  110. Ela estudou onde?

    Na usp ? Era ela uma fefeleche ?

    Ela não escreveu nada, lhe falta dom !!!

    O que esta ridícula fez foi repetir, tal qual papagaio, os chavões “politicamente corretos” !!!

    Nem gramsci teria imaginado que faria tanto sucesso aqui !!!

    Gen Franco Mussolini Pinochet Micheletti

  111. Não gostei do final..

    “Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?”

    Por acaso devemos maltratar bicho ??? Por que ??

    Viu como o preconceito é sutil ??

    Se substituirmos bicho por pobre ou negro, o preconceito aparece pois estes grupos reinvindicaram o direito..

    Agora, como estamos acostumados com o preconceitos contra o “bicho”..
    que em contraste com “gente” não exige direitos.. O preconceito não aparece e ninguem se importa..

    O direito somente é respeitado se alguém luta pelo respeito..

  112. Olha, esta redação não achei que merecia algum premio, alias quem escreveu tem uma péssima percepção do que é a vida, parece que esta em algum sonho ou transe, tipo aquele de pessoas que usam drogas.

  113. Posto o excelente comentário do amigo Alberto Dias, da ECT:

    ==========================================================

    Colegas e amigos da ECT

    Vou dizer o que penso, com honestidade.

    Tenho desconfianças em relação a esse tipo de texto. É muito adjetivo para pouca idéia. É muito xingamento para pouca proposta. É muita passividade para pouca iniciativa. É muito esperar dos outros para pouca liderança.

    As novas gerações, ao perceberem as deficiências de nosso país (que todos os demais também as tem) e os erros dos nossos líderes de hoje e de ontem (que todos os líderes da historia também os cometeram) deveriam assumir discursos e atitudes menos niilistas e mais ativos, deveriam entender o quanto falta fazer e corrigir e, portanto, quanta oportunidade de dar sua contribuição. Cada nova geração deveria fazer sua parte, deixar sua marca, assumir suas responsabilidades, fazer as coisas avançarem, a partir da compreensão de que um país, qualquer país que aspire à grandeza, está permanente em construção. Acreditar que o maná possa cair do céu gratuitamente, esperar que os frutos possam ser colhidos antes de plantado e tratado o pomar, é falta de maturidade. Olhar por cima da cerca e ver que o vizinho está tendo uma boa vida deveria servir para perguntar quanto ele trabalhou para chegar lá e não para invejá-lo . Povos que estão bem hoje passaram por privações e guerras seculares delas tiraram lições e não motivos para lamentações .

    Concluindo, avalio um discurso como o apresentado como uma fuga à responsabilidade e à ação, justificada pelo pressuposto de que a culpa de tudo caberia aos outros e nada mais se poderia fazer.

    A pergunta tema do concurso da Unesco “Como vencer a pobreza e a desigualdade” não foi respondida.

    Espero que dentre os cem textos selecionados para o livro alguns outros tenham sido mais felizes em trazer sugestões de caminhos para problema tão sério.

    Um abraço a todos.

    Alberto

  114. Concordo com o comentário de Nildson de Avila — 22, Outubro, 2009 :
    Esse escorregão do final é imperdoável!
    “Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?”
    Gostaria só de perguntar a ela, bicho é para ser tratado como?
    Enfim, concordo que o Brasil precisa despertar para uma sociedade mais justa, sim, mas isso inclui os animais humanos e não-humanos.

    E não é a minha opinião ou a de um bando de fanáticos defensores dos direitos dos animais, mas a de grandes representantes da espécie humana. Só para citar alguns:
    “O erro da ética até o momento tem sido a crença de que só se deva aplicá-la em relação aos homens.” – Albert Schweitzer (Recebeu o Prêmio Nobel da Paz de 1952)
    “Por que é que o sofrimento dos animais me comove tanto? Porque fazem parte da mesma comunidade a que pertenço, da mesma forma que meus próprios semelhantes.” – Émile Zola
    “A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados.” Mahatma Gandhi
    “A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.” Arthur Schopenhauer
    “Entre 135 criminosos, incluindo ladrões e estupradores, 118 admitiram que quando eram crianças queimaram, enforcaram ou esfaquearam animais domésticos.” – Ogonyok Soviet anti-cruelty magazine
    “Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes.” Albert Schweitzer

  115. Premiada UNESCO? (Trojan?)
    Na Biblioteca da Unesco esta premiação não foi encontrada e nem na lista PRIZE UNESCO relativa ao Brasil.
    Gostaria de sair da dúvida, se tiverem informação oficial de alguma página UNESCO com link.

  116. olha, sou estudante de pré-vestibular e no meio em que vivo o que mais treinamos é a prática da redação e essa da Clarice Zeitel chega ser uma ofensa a todo nosso treinamento.
    Essa Clarice nunca deve ter tido uma aula de redação.
    1°coloquialismo total
    2°muitos clichês
    3°Pontuação totalmente indevida
    Que vergonha para o Brasil publicar uma redação dessas, essa menina fala que a classe media e classe alta reclamam, coitada!!!
    Ela realmente será muito útil para a nação sendo a mais nova coleguinha do Luciano Hulk!!!
    Por favor que absurdo.

  117. Considetando o recente comentário de Nathália, recoloco aqui o comentário mais recente que fiz em outubro sobre este que é seguramente o post mais polêmico do ZEducando, em dois anos de vida do blog.

    forte abraço a todos !

    =================

    Agradeço a visita de todos, bem como os seus comentário.
    Pelo conteúdo de vários comentários, alguns não devem ter concordado com o que escrevi na introdução do post, mas o pensamento deve ser democrático e livre.
    Como convivo no meio estudantil, em vários níveis, desde os 7 anos de idade e este ano completo meio século, tendo feito algumas graduações, uma das quais Direito, alguams pós e um Mestrado incompleto, além de ter ministrado aulas por 16 anos em Brasília e cidades satélites, minha experiência me leva a crer que o texto é bom, apesar de realmente carecer de maior profundidade. Quanto ao prêmio, sabemos todos que é mais uma questão de quem está julgando e outras variáveis estão envolvidas, inclusive de cunho subjetivo.

  118. O mais importante no post foi o fomento da discussão para os problemas mais graves de nossa sociedade, que os bem dotados de riquezas materias e os heruditos tupiquinis não aceitaram e se sentiram ofendidos por erros gramaticais e a forma superficial tratada pelo texto. Mas a verdade é cruel e dolorosa para os ouvidos dos que se acostumaram desde cedo ouvir os excelentes oradores e catedráticos que pouco fazem pelo país, nem mesmo se rebelando em um texto bem escrito. O aprofundamento do assunto não vai mudar enquanto os civilizados do Brasil continuarem a manipular a massa e os formados conhecedores apenas do seu métier não abrirem suas mentes para se rebelarem de forma “legal”. Vejo luz no fim do túnel quando a sociedade civil organizada propôs uma Lei de Iniciativa Popular (ferramente constitucional pouca utilizada) para limpar das nossas instituições públicas represetantes políticos com ficha suja e dos que renunciarem para não ser punidos.Isso sim é cidadania e não palavras lindas jogadas ao vento! Por isso os ofendidos de plantão usem sua inteligência de forma eficaz para mudarmos nossa sociedade desigual que foi tratada pela autora Clarice Zeitel da forma que deveria realmente ser tratada. E se vocês ainda não fizeram nada de prático que tal começar pressionando os parlamentares para aprovar a Lei de iniciativa popular sobre a vida pregressa dos candidatos? http://mcce.org.br/node/96

  119. Que redação medíocre !!!

    Não é a toa que os estrangeiros gostaram. De acordo com o adágio “Entre nações não existe amizade e sim interesse”, universitários deste tipo são os ideais na visão das potências estrangeiras.

    Afinal nosso jovem está cada vez mais idiota, politicamente-correto, estúpido e revolucionário !

    As universidades fizeram um excelente trabalho… de destruição !!!!

  120. Tou ficando Puto! Esses aristocratas que visitam o texto para criticarem só conseguem ver e fazer o seguinte comentário: “Que redação ridícula”. Tou farto! Não é a redação que é pra ser enxergado e o que deve ser enxergado é a verdade nua e crua. Isso ninguém enxerga, porque são aristocratas! Porque até quem detém o conhecimento está embaixo de uma nuvem ideológica do sistema, sistema que induz a enxergar o próprio umbigo e não ver a mazelas que nos cercam. A semana passada tive em um debate sobre a corrupção a única pessoa lúcida e verdadeiramente posicionado foi o Ministro da Controladoria Geral da República, o resto dos participantes são aristocratas em cima do muro, neste encontro ele disse: …”que se não mudarmos a lei processual, não adiante criar lei ordinária, porque os larápios do colarinho branco vão se safar, porque esse sistema processual brasileiro é mais velho do que a Monarquia Brasileira, coisa que até os portugueses não adotam mais! Resumindo! Quem pode mudar são as pessoas que sabem alguma coisa! Em tese porque essas pessoas estão sob uma formação aristocrática que só sabem executar as coisas tecnicamente, e não enxergam a verdadeira verdade, então é um absurdo uma universitária de baixa formação falar de forma singela a verdade! Agora o que é inadmissível é a justiça através de seus representantes membros: magistrados, promotores e procuradores (M aceitarem a lei como ela é! O que eles podem fazer? Legislar? Claro que não! Mas podem através de suas entidades de classe promover encontros nacionais proporem campanhas juntamente com outras entidades, OAB, CNBB e entre outras para orientar a população sobre os desmandos e a omissão de nossos parlamentares, e as leis principalmente as processuais que os encobertam de serem punidos! Mas o fazem? Não fazem e simplesmente se omitem porque tá tudo bom pra eles ($) isso devido a ótica da sua formação da nossa formação Brasileira, formação aristocrática. E ninguém enfrenta o problema!
    Voltando a nossa criticada redação! Já que os nossos críticos não conseguem enxergar a verdade simples de nossa nação nesse texto verdadeiro e singelo espero que aceitem de um humilde cidadão um bom texto sobre as entranhas do nosso nobre país escrita de forma apropriada para os eruditos, nobres e aristocratas da corte:
    “16/12/2009 Os verdadeiros filhos do Brasil – Final
    Roberto DaMatta
    Na semana passada eu dizia que, no Brasil, o governo administra tanto quanto serve como um instrumento para enriquecer e aristocratizar políticos (e comparsas) que seriam os verdadeiros filhos do Brasil. Por isso, o governo mesmo querendo revolucionar, conserva; enquanto seus sócios, mesmo agindo fora do mercado e querendo conservar, acabam inovando pelos escândalos que promovem. A corrupção advinda dos laços pessoais que estruturam a elite dissolve diferenças ideológicas.

    Um ponto importante para o entendimento da corrupção à brasileira é que ela vai do estado centralizado e aristocratizado para o mundo empresarial, promovendo distinções que recriam, no mercado, velhos apadrinhamentos. A famosa impunidade não é uma consequência do ato delituoso, ela faz parte dele. Encaixa-se no cálculo dos riscos, tanto mais baixos quanto mais próximo o negócio estiver dos centros de poder por meio de esquemas desenhados, eis o que enlouquece, pelos seus funcionários mais graduados. No Brasil, o viés hierárquico não condena, protege. São os altos funcionários que dinamizam o processo por meio de aloprados e cúmplices. Ademais, como o setor público tem muitas nebulosidades, não há como apontar culpados. As múltiplas polícias, como os impostos embutidos nos produtos que consumimos, por exemplo, existem precisamente para impedir uma clara e decisiva atribuição de responsabilidade. Prevalece o credo, ainda não politizado, segundo o qual, o que é de todos não é de ninguém. Em tal oceano administrativo vale tudo, exceto a condenação dos culpados.

    Se o estado republicano tem muitos funcionários profissionais nomeados sine ira et studio ? sem favor ou perseguição, como diz Weber ?, não se pode esquecer que ele foi construído sobre uma base hierárquica e aristocrática. As repúblicas de 1889, em diante, mudaram o Brasil política e legalmente, mas não o transformaram social e culturalmente. Não redefiniram seus códigos de comportamento e sistema de valores e não prepararam a sociedade para as mudanças mais radicais que o estado realizava no papel.

    A maior delas é justamente a da igualdade perante a lei que até hoje não temos aquilatado plenamente, donde sua surpresa e incômodo. Pois como os mensalões escancaram, o sistema administrativo tem uma hierarquia. Numa era de preocupações financeiras na qual a moeda, o mercado, o cálculo entre despesa e receita são atores centrais, o Ministério da Fazenda, as estatais e o Banco Central, e não mais o Ministério do Planejamento, são superiores. Mas se eventualmente o político englobar o econômico, como pode ocorrer, um órgão político-administrativo terá supremacia. Não é por acaso que os mensalões estão ligados a secretários de governo e à Casa (in)Civil. Na teoria dominante e até o Plano Real, não seria a sociedade o motor de transformação do sistema, mas o estado, por meio dos seus salvadores e letrados situados acima da história e das leis por eles promulgadas. Esses são os verdadeiros filhos do Brasil.

    Dir-se-ia que há uma contradição, pois os eleitos podem ser pobres e pouco instruídos, como o Lula. O sistema contempla o cravo, mas não esquece a ferradura. Existe, sem dúvida ? senão o caso Arruda não seria tão abjeto ?, uma vertente igualitária. Nela, cabem as pessoas que se fizeram a si mesmas como o Lula e muitos outros, negando um destino social supostamente predeterminado (sendo pobres cairiam nos braços da bandidagem…); mas ? e esse é ponto ? há uma dimensão hierárquica dominante, cuja chave mestra é o controle de um estado republicano que opera aristocraticamente. Aí está o paradoxo! Esse estado visto como transformador é o primeiro a instalar o eleito num palácio que ele ? mesmo no papel de renunciante e salvador da pátria ? recusa. Morando em palácio, tendo voz final para todos os assuntos, ilhado por pedidos de favores de todos os quilates porque tudo, no Brasil, é juridicamente estrangulado, realizando um governo de coalizão, ele entra no clube. Vira o filho do Brasil!

    Mas a última que morre (será que morre?) é a esperança. Se planos para um retrocesso estatizante estão em curso, a economia, apesar dos impostos, da incompetência administrativa lulista e dos desperdícios, seguem seu curso, os casos de corrupção pressionam no sentido da igualdade. Pois quanto mais confiamos na economia e, com ela, na nossa capacidade de planificar o futuro e de consumir responsavelmente, exercendo a nossa singularidade de gostar disso ou daquilo livremente, maior a nossa decepção com as formas reacionárias ou corruptas de fazer “política”.

    O Brasil vive hoje uma abismal dissonância entre uma economia recuperada e um universo político sem ética. Não há mais inflação, mas há corrupção. O termo é perfeito. Há um lado podre ou que apodrece em todos os governos e que precisa ser erradicado. É muito difícil transgredir com a economia e com os impostos abusivos que pagamos mas, na política, vivemos num mundo de mentiras. Na economia, o discurso é óbvio: bancos, lojas e empresas, governo querem lucrar. Mas na política, todos dizem trabalhar para o povo, mas o que vemos é o contrário. Os verdadeiros filhos do Brasil são os pais da centralização administrativa, os patrões das regras do jogo, os que legislam em causa própria e por isso não vão presos. O articulista Elio Gaspari está certo: ladrão só tem medo de cadeia! Mas com um detalhe. Neste Brasil, onde os eleitos enriquecem por meio da política e viram filhos do Brasil, ninguém é preso!”

  121. Primeiramente, acho difícil uma redação cheia de rancor ser premiada por quem quer que seja. Isso pra mim é FAKE.

    Em segundo lugar, concordo que o Brasil tem problemas, mas não é denegrindo a imagem do país e reclamando numa verborragia irritante que tais problemas serão resolvidos.

    Recebi esta bobagem por e-mail, NÃO CONCORDEI, portanto faço questão de expor meu ponto de vista. Reclamar, reclamar, reclamar, NÃO RESOLVE NADA.

  122. Realmente não é FAKE. Acabei de verificar.

    De qq forma, achei exagerado.

    Mas a menina é bonita hein!

    Trabalhando na Globo ela quer passar em concurso da Defensoria? Fala sério Clarice!!!

  123. Prezado Cristiano,

    ‘Fake’ ou ‘não-fake’, me permita discordar de você quanto a possibilidade de ela passar em concurso para a Defensoria. Sabe o que é um Concurso Público, uma das maiores conquistas democráticas deste país nos últimos tempos ? É exatamente isso: PÚBLICO ! Quer dizer, quem tiver a titulação mínima, e no caso presumo que ela tenha, pode fazer o concurso e ser investido no cargo da forma mais genuína e democrática que existe que é com o seu saber. E pode ser da Globo ou de alguma das inúmeras favelas que pululam em nossas cidades.

  124. Cristiano,
    Só agora li o seu primeiro comentário. Apenas reclamar realmente não adianta nada. Há que se ter propostas.
    Sobre a redação pelo que vi ela foi mesmo premiada pela UNESCO.
    Não sei a sua idade nem a sua formação, mas a minha (idade) já passa de meio-século e a minha formação é muito diversificada.
    Como professor por muitos anos vi de tudo. Como aluno em muitas Universidades e Faculdades vi de tudo idem ibidem !
    Há métidos na redação, se olharmos friamente.
    É uma espécie de diagnose emotiva, é claro.
    Nada muito profundo como os textos e livros de um Darcy Ribeiro que sempre está presente aqui no ZEducando.
    Mas continuo entendendo que é um texto bom.
    E tendo em vista o nosso padrão de educação continuo a afirmar como disse no início do post “…ainda há boa luz no fim do túnel-Brasil !”, mesmo que ainda não seja a luz que desejamos, ou com a intensidade que desejamos.

    um abraço, e obrigado pela visita ao blog e pelos seus comentários.

  125. Que lixo de texto! Que falta de vocabulário! Que pobreza de idéias!
    Nosso ensino público está fadado ao fracasso.

  126. Caro Deividi,
    Primeiramente agradeço a sua visita ao ZEducando, a este post em especial, bem como o seu comentário.
    Entretanto, como já tive oportunidade de comentar aqui, não posso concordar com as suas palavras.
    Se fosse desprovido de esperanças com relação ao ensino, o público em especial, já teria abandonado a causa e por consequência este blog.
    um abraço,
    José Rosa.

  127. Isso aqui é para a Heloisa Vianna que escreveu ai em cima…Cara HELOIZINHA se aqui no Brasil é muito melhor que aí nos EUA então venha para cá !!! Venha desfrutar de toda segurança, oportunidade de trabalho, alegria da vida aqui no Brasil. Só tome cuidado para não ser assaltada, tomar uma bala perdida, não se esqueça também de ter contratar um bom plano de saúde, blindar o seu carro, se tiver família de matricular em bons colégios particulares e é claro de se manter em forma e guardar um bom dinheiro para quando envelhecer, pois as condições como são tratados os mais velhos aqui são as melhores possíveis, acredito que até de melhor forma que ai nos EUA e quem sabe na Europa….
    Ao invés de criticar os outros, viva aqui ….é fácil falar quando está de fora…Loser…

  128. Apesar de não concordar muito com o que o Paulo Borges escreveu e apesar do “tom” de suas palavras, resolvi publicar o comentário que fez.
    É difícil mesmo comparar dois países, mesmo americanos, mesmo colonizados por europeus.

  129. Onde?!….

    Onde, tanto excesso de faltas?
    Abundâncias grandiosas de escassez,
    Exageros de ausências e inexistências
    Nulidades em parcas e fartas pautas…

    Contraditórios….
    Auditórios….
    Sanatórios….
    Excretórios….

    Excesso de falta de retidão caráter, probidade
    Abundância na escassez de ética, moral e civismo
    Exagero das inexistências de coerência entre verbo e ação
    Pautas mudas e vazias para a sedenta e quase lânguida audição

    Combinações excelentemente engendradas
    Que, friamente e aos poucos, se deteriorou
    Desde os tempos de “Bandeiras e Entradas”
    Aos infelizes incautos contaminou

    Sei que, “dos filhos deste solo, és mãe gentil”!
    Sei que madrasta não o é.
    Sei, sim, que sua cruel desdita
    Foi parir um bando vil que não todo o Brasil.

    Entretanto há, e houveram, aqueles que lhe cobriram de honra e glória:
    Muitos Pedro – segundo -, José, Thomas, Cláudio, Ana, Maria,
    Joaquim, Francisco, Élder, Dulce, João, Antônio,
    Muitos famosos… muitos conhecidos… muitos anônimos…

    A infame escravidão racial de outrora
    E, ultimamente, sem parâmetro igual
    Traz-nos a pobreza, a impunidade e a dor
    Revelando sua pior faceta, a de cunho moral.

    Como te praguejar
    Sem nos mirar e nos declarar culpados
    Se a cada dia nos oferta tantas oportunidades,
    Dentre elas: a água, o clima, o sol e as herdades.

    Como reclamar a básica formação escolar
    Para o sustento da superior cadeira acadêmica
    Se a prática do “jeitinho brasileiro”
    É nossa maior e principal chaga endêmica.

    Liberdade, Igualdade e Fraternidade…
    Deveria ser, por nos outros, de busca diária,
    Longe de ser uma utopia, um devaneio
    De toda sociedade cristã, deveria ser um permeio.

    Renegados, esquecidos e marginalizados
    Se reservaram em palafitas e favelas
    Enquanto os “favorecidos” ignóbeis e incautos
    Perdem-se, por ganância e cobiça, aos Faustos

    Necessitamos sim de uma grande revolução
    Não daquela feita com armas, sangue e vidas ceifadas
    Precisamos revolucionar nossos caráter e conduta
    Esta sim, seria a nossa bendita luta.

    Como cobrar algo de nossos governantes?
    Depois de votados, deles rapidamente se aquiesce…
    Por isto, e não sem razão, já há muito disse o poeta:
    “Cada povo tem o governo que merece!”

    Querida Mãe, “co-autora” daquela de Deus, que também nos deitou em “berço esplêndido”
    Rogo-te mais uma vez, perdoa os desvairados filhos teus.
    Filhos abjetos do egoísmo miserável, da vaidade desprezível e senil
    Oh! Mãe querida e “Pátria Amada, Brasil”.

  130. essa heloisa vianna é uma ANTA !

  131. AH! esqueci de falar: heloisa, a inveja e´ uma m….!

  132. Essa moça deveria saber um pouco mais sobre ser Madrasta… Conheço madrastas que são mais que mães. Posso dar N exemplos. Conheço uma que acompanha o enteado com um osteossarcoma, há meses fora da casa dela, numa casa de apoio, ajudando o enteado que ama como se fosse filho.
    Conheço outras que criam seus enteados(as) cujas mães fazem o papel da “visita”…
    Foi politicamente incorreto o uso da palavra.
    Deveria não só estudar e dançar, mas se inteirar das realidades.
    Porque nada garante a ela que o homem por quem ela se apaixone e queira casar, já não venha com filhos na bagagem.
    E aí?
    Será ela a madrasta vil?
    O peso da palavra é grande.
    Abraço

    Renata B V Del Moro, dona da comunidade do Orkut “Madrasta não, somos boadrastas!

  133. muitos comentarios idiotas e muita inveja! aff!

  134. ela e´ linda e inteligente! engulam.

  135. […] Pátria Madrasta Vil (Clarice Zeitel Vianna Silva) agosto, 2008 134 comentários 4 […]

  136. Caixa economica ,banco do brasil , marinha brasileira,ministerio do trabalho ,europa, estados unidos está é a sopa da escravidão distribuida a estes sem dentes ,sem patria ,sem governo, sem futuro,sem alma ,sem deus ;Massa de gente pronta pra se sacrificada em prou dos que fez a sopa;Mas não esqueta não; presidente,ministros governado,prefeito ,juiz,vereador,secretario,vocês tambem tem todos as caracteristicas desta terra ;Por enquanto só tá movimentando a panela do inferno e o calor vai de desidratar VOCÊS COMO TODOS OS OUTROS ESCRAVOS DO SISTEMA DOS OUTROS .

  137. Prezado Beto,
    Este post eu fiz em 14/08/2008, o ZEducando não tinha nem um ano de vida. E foi o que trouxe mais polêmica até hoje. Não entendi direito o propósito do seu comentário. Me pareceu mais uma revolta contra o status quo. De qualquer forma publiquei o comentário acima.

    ab,

    José Rosa.

  138. Ô Heloisa Vianna….ei!!..Ei!!! … O BRASIL é uma MERDA!!

  139. Por que tanta opiniao negativa entre pessoas de uma mesma epoca?
    Por que tanta gente do contra, procurando o lado negativo da questao, mesmo em situacoes positivas?
    Por que tanta lingua batendo contra o merito de outros e tanto excesso de critica na caminhada daqueles que subiram mais um degrau?
    Por que tantos cresceram sem a capacidade de se auto modificar para melhor?
    Por que a falta de solidariedade, humanidade e respeito? Sera’ inveja? Sera’ maldade?
    E’ hora de nos ajudarmos para ajudar o Brasil, porem enquanto houver aqueles batendo boca negativamente, nao havera’ mudanca alguma em qualquer lugar que seja no mundo.
    Necessitamos da uniao do todo e nao da divisao dele… e aqueles que nao queiram ajudar, que se mudem para outra galaxia.
    Nunca iremos transformar o mediocre para melhor; o errado para o correto; o corrupto para o sadio pois enquanto houver pedras do contra no caminho, impedindo a passagem na escalada de um ideal, estaremos apenas batendo lingua.

  140. Cara Betty,
    Concordo plenamente com você.
    E sobre as pedras do contra no caminho, cito apenas o poetinha já falecido Mário Quintana: “e para aqueles que estão ai, atravancando o meu caminho, eles passarão, eu passarinho !”.

    um abraço,

    José Rosa.

  141. Interessante… o tal concurso foi no Brasil… a Clarice foi selecionada com mais 99 redações. EM momento algum a dela ficou 1º ou em último lugar… Mas por que a dela foi a que mais causou “tumulto”? Por nunca tem um link da UNESCO para se conferir as outras redações? Segue o link onde estão as 100 redações brasileiras.. de outros estados… MAS PORQUE A REDAÇÃO DA CLARICE CAUSOU TANTA POLEMICA? – Por que foi a única que “derruba” o Brasil… foi a única que exprime a sindrome de VIRA-LATA que a velha mídia tanto gosta!
    Confiram as redações!!!

    Clique para acessar o 157625m.pdf

  142. Prezado Cid,

    Agradeço a sua visita e o seu comentário, já devidamente publicado.
    Informo que o ZEducando faz 4 anos de vida hoje. Aquele post que você comentou foi o mais polêmico até hoje.
    Não sei se é porque a autora, a Clarice , já foi dançarina do Hulk ou algo parecido.
    Não sei se porque as pessoas esperavam uma análise mais profunda da realidade nacional.
    Não sei se porque ela é mulher.
    Só sei é que causou muita polêmica.
    Procurei publicar todos os comentários, excetuando , claro, os que continham agressões e palavrões (poucos, ainda bem).

    Fiz um post ‘comemorativo’ lá com dois vídeos com o Miguel Nicolelis, quando tiver um tempo convido a ver estes vídeos.

    MAIS UM ANO: https://joserosafilho.wordpress.com/2011/11/12/mais-um-ano/

  143. O texto da moça não é nenhuma sétima maravilha do mundo, mas tem sim muita filosofia e diz, com certeza, muitas verdades. Tapar o sol com a peneira ou dar uma de avestruz, escondendo a cabeça para fingir que não vê é coisa de hipócrita. Gostaria de saber se esses que tentam desqualificar o prêmio quie ela recebeu tiveram semelhante atitude em relação à maior aberração da história da humanidade, nos meios intelectuais, que foi a concessão do título de Doutor Honoris causa, pela Universidade de Coimbra, ao “maior assassino da língua portuguesa em território brasileiro, que é o apedeuta Luis Inácio Lula da Silva, um falastrão desmiolado, que só diz asneiras. Queriam o que, que ela escrevesse que vivemos em um paraíso, nessa nação hoje governada pela senhora Dilma Roussef, que traía a Pátria na sua juventude, como integrante de grupos de maus brasileiros que queriam submeter a nossa soberania aos ditames da ditudura comunista da extinta União Soviética. Só o fato de saber que, após concluir seu Curso de Direito, terá que se submeter ao exame inconstitucional absurdo da OAB, que nem órgão de governo é, para poder exercer sua profissão, já justifica o seu desapontamento com essa Mãe Gentil, que virou Mãe do PAC, e agora é a Mãezona da Corrupção galopante, que virou instituição nacional em todos os níveis do poder.

  144. Zé,
    Eu refleti sobre o que disse a jovem e sobre o disseram a seguir no seu Blog.
    Eu moro na França tem tempo e sempre admirei o modelo francês de educação. É universalmente gratuito, bastante inclusivo. Sem falar sobre o professorado que é de alto gabarito. O Brasil patina demais e há décadas na questão da educação. São reformitas, aqui e lá , mas nada de consistente, que englobe todas a varíaveis no processo educacional. A educação no Brasil nunca esteve na primeira página da agenda política. Não dá mais permanecer nestes paliativos e querer ser desenvolvido. Ou faz algo de drástico pra ter resultados mais rápidos ou vamos perder o virtuosismo desse ciclo de crescimento econômico que estamos vivendo.
    A Clarice tem suas razões sim. Diz coisas em tom polêmico, mas tem sentido. Ela é brasileira e portanto não fala como uma estrasgeira.
    Quanto ao fato de ser premiada pela UNESCO, melhor: assim deu-se visibilidade ao que ela falou.
    Parabéns Clarice!

  145. Concordo plenamente com o Fernando Guerra, precisamos de uma reforma radical na educação, uma política de estado, pois logo-logo perderemos o ciclo de crescimento como perdemos na década de 70. O único partido que pensava nesse caso era o PDT e por anos votei no Brizzola porque tinha essa preocupação, tem o Senador Cristovão Buarque q defende esta bandeira, porém teve duas oportunidades como governador do DF e Ministro da Educação e não aproveitou, portanto não temos âncora na classe política para essas reformas! Quem sabe um movimento social via internet como estou apoiando e participando do combate a corrupção não seja um começo. Estou muito desesperançoso, apesar de trabalhar com educação cidadã todos os dias eu toco nessa tecla para que as pessoas reinvidiquem essas reformas diante da classe política através de manifestações como o de combate a corrupção. Tive oportunidade de conhecer o modelo de educação na Bélgica que é semelhante da França e quando fiquei alojado num centro olímpico (www.adeps.be/jambes) a 30 km de Bruxelas, vocês não imaginam o que ouvi do Diretor de lá aos nos receber: “O modelo do centro olimpíco aonde as crianças de 03 a 18 anos vão no mínimo 2 X por semana para desenvolver várias atividades extra currilar (esportes, oficinas de arte, culinárias entre mil outras atividades) foi baseado em modelo brasileiro, pensando pelo educador Anísio Teixeira que construiu o primeiro na Bahia, chamdo escola parque e depois foi levado pelo falecido Senador Darci Ribeiro ao presidente JK que implantou vários no centro de Brasília que tb se chamam escolas parques, infelizmente já foi um excelente centro de formação auxiliar dos jovens de brasília hoje quase que totalmente abandonados e ignorados de sua importância, o Brizzola também tentou implantar isso no Rio, acho que se chamava CIACS ou coisa parecida, o ex-pres. Collor também tentou levar adiante, porém como os outros não deu seguimento. É triste nossa realidade, mas façamos a nossa parte….”Desesperar jamais!” Quem sabe um dia poderemos ter esse modelo”. Vamos a luta e trabalhar nos protestos através das ferramentas disponibilizadas pela internet para convocar manifestações do povo brasileiro.”

  146. Prezado Lino,

    Mesmo sem concordar com boa parte do que você disse no comentário, principalmente com relação ao ex-Presidente Lula e à atual Presidenta Dilma, fiz questão de publicar o seu comentário. Como sempre digo, o julgamento mais ‘justo’ só a História nos fornece. Quando se passarem 50, 100 anos, dos governos Lula e Dilma é que se poderá avaliar com mais isenção, considerando a evolução histórica do nosso país.

    Agradeço a sua visita ao meu blog.

  147. Agradeço em especial ao Guerra e ao Manoel por essas duas colaborações, via comentários, aqui neste post, o mais polêmico em 4 anos de vida do ZEducando.
    Muito interessante a experiência do Manoel na Bélgica, reencontrando o Anísio Teixeira e o Darcy Ribeiro por lá…

    abraços,

    José Rosa

  148. Do Eduardo Marinho, via e-mail:
    Comentário ao comentário
    Em nenhum momento é mencionado o poder por trás da política. O Cristóvão fala muito do ensino público, faz a figura defensora da educação me parece que com intenções eleitoreiras e de marcar posição no cenário político. Como ministro da educação, como senador, tenho a impressão que ele sabe muito bem quais são as “vontades” que impedem investimentos no setor – inclusive seus motivos criminosos, de manter a ignorância, a desinformação e o controle da opinião e do comportamento público pela invasão midiática, a pressão propagandística, publicitária e o jornalismo corrompido, manipulado para distorcer informações de acordo com interesses empresariais, como empresarial é a força que impede investimentos públicos, no povo, sua vida e seu desenvolvimento real. Brizola tinha essa noção, Darcy sabia bem como fazê-lo, embora o espaço que encontrou não tenha sido o suficiente, o processo foi iniciado, sob execração da mídia e do empresariado. “Como ousam instruir aqueles que estão destinados à exploração, à miséria e à ignorância, em benefício dessas poucas famílias que dominam o Estado, controlam as políticas públicas e concentram benefícios, privilégios, riquezas e poder que deveriam ser distribuídos a todos?” Não foi à toa que a elite investiu até no Lula pra conter o Brizola, mais instruído e preparado pra reais mudanças a médio e longo prazo, na formação de um povo mais desenvolvido, esclarecido e educado, capaz de compreender a realidade e debatê-la, resolvendo as questões da coletividade sem se deixar levar pelas mentiras, falsidades, distorções dos beneficiários dos desequilíbrios sociais. Sobre isso, não se fala. E é, na minha opinião, o maior obstáculo a esses investimentos que mudariam esse desumano quadro social brasileiro.

  149. Minha resposta, tb via email, ao Eduardo Marinho:
    Caro Eduardo,

    Brilhante seu comentário, vou postar no ZEducando.
    Tem vários desdobramentos.
    Conheci o Cristovam pessoalmente quando morava em Brasília.
    Participei muito, com minha primeira esposa e minha filha na época com uns 3/4 anos, da primeira campanha dele para Governador do DF, vitoriosa por sinal.
    Mas ele nem chegou a assumir naquela ocasião e eu e minha ex-esposa já saímos do PT naquele momento. Vimos muitas coisas no mínimo ‘estranhas’ no partido, já naquela época, e seria tema para um outro texto, quem sabe um post ?
    O Cristovam tem umas idéia boas e atitudes coerentes. Uma agora é a do projeto para que todos os entes públicos sejam obrigados a matricular seus filhos em escolas públicas. Polêmico, mas interessante, e sobretudo lógico !
    Quando governou Brasília ele voltou a eleição para diretor de escola, que havia sido afastada nas administrações anteriores. Só quem trabalha numa escola sabe a importancia disso, como eu na época. NO DF eram cerca de 500 escolas públicas no meu tempo de sala de aula, imagine a quantidade de cargos nas mãos do Governador ??? Ele fez outras coisas, mas a visibilidade não foi marcante. O trânsito de Brasília até hoje tem que agradecer a ele o uso de faixa de pedestre. Acho que é a única cidade do país onde se respeita isso. Lembro-me também que ele instituiu uma multa para quem jogasse qualquer coisa fora do carro, é mole ? Se fosse aqui na Bahia o governo ia se encher de grana…
    Quanto á briga Lula x Brizola isso é histórico em nosso país. A esquerda vive brigando entre si, e vendo o sorriso da direita quando sai o resultado das eleições. A primeira eleição para presidente, depois da ditadura, com Collor, foi clara nesse aspecto.
    A questão do Brizola acho que não é nem a formação, mas a visão e sobretudo quem estava do lado dele, o Darcy. Este sim, um brasileiro que ainda vai ser (re)descoberto.

    escrevi muito e talvez tenha embaralhado as coisas…

    um abraço,

  150. Concordo Plenamente com esse comentário, e uma BUUUURRRAAA mesmo idiota
    (Esse texto e o respectivo prêmio ganho por ele deixam duas coisas bem claras:
    1 – Ou o ensino universitário brasileiro é muito fraco ou ela passou os anos da faculdade no Diretório Acadêmico jogando conversa fora e jogando sinuca e ping-pong!
    2 – Esse prêmio da Unesco incentiva a mediocridade!)

  151. Prezada Jucélia,
    Não sei a qual comentário você se refere, afinal são mais de 150 nesse post. Mas não posso concordar com o que você escreveu. Num dos comentários que fiz acima deixei isso claro. Entratanto, seguindo o que prega a política deste espaço que se propõe democrático, fiz questão de publicar este seu comentário.

    um abraço,

    José Rosa.

  152. Pois eu concordo com a Jucélia, Zé Rosa. A redação dessa garota é um poço de chavões genéricos, repleto de bois sem nomes, por Dyaus! Ter ganho tal prêmio deve indicar que lhe ensinaram mal, que ela aprendeu pouco ou que o prêmio é destinado aos medíocres. Ou seria tudo um grande e jocoso chiste?

  153. Não sou nada da autora, mas para os que criticam ela é apenas uma dentre os novos Promotores de Justiça do RJ. Pouca coisa, não?!

  154. Caro Leo e demais que colocaram comentários neste post (o de maior repercussão em quase 5 anos de vida do ZEducando),
    Apenas acrescentando: se não me falha a já cansada memória, Para ser Promotor de Justiça tem-se que fazer um concurso… portanto a autora deste texto passou por isso.
    ab a todos.

  155. Aos sabios de plantão: A Clarice é promotora de Justiça do RJ Alguem ai tem noção da dificuldade de ser aprovado num concurso desses? A inveja mata !

  156. Putz! Promotora de Justiça?
    Aprovada no concurso, espero que seja de forma meritocratica, pq nos sabemos de concursos onde as pessoas entram pela janela, já vimos vários concursos serem anulados por fraudes, inclusive, para o cargo de juiz, dê uma pesquisada na net. Mas não estou dizendo que seja o caso da nova promotora, mas que a redação precisa melhor ser estruturada e pontuada, isso precisa.

  157. Prezado,

    Agradeço a sua visita ao meu blog e o comentário, já devidamente publicado acima.

    Especificamente quanto à redação eu não me recordo de problemas de pontuação ou de estruturação, mas se você mencionou devem estar presentes. Apenas lembro que esta redação foi premiada e como tal certamente passou pelo crivo de pessoas igualmente competentes.

    Quanto ao problema de concursos fraudulentos já vimos vários, inclusive para o Judiciário.

    A questão que coloco agora é mais profunda, se me permite: se quem tivesse ganho este prêmio e tivesse feito o concurso fosse alguém ‘normal’ para os nossos padrões, algo como o Gilmar Mendes ou outros tantos ‘doutos’ conhecedores do Direito, acharíamos tudo normal…

  158. Quanta gente culta atacando a jovem promotora! Está clara a conotação política dos ataques, pois a redação põe a descoberto a incompetência dos que dirigem o Estado brasileiro.Parabéns Clarice.

  159. Não quero ofender ninguém, mas a agressividade de qualquer comentário é inversamente proporcional ao conhecimento do assunto, e diretamente proporcional à idiotice do comentarista.

  160. Como sempre, empurrando mais e mais a já estrangulada classe média. 
    Essa pessoa diz: “…As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar …

    Em que planeta ela mora? Quem disse a ela que a classe média está “confortavelmente situada na piramide social?”  Não da para ela ver que a pirâmide está quase invertida pelo esforço de ter que para pagar as contas? O que está acontecendo é a distribuição de alguns de baixa renda para outros de mais baixa renda ainda. Daqui a pouco, o preço do tomate vai chegar a R$ 5, você vai ver; é o unico jeito, subir o preço da comida e de tudo o mais para poder redistribuir mais e mais.   

    – terão que fazer mais do que reclamar …?  Enquanto outros reclamam, a classe média pega onibus e trens para ir ao trabalho. Essa frase so pode vir de alguem que nao passa duas horas em ônibus ou trens ida e volta do trabalho. Ou talvez essa pessoa nem trabalhe…

    A solução nao é “mais distribuicão”. Distribuição faz com que todos fiquem pobres. Pensa comigo. Tem 10 pessoas. Uma delas tem $10 e as outras não tem nenhum dinheiro. Distribuindo, todos ficam iguais, isto é, com $0.10 cada um, o que não soluciona o problema da pobreza dos que não tem nada, somente faz com que o que tinha $10 fique pobre. Ficando pobre, ele não vai criar empregos e ca pra nos, em que planeta os pobres criam riquezas e empregos? Ja ouviu algum pobre dar emprego a milhares? 

    A solução é criar trabalhos afim de que as camadas mais baixas possam subir e se tornar classe média algum dia. A  solução é criar condições para que mais e mais pequenas empresas sejam criadas. E por ai vai. Isso so é possivel no estado capitalista no qual as empresas tem liberdade de ação, o que não acontece em paises socialistas ou comunistas. 

    Espero que os brasileiros acordem antes que o Brasil sse torne uma França, aonde os impostos são tão altos (75%) que não so os ricos estão deixando o pais. Depois de taxar os ricos, quem esta na fila? Ja imaginou? Trabalhar, trabalhar e ter que dar 75% do que voce ganha para o governo…  Vamos chegar la se não pararmos com essa mania de distribuição. Chega.  Socialismo não deu certo na Europa; não deu certo em lugar nenhum deste planeta. OU, que tal distribuir o dinheiro dos que estão pregando distribuicão de renda e deixar em paz quem não quer distribuir seu suado ganha pão? 

    “O problema do socialismo é que, eventualmente, o dinheiro dos outros acaba.” Margaret Thatcher.

    Acabei de encontrar um artigo muito bom:
    CLASSE MÉDIA ESPOLIADA 
    http://www.midiaindependente.org/pt/red/2007/07/387762.shtml

    Bea Taylor

  161. Prezada Bea Taylor,
    Agradeço a sua visita a este espaço. Publiquei seu comentário em nome do próprio espírito deste blog que é o de promover e provocar o pensamento.
    Entretanto deixo registrado aqui minha discordância no todo e em quase todas as suas partes, do seu comentário.
    Pegando apenas uma das partes “Distribuição faz com que todos fiquem pobres. ” isso para mim é raciocínio de quem está sim no topo da pirâmide !
    Abs,
    José Rosa.

  162. Heloisa Vianna, você defendeu bonito a honra do Brasil, mas pelo o que entendi vc mora fora. Claro que não me satisfaz em nada ler o texto “Pátria Madrasta Vil, porém, tapar os olhos e fechar a boca também não concordo. Vejo o texto como um tremendo desabafo de uma jovem cidadã que assim como inúmeros brasileiros, está muito decepcionada com tanta corrupção, falta de caráter e compromisso dos governantes que aqui governam o povo que aqui vive.
    Poucas são as escolas, ou melhor, os profissionais que trabalham os fatos com criticidade em sala de aula e menos ainda no intuído de torna-los cidadãos críticos e capazes de identificar possíveis soluções para os referidos problemas.

    Espero que o que está dito no texto “Pátria Madrasta Vil” de Clarice Zeitel Vianna Silvafato e o fato de estar no livro da UNESCO, cause mais impacto do que os escândalos do MENSALÂO, da PETROBRAS, etc…

    ACORDA BRASIL!!!

  163. Tema: “como vencer a pobreza e a desigualdade”.

    Recebi recentemente esta redação pelo whatsapp, li e não gostei. Fiz questão de pesquisar na internet para informá-la que o Brasil precisa de pessoas faz, para criticar temos aos montes. Menos reclamação e mais ação.

    Infelizmente, não vi no desenvolvimento do desta redação, a solução para vencer a pobreza e a desigualdade social no Brasil. Só vi desabafo de uma pessoa revoltada, e que pelo jeito nunca havia saído do Brasil, até então.

    Sou brasileira, não concordo com as injustiças sociais e falcatruas que vivemos, e que não é de hoje. Mas ver uma brasileira queimar o filme o Filme do Brasil desta forma é triste.

    Meu sonho de consumo é ver uma pessoa como a Clarisse Zeitel Vianna Silva, chegando a presidência do Brasil, para solucionar toda a miséria que ela descreveu aí. Pode contar com meu voto.

  164. Cara Rivania,
    Agradeço seu comentário, já devidamente publicado.
    Escrevi esse post ainda em agosto de 2008, meu blog não havia completado ainda nem um ano de vida. Pois acredite, esse post foi o mais comentado de todos eles, e lá se vão mais de 2000 posts neste ZEducando. Como o objetivo deste espaço é explicitamente “provocar o pensamento”, entendo que o post ajuda nesse sentido. Criticar só por criticar, como você diz, não é muito bom. Propor soluções é o complemento indispensável. Abraços, José Rosa.

  165. Não sei, mas há um erro grotesco de achar q a abolição dos negros foi um erro e acredita em liberdade e igualdade no capitalismo. Critica a burocracia do sistema, mas não o sistema produtor de tudo isso q ela reclama. Não soube identificar a causa primeira de tudo isso: capitalismo, sistema do apartheid social.

  166. Caro Luiz Oliveira, concordo com você. Mas de qualquer forma para mim o texto dela é válido. Abs, José Rosa.

  167. Já ouviram falar no ditado que diz “quem está de fora, enxerga melhor” ? A premiação deve ter sido dada a garota por conta disso. Quem julgou seu texto com certeza enxerga o Brasil desta forma! Revoltoso? Sim, no ponto de vista, mas é isso que ela expressa e é exatamente isso que ela cobra, MUDANÇA! Ainda tem brasileiro que descorda?

  168. Thiago, bom dia! Não sei porque o seu comentário neste post veio diretamente para mim. Não deveria, uma vez que não sou autora do post.
    O tema da redação foi: COMO VENCER A PBREZA E A DESIGUALDADE, em nenhum momento foi indicado no texto a solução para resolver o problema. “COMO VENCER A POBREZA E A DESIGUALDADE”, o texto só mostrou revolta e amargura! Uma pessoa que fugiu complemente do tema, para mim, jamais merecia um prêmio.

  169. Caros Rivania e Thiago. Esse blog faz esse ano seu aniversário de dez anos. Com a média de um post por dia, vocês imaginam a quantidade de publicações que fiz aqui durante esse período. Uma das coisas que mais me espantaram nesse tempo foram exatamente a quantidade de comentários a esse post, disparado o que causou a maior polêmica. Agradeço as contribuições de vocês com seus comentários. Abraços, José Rosa.


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